Alturas
Dois Lados do Vento”
És como um sonho, impossível de ser vivido,
te vi nas alturas, meu amigo querido.
Voavas sereno, no céu tão aberto,
guiando meus passos, no deserto incerto.
Ah, vento amigo, me leva contigo,
por entre nuvens, eu quero te achar.
No som da brisa, o amor é abrigo,
na alma do tempo, voltamos a voar.
Eu também te vi, nos tons do amanhecer,
teus olhos guardavam o nascer do ser.
Na areia deixaste traços de luar,
onde o infinito veio descansar
Ah, vento amigo, me leva contigo,
onde o silêncio sabe cantar.
No sopro do sonho, o elo é antigo —
dois lados do vento, voltando ao mar.
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Os Magos se dobraram!
Os Pastores ficaram emudecidos!
E os anjos gritam nas alturas!
Deus está numa manjedoura!!!
Mesmo sem asas podemos voar, fechar as cortinas do óbvio, e alçar as alturas, viajar por terras longínquas, desfrutar das surpresas de mundos desconhecidos, desbravando os mistérios das inúmeras letras, do preto no branco, nos abastecendo de novidades.
Ler é uma aventura fascinante.
Corintiano não nasce apenas nas alturas das conquistas, mas também nas profundidades das derrotas e dos sofrimentos. Elias Torres
COMO VOAR
Eu aprendi a voar sobre o mar
A planar sobre as alturas
Soube como nadar no teu olhar
Como sentir tua pele pura
Queimei meus pensamentos na lava
Joguei meu corpo em cima do teu
Me voltei contra mim
Mas já estava perdido em ti
Me encantei sobre o teu rosto
Me admirei pelos teus detalhes
Transmiti desespero e nervosismo
Mas teu toque me deixou ao seus pés
Como posso me perder tendo chão pra correr
Consigo apenas me reencontrar com teu chamar
Apenas deitada no chão esperando
Esperando pra você me salvar
Há alturas que só se alcançam quando a gente se abaixa. Descobri isso ajoelhado, diante do meu sobrinho — um pequeno mestre que ainda chama o tempo de milagre e o quintal de mundo.
Aprender a ser grande não tem nada a ver com subir, conquistar ou colecionar aplausos. Tem a ver com reaprender a ver do chão, de baixo, da inocência que a pressa desaprende. O olhar das crianças não mede, não julga, não calcula. Apenas acolhe. E quem acolhe, cresce.
Ajoelhar é um gesto sagrado: é dizer ao universo que não se esqueceu de onde veio. É lembrar que a sabedoria mora nas alturas baixas, nas perguntas simples, nas respostas que ainda não têm forma.
Ser grande, talvez, seja isso: caber inteiro num instante pequeno.
Porque quem se abaixa para amar, se eleva sem perceber.
— Douglas Duarte de Almeida
"Não procure Deus apenas nas alturas; Ele habita no coração de quem caminha ao seu lado. Quando você escolhe não ofender, você está prestando um culto de amor ao Criador através da Sua criatura."
Imaginação Inquieta: Um Portal para uma Terra Fantasiosa
Nas alturas entre várias rochas e algumas vegetações, debaixo de um céu azul carregado de nuvens, pude avistar ao longe, de uma certa distância, duas colunas de pedras empilhadas como se fossem um portal para uma Terra Fantasiosa, localizada em um outro universo — o começo de uma nova jornada; uma aventura grandiosa; com muitas criaturas mágicas numa natureza surpreendente, muito diferente da nossa — a minha imaginação não para, é imponente e transforma.
As alturas não revelam quem é melhor; revelam apenas quem, apesar das tempestades, ainda encontrou forças para continuar voando.
Você me leva a alturas
Que sozinha eu jamais poderia alcançar
E me leva a abismos
Que ninguém poderia suportar
Você é a minha brecha
Por onde passam toda minha dor e alegria
Toda minha fraqueza e minha força
Você me mostra quem eu sou
E quem você me torna
Você me mostra o quão grande eu sou
E o quanto você é mais forte que eu
Eu sempre perco para você
Você rouba todas as minhas vitórias
Sua estante está repleta de troféus que deveriam ser meus
Mas agora eu sei quem você é
E sei quem eu sou
E pode me esperar
Por que eu estou indo atrás de você
De tristezas e amarguras vivem muitos corações; mas, se olhassem as riquezas que há nas alturas, viveriam agradecendo com muitas orações.
A águia domina as alturas; mas quando desce às migalhas do chão, esquece que tem asas. Isso não é sobre águias.
Nas alturas do tempo, um pequeno estado no horizonte massivo: palavras prepostas pela realidade observada.
Nas nuvens, vemos aglomerados de convergência de estruturas envelhecidas pelo tempo. Vemos experimentos científicos buscando a compreensão dessas mesmas estruturas — a convergência cognitiva responsável pelo olhar crítico e cirúrgico sobre a entropia humana, congelada no descanso da análise.
Velhos pertences esquecidos na caverna das limitações humanas, pois os limites lineares da mente projetam imagens sob medida sobre o real. As ruínas envelhecidas e a continuidade relativa da probabilidade desenham, a cada dia, formas carregadas pelo vento. No espaço, ondas massivas e reações de colisão dominante dobram o tempo e a gravidade ao longo de milênios para transformar cada matéria em tempestade estelar, convergência gama e os tecritons da radiação cósmica infinita.
Compreender o que vemos exige traduções complexas: cálculos infinitos para dar forma, cor e qualidade aceitável ao inacreditável, convertendo o invisível na inata compreensão humana. No fim, dados congelados em preto e branco ou digitalizados por infravermelho revelam apenas tons de vermelho e borrões preenchidos — embalados por músicas impactantes de forte apelo psicológico para justificar investimentos de bilhões.
Enquanto trilionários e bilionários brincam com foguetes que explodem e jogam milhões no ralo — sem preocupação, pois há seguro —, o contraste se escancara: multidões enfrentam a fome e sangram em guerras por recursos básicos. A fumaça das florestas em chamas e o aquecimento global intensificam o El Niño e a La Niña. Observamos o planeta nos dar seus alertas enquanto acumulamos adversidades expostas.
"Algumas espécies de plantas precisam de apoio para enroscar seus ramos e ganhar as alturas.
Com as pessoas não podia ser diferente! O apoio dos amigos e familiares são estímulo para que também possamos vencer obstáculos e alcançar objetivos"
“Escolhe teus amigos como quem escolhe alturas. Pois o espírito que permanece nos vales raramente conhece a grandeza do horizonte.”
Só porque você tem acesso as alturas, não quer dizer que lá seja o seu lugar. Volte alguns degraus e erga a sua mão para a multidão.
