Alma

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Palavras cortam não só o coração a alma
As palavras e capaz de decidir a vida de uma pessoa
As palavras e capaz de mudar uma pessoa
As palavras . . .
As palavras machucam
As palavras nos tornam invisíveis
As palavras acabam nos matando

A música que toca dentro da gente é a única que faz vibrar os nossos sentidos e põe nossa alma para dançar.

Não se preocupe com a cor da pele... O que realmente importa é a cor da alma!

O artista deve treinar não apenas seus olhos, mas principalmente sua alma.

Uma dose de equilíbrio interior, calma, paz e leveza na alma. Uma porção de risos, um sol, alguns sonhos e um amor é o que peço a Deus! Sem pressa. Tudo na hora certa. No tempo certo. No tempo de Deus!

Minha alma e meu coração vestiram o luto eterno, pois sua perda é irreparável e o momento mais difícil que até hoje tive que enfrentar.

Não é à toa que a palavra "calma" tem "alma" dentro dela. Toda alma inteira precisa de uma paz verdadeira para permanecer tranquila. Não é à toa que a palavra "coração" tem uma "oração" dentro dela. Tudo o que nos toca fundo deve ser respeitado. A religião deve ser sentida com fé, com oração e pureza no coração. Não é à toa que o verbo "amar" tem um "mar" inteiro dentro dele. É na calmaria do coração que a oração se agiganta na alma, nos leva e nos traz pelo melhor caminho. Tudo no seu tempo.

Espalhar alegria não é apenas contar piadas, ou dizer coisas engraçadas.. é sim fazer uma alma sorrir quando ela quer chorar.

Yôga é como música: o ritmo do corpo, a melodia da mente e a harmonia da alma criam a sinfonia da vida.

Prefiro fugir. De corpo e alma. E se não puder levar meu corpo, pelo menos deixo minha alma escapar.

Quando o coração está cheio de fé, a alma fica leve e o corpo se ilumina de graça. Não é ter sorte que define, é ter Deus. É tão bom ser cheio(a) de fé, aquela linda e inabalável que enche o coração e transborda em nossos atos. É ter aquela certeza de que tudo de melhor virá, pois se tivermos fé, temos tudo o que é preciso para realiza nossos sonhos.

E nas janelas da alma eu deixo florescer as mais belas cores do amor...
Já nas portas da minha vida,
há sempre um galho de flor!

Se é paixão, me nego.
Já resvalei, a alma em pêlo,
nesse áspero despenhadeiro.

Se é paixão, não quero.
Conheço seus espinhos de mel,
sei aonde me conduz
embora prometa os céus.

Se é paixão, desculpe-me, não posso.
Conheço suas insônias
e a obsessão.

Se é paixão me vou, não devo ...
não adianta teus apelos.
Resistirei, porque aí
morri mil vezes.
Paixão é arma de três gumes,
e ao seu corte estou imune.

Se é paixão, me nego
e não receio que me acuses de medo.
Do desvario conheço todos os segredos.

Se é paixão, recuso-me e sinto muito,
pois foi há custo
que saí do labirinto.

Retrato e Alma: O Olhar que Fala


No retrato, mais do que rostos, o que se busca é a alma. Um olhar, quando capturado com verdade, pode dizer mais que mil palavras — pode contar histórias, revelar silêncios, expor fragilidades e, ao mesmo tempo, guardar mistérios.


A fotografia de retrato não se limita à superfície. Ela atravessa a pele e chega ao invisível. É a tentativa de traduzir em imagem o que não pode ser tocado: a essência.


Por isso, diante da câmera, não basta posar. É preciso se permitir ser visto — mesmo que em partes, mesmo que nas frestas de um olhar distraído ou numa expressão que escapa sem querer.


O retrato verdadeiro não é apenas sobre quem é fotografado, mas também sobre quem fotografa. É o encontro entre dois mundos: o da lente que busca e o da alma que, por um instante, se deixa revelar.


Um olhar pode ser espelho, pode ser janela, pode ser abismo. No retrato, ele é tudo isso ao mesmo tempo.


Espontaneidade: A Alma da Imagem
Autoral: Jorgeane Borges

A cada esquina da alma, existe um território sem mapa.
Lá não chegam bússolas, nem calendários, nem vozes apressadas.
É um lugar onde o instante se desfaz antes mesmo de ser lembrança.


Quem ousa atravessar esse espaço percebe:
não há chão firme, apenas fragmentos suspensos, como se o tempo tivesse desaprendido a andar.
E nesse intervalo, entre o que se é e o que já não cabe, o corpo respira uma ausência que não tem nome.


A vida continua do lado de fora — carros, pregões, crianças, a pressa de sempre.
Mas aqui dentro tudo corre em outra velocidade, como se o relógio tivesse se cansado.
Nada dói e nada cura, apenas permanece, num silêncio espesso que se confunde com ar.


É curioso como o mundo insiste em pedir certezas,
quando, na verdade, somos feitos de incertezas que se costuram mal.
Talvez o único gesto verdadeiro seja aceitar a própria incompletude,
como quem carrega uma cicatriz invisível que ainda assim pulsa, mesmo quando ninguém vê.

A depressão é o câncer invisível da alma.


Os transtornos emocionais são negligenciados por não serem visíveis —
mas eles são químicos, hormonais, físicos e letais.
Uma guerra travada pela sobrevivência diária.
Uma ferida que não pode ser retirada com cirurgias,
muito menos coberta com curativos,
nem amenizada com anestésicos ou associações até cicatrizar.


Diariamente, vive-se à beira do precipício,
onde cada palavra mal colocada pode nos empurrar definitivamente.
Nunca se sabe qual será o último dia — só torcemos para que não seja hoje.
Existe uma luta, um esforço diário, totalmente desvalorizado.


Há pessoas que, sem querer, reprimem, enfurecem, revoltam.
Tocam na ferida, pisam sobre ela e a fazem sangrar.
Mas essa dor... é invisível.


É mais fácil enxergar alguém passando por uma cirurgia,
por uma quimioterapia, e estar ao lado —
pegar na mão e dizer: “Estou contigo até o fim.”


Mas a depressão...
essa é chamada de frescura, de fraqueza,
de coisa da nossa cabeça.
E, para completar, dizem que é falta de fé.


Não é.


Nosso corpo fala.
Pede socorro.
Mas negligenciam cada sinal.
Infelizmente, ainda julgam pelas aparências —
como se a beleza de alguém pudesse traduzir o que ela carrega por dentro.

Ainda Não


Há dias em que o corpo pesa mais do que a alma.
E, mesmo sem feridas visíveis, tudo dói.
O respirar dói.
O levantar dói.
O existir... exaure.


Há algo dentro de mim que grita em silêncio,
pedindo socorro, mas sem força para pedir.
Como se eu esperasse que alguém qualquer um
ouvisse o som do que não digo.


Eu me sinto como quem tenta juntar os cacos
de um vidro que insiste em se cortar nas próprias mãos.
Tento reconstruir o que já não sei se pode ser reconstruído.
Mas, mesmo fraca, ainda espero —
porque uma parte de mim ainda acredita
que não é tarde demais.


Talvez eu não precise de promessas,
nem de frases bonitas,
só de alguém que diga: fica.
Fica mais um dia.
Mais um respiro.
Mais um pedaço de esperança.


Porque, por mais que tudo em mim peça fim,
ainda não estou pronta para morrer.
Ainda não.
Só quero que alguém me tire daqui —
desse lugar onde tudo é dor e silêncio,
onde a alma sangra e ninguém vê.


E se um dia eu não conseguir mais pedir ajuda,
que este texto grite por mim:
eu só queria viver,
mas de um jeito que não doesse tanto

Da minha alma para a tua

Da minha alma para a tua, eu deixo esse pequeno pedaço de luz que ainda resiste dentro de mim.
Não porque eu esteja sempre forte, inteira ou certeira, mas porque aprendi que mesmo os cacos guardam brilho.

Se eu pudesse te olhar agora, olho no olho, diria que a vida nem sempre é leve — e está tudo bem não ser. Diria que a gente se perde, cansa, duvida, desmorona. Que às vezes o mundo pesa, o peito aperta, e a esperança parece fina demais para nos sustentar.

Mas também te diria que existe algo invisível que insiste.
Uma força que não se vê, mas se sente.
Um recomeço que nasce silencioso, como quem pede licença.

Da minha alma para a tua, eu deixo esse abraço que não precisa de braços:
o abraço do reconhecimento.
Daquilo que dói, daquilo que pulsa, daquilo que ainda sonha.

Eu te desejo profundidade — daquelas que não te afogam, mas te devolvem ao teu próprio eixo.
Desejo descanso na tua mente, respiro no teu peito, leveza no teu passo.
E desejo que, mesmo quando tudo parecer escuro demais, você consiga perceber que existe um fio de luz costurando cada parte do seu caminho.

Se em algum momento você sentir que está só, lembre-se:
minha alma conversa com a tua no silêncio.
Não para salvar, não para ensinar,
mas para caminhar junto.

Porque no fim, somos isso:
um encontro de sobrevivências,
um eco de sensibilidade,
um gesto de presença.

Da minha alma para a tua —
que você continue existindo com verdade,
sentindo com inteireza,
e deixando no mundo a marca bonita
de quem sobreviveu à própria tempestade
e ainda escolhe tocar outras almas com cuidado.

Dizem que não rezo pela alma dos meus inimigos, é mentira! Rezo, mas para que queimem no inferno!

Humilha-te, humilha-te, alma minha! E já não terás ocasião para honrar-te. Breve é a vida para cada um!, Tu, praticamente, a consumiste sem respeitar a alma que te pertence, e, entretanto, torna dependente a tua felicidade á alma dos outros.