Aline eu te Amo
O problema ainda
é que você sempre tenta me provocar.
Procurando em mim,
algo que não quero encontrar.
[...]
Quando chega a noite
eu quero descansar.
Meu corpo já não responde
enquanto minha mente mente
me fazendo sentir o que já não se sente.
Para melhorar seu ego não espere a atitude de ninguém em dizer ou fazer algo por você, reconheça você mesmo suas virtudes e se sinta bem...
Talvez agora não faça sentido algum, talvez você não entenda, não compreenda o porque de tudo estar assim, mais pode ter certeza que em algum momento tudo vai ficar ás claras e a incógnita vai se tornar o seu maior aprendizado!
Você me ensina a viver sozinha, mesmo querendo estar comigo; ensina-me a andar, mesmo já sabendo. Dá-me amor com carinho, mas discretamente e bem devagarzinho, peço-lhe mais, e com pressa, quero mais... quero muito mais. Pacientemente continua, me olha com a expressão mais doce e consoladora, aos poucos vou me acalmando e dançando a sua musica, a musica da doçura, das harpas dos anjos.
Você é o meu anjo a minha alma gêmea, que descobri que de tão diferente se torna a outra metade, a metade que faltava para eu ser FELIZ!
Eu te amo, hoje e sempre!
QUANDO vocÊ
passou mal foi ela quem esteve do seu lado
quando vc quis conversar com auguem foi ela quem te escutou
quando vc quis um abraço foi ela quem te deu
FOI ELA QUEM TE DEU CONSELHOS ...FOI ELA QUE TE DEU BEIJOS DE AMOR,
FOI ELA QUEM ESTEVE AO SEU LADO QUANDO VOCÊ MAIS PRECISOU
FOI ELA QUEM PAGOU MICOS AO SEU LADO
ELA ESCOLHEU VOCÊ!! E VOCÊ ESCOLHEU OUTRA!!
Do português: permanecer, parar, deter-se
Quedar-se:
quem dera fosse de cair,
quem dera significasse
minha queda em ti
Quedar no tempo:
ficar grudada em ti,
naquilo que sobrou de nós,
naquilo que teimo em juntar os pedaços
Permanecer na tua mente
no teu coração
em toda tua alma
e carne
Quedar-me em ti
por completo
Querer dar-me ao amor,
deter-me apenas em ti
e no sentimento
Quedar tua queda em mim,
quedar minha queda em ti:
guardar-te
O verdadeiro amor é vão
Surge,
fura,
entra.
Faz moradia,
constrói o lar.
Dá-te um travesseiro,
te cobre com o lençol dele.
Diz umas palavras bonitas pra gente gravar na memória
e doer depois.
Dorme,
acorda,
ama.
Come,
vê tv,
ama mais e outra vez.
É casa, é morada
Mora-se no sentimento,
naquilo que foi projetado.
Fura de novo
e entra mais
mais
mais
mais
ais
ai
e
sai.
Vai.
Fica
o que foi projetado
o que foi lar
o que foi lençol
o que foi junto
o que foi palavra
Fica
o que virou buraco,
quando só existe a falta
Fica
o que foi amor
.
.
.
Surge,
fura,
entra.
Acolhe,
acrescenta,
mora.
Estraga,
bagunça,
dói.
Vai embora.
- e a gente espera a hora
em que vai começar tudo outra vez
Turbilhão
Escuta o final de uma conversa ao telefone, quando se senta ao lado de uma mulher no ônibus:
- Mas olha, Valmir, eu vou ter que desligar. Meu bônus tá acabando e eu ainda tenho que falar com…
Mas deixa a conversa alheia para lá. Mergulha nos sentimentos daquela música que ainda cantarolava desde que saiu de casa. Era de Caetano (sempre), I’ts a long way. Pegou dois ônibus para chegar ao seu destino e, na metade do caminho do segundo, um da linha 500 e alguma coisa, repetia, já cansada:
- “We’re not that strong, my lord, you know we ain’t that strong. I hear my voice among others…”
Mergulha não só nos sentimentos que essa música lhe causa, mas cai de cabeça na sua vida. Dói. Ela sempre dói. Sempre falta alguma coisa, sempre tem algo de errado. Ela, menina. Ela, mulher. Ela tão confusa. Incompreensível até para ela mesma. Dói. Sua cabeça bagunçada. Entorpecida, nada disso lhe vem à tona. Mas assim, pegando dois ônibus de uma vez só e triste com as coisas que não tem controle sobre, pensa em tudo. Sempre se entristece. Sempre acha que tem algo errado. O que seria? O que será? O que é?! As perguntas sempre lhe angustiaram. Mil imagens passam pelos seus olhos abertos que fingem observar as coisas que passam borrando pela janela. Mas não dá tempo de entender nada, ela pede parada, tem que levantar logo porque o ônibus tá lotadíssimo de gente, tá apertado. Desce, anda pela rua de pedras pretas e brancas, observando o anel no dedo do seu pé. Pensa que é melhor deixar para lá… são só coisas da sua cabeça, invenções que ela nunca compreende mesmo. Tem tempo para essas loucuras mínimas - ou máximas -, não. Vai embora, esquece a perturbação momentânea que teve. Já não sabe mais direito o que é sossego. Mas pensa que pode amar, ainda. Quem sabe esteja chegando a hora de novo. Pensa que daqui a dois ou três dias estará meditando e tomando banho de cachoeira. Pronto! Contenta-se com as coisas que lembra, assim, do nada. Mesmo quando são as memórias saudosas da sua breve vida. Conversa com as outras pessoas e brinca, sorri, dança. Passou. Pelo menos por enquanto.
Não a problema maior que o nosso próprio pensamento,
ele é nosso maior aliado e também é nosso maior inimigo, é importante mantê-lo o mais positivo possível, pois isso dará motivação para prosseguir.
É necessário muita fé e muita força para vencer todos os obstáculos diários. A vida tem se tornado cada vez mais sofrida.
A “vida” não me deu uma rasteira, minhas preces que não foram em vão!
Depois de uma rasteira da vida, onde sentimentos de traição, decepção e injustiça afloram, fui a procura de uma explicação. Fiz retrospectiva, analise e autoanalise e nenhuma resposta. Então comecei a rezar baixinho, pedindo que eu entendesse os motivos por estar passando por essas “aprovações”, pedindo que zelasse por todos aqueles que eu amo, que protegesse a todos aqueles que possuem bondade em seu coração, que me ajudasse a ver quem são as pessoas verdadeiras, que afastasse de mim e dos meus, pessoas falsas e invejosas e que a fé que eu carrego me protegesse sempre. Acabei minha prece com um Pai Nosso onde a ultima frase é:”Livrai-me de todo mau, Amém.”
Foi quando percebi que não foi uma “rasteira”, longe disso, minhas preces não foram em vão, meus pedidos foram atendidos, minha fé me protege !
