Aline eu te Amo
Em silêncio vejo a vida passando
Eu só tentando viver sem causa mais danos
As escolhas têm um preço a pagar
Vejo o fim mais próximos do que possam imaginar.
Se amanhã eu não estiver
Por aqui, saibam que dessa vida eu desisti
Não culpem ninguém nem lamentem
Por mim
Pois não adianta insistir quando o certo é desistir.
Tenho medo das minhas loucuras confundir meus sentimentos
Qual levará eu troca um amor verdadeiro por prazer de momento.
BOA NOITE
De seus olhos veio uma força estranha
E fui aprisionada pelo feitiço daquele olhar...
Eu fui estupida
Eu era cega...
Em seus olhos claros e fascinantes
Achei minha perdição...
Sabe o que eu costumo fazer com pessoas que se acham melhores que as outras? Cruzo os braços, fico esperando o tombo e, dependendo de quem for, eu ainda estendo a mão e digo: Tá vendo? Hahaha.
Ah Morena...
Como pôde-ti?
Gostar como Eu..
Pensar como Eu..
Talvez até sonhe como Eu..
Nossos encontros Clandestinos..
Nossas vontades Esclarecidas...
És de um jeito único o que Sinto..
Pode até parecer ilusão..
E se realmente For?
Uma brecha de tudo..
Uma futura relação?
Afinal em tão pouco tempo..
Já lhe fiz uma declaração..
Aula de matemática:
Estava lá eu em meu sonhar;
Em meio às falas progressivas;
Vi distante o seu olhar;
Aos braços de Morfeu estava a entregar-se;
Derrepente, sem motivo à aparentar;
Um sorriso foi a soltar;
O sorriso foi ao meu olhar;
Um contato transparente sem nada a declarar;
Um milésimo de segundo, que voltou a me encantar;
Me pergunto o que houve, o que aconteceu? ;
Parece magoada comigo, mais uma vez...
Nesse milésimo inacabavel;
Uma eternidade a te olhar;
Peço que me olhe mais uma vez;
Como aquele dia tempos atrás;
Aquele que na escola fui apenas te ver;
Ver seus olhos de novo;
Brilharem como novo;
Me sinto em um ovo;
Preso nas claras verdades que não consigo dizer...
"Falam que é Fácil ;
'Tudo uma questão de Sorte';
Diante tantas almas.. ;
Pedem para eu mostrar meus traços;
Desprezam o meu amor;
Me fazem maratonar com saltos altos;
Carregando um fardo qualquer;
Escolhido e montado por aqueles...
Um sorriso preciso dar;
Uma pose formar;
Quando saio do palco vou à chorar;
Meus pés doem de tanto andar;
Mas eu preciso me apresentar;
Preciso mostrar que ainda...
Ainda sei Brilhar. "
No eco das memórias, sinto o peso da culpa,
Como sombras na noite, escuridão que me envolve.
Eu fui o vento que soprou sua luz para longe,
Na dança errante do destino, errei, e hoje a congelo.
Teu brilho se apagou por minha mão inadvertida,
Minha estrela outrora radiante, agora escondida.
As lágrimas do arrependimento enchem meus olhos,
Por ter sido o motivo desse adeus tão doloroso.
Mas em cada noite, ergo um olhar cheio de saudade,
Buscando redenção, em tua luz, tranquilidade.
No espelho das estrelas, vejo teu reflexo distante,
E peço perdão ao universo por minha falha flagrante.
No firmamento vasto, onde o tempo flui sem fim,
Busco o perdão nas estrelas, um gesto de alívio enfim.
Minha culpa é um fardo que carrego, pesado e profundo,
Mas na imensidão cósmica, anseio encontrar um novo rumo.
A estrela que perdi, agora é uma lição gravada,
Um lembrete constante das escolhas que fiz erradas.
Através das noites escuras, busco redimir meu erro,
Com a esperança de um reencontro, ainda que seja um pensamento sincero.
Minha jornada de auto perdão é uma constelação de aprendizado,
Na escuridão da culpa, desejo ver um novo nascer estrelado.
E se um dia o universo permitir, que a estrela retorne ao meu olhar,
Eu a acolherei com humildade, renovado e disposto a recomeçar.
No firmamento da vida, anseio reencontrar,
Aquela estrela perdida, que não pude mais segurar.
Com determinação e esperança no coração,
Buscarei nos confins do cosmos, a reconciliação.
Erramos no passado, mas o tempo não é estático,
Posso lutar por um novo começo, mais prático.
Com passos cuidadosos, trilhando o caminho certo,
Pode ser que um dia recupere o brilho incerto.
No céu da minha alma, uma constelação de desejos,
Pede que a estrela que se foi retorne aos meus beijos.
Talvez um dia, em um giro cósmico de sorte,
Ela retorne aos meus olhos, como um forte suporte.
Enquanto o tempo passa e a busca persiste,
A lembrança dessa estrela em mim insiste.
Seja nos sonhos ou no olhar das estrelas que brilham,
Guardo a esperança de que, um dia, nossos destinos se unam.
A primeira e única rosa que eu te dei, singela e pura,
Guardava em suas pétalas um sentimento sem censura,
Era um gesto tímido, um símbolo de carinho,
Uma promessa de afeto, um laço que eu delineio.
Mas o tempo passou, e hoje eu percebo,
Que deveria ter dado mais rosas, como um enredo,
Cada pétala seria um pedaço do que eu sinto,
Um amor profundo, verdadeiro, sem nenhum tinto.
A primeira rosa, um começo, uma faísca a arder,
Mas a única rosa que te dei, agora me faz sofrer,
Porque vejo que deveria ter cultivado essa chama,
Com gestos pequenos, mas cheios de quem ama.
A única rosa que te dei, como um verso inacabado,
É uma lembrança das chances que eu não tive ao seu lado,
Me arrependo de não ter dado mais, de não ter ousado,
De não ter regado esse amor, como um jardineiro apaixonado.
Mas mesmo com apenas uma rosa, espero que sintas,
A intensidade das emoções, os momentos que ainda são tintas,
E se pudesse voltar atrás, te daria um jardim inteiro,
Um campo de rosas, onde nosso amor seria o primeiro.
A primeira e única rosa, agora é um símbolo de aprendizado,
Um lembrete de que o amor precisa ser demonstrado,
Que as palavras e gestos pequenos podem crescer,
E que é preciso regar o afeto para ele florescer.
Eu fumo por que a vida me sufoca,
E o fogo que arde, me acalma a alma.
Cheiro de pecado, cheiro de tabaco,
Máscaras para esconder minha dor profunda.
Fumo para esquecer, para me perder,
No fogo que consome, minha alma cansada.
O pecado é o preço, o tabaco é o vício,
Minha escolha, minha cruz, minha sombra.
Em cada tragada, sinto meu fim,
O pecado me consome, o tabaco me mata.
Mas ainda assim, eu não paro,
Porque naquela fumaça, eu encontro um refúgio.
Um refúgio temporário, uma ilusão,
Que me deixa esquecer, por um instante,
A dor, a tristeza, a solidão,
E o vazio que me consome.
Mas quando o fogo se apaga,
E a fumaça se dissipa,
Eu me vejo novamente,
Sozinho, com meu pecado.
