Aline eu te Amo
Assim como a natureza se reinventa a cada ciclo, eu também me transformo e me renovo a cada experiência.
Ai vc vai dizer que a vida é assim, que eu viajo e estou na maioria das vezes longe de mim e de ti, e para que tantas viagens, abusadas, ou lambuzadas de sonhar, e eu responderei uma vez, duas vezes, varias vezes, que estarei sempre viajando, sem fim, nas suas estrelas, que um dia, eu vi brilhar para mim.
Aceitarás o amor como eu o encaro?
Adaptação do poema de Mario de Andrade, por José Adriano de Medeiros
...Alvo e bem leve, lindo, suavemente como sua pele
Tudo o que há de melhor e de mais raro
"Vivo" em teu corpo nu de ardente
Meu olhar preso ao teu perdidamente.
Não me exijas mais nada, além do desejo
A realidade é simples, e isto apenas.
Também mais nada te exijo, só teu beijo
Homenagem à Lélia Gonzalez
Eu olhava como todas olhavam, eu sonhava como todas sonhavam, era o mesmo sol, a mesma chuva, tinha mãos, pés e não chegava a lugar algum. Meu sorriso era tão branco e lindo quanto todas as bocas juntas que falavam de canto, e cantavam minha cor. Eu olhava, sonhava e tudo que via, não podia passar além de ali, ali onde eu não podia ir, ali onde eu nunca iria chegar. Mas CHEGUEI, CHEGAMOS, e olhando, sonhando e sorrindo, mesmo com todas as dores e com os horrores, EU ESTOU AQUI!
"Deixa eu te usar, enquanto eu te uso eu cuido de tudo o que te faz chorar. Deixa eu te usar para curar!"
Antagônico:
Máfia dos impostos X Sonegação.
Quando eu Senhor figurado: "do poder emana do povo" induzo a massa compactuar com a ideologia da sonegação em prol de impostos abusivos; vantagem alucinógena.
Meu"eu" e o meu "ser"
Existe certo ou errado? Ou é o pensar que eleva o aprendizado?
Não sei por que vem essa vontade louca de escrever e, ao mesmo tempo, a insegurança do saber. Não sei responder, só sei que este é o meu "eu", imperfeito de "ser".
Oito ou oitenta.
Eu não consigo ser temperante, assim como sugere Aristóteles; a depender da situação sou oito ou, oitenta – não consigo ser quarenta.
"Em nome do amor" que ocorrem os abusos. "Em nome do amor" eu convenço o outro a ser o que eu quero que ele seja. "Em nome do amor" eu penso mais no outro do que em mim.
Hoje para eu levar àquilo que a pessoa diz como verdade é difícil "heim". Pois, a maturidade me ensinou que a verdade está na ação e não na língua; também -, que o ser humano é falho e, sobretudo, hipócrita.
Amor humano?! É, tão somente, de mãe. Por conseguinte, não adianta vir com conversinha fiada; porquanto, como humana, posso até dar sinal de aprovação, contudo pensar: que falsidade é tudo isso!
Nós temos o péssimo hábito de julgar os outros quando estes não se sujeitam a fazer o que vai nos beneficiar. Faça-me um favor? Vai lá e faz tu, folgado!
Ao me descobrir eu posso me desconstruir, logo me libertar. Tente caminhos alternativos, ainda não conhecidos. Por conseguinte, sinta-se leve e livre; desconstrua-se, só assim conseguirá construir-se.
um silêncio que nos ensina
Eu tive uma vizinha que não conheci.
Me alegrava o jeito que ela cantava.
Ouvindo os louvores que vinha do andar de cima.
Havia ritmo e uma voz que expressava alegria.
certo tempo depois, os louvores começaram a ser interrompidos .
Mais ou menos sempre por volta do mesmo horário.
Discussões ocupavam o espaço das melodias.
E depois de um tempo, já não se ouvia louvores em nenhuma parte do dia.
O tom de voz crescia, e uma alternância entre sussurros e gritaria acontecia.
até que um dia, o silêncio completo anuncia, que no andar de cima já não morava mais a vizinha.
A história que comove leitores em sua maioria.
é mais comum do que se imagina.
não se pode fazer nada por ela.
mas a maior lição que se aprende, é cuidar dos nossos próprios relacionamentos
Depois que se perde, sempre aumenta a percepção do valor que se tinha.
Ser paciente e agradecido, elogiar mais que do tecer críticas, são ingredientes de uma receita
Que quando bem feita, faz permanecer a alegria.
Eu destruidor de mim
O maior vilão da vida de um homem, é ele mesmo.
Somos induzidos a encontrar culpados, quando na verdade, nossas ações e reações são o fator determinante.
Quem dera fôssemos estimulados para autoconhecimento, descobririámos o motivo de tanta sabotagem.
Porque tamanha indecisão, porque das mesmas escolhas erradas, qual razão da procrastinação contumaz.
Vislumbramos o certo, e cedemos para mais cômodo, confortável.
A luta do gostoso versus saudável, do entretenimento e a educação, mesmo fazendo boa escolha, nunca é tarefa fácil.
Mesmo que quebremos o ciclo em uma área, nos mantemos presos em outras.
Como é difícil sair do lumping, furar a bolha, talvez a falta de um alvo bem definido atrapalhe, sem propósito, busca-se o ter, não o ser.
Cavamos nossas covas com a boca, arranjamos problemas que desejamos evitar.
Sem trazer a luz o começo, em nossa familia de origem, é impossível remediar o que precede o futuro.
Fazemos, do nosso jeito, aquilo que um dia aprendemos, não o que foi ensinado, mas nossa percepção sobre aquilo.
Demonstração de amor, noção de certo ou errado, valores, comportamentos e a capacidade de avaliar pessoas, sim julgamos com filtros adquiridos na infância.
Chamamos de evolução, a missão de colocar em pratica um novo aprendizado, abandonando antiga forma aprendida.
Só consegue quem se enxerga, a maioria de nós não, e por isso muitos nem se dão conta do problema
Estamos sempre jogando contra, somos sempre parte do problema, na maioria das vezes o criador deles.
Não basta saber, não basta concordar com o texto, se não buscarmos o autoconhecimento, continuaremos algozes de nós mesmos.
Um dia te darei o céu inteiro com nuvens de algodão doce.
Sendo Tu o sol e Eu o pássaro bem-humorado, radiante, colorido e despreocupado, poluindo os teus dias com música de assobios alegres, fazendo os teus dias em todas estações dos nossos anos de vida.
