Algumas Pessoas Nao Merecem nosso Amor
Aquele que não aceita fugir de sua condenação à morte por respeito às próprias leis que o condenaram.
Meu mundo se resume ao encontro do que é terra e fogo dentro de mim, onde não me enxergo, mas me sinto.
Ao vivenciar a felicidade de uma vida a dois, não será surpresa se tu perguntares como foi possível viver sem a pessoa amada todo este tempo!
Ela sorria, ia às festas, bebia, gargalhava, dançava. Ela dizia não ter coisa melhor do que curtir sua vida ao lado de seus amigos. E ela mentia… Por dentro era vazia, triste, e escondia, por trás de seu frágil sorriso, lágrimas que sempre brotavam quando estava sozinha; possuía um coração partido. Ela dizia estar bem e todos acreditavam.
Ted: Foi então que percebemos... Não sabíamos quando íamos nos ver de novo. Acabava aqui. É engraçado. Em momentos assim, quando o que está acontecendo é demais para se lidar, às vezes é melhor...
Mother: Não dizer nada e apenas aproveitar o tempo que resta.
O maior impasse da humanidade: Não fazer o BEM que gostaria e fazer o MAL que não quer!
Nota: Adaptação de Romanos 7:19.
O que me importa são instantâneos fotográficos das sensações – pensadas, e não a pose imóvel dos que esperam que eu diga: olhe o passarinho! Pois não sou fotógrafo de rua.
E lá vem você me olhar apaixonado e, no segundo seguinte, frio. E me falar para eu não sofrer e para eu ir embora e para eu não esperar nada e para eu não desistir de você.
Eu sou bem boba, às vezes retardada, dou risada de coisas sem graça, tropeço em tudo, eu não sou normal.
Ser ou não ser, essa é a questão: será mais nobre suportar na mente as flechadas da trágica fortuna, ou tomar armas contra um mar de obstáculos e, enfrentando-os, vencer? Morrer — dormir, nada mais; e dizer que pelo sono se findam as dores, como os mil abalos inerentes à carne — é a conclusão que devemos buscar. Morrer — dormir; dormir, talvez sonhar — eis o problema: pois os sonhos que vierem nesse sono de morte, uma vez livres deste invólucro mortal, fazem cismar. Esse é o motivo que prolonga a desdita desta vida.
Então escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é palavra. Quando essa não-palavra – a entrelinha – morde a isca, alguma coisa se escreveu.
Quanto fui, quanto não fui, tudo isso sou.
Quanto quis, quanto não quis, tudo isso me forma. Quanto amei ou deixei de amar é a mesma saudade em mim.
De repente ouvi teu nome. E quase que imediatamente te procurei a minha volta. Não te encontrei, mas me dei conta de que eu estava sorrindo.
Não quero a meia-luz, não quero a cara benfeita, não quero o expressivo. Quero o inexpressivo. Quero o inumano dentro da pessoa; não, não é perigoso, pois de qualquer modo a pessoa é humana, não é preciso lutar por isso: querer ser humano me soa bonito demais.
