Algumas Pessoas Nao Merecem nosso Amor
Irrita-me a felicidade de todos estes homens que não sabem que são infelizes. A sua vida humana é cheia de tudo quanto constituiria uma série de angústias para uma sensibilidade verdadeira. Mas, como a sua verdadeira vida é vegetativa, o que sofrem passa por eles sem lhes tocar na alma, e vivem uma vida que se pode comparar somente à de um homem com dor de dentes que houvesse recebido uma fortuna — a fortuna autêntica de estar vivendo sem dar por isso, o maior dom que os deuses concedem, porque é o dom de lhes ser semelhante, superior como eles (ainda que de outro modo) à alegria e à dor.
Por isto, contudo, os amo a todos. Meus queridos vegetais!
Uma pessoa só despreza a outra por dois motivos: ou gosta e não quer gostar, ou não gosta e não sabe como falar.
" Sou daqueles que, se você não fizer 36 polichinelos na minha frente, com uma placa “eu gosto de você” pendurada balançando no pescoço, jamais terei certeza. "
Quase todos os homens morrem de seus remédios, não de suas doenças.
Tenho fases como a luas ou bipolar, inconstante, super conversadeira ou não, cheia de manias, fresca, chata, quase ou totalmente anti-social. Ás vezes tímida, louca, atirada, ou não. Não gosto de me sentir sufocada. Tenho horror a falsidade ou qualquer coisa desse gênero. Na maioria das vezes nem eu mesma me entendo. Hoje: quero muito. Amanhã: quem sabe. Não costumo dar trabalho. Nem levo desaforo para casa, pareço boazinha mas não pisa em mim. Ás vezes sensível, ás vezes fria. Se eu tenho defeitos? muitos. E quem não tem? Mas eu acredito que as qualidades superam os defeitos. Achava que o meu jeito me incomodava, mas agora vejo que é isso que eu sou. De verdade. É a minha essência, o meu caráter. E eu gosto de ser assim. Sou feliz da minha maneira.
Respire fundo,
a vida é um sopro,
o tempo é astuto,
seja grato no pouco,
não seja ingrato no muito,
momentos são temporários,
viver é oportuno, é raro.
SOFRIMENTO
Já sofri por amar de mais; e por amar de menos;
Já sofri por não amar;
Já sofri por não me amarem o suficiente
Já sofri por amores incertos; e por amores certos que se tornaram errados;
Já sofri por me odiarem; e por odiar;
Já sofri por amizade,
Já sofri junto com minhas amizades;
Já sofri por ser feia de mais; e por ser bela de mais;
Já sofri por ser simpática de mais; e por ser estúpida de mais
Já sofri ao veres alguém sofrendo;
Já sofri pelas minhas derrotas, e erros.
Mais, não, nunca sofri pela minha inteligência, que procuro alimentar-la a todo instante;
Hoje não sofro mais...
Sei amar na medida certa, nem mais, nem menos, se não me amam o bastante, o que faço e me amar, e ser feliz;
Hoje os meus amores são realista, amo há medida aos que me amam se não tiver um amor, vou me amar, e ser feliz;
Hoje não sofro mais por ódio, meu coração e só paz, se me odeiam: que pena, vou ser feliz sem me preocupar, por não ter agradado.
Hoje não sofro mais por amizades, aprendi que amigos são poucos, mas especiais;
Hoje não sofro mais pela minha aparência, sou assim e sou feliz;
Hoje não sofro mais se sou simpática ou estúpida, simplesmente sou o espelho dos que estão ao meu redor;
Hoje se vejo alguém sofrendo, tento ajudar, se não for pra falar algo construtivo, que ao menos seja escutando um desabafo sofrido;
E por fim.... Hoje não sofro mais com meus erros, ao invés de sofrer aprendo muito com eles.
Por tanto HOJE NÃO SOFRO MAIS...
E sim sou muito feliz pelo simples fato de existir......
Não tenho medo de amar, nem de confiar ou querer o melhor.
A gente merece aquilo que a gente vibra.
A vida se entrega a quem se solta, e o amor se entrega também,
e as coisas boas chegam.
Eu quero que eles digam: caramba, eu não sei em que festa que ela foi, mais eu quero ir nessa festa!
Se os seus projetos não saturarem a sua emoção, você não terá perseverança para executá-los.
Com as pedras que encontrares no caminho, trate-as com carinho. Se não puderes carregá-las nos ombros como irmães, deixe-as para trás como amigas.
Jacqueline Kennedy a mulher mais elegante do século XX
A elegância não se explica, constata-se apenas.
É alguma coisa de incoercível, alguma coisa de impreciso, de fugitivo e de imaterial, que escapa a toda a definição e que resiste a toda a análise.
Como a beleza, como o próprio Deus, é mais difícil dizer onde ela está do que onde ela não está.
Como o perfume, sente-se e não se vê.
Todos percebem onde ela falta; e ninguém sabe dizer de onde ela vem.
Quando tentamos defini-la, precisá-la, isolá-la, foge-nos entre os dedos, como uma sombra.
Onde existe, transforma tudo; onde não existe, não há arte, não há talento, não há beleza que a substitua.
Não é um dom que se adquire; é um instinto com que se nasce.
Eu não posso desistir aqui ...
Eu quero ir onde ninguém vai me levar;
Eu quero ouvir o que ninguém quer escutar;
Mas eu quero estar, onde muitos querem estar...
Eu sei para onde devo ir, mas nada me leva para este lugar.
Você não sabe mais nada sobre mim. Não sabe que deixei o cabelo crescer, que livro estou lendo, com quem estou me envolvendo. Não sabe que ainda penso em nós dois de vez em quando e ainda me assusto com a maneira como você participa da minha vida. Você não sabe que passei no vestibular e, vez ou outra, ainda procuro saber de você (indiretamente, eu juro!). Não sabe que sua felicidade me faz feliz, mas me machuca muito. Você não sabe mais nada sobre mim e eu ainda te amo.
Eu não cresci, não pareço mais velha nem mais inteligente. Continuo acreditando que o amor é a solução e a justificativa para tudo. Meu cabelo continua tendo vida própria, meu sorriso ainda é inocente e minhas mãos permanecem suadas o tempo todo. Não me envolvi com pessoas fantásticas desde que você foi embora, não tomei coragem para terminar meu curso de inglês nem para começar o de francês. Não viajei o quanto queria, muito menos fiz tudo que eu dizia que ia fazer quando conseguisse passar para a faculdade. Eu continuo usando irregularmente os óculos, tendo enxaquecas constantes e insônias destruidoras. Não perdi a mania de descascar todo o esmalte das minhas unhas, de usar a minha mochila colorida que te assustava toda vez que me via, não deixei de comer um monte de besteiras, enquanto você é preocupado com a boa forma. Ainda tenho aquele velho hábito de só ir pra academia quando minhas calças apertam ou acordo mal humorada. Não deletei o blog que começou com a sua despedida, ainda chego antes quando marco com alguém, não consegui deixar de associar você com o shopping que frequentávamos todo domingo (quando vejo "Era do Gelo" então...). Não tomei coragem pra entrar na autoescola, ainda sou viciada em tecnologia, não largo meu celular nem por um segundo.
Eu continuo sendo louca por bis branco e aqueles filmes românticos que nós sempre sabemos o final, mas fingimos ser novidade. Não perdi a esperança de encontrar o amor da minha vida e ainda escondo de muita gente, o meu lado romântico. Ainda não sei cozinhar e reconheço seu cheiro no meio de um shopping lotado de gente passando rapidamente por mim. Você não sabe nada sobre mim e levou todo o meu melhor quando foi embora. Mas assim como você não sabe nada sobre mim, eu também não faço ideia de como você esteja. Não sei se ainda tem o mesmo cheiro de tomei-banho-para-sempre, se o seu sorriso ainda continua lindo e se a sua pontualidade ainda é seu ponto forte. Não faço ideia se continua sendo virginiano demais, lotado de manias e responsabilidades, fingindo ser o homem mais forte do mundo, enquanto morre de vontade de correr pro colo da mãe quando ninguém está olhando. Não sei se ainda pensa em mim quando escuta a nossa música ou come no Spoleto. Espero que não pense em ter filhos ou levar o seu novo amor a Paris. Eu não sei nada e sei tudo.
- Então de que vale procurar? - perguntou ela.
- Não procuramos. Aceitamos, e então a vida passa a ser muito mais intensa e mais brilhante, porque entendemos que cada passo nosso, em todos os muitos da vida, tem um significado maior do que nós mesmos. Entendemos que, em algum lugar do tempo e do espaço, esta pergunta está respondida. Entendemos que existe um motivo para estarmos aqui, e isso basta.
"Mergulhamos da Noite Escura com fé, cumprimos o que os antigos alquimistas chamavam de Lenda Pessoal, e nos entregamos por inteiro a cada instante, sabendo que sempre existe uma Mão que nos guia: cabe a nós aceitá-la ou não.
(Brida)
