Alguem que Voce Gosta te Chama de Irresponsavel

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⁠"O verdadeiro sábio compreende que os erros são oportunidades valiosas de aprendizado, e busca incessantemente melhorar a si mesmo, sempre almejando ser o número 1."

Inserida por RafaelPensadorIdeias

⁠"Na jornada da sabedoria, aprender com os erros é a chave para se tornar melhor a cada dia, visando sempre ocupar o lugar de destaque, o número 1.

Inserida por RafaelPensadorIdeias

⁠"A verdadeira sabedoria reside na capacidade de reconhecer os erros como oportunidades de crescimento, e na busca constante por se superar, com a determinação de alcançar sempre o posto de número 1."

Inserida por RafaelPensadorIdeias

⁠Estudar é fundamental para o desenvolvimento pessoal e profissional. Através do estudo, adquirimos conhecimento, habilidades e competências que nos capacitam a enfrentar desafios e oportunidades. Além disso, o estudo promove o pensamento crítico, a tomada de decisões informadas e a resolução de problemas complexos. Ele nos permite compreender o mundo ao nosso redor, explorar novos horizontes e crescer como indivíduos. No contexto profissional, o estudo é a base para o aprimoramento de carreiras e a conquista de objetivos. Em resumo, estudar não é apenas uma tarefa, mas uma jornada de autodescoberta e crescimento que enriquece nossas vidas de maneiras inestimáveis.

Inserida por jeronimodecarvalho

⁠lagrimas azedas
lagrimas doces
lagrimas azuis
lagrimas pretas
lagrimas reais
lagrimas de crocodilo
lagrimas brilhantes
lagrimas artificiais
lagrimas doentes
lagrimas inexplicáveis
lagrimas de açúcar
lagrimas de raiva
lagrimas acidentais
lagrimas prazerosas
lagrimas nos livros
lágrimas realmente reais

Inserida por Tanjerina_

⁠ Como as coisas devem ser?



As coisas devem ser exatamente do jeito que elas são, até porque se não fosse assim, não iríamos entender nunca como elas funcionam.

Tudo nessas “coisas” tem um propósito, as vezes a gente pode não entender, mas pode demorar o quanto for, um dia vamos descobrir.

Nem sempre elas vão funcionar do jeito que a gente quer, elas podem funcionar do total oposto, mas devemos levar isso como uma lição, até porque a vida ela não vai ser do jeito que a gente quer, devemos levar isso como uma lição de moral, que mesmo que a gente não goste, devemos aceitar o que elas são.

É péssimo você querer que uma coisa dê certo e não dar, isso serve para tudo, relacionamentos, amizades, família e tudo que você conseguir imaginar.
Isso serve para nos mostrar que não temos o controle de tudo e que mesmo que se tivéssemos, as coisas ainda assim, seriam do jeito que elas são.

Nada muda, você tenta, muda aquilo, faz esse outro, mas no fim, nada muda. Até porque essas coisas que nós tentamos mudar de nada foi o nosso esforço por elas, até porque, as coisas nunca mudam.

Pode ser difícil ler essas coisas, mas como já dizia um grande sábio do século XXI: “aprenda a ouvir a verdade, não importa o quão difícil seja, apenas ouça”, no fundo ele tem razão, não podemos querer mudar as coisas até porque, é a simples verdade que nós não queremos aceitar.

Inserida por um_rapaz_de_14

⁠Anos sem falar.
Me veio lembranças que não se apagaram. Sinto só em meio a solidão do meu peito. Me divido entre saudosista e entre o que virá pela frente,
O futuro é incerto demais.
Vivo um dia após outro
Esperando sempre alguém que não sei Quem é ou existe assim vou vagabundo pelo meu só em busca de algo
Que jamais virá.

Inserida por GabrielldeCastro

Insisti demais, corri atrás, mergulhei no raso... Até que te encontrei, com o meu coração aos pedaços. Mergulhei fundo e achei uma imensidão de amor.

Inserida por PriscilaDeAraujo22

⁠"Fracassar é ceder ao medo antes mesmo de tentar."

Inserida por FranciscoPerfilTH

⁠Meu querido diário.
Os dias estão sendo difíceis. Mas eu estou bem. Quero focar em alguns planos que estou fazendo e não posso desistir. Quero te fazer um pedido, meu querido diário: não me abandone.

Inserida por ismaeleduda28

Dê-me 6 linhas escritas pelas mãos do homem mais honesto e vou encontrar o suficiente para enforcá-lo.

Inserida por ZeBarros

⁠A sensibilidade do teu toque acalma minha alma,por isso te louvo te busco,te exalto meu Senhor.

Inserida por GustavoDeus128

Um chamado João

João era fabulista?
fabuloso?
fábula?
Sertão místico disparando
no exílio da linguagem comum?
Projetava na gravatinha
a quinta face das coisas,
inenarrável narrada?
Um estranho chamado João
para disfarçar, para farçar
o que não ousamos compreender?
Tinha pastos, buritis plantados
no apartamento?
no peito?
Vegetal ele era ou passarinho
sob a robusta ossatura com pinta
de boi risonho?
Era um teatro
e todos os artistas
no mesmo papel,
ciranda multívoca?
João era tudo?
tudo escondido, florindo
como flor é flor, mesmo não semeada?
Mapa com acidentes
deslizando para fora, falando?
Guardava rios no bolso,
cada qual com a cor de suas águas?
sem misturar, sem conflitar?
E de cada gota redigia nome,
curva, fim,
e no destinado geral
seu fado era saber
para contar sem desnudar
o que não deve ser desnudado
e por isso se veste de véus novos?
Mágico sem apetrechos,
civilmente mágico, apelador
de precípites prodígios acudindo
a chamado geral?
Embaixador do reino
que há por trás dos reinos,
dos poderes, das
supostas fórmulas
de abracadabra, sésamo?
Reino cercado
não de muros, chaves, códigos,
mas o reino-reino?
Por que João sorria
se lhe perguntavam
que mistério é esse?
E propondo desenhos figurava
menos a resposta que
outra questão ao perguntante?
Tinha parte com... (não sei
o nome) ou ele mesmo era
a parte de gente
servindo de ponte
entre o sub e o sobre
que se arcabuzeiam
de antes do princípio,
que se entrelaçam
para melhor guerra,
para maior festa?
Ficamos sem saber o que era João
e se João existiu
de se pegar.

Carlos Drummond de Andrade
Correio da Manhã, 22 nov. 1967 (homenagem póstuma a João Guimarães Rosa).
Inserida por marcosarmuzel

⁠A vida é um imenso quadro-negro onde o estudante, para redigir seu hoje com claridade, necessita apagar e esquecer o que já redigiu ontem. Sem o esquecimento do antes, a redação do agora sempre parecerá hieroglifo.

Inserida por NelsonMedeiros

⁠A moça ferrada

Falam tanto dessa moça. Ninguém viu,
todos juram.
Cada qual conta coisa diferente,
e todas concordantes.
Dizem que à noite, ela. Ela o quê?
E com quem? Com viajantes
que somem sem rastro
gabando no caminho
os espasmos secretos (tão públicos) da moça.

Sobe a moça
a ladeira da igreja
para a reza de todas as tardes.
De branco perfeitíssimo,
alta, superior, inabordável
(luxúria de mil-folhas sob o véu,
murmura alguém).
À noite é que acontecem coisas
no quarto escuro. Ganidos de prazer,
escutados por quem? se ninguém passa
na rua em altas horas-muro?
Pouco importa, a moça está marcada,
marca de rês na anca, ferro em brasa
de língua popular.

Carlos Drummond de Andrade
Boitempo II: esquecer para lembrar. Rio de Janeiro: Record, 2023.
Inserida por marcosarmuzel

⁠Eu sempre paro para tentar compreender porque querem me ver tão infeliz, se eu luto para que as pessoas vençam e me sinto derrotada quando sou impedida de ajudar.

Inserida por alineccamargo

⁠POEMA DO NADADOR

A água é falsa, a água é boa.
Nada, nadador!
A água é mansa, a água é doida,
aqui é fria, ali é morna,
a água é fêmea.
Nada, nadador!
A água sobe, a água desce,
a água é mansa, a água é doida.
Nada, nadador!
A água te lambe, a água te abraça
a água te leva, a água te mata.
Nada, nadador!
Senão, que restará de ti, nadador?
Nada, nadador.

Jorge de Lima
Jorge de Lima: melhores poemas. São Paulo: Global, 2013.
Inserida por marcosarmuzel

⁠A MORTE CHEGOU DE BRANCO

A morte chegou de branco
mas quem a viu não fui eu.
Foi a moça do barranco
que mal a viu se escondeu.
Chegou de branco trazendo
um sopro de terras santas
de rosas castas e rios
onde em claros arrepios
se deita o sonho gemendo...
Chegou de verdes colinas
de longínquos povoados
e tinha toda a pureza
da risada das meninas
das águas virgens das plantas
dos campos mal-assombrados.
Chegou de branco! De branco...
De branco como o silêncio
como as núpcias de branco
como o primeiro suspiro
da moça que no barranco
só por vê-la se escondeu.
A morte chegou de branco
mas quem a viu não fui eu.

Alphonsus de Guimaraens Filho
A cidade do sul (1948).
Inserida por marcosarmuzel

Banhistas

Este poema de amor não é lamento
nem tristeza distante, nem saudade,
nem queixume traído nem o lento
perpassar da paixão ou pranto que há de

transformar-se em dorido pensamento,
em tortura querida ou em piedade
ou simplesmente em mito, doce invento,
e exaltada visão da adversidade.

É a memória ondulante da mais pura
e doce face (intérmina e tranquila)
da eterna bem-amada que eu procuro;

mas tão real, tão presente criatura
que é preciso não vê-la nem possuí-la
mas procurá-la nesse vale obscuro.

Jorge de Lima
Obra completa: Poesia e ensaios (1959).
Inserida por pensador

⁠A arte não pertence a uma classe; ela é de toda gente; ela é onipresente.

Inserida por I004145959