Alguem que Voce Gosta te Chama de Irresponsavel
“” Deixa eu ser tudo que você gosta
Deixa eu ser essa aposta,
Deixa eu ser tua ilusão
Deixa eu te mostrar carinho
E fazer lá no seu ninho
O melhor do nosso amor
Deixa eu te entender completamente
E fazer do amor ardente
O melhor do coração...””
Se você gosta de defender bandido, partidos corruptos e adora se exaltar perante outras classes sociais, não conte comigo, aliás, tenha cuidado se fizer isto na minha presença, pois sou um poeta com as palavras, mas contra gente sem vergonha, posso ser ríspido e nem um pouco educado, pois não faço a mínima questão, sou como um dragão que cospe fogo e minha decência é maior que qualquer mau-caratismo...
Nunca lute pelo que você sabe que nunca será seu, afinal, isso não se chama luta, se chama perda de tempo !
"Sabe aquela voz que você ouve no seu sub-conciente... Então, isso se chama ego! Controle o seu ego e tudo fica bem." - L.R.
Poesia! Quando sua voz me chama
Minha alma se enche de inspiração
Pego logo a caneta e papel para anotar
Pois você passa mais rápida que avião
Não posso deixar de atender, guardar
Poesia quando sua voz vem me chamar
Meu coração atento, fica em alegria
Em cada verso que vou logo recitar
Pois busco neles, a beleza e harmonia
A poesia me preenche de felicidade
Não importa o estilo a quantidade
O teclado canta tão preenchido
A alegria domina com sua lealdade
A alma suspira, traça a sinceridade
Que vem do meu coração tão sentido
(Norma A Silveira de Moraes)
08/01/2019
"Que a manifestação da natureza e seus elementos, a delicadeza da flor, a inocência da criança, a sabedoria do idoso, a alegria do animal e os milagres do dia-a-dia, renovem cada vez mais minha mente, fortaleçam meu corpo e transmutem minha alma, mantendo acesa a chama da minha fé em DEUS, apesar das atrocidades, barbáries, conflitos, degradação ambiental, egoísmo, intolerância e sentimentos malévolos que persistem sobre a face da Terra."
TEMPESTADE ELEGÍACA
"Acomodando o deslocamento da tempestade elegíaca,
Sufoquei encontros na humanidade e no êmbolo escaldante,
Condoí o culto de noites padroeiras,
Esburaquei rumores de mim,
Deslizei sobre minhas vistas carícias de tempos ruminantes
No estilo flagelador de aceitar carreamentos,
Anoiteci em chamas tocando minhas ganâncias,
Jaculei por vozes nunca extrovertidas o reto esporângio,
Salguei o caldo de meu muro ignóbil,
Liguei quases e porquês na impostação enfermiça
Imperando na terra tísica com estremecimentos postiços,
Persegui dentro do mais fino logaritmo
Aquele escrúpulo que me anula sorridente
No topo da romaria encompridada."
CAROLINE PINHEIRO DE MORAES GUTERRES
DE(EUS) PARA DEUS
O encontro se dá a partir da fagulha ora evocada. Muitas chamas acesas em prol da emissão de luzes que brilhará cada vez mais à medida que forem se conectando à outras chamas. As sombras são os reflexos dessas luzes. Há intensas rajadas de labaredas ateando fogo no interior ainda não habitado. De mansinho, sussurrando como o soprar do vento, consigo vislumbrar o brilho de uma dessas chamas. Não a conhecia ainda, ela se mostrou a mim assim como o nascer do sol: pouco ao pouco foi surgindo e me enlaçando com o seu brilho encantador. Muitas labaredas bailavam no ar, cada uma com o seu jeito de ser, com uma história para contar, com uma situação fortuita, com desejos e vontades, com muitos sonhos de brilhar cada vez mais em cada escuridão que se fizer presente. Cada sombra dizia algo, que carecia de luz. Cada sombra era um eu inexplorado, um eu não habitado, um eu não vivido, um eu que ainda não brilhou, que não foi luz. A sombra vai tomando forma à medida que ela se expõe a luz das chamas. Junta-se os eu(s) e, por conseguinte, a luz maior contempla tudo de longe e em silêncio. O silêncio permite que as chamas aumentem cada vez mais e, com isso, a luz torna-se cada vez mais reluzente. A luz maior é Deus me mostrando cada eu que está ali na penumbra do fogo, da luz. Como fagulha, eu nasci; cresci e fogo me tornei. Como fogo, consigo iluminar outras sombras, consigo produzir o reflexo que brilhará nos escuros que pairam em outros eu(s), nos outros eu(s). Deus não precisa falar nada quando Ele está em silêncio me dando o poder para ser luz, para brilhar. O meu brilho, é o brilho de Deus, é a chama que me foi dada para ser luz por onde eu passar. Pelo escuro, eu trilho e, por fim, eu brilho como nunca!
Se o meu clamor é o clamor que clama, que chama,
Se o meu clamor, clama ainda que inflama.
Quero a chama que clama, pela chama que me envolve neste ardor,
Talvez ela seja a chave que abre a porta que tira a dor.
Se esta chama não se apaga,
Se este clamor não cessa,
Se o meu destino se liga a esta força que une o infinito com o tempo;
Quero a força dessa energia em minha veia;
Quero transbordar como o rebento;
Saltar para o alto e encontrar-me com o impossível;
Pois essa chama me liga ao espírito; que clama, que chama.
Esse calor me arrepia, como fogo que arde.
No divino que é eterno,
No terrestre que é finito,
O amor é a energia que une o céu e a terra;
Esse clamor é de amor;
Essa chama é o amor; Que queima, Que arde.
Que o amor nos ligue ao eterno, nos una no tempo; com a chama, que inflama, que clama e que exclama: sou somente seu!
Se porventura de repente um dia
o tempo de se esvai na mocidade,
encher-te de tristeza e de saudade
dos bons momentos desta alegria
Se como paralelas os caminhos
jamais se encontrem novamente
hás de lembrar, ao tempo que consome,
relendo estas linhas tristemente
Que és em cada letra do teu nome
a chama do amor que eu quis
a chama que o tempo não consome
e que há de brilhar para te fazer feliz
A certos respeitos, aquela vida antiga aparece-me despida de muitos encantos que lhe achei; mas é também exato que perdeu muito espinho que a fez molesta, e, de memória, conservo alguma recordação doce e feiticeira.
A. impossibilidade de participar de todas as combinações em desenvolvimento a qualquer instante numa grande cidade tem sido uma das dores de minha vida. Sofro como se sentisse em mim, como se houvesse em mim uma capacidade desmesurada de agir. Entretanto, na parte de ação que a vida me reserva, muitas vezes me abstenho e outras me confundo. […] A ideia de que diariamente, a cada hora, a cada minuto e em cada lugar se realizam milhares de ações que me teriam profundamente interessado, de que eu certamente deveria tomar conhecimento e que entretanto jamais me serão comunicadas — basta para tirar o sabor a todas as perspectivas de ação que encontro à minha frente. O pouco que eu pudesse obter não compensaria jamais esse infinito perdido. Nem me consola o pensamento de que, entrando na confrontação simultânea de tantos acontecimentos, eu não pudesse sequer registrá-los, quanto mais dirigi-los à minha maneira ou mesmo tomar de cada um o aspecto singular, o tom e o desenho próprios, uma porção, mínima que fosse, de sua peculiar substância.
Para demonstrar o erro era preciso alguma coisa mais do que arruaças e clamores.
Não: devagar.
Devagar, porque não sei
Onde quero ir.
Há entre mim e os meus passos
Uma divergência instintiva.
Há entre quem sou e estou
Uma diferença de verbo
Que corresponde à realidade.
Devagar...
Sim, devagar...
Quero pensar no que quer dizer
Este devagar...
Talvez o mundo exterior tenha pressa demais.
Talvez a alma vulgar queira chegar mais cedo.
Talvez a impressão dos momentos seja muito próxima...
Talvez isso tudo...
Mas o que me preocupa é esta palavra devagar...
O que é que tem que ser devagar?
Se calhar é o universo...
A verdade manda Deus que se diga.
Mas ouviu alguém isso a Deus?
-Tu as eu tort. Tu auras de la peine. J'aurai l'air d'être mort et ce ne sera pas vrai...
Moi je me taisais.
-Tu comprends. C'est trop loin. Je ne peux pas emporter ce corps-là. C'est trop lourd.
Moi je me taisais.
-Mais ce sera comme une vieille écorce abandonnée. Ce n'est pas triste les vieilles
écorces...
Entre pernas, passos e tropeços a gente vai deixando algumas coisas pelo caminho e encontrando outras... O que não pode é se subtrair. O processo tem que ser de acréscimo, sempre. Nada é tão definitivo assim e a gente nunca É, a gente ESTÁ...
Sempre digo que quem se aprofunda nas coisas, quem mergulha, sabe exatamente o gosto que tem o alimento cru porque não se contenta com o que está pronto, posto sobre a mesa. A gente vai experimentando aqui e acolá, vai sentindo o ritmo, o tempo, tendo cuidado com algumas coisas e desrespeitando as placas de aviso de perigo de outras. A gente cai, levanta, chora, celebra. A gente vive. A gente se conhece através das reações dos outros a nós mesmos. A gente se trabalha ou estagna, regride ou evolui. A escolha é sempre nossa. Tal como as consequências. A gente resolve se entregar quando é tarde pra descobrir que pra respeitar o nosso próprio tempo, é preciso lembrar e ter o mesmo respeito pelo tempo do outro. E que muitas vezes, pra ser honesto, é preciso se correr um risco o qual não queremos. Mas a gente corre. Que o medo não tenha tanto poder sobre nós... E que não fiquemos condicionados por experiências anteriores - há sempre uma oportunidade de surpresa, mas teremos que estar abertos a isso. Nada é tão definitivo.
A maioria dos dramas está nas ideias que formamos das coisas. Os acontecimentos que nos parecem dramáticos são apenas assuntos que a nossa alma converte em tragédia ou em comédia, à mercê do nosso carácter.
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