Alguém que Já Morreu
Vem aqui e prove pra mim que você é diferente de tudo que eu já vi. Vem aqui e faça o que ninguém jamais fez.
Qualquer coisa entre nós,
Vem crescendo pouco a pouco
E já não nos deixa sós
Isso vai nos deixar loucos...
Se é amor, sei lá...
Só sei que sem você, parei de respirar
E é você chegar
Pra esse turu, turu, turu, turu, vir me atormentar...
A saudade bateu
E a distância só fortaleceu
O que já tinha nascido em nossos corações.
A paixão arde, e o amor queima dentro de nós
Fazendo com que nunca nos separemos
Sem ter hora e nem lugar para nos amar!
Não gasto energia com coisas insignificantes. E já não confundo mais um real "problema" com um mero "incômodo". Aliás, são poucas as situações que me fazem perder a paz, que me tiram o sono... Agora, em meio a situações adversas, simplesmente começo a utilizar as principais armas adquiridas com a maturidade: o meu sorriso e o meu silêncio. A propósito, com o tempo aprendi a não me preocupar com "seriedade" - muito pelo contrário, e "barulho" também não me assusta.
Há certos momentos da nossa vida, em que um pouquinho de verdade e sinceridade já basta, para a gente formar uma opinião própria... Às vezes estar em paz consigo mesmo, é melhor do que estar certo...
Já passei pela fase do automatismo, quando Deus se resumia a umas rezas apressadas antes de dormir, ou a uma lembrança mais ardente em véspera de prova difícil. Já passei também pelo ateísmo, embora fosse só de fachada.
O que você quer ser quando crescer
Você já parou para pensar?
Perguntou se a si mesmo?
A resposta é fácil de ser respondida
Basta ser você mesmo e saber o que quer e lutar, pois sua vida tem que ser aproveitada
Não deixe, que as pessoas o machuquem ou te chateiem,seja você mesmo e não se chateiem com elas porque não vale a pena.
A vida é unica!
Você já parou para pensar no turbilhão de sentimentos que existe dentro você? Muitos são naturais, muitos provocados, muitos sem querer desejados. Não adianta fugir, você é isto: sentimentos.
Hey você aí! Aposto que já parou para pensar na sua existência né? Quantas vezes você se perguntou no porque de estar vivo? E qual o sentido disso? Você não acha que pode estar sonhando? Que agora mesmo seu verdadeiro corpo está em algum lugar do espaço, em coma ou sonhando? E as dores que você sente são consequências dos remédios, injeções e cirurgias que o seu corpo está sofrendo longe daqui? Dizem que quando se está em coma, você continua vivo por forma de espírito, vagando até que possa voltar. Dizem que quando a gente morre em um sonho, nós voltamos para vida real, tudo foi só um pesadelo, será que a sua morte não é o despertar de um novo mundo?
Nossa única certeza neste mundo, é que tudo muda constantemente. A mudança é inevitável, já que tudo é temporal.
do livro Isabel Allende,citações
O quanto de vida você já trocou por alguma coisa que queria? E o que queria depois de conseguir valeu a pena?
Quando você acalmar o seu coração, vai perceber que Deus já acalmou a tempestade e paralisou o vento que atormentava a sua vida. O medo impede você de ver o Senhor agindo em seu favor.
Ela já foi frágil, hoje definiria-a como decidida. Foram dias difíceis que ela teve que passar, alguns deles até sozinha. Mas nada que a resistisse, fizesse murmurar ou querer retroceder. Ao contrário! Chorou quando foi necessário, teve seus dias de "luto"... não durou muito. A alma está limpa, o coração, depois que foi ferido, finalmente estava se curando. Hoje ela tomou a direção e tem amado os novos caminhos.
A gente sempre sabe quando o fim está próximo. Quando já não é mais possível adiar. Quando a estrada já não permite que sigamos em frente. Nada além de um novo rumo, um novo capítulo da história. Já não é mais possível fazer curvas, retornos, nada mais nos prende ali. Não há mais argumentos que justifiquem a nossa permanência. A não ser o medo. O medo do novo. Do incerto. De tudo aquilo que tira a sensação de segurança do peito. De tudo aquilo que parece não ser firme o suficiente para que nós mergulhemos de cabeça. Todos que me veem me enxergam como a pessoa mais bem resolvida do mundo. A mais decidida. A que encoraja a todos, a que estimula a cada amigo ou conhecido a ir além dos seus próprios limites, sair da zona de conforto, não ter medo do escuro, do que ainda não se pode saber se vale a pena insistir, persistir ou desistir. Mas de perto, olhando assim, em zoom, eu não passo de mais um desses seres humanos meio perdidos, tentando saber qual é o seu lugar no mundo, por onde preciso ir para chegar onde quero ou se tomo meia dúzia de decisões irrevogáveis que mudarão o meu destino para sempre. Se você me perguntasse hoje, neste segundo, a queima roupa, o que me prende, eu diria – o medo. Em contrapartida, tenho tentado me aproximar cada vez mais de tudo aquilo que não me impede de bater asas. De voar. De ir além. Mas, ridiculamente, eu não saio do conforto e da segurança do chão. Eu não bato as tais asas que sinto prenderem, que sigo procurando espaço suficiente para abrir. Vivo a dualidade de um passarinho que sonha em conhecer o mundo, tem a porta da gaiola aberta, mas não se move. Não sai do lugar. Eu só não queria ter tanto medo. Queria que alguém me jurasse, me prometesse que tudo vai dar certo, que não vou me arrepender do próximo passo, que não preciso do que é mais cômodo e menos feliz, só por não ter certeza se a vida vai me sorrir de volta ou vai me receber com uma porta na cara e um aviso de – volte mais tarde. A gente sempre sabe quando o fim está próximo. Quando já não é mais possível adiar. Quando a estrada já não permite que sigamos mais em frente. É como aqueles jogos de videogame que a tela te empurra para frente e te obriga a enfrentar todos os vilões, todas as dificuldades que surgirem pelo caminho. Mas repito – tenho medo. Se você me perguntasse hoje, neste segundo, a queima roupa, o que me prende a este presente que já não me acelera o coração, não me faz feliz, não me faz bem, pelo contrário, me suga, me sufoca, me maltrata, me maldiz, me adoece, eu diria – a falta de coragem. Vivo a angustia de ser um passarinho com sonhos do tamanho do mundo, com a oportunidade de realizar, ao menos por ora, pequenos feitos, mas que não se move. Não sai do lugar. Por medo de que só a vontade de ser feliz não seja suficiente para ser.
Eu trago em mim todas as dores e as alegrias de quem já partiu, e de quem já ficou! Especialmente hoje…
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