Alguém que Já Morreu
Soneto do amor demais
Não, já não amo mais os passarinhos
A quem, triste, contei tanto segredo
Nem amo as flores despertadas cedo
Pelo vento orvalhado dos caminhos.
Não amo mais as sombras do arvoredo
Em seu suave entardecer de ninhos
Nem amo receber outros carinhos
E até de amar a vida tenho medo.
Tenho medo de amar o que de cada
Coisa que der resulte empobrecida
A paixão do que se der à coisa amada
E que não sofra por desmerecida
Aquela que me deu tudo na vida
E que de mim só quer amor - mais nada.
Vinicius de Moraes
'Bem! Já vi muitas vezes um gato sem sorriso, mas um sorriso sem gato! É a coisa mais curiosa que ja vi na minha vida!'
O falso evangelho deixa as pessoas orgulhosas daquilo que elas fazem, já o Evangelho verdadeiro as deixam orgulhosas daquilo que Jesus fez.
Já bebi e devo estar com alguma alegria na minha alma, ou não...
Sinto-me estranhamente inútil, sem cor e sem dor, com sono apenas.
Alguém que gosta muito de mim disse-me que eu estava com o meu olhar distante.
Por que será que desapareço sempre por entre as conversas que se perdem algures num cigarro esquecido?
Só sei que construí a minha saudade à volta das minhas alegrias...
Esqueçam, estou bêbado.
Em algum momento o mundo se tornou um lugar fútil, superficial e de aparências.
Já não se vivem os momentos, os registram através de selfies postadas nas redes sociais.
Esse excesso de exposição esconde consigo uma procura insaciável por aprovação.
Se busca a aprovação de pessoas que em muitas vezes nem se sabe quem são.
Sinto você se afastando de mim. Já não sou o centro das suas atenções, a fonte das suas risadas nem o motivo das suas preocupações. Sua frieza me machuca, e acho que o nosso fim é cada vez mais inevitável.
Em tempo de guerra se vive no presente. O ontem já se foi e o amanhã talvez não venha.
As pessoas mais tristes que já conheci na vida são as que não se importam profundamente com nada. Paixão e satisfação caminham lado a lado. Sem elas, qualquer felicidade é apenas temporária, porque não há o que a faça durar.
– Qual é a coisa mais corajosa que você já disse?
– Socorro.
Já lhes alertei diversas vezes que não será suficiente ao cristão de se guardar do pecado e evadir a tentação de si mesmo - ele tem de atacar os poderes do mal. No nosso caso, o melhor método para defesa é o ataque... Leve a batalha ao território inimigo. Tente ganhar do adversário e ele não conseguirá muito contra você. Não sejam vocês somente sóbrios, ataquem a bebedeira. Não se contentem em se
verem livres de superstições, vocês mesmos, mas a exponha aonde quer que aconteça! Não seja devoto apenas quando você se sente obrigado a sê-lo, mas ore pelo crescimento do reino - ore em todo o tempo! Não diga somente "Eu vou manter Satanás longe da minha família educando meus filhos corretamente", mas vá à escola dominical e ensine outras crianças, e assim leve a guerra para a outra fronteira!... É mais sábio deixar a guerra nas fronteiras do próprio inimigo. Se tivéssemos mais contra o demônio pelo mundo, talvez ele nunca tivesse sido capaz de invadir a igreja tão terrivelmente como fez. Ataque com a espada, pois esse é o seu chamado, e assim você irá se defender melhor.
Sou dura comigo.
Antes que o mundo me toque,
eu já me feri.
Invento culpas,
dou nomes graves ao que é só cansaço,
e chamo de falha
o que talvez seja apenas existir.
Dentro de mim há um tribunal
que nunca encerra a sessão.
E eu, cansada,
continuo sendo ré
e juíza.
Já não compramos laranjas, compramos vitalidade, já não compramos um automóvel, compramos prestígio. (...) Com um dentifrício, por exemplo, adquirimos, não um mero antisséptico ou um produto de higiene, mas sim a libertação do medo de sermos sexualmente repulsivos. Com o vodka ou o whisky não adquirimos um veneno protoplásmico que, em pequenas doses, pode afetar o sistema nervoso de maneira psicologicamente valiosa; estamos adquirindo amizade e boa camaradagem... (...) Com o best-seller do mês adquirimos cultura, a inveja dos vizinhos menos ilustrados e a admiração dos que são intelectuais.
Essa amizade já acabou e você ainda não percebeu! O que eu acho mesmo é que o mal dessa amizade sou eu.
Ano novo ou velho ano?
Não importa o que já passou
Concentre-se no que esta para acontecer
Acredite, lute, agradeça pelo amanhecer
O que aconteceu de ruim eu enterrei
As coisas boas, eu compartilhei.
Nos momentos alegres chamei meus amigos para comemorar
Em fatos tristes aprendi a raciocinar
Aprendi a amar, a respeitar e a fazer as pazes.
Acreditei no que as pessoas são capazes
Ensinei o que pude no tempo certo
Parentes e amigos estiveram por perto.
Agradeci a cada segundo, pela oportunidade de viver
Aprendi a cada minuto, amar antes do anoitecer.
Criei em cada hora, um novo método de aprender
Sorri em cada mês que se passou sem ao menos ver.
E 2007 será muito melhor que esse ano que encerrou
Este presente que soa como passado nesse momento exato
O mais importante é que você mesmo acreditou
Que toda hipótese pode se tornar um fato.
Será que três minutos podem durar para sempre?, eu me pergunto, mas já sabendoa resposta.
Provavelmente não, respondo. Mas talvez durem tempo suficiente.
Já reparou que tem receita para tudo?
Já reparou que tem receita para tudo?
Como ser feliz no casamento...
Como ter uma trajetória de sucesso...
Como manter-se jovem...
Parece que meia dúzia de conselhos resolvem tudo!
Para ser feliz no casamento, todo mundo deve reinventar a relação diariamente.
Para ter uma trajetória de sucesso, todo mundo deve ser comunicativo e saber inglês, para se manter jovem, todo mundo deve parar de fumar e beber de comer. Todo mundo quem, cara pálida?
Todo mundo é um conceito abstrato, uma generalização.
Ninguém pode saber o que é melhor para cada um.
Fórmulas e tendências servem apenas como sinalizadores de comportamento, mas para conquistar satisfação pessoal para valer, só vivendo do jeito que a gente acha que deve, enquadrados ou não no que se convencionou chamar normal.
O casamento é a instituição com que todos convivem desde a infância.
Por isso, acreditamos saber, na prática, o que funciona e o que não funciona. Só que a prática dos nossos pais era deles, não nossa. A gente apenas testemunhou, e bem caladinhos.
Ainda assim, a maioria dos noivos diz ¿sim¿ diante do padre já com um roteiro esquematizado na cabeça, sabendo exatamente os exemplos que pretende reproduzir de seus pais e os exemplos a evitar
Porém, não tiveram os mesmos pais, e nada é mais diferente do que a família do vizinho.
É mais fácil imitar, seguir a onda, fazer de um jeito já testado por muitos e, se não der certo, tudo bem...
Nossas dores e nossos medos muitas vezes são herdados e a gente nem percebe.
Agir como todo mundo é moleza. Bendito descanso pra cabeça: é uma facilidade terem roteirizado a vida.
Mas, cedo ou tarde, a conta vem, e geralmente é salgada.
Fazer do seu jeito (amores, moda, horários, viagens, trabalho, ócio) é uma maneira de ficar em paz consigo mesmo e, de lambuja, firmar sua personalidade, destacar-se da paisagem.
Claro que não se deve lutar insanamente contra as convenções só por serem convenções (muitas delas nos servem e, se nos servem, nada há de errado com elas).
Mas, se não facilitam, outro jeito há de ter. Um jeito próprio de ser alguém, em vez de simplesmente reproduzir os diversos jeitos coletivos de ser mais um.
Por isso, que eu gosto da música do Frank Sinatra que diz: I did it my way (que significa fiz do meu jeito).
Autoria de Martha Medeiros
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