Alague seu Coracao de Esperancas Fernando Pessoa
No escuro e a solidão, uma mente barulhenta.
A angústia é persistente, tu és gente, seja forte como o vermelho.
Teu coração mande sangue dando lhe forças para acordar todos os dias novamente.
Pensamentos sintonizado e equidistante surgem no ápice do início no qual esses períodos são cíclico e variável, sentimentos polarizados tocam nossos instintos de percepção pelo resto de nossas vidas, devemos refletir, reavaliar para sempre se renovar.
O tempo é uma constante fundamental, nossas memórias seriam voláteis se o tempo passa se a 300.000 km/s, seriamos mortos nos primeiros instantes de vida pela força gravitacional 9,81 m/s². O tempo é o mesmo aqui e em qualquer outro lugar do planeta. O tempo passa relativamente mais rápido para uma e mais lento para outras, o tempo é único. O tempo é a distância que separa o início do fim. O tempo é a nossa memória. O tempo é um fluxo fulminante.
Distante de qualquer impulso político ou de estar a favor de soberania de sexo, agora, eu lanço no universo que todos lembrem sempre e de alguma forma que possam contribuir para o mundo o que eu existe de mais belo no "eu" relativo, "ser" e no "estar" para com o outro, sobretudo o respeito e independente do rosa porque precisamos de mais respeito do que o rosa.
A solidão envolve o "eu" vázio, mas se sorriso é profundo - ninguém lá vê, no entanto, que compreendam o mistério. Temam a vida, dessa forma, lá no fundo, uma hora a morte chega
Eu sei que a noite longa e uma grande escuridão , Mas por mais que demore sempre o amanhecer é como um sorriso para você dizendo "olha você venceu"
Muitos dizem posso fazer amanha
Mutos falam depois eu faço e tem aquele que fala eu fala já já eu faço cuidado porque esses amanha, depois , já já você acha que sempre pode espera
Então o que se pode fazer hoje FAÇA
Tem momentos que você se sente só acha que ninguém se importa com você mas saiba que Deus nunca te abandona
AMOR À VISTA
Entras como um punhal
até à minha vida.
Rasgas de estrelas e de sal
a carne da ferida.
Instala-te nas minas.
Dinamita e devora.
Porque quem assassinas
é um monstro de lágrimas que adora.
Dá-me um beijo ou a morte.
Anda. Avança.
Deixa lá a esperança
para quem a suporte.
Mas o mar e os montes...
isso, sim.
Não te amedrontes.
Atira-os sobre mim.
Atira-os de espada.
Porque ficas vencida
ou desta minha vida
não fica nada.
Mar e montes teus beijos, meu amor,
sobre os meus férreos dentes.
Mar e montes esperados com terror
de que te ausentes.
Mar e montes teus beijos, meu amor!...
Felizes. Porque, ao fundo de si mesmos,
cheios andam de quanto vão pensando.
E, disso cheios,
nada mais sabem. Dão para aquele lado
onde o mundo acabou, mas resta o eco
de o haverem pensado até ao cabo
e irem agora criar o movimento
que subsiste no tempo
de o mundo ainda estar a ser criado.
Por isso são felizes. Foram sendo
até, perdido o tempo, só em memória o estarem
habitando.
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