Agradecimento aos pais pelos 15 anos
Hoje 07/06/2021 às 14:30 Horas nosso Jack se foi, foram 15 anos e 6 meses de companheirismo e amizade verdadeira!!!
Um Osteosarcoma, Câncer de ossos muito agressivo o abateu, tivemos que autorizar a Eutanásia, não iria suportar mais as dores fortíssimas que viriam, foi sem sentir dor, dormiu e se foi!!!
Se foi um amigo que me aceitava como sou, com todos meus defeitos, nunca reclamou por eu ser assim ou assado, AMIGO incondicional!!!
Obrigado Jack querido, por nos ensinar a arte de AMAR incondicionalmente!!!
Com meu coração dilacerado e com minhas lagrimas, me despeço meu AMIGO e companheiro!!!
Ronaldo Perrotta
18 de março de 2026
Oi, meu amor...
Hoje a gente completa 15 anos de casados. Quinze. Eu repito esse número como quem prova uma palavra nova na boca, devagar, quase com medo de não caber dentro dele tudo o que vivemos. E não cabe mesmo. Porque 15 anos não são apenas dias empilhados em um calendário, não são apenas datas comemorativas que chegam e passam. São camadas. São versões nossas que existiram, se desfizeram, reaprenderam a existir. São pedaços de nós dois que, de alguma forma misteriosa, decidiram ficar.
Não é pouca coisa. Nunca foi.
Se alguém me perguntasse, lá no começo, se eu acreditava que chegaríamos até aqui, talvez eu sorrisse meio sem jeito, talvez eu desconversasse, talvez eu nem soubesse responder. Porque o início foi feito de incertezas. Foi em 2011 que tudo começou a acontecer, e eu lembro como se fosse uma fotografia meio desfocada, daquelas que a gente guarda mais pelo sentimento do que pela nitidez. Você tentando se encaixar no meu mundo, eu tentando caber no seu, e nenhum de nós realmente sabendo como fazer isso sem se perder no processo.
Era uma dança desajeitada. Um passo seu, dois meus, um tropeço nosso.
E, ainda assim, algo nos mantinha ali.
Foi tão difícil aquela época. Eu carregava sentimentos que me atravessavam como uma espada de dois gumes. De um lado, a vontade de te amar de verdade, sem reservas, sem medo, com tudo o que eu tinha. Do outro, um receio quase silencioso, mas constante, de me entregar de novo na mesma intensidade e acabar me despedaçando outra vez. Eu não sabia se era coragem ou teimosia. Talvez fosse um pouco dos dois.
Você sabia disso. Sempre soube.
Você conhecia meus medos, meus silêncios, minhas pausas no meio de frases que eu nunca terminava. Sabia que eu ainda estava aprendendo a amar, como quem aprende uma língua nova depois de anos tentando esquecer a antiga. Eu estava em construção. E construir, às vezes, dói mais do que destruir.
Demorou muito para eu entender isso.
Eu ainda vivia à sombra dos seus erros comigo no namoro, e isso me puxava para trás. Era como tentar caminhar com o passado segurando minha mão com força demais. Eu tinha medo. Medo de confiar, medo de sentir, medo de me abrir completamente e descobrir que, no final, eu estava sozinha de novo dentro de algo que deveria ser dois.
E o amor, dizem, acontece apenas uma vez na vida.
Eu já tinha acreditado nisso. Já tinha vivido algo que pensei ser único, definitivo, irrepetível. E então você apareceu, e eu me vi diante de uma pergunta que ninguém me ensinou a responder: e se o amor acontecer de novo?
Eu não sabia se queria descobrir. Mas descobri.
Porque, mesmo cansada, mesmo cheia de dúvidas, mesmo com o coração remendado de tantas histórias mal resolvidas, eu escolhi ficar. Cansada dos meus próprios anseios, dos meus sentimentos confusos, das dores que eu carregava como quem carrega uma mala pesada sem saber mais o que tem dentro. Eu sentia dor por tudo aquilo que ficou fora do meu alcance, por tudo que eu não consegui ser, por tudo que não deu certo.
E, no meio disso tudo, só restava você.
Você, ali, tentando do seu jeito. Talvez sem entender completamente o que eu sentia, mas tentando. E eu, tentando também, cada um à sua maneira, cada um com suas falhas, seus tempos, seus silêncios. Era como se estivéssemos construindo algo sem planta, sem projeto, apenas com a vontade de que desse certo.
Eu queria uma segunda chance. Você queria a primeira.
E, de alguma forma, isso nos encontrou no meio do caminho.
Teve um dia, e eu lembro disso com uma clareza que me emociona até hoje, em que algo dentro de mim mudou. Não foi um acontecimento grandioso, não teve música de fundo nem luz especial. Foi silencioso. Foi interno. Foi como se eu finalmente tivesse coragem de descer naquele porão escuro onde eu guardava tudo o que me prendia ao passado.
E eu abri as portas.
Coloquei para fora o que doía, o que sufocava, o que me impedia de viver o presente com você. Não foi bonito. Não foi fácil. Foi um tipo de explosão quieta, daquelas que ninguém vê, mas que muda completamente a paisagem por dentro.
E, dias depois, algo começou a se encaixar.
Pela primeira vez em muito tempo, eu senti paz. Uma paz que eu não sentia desde a adolescência, como se eu finalmente tivesse encontrado um lugar dentro de mim onde eu pudesse descansar. E, curiosamente, esse lugar tinha você.
Mas a vida não para para a gente aproveitar a calmaria.
Os desafios vieram. E não foram poucos. Foram intensos, foram difíceis, foram, às vezes, quase injustos. Situações que poderiam ter nos quebrado, nos afastado, nos feito desistir. E, ainda assim, aconteceu o contrário.
A dedicação cresceu.
O cuidado cresceu.
O nosso jeito de olhar um para o outro mudou.
O seu olhar sereno e gentil começou a me tocar de uma forma diferente. Eu comecei a te ver além dos erros, além das falhas, além das histórias que eu insistia em revisitar. Eu comecei a te ver como você é.
E isso mudou tudo.
Claro que ainda doía. Algumas coisas daquele tempo de incerteza nunca desaparecem completamente. Existem marcas que não somem, apenas deixam de doer todos os dias. E está tudo bem. Eu aprendi que o amor não é a ausência de dor, mas a escolha de não deixar que ela defina tudo.
Foi aí que a compreensão começou a falar mais alto.
E, junto com ela, veio algo que talvez seja ainda mais forte do que o amor: a admiração.
Eu comecei a te admirar. Pelo homem que você se tornou. Pela forma como você permaneceu. Pela maneira como você escolheu ficar, mesmo quando seria mais fácil ir embora.
E eu também mudei.
Eu amadureci. Eu cresci. Eu me encontrei.
Eu não sou mais aquela adolescente insegura, perdida entre o medo de amar e a vontade de ser amada. Hoje eu sei quem eu sou. Sei o que eu quero. E, principalmente, sei o que eu escolho.
E eu escolho você.
Não por falta de opção, não por costume, não por medo da solidão. Eu escolho você porque, depois de tudo, de absolutamente tudo, é ao seu lado que eu quero estar. É com você que eu quero continuar escrevendo essa história, com todas as suas imperfeições, com todas as suas pausas, com todos os seus recomeços.
Eu não quero pensar no fim. Não agora.
O que eu quero é imaginar o resto da minha vida ao seu lado. Imaginar nossos dias simples, nossos momentos bobos, nossas conversas sem sentido que, no fundo, fazem todo o sentido do mundo. Quero imaginar a gente viajando, descobrindo lugares novos, mas sempre encontrando um jeito de se sentir em casa um no outro.
Quero imaginar a gente cozinhando juntos, rindo de receitas que dão errado, inventando pratos que ninguém mais entenderia. Quero imaginar nossas risadas por coisas pequenas, piadas internas que só a gente conhece, aqueles momentos em que o mundo parece pesado demais, mas a gente consegue, de algum jeito, torná-lo mais leve.
Quero continuar construindo com você.
Dia após dia.
Sem pressa, mas sem desistir.
Você é a minha paz nos dias caóticos. E não é uma paz silenciosa, distante, fria. É uma paz viva, que respira, que acolhe, que às vezes até discute, mas que, no final, sempre encontra um caminho de volta.
Você é o meu chão. Não no sentido de me prender, mas no sentido de me sustentar quando tudo parece instável demais.
Você é tudo o que eu preciso nessa vida.
E, por muito tempo, eu tive medo de dizer isso em voz alta, como se admitir fosse arriscado demais. Hoje não. Hoje eu digo com a tranquilidade de quem sabe exatamente o que está sentindo.
Eu só tenho você. E, pela primeira vez, isso não me assusta. Isso me acalma.
Ao longo desses anos, eu aprendi a te observar. Aprendi a perceber detalhes que antes passavam despercebidos. Aprendi a enxergar o homem incrível que você é, não apenas nos grandes gestos, mas, principalmente, nas pequenas atitudes do dia a dia.
E é ali que mora o amor de verdade.
Nos detalhes.
Nos silêncios confortáveis.
Nas presenças que não precisam ser anunciadas.
É... no fim das contas, depois de tantas voltas, de tantos medos, de tantas reconstruções, a verdade é simples.
Eu só quero você.
Por toda a minha vida.
Feliz 15 anos para nós.
Te amo incondicionalmente.
Sempre é sempre.
Para quem tem entre 15 anos de idade ou mais e quer estudar ainda porque não teve oportunidade em sua terra natal, tem o EJA(Educação para Jovens e Adultos), mais tarde do que nunca, se inscreva enquanto ainda tem vida.
Eu sou uma pessoa muito enigmática para mim mesma. Faz quase 15 anos que eu sou eu e ainda não sei ser eu.
Simplesmente Júlia
Tributo aos 15 anos de Júlia Alves Rosa
Helaine Machado
No dia 2 de março
uma flor nasceu.
As primaveras passaram
tão depressa...
E ela floresceu.
Sua estrela começou
a brilhar no céu da vida,
completando
quinze constelações.
Sua infância passou,
mas deixou marcas doces:
risos leves,
sonhos inocentes,
memórias que o tempo
jamais apagará.
Aquele sorriso de criança
vai ficando distante,
pois diante de nossos olhos
ela se transforma
em uma linda mulher.
Estamos em contagem regressiva:
a menina radiante
dá lugar
a uma jovem brilhante.
Este é o ano
em que ela deixa a infância
para viver o encanto
de ser debutante.
Que o príncipe da sua vida
traga pétalas de flores,
as mais lindas
e raras do jardim,
para enfeitar seus caminhos
e alegrar sempre
o seu destino.
Parabéns pelo seu dia, Júlia.
Que sua estrela
nunca deixe de brilhar.
Helaine Machado
Tudo na vida tem um começo, um meio e um fim, o que te fazia bem a 15 anos atrás hoje pode não te fazer bem, com o passar dos anos evoluímos pelo menos essa é a ideia, evoluir, nunca regredir, eu evolui, nesse um ano solteira então noossaaa.... Descobri que amigos pra festa existem aos montes, que pessoas desejam serem muitas vezes apenas ouvidas e não aconselhadas, que os ÚNICOS que sempre estarão dispostos a te ouvir, aturar tuas crises, aguentar teus gritos, serem ofendidos sem motivos e ainda assim no final te abraçarem SÃO TEUS PAIS... Que cansamos de nos doar quando não temos retorno.... Que quando amamos, sim fazemos de tudo, e que nem sempre fazer de tudo por um amor nos faz bem...Aprendemos que ninguém ama na mesma medida, intensidade e dedicação que nós... Aprendemos que nem sempre temos retribuição de nossos sentimentos... E que lutar por determinadas pessoas não vale a pena... Aprendemos a não esperar tanto dos outros, e ficamos mais fortes a cada decepção... Aprendemos que muitos podem estar ao nosso lado e muitas vezes podem fazer nossos dias melhores mas poucos serão aqueles que irão ficar realmente felizes com nossas vitórias... Aprendemos a preferir a nossa solidão do a companhia de pessoas vazias... Aprendemos que nos dias de hoje a aparência conta muito... INFELIZMENTE MUITO MAIS QUE OS PRINCÍPIOS VINDOS DE BERÇO, que acho que hoje nem são passados mais de pai pra filho... Enfim dia pós dia tomamos um choque da realidade, e hoje percebo que meus sonhos não se enquadram nos padrões da atualidade, que dificilmente vou encontrar pessoas que me convidem pra ir num teatro ao invés de uma balada, que dificilmente um rapaz vai chegar em mim com a intenção de me conhecer de verdade, de me ouvir, que jamais vou ser respeita o tanto que respeito, que jamais vou poder contar com pessoas que um dia já contaram comigo... E que por mais que eu tente ser perfeita, sincera, amiga, divertida, engraçada, simples, honesta, educada NINGUÉM VAI VALORIZAR.
Aos 15 anos
Com 15 anos, descobri o verdadeiro sinônimo da vida,
das coisas inesperadas...
De sentimentos que jamais poderão ser acabados…
Com 15 anos, compreendi que para ser feliz
não basta olhar para os lados e acreditar que
um dia encontrará algo feliz,
Pois para ser feliz você precisa entregar o seu tudo a Deus, e deixá-lo fazer por você o que ninguém fez...
Aos 15 anos, me olhei e percebi quantas realizações eu tive só nesses poucos aninhos de vida,
quantas tristezas que passei,
e quantas alegrias vivenciei...
Aos 15 anos, eu conheci alguém que jamais pensava em reencontrar depois de tanto tempo passado…
Enfim, aos 15 anos vivi, sorri, sonhei, chorei, e entendi que ter 15 anos é sorrir como uma criança, viver como uma adolescente, amar como uma mulher...
Ter 15 anos é apenas ser você,
porque você já é uma dádiva!
Se mãe do outro e minha mãe, uma rapariga de 15 anos que nasce um filho passa a ser minha mãe também?!
Fico imaginando aquela menina de 15 anos recebendo a visita do anjo, um ser celestial que lhe disse: “Não tenhas medo, Maria”. Essa palavra do anjo está tocando você neste momento. Você que está preocupado, sem metas e sem projetos para este ano que se iniciou. Você que não tem motivos para louvar, que está vivendo uma situação difícil, hoje o anjo entra na sua vida e diz: “Não tenha medo, eu estou contigo”. O Senhor está contigo neste momento. Você não está sozinho, não esteve e nunca estará, pois a palavra do anjo é o que em dar 'liga', agora, ao seu interior.
Minha filha, hoje você completa 15 anos. E que magia tem isso?
Não sei exatamente, nem sei se alguém pode responder seguro e certo.
Que diferença tem de outros natalícios?
Não vou descobri, talvez não precise.
O que preciso dizer, ate como testemunho da grandeza e soberania de Deus, e que, você é um milagre.
Então... Imagina a alegria que enche o meu coração em ter sido escolhido por Deus para ser teu pai.
Agradeço a Deus por ter honrado meus sonhos, de cumprir o desejo do meu coração, de ter você, minha filha, meu tesouro!
Parabéns!!!
Quem deve ganhar mais exercendo a mesma função? Quem está na empresa a 15 anos ou quem está na mesma empresa trabalhando a 05 anos?
O menor é rejeitado lá em baixo. Lá em cima é abraçado. 15 anos fuzil trançado. A culpa é dele ou do estado ?
Se aos 15 anos tivéssemos a sabedoria que adquirimos aos 30, certamente teríamos uma vida ainda melhor.
Na escola: "professor, eu já tenho 15 anos. Não sou mais criança".
Em casa: "mãe, sabe dia 12? Está chegando, né."
Sou só uma adolescente de 15 anos fazendo tudo o que sinto virar poemas. As vezes é bem mais fácil do que encará-los!
Se um menino de 15 anos bate em uma professora, ele merece uma punição e não um ensinamento dizendo que isso foi errado!
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