Agradecimento aos Pais Casamento

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"A verdadeira transformação de um país não vem da força, mas da união entre valores morais sólidos, educação de qualidade e oportunidades honestas para todos."

"Um país forte se constrói com cidadãos de caráter nobre, onde o trabalho justo devolve a esperança e a dignidade a cada família."

O país das maravilhas estava em uma toca de coelho.
O Reino de Agartha dentro de um buraco terrestre.
O mundo encantado de Nárnia dentro de um guarda-roupa.
O paraíso prometido pode estar onde menos imaginamos?

Repitam comigo:


- O Brasil não é um país pequeno.

Minha mãe, tinha uma vida difícil, filha de pais alcoólatras, casou com meu pai que sempre foi violento com ela, ela nunca estudou.
Na escola ela disse que chegou a ir, mas como precisava cuidar dos irmãos menores e ir para a roça trabalhar, ela parou, porque ela disse também que as mãos dela todos os dias voltavam vermelhas, porque era época da palmatória, e ela disse que doía muito, já era judiada pela vida e não ia para a escola mais, que ao invés de aprender, estava sendo espancada e torturada pela professora dela, na época. Então, hoje ela tem 55 anos. Perdeu todos os resguardos dos 5 filhos que teve, inclusive o pai dela obrigou ela a casar com meu pai aos 16 anos de idade. Então, ela na cabeça dela sempre sofreu dizendo que o casamento é para a vida toda, mesmo sendo torturada dia e noite.
Ela, é como uma criança.

O Mito dos "Pais Gente Boa"


Alinny de Mello


Aproveito este momento de pausa analítica para reforçar o convite: não deixem de visitar a minha página no Pinterest, onde organizo as edições dos meus e-books e centralizo as discussões sobre os padrões ocultos das relações humanas. Acompanhem os lançamentos semanalmente para mantermos este canal de lucidez e questionamento sempre ativo.
Uma das maiores ironias da convivência em sociedade é a facilidade com que as aparências conseguem silenciar os fatos. O julgamento público é, por definição, superficial; ele se alimenta do espetáculo, da cordialidade de fachada e do verniz social que os piores tiranos domésticos costumam manejar com maestria cirúrgica. Nada ilustra melhor essa miopia coletiva do que o comentário displicente dos de fora: *“Nossa, os pais de vocês são gente boa demais.”*
Essa frase, proferida por vizinhos, conhecidos ou parentes distantes, funciona como um tapa duplo na cara de quem sobreviveu ao inferno. Primeiro, porque revela a total incapacidade do observador casual de enxergar além do óbvio. Segundo, porque expõe a genialidade perversa do opressor, que sabe perfeitamente quando guardar o chicote e o facão para vestir a máscara da simpatia, da simplicidade ou da conveniência comunitária na calçada. Para o mundo, o monstro é um homem trabalhador, um vizinho pacato, um acumulador exótico ou apenas um idoso pitoresco. A cúmplice é vista como uma senhora sofrida, uma mãe de família dedicada, alguém de fala mansa.
O que a sociedade se recusa a entender é que o sadismo raramente se exibe em praça pública. Ele necessita das paredes de casa, do isolamento e do silêncio das testemunhas para operar em sua potência máxima. Quem vê o aperto de mão caloroso no portão não imagina o crânio vibrando com o impacto da lapada na madrugada. Quem elogia a "simplicidade" daquela dinâmica familiar não faz a menor ideia da terra cavada na sala para servir de pira funerária, nem do sal jogado na carne crua de uma criança de oito anos sob o pretexto de cura.
Essa desconexão entre a percepção externa e a realidade factual produz um tipo muito específico de isolamento para as vítimas. Ouvir que os seus torturadores são "gente boa" é uma tentativa involuntária do mundo de invalidar o seu sofrimento, como se a dor experimentada fosse um delírio, um exagero ou um desrespeito à sagrada instituição da paternidade. A sociedade tem um medo quase patológico de admitir que existem pais que odeiam, que destroem e que usam os filhos como laboratório de suas próprias frustrações e loucuras. É mais confortável para o senso comum acreditar na bondade ensaiada do agressor do que encarar o abismo da perversidade familiar.
No entanto, a validação da nossa história não depende do diagnóstico de quem olha de fora. O tribunal dos vizinhos é irrelevante diante da crônica irrefutável das cicatrizes. Deixar que as pessoas elogiem a fachada sem se dar ao trabalho de corrigi-las é, também, uma forma de distanciamento cínico e saudável. Eles que fiquem com o teatro; nós ficamos com a liberdade de saber exatamente quem são os atores quando as cortinas se fecham e as luzes se apagam. Os dois, afinal, encontraram o público que merecem para a peça que decidiram encenar.
Como o julgamento alheio consegue ser tão facilmente manipulado por uma encenação de bondade? Até que ponto a necessidade da sociedade de acreditar na pureza dos pais a torna cega e conivente com a barbárie que acontece do outro lado da parede?
É, ISSO QUE SEMPRE OUVIMOS DAS PESSOAS: 'SEUS PAIS SÃO GENTE BOA...'

QUANDO O ESTADO VIRA A COSTAS PARA FILHOS COM PAIS INSANOS
Alinny de Mello


Agradeço a cada um de vocês por acompanharem esta anatomia das relações mais densas da nossa existência. Antes de encerrarmos esta sequência de reflexões, reitero o convite para que conheçam a minha página no Pinterest. É lá que mantenho o acervo dos meus e-books e organizo os tópicos que debatemos aqui. Não deixem de acompanhar as atualizações semanalmente para que possamos continuar jogando luz sobre as engrenagens ocultas do comportamento humano.
O conceito de liberdade, quando forjado no interior de um ambiente de destruição sistemática, difere substancialmente da definição idílica dos dicionários. Para mim e para os meus irmãos, ser livre não significou a ausência de cicatrizes, mas a conquista da autonomia sobre os nossos próprios destinos. Nós vencemos os pesadelos, domamos os traumas e estabelecemos uma distância profilática do epicentro do caos. Sobrevivemos ao que chamo, sem qualquer receio de exagero analítico, de um holocausto familiar. Contudo, a independência factual não nos concede imunidade diplomática contra a insanidade alheia; a libertação está consolidada, mas a necessidade de vigilância permanece intacta.
É profundamente doloroso constatar que, mesmo após termos reconstruído as nossas vidas longe daquele perímetro, a proximidade daquelas duas figuras ainda represente uma ameaça latente. A dor não vem mais do chicote ou do facão mecânico, mas da certeza racional de que a perversidade e a loucura deles são forças dinâmicas, perfeitamente capazes de articular novas conspirações sob qualquer pretexto, a qualquer momento. Nós conhecemos a engenharia daquela aliança neurótica; sabemos que o ódio que partilham entre si é frequentemente canalizado na tentativa de nos destruir.
Essa vulnerabilidade é amplificada pela falência gritante das instituições que deveriam oferecer salvaguarda jurídica. Quando decidimos acolher e cuidar da nossa mãe no período mais agudo de sua degradação mental, fomos confrontados com o ápice do perigo: ela empunhou uma faca na calada da madrugada, tentando desferir golpes contra um dos meus irmãos. Diante da ameaça de morte iminente e concreta, buscamos o Estado. A resposta que recebemos na delegacia de polícia foi o silêncio burocrático e a negligência institucional. O delegado recusou-se a registrar o boletim de ocorrência, negou-se a lavrar uma simples nota, demonstrando a total incapacidade das autoridades de decodificar a violência quando ela se apresenta sob o manto da senilidade ou do transtorno psíquico. Ficamos por nossa conta, como sempre estivemos na infância.
É nesse vácuo de proteção oficial que opera a inversão mais perversa da nossa história. Diante da cegueira social e da inércia estatal, os papéis são magicamente trocados pelo senso comum: os verdugos históricos são promovidos a vítimas indefesas, enquanto os filhos, que sangraram na infância e estenderam a mão na velhice, são carimbados como os vilões frios e ingratos. Ninguém na vizinhança, na delegacia ou nos círculos sociais distantes se dá ao trabalho de compreender o contexto estrutural do nosso calvário. Desconhecem o peso do sal na carne viva, as madrugadas de tremor involuntário e a tentativa de homicídio no útero. Julgam a nossa legítima defesa utilizando a régua hipócrita de uma moralidade que nunca precisou ser testada em um porão de torturas.
Deixar este relato registrado não é um ato de apego ao passado, mas um documento de autodefesa e um manifesto de sobrevivência. Nós saímos daquela trincheira por mérito próprio, arrancando a nossa sanidade das garras de um sistema doméstico feito para nos aniquilar. Estamos livres da tirania diária, mas permanecemos atentos às fronteiras do nosso sossego. Se o mundo prefere comprar a narrativa vitimista de quem nos agrediu, que compre; a nossa verdade não necessita do aval de burocratas ou de espectadores casuais para permanecer irrefutável.
Como lidar com a constatação de que as estruturas do Estado são frequentemente analfabetas para ler a mecânica do abuso familiar? Até que ponto o preço da nossa paz definitiva exige que aceitemos o papel de vilões no teatro da ignorância alheia?

Tomem nota!
Todos querem ser Presidentes do país, mas poucos estão dispostos a ser verdadeiramente Presidentes do povo. Porque liderar não é apenas ocupar uma cadeira de poder, mas assumir a responsabilidade de servir, ouvir e defender os interesses de quem confiou em nós.
O poder é um cargo; servir o povo é uma missão! Gelvandro Ngola ✍️

O Brasil é gigante.


O Brasil é um país gigante,
e não do tamanho de quem
com outros olhos o vê.


Se és alguém que crê
que ele é um país pequeno,
o minúsculo é [você].

É uma piada de extremo mau gosto que, em um país onde carecemos de coisas tão básicas como saúde, segurança e dignidade, políticos gastem milhões em campanhas justamente para encobrir todas essas carências.

O país é uma piada onde inocentes estão chorando enquanto culpados riem e montam seus circos!

No País das Maravilhas,
onde está a Terra do Nunca,
existe uma casinha.
Branca,
rodeada por varanda,
quintal e janelas.
Nela moram
o louco,
o poeta
e o filósofo.
Ali,
da janela e da varanda,
contemplam o quintal,
observando a menina
de cabelos dourados
e olhos azuis,
a brincar com seu coelho.
Enquanto isso,
borboletas e beija-flores
de formas humanas
brincam e desfilam
entre as flores
do jardim
que existe no quintal.
Mas...
Onde fica esse País?
Onde está essa Terra?
Onde existe essa casa?
E afinal,
o que é o quintal?
É quintal
ou é jardim?
Só a Trindade sabe.
O louco,
o poeta
e o filósofo...
Nos olhos daquele que vê.
Na mente daquele que entende.
Na boca daquele que fala.
Naquilo que existe, dentro
daquele que escreve.
Tentando viver, na alma
daquele que lê.
𝓙𝓾𝓻𝓾𝓷𝓪j

Meu país... Nas suas cores, muitas dores. O que se divide não pode subsistir. Melhor ser dois do que um... Se um tropeça, o outro ampara e caminham juntos... Como um só... Povo. Como um, todos.
𝓙𝓾𝓻𝓾𝓷𝓪j

“Um país que não valoriza seus professores está condenando o próprio futuro à ignorância.”

Feliz dia dos Professores!

Crianças sem educação e que fazem o que querem, com pais e mães omissas e subimissas molengas sem didáticas, deixam de alinhar-se com os planos de Deus, como assistentes do capeta.

De que adianta um país construir pontes com o mundo se seus próprios cidadãos não têm liberdade para atravessá-las?

À Sombra do Sol


Enquanto alguns passam a vida lamentando as falhas dos pais,
outros escolhem superá-los. A grande diferença é que os
primeiros viverão sob a sombra do passado, enquanto os
segundos se transformarão em seus próprios sóis...


Ninguém escapa da própria raiz,
Carregamos a história que o sangue diz.
Mas o destino não é o que herdamos,
É o caminho que nós mesmos traçamos.


Enquanto alguns passam a vida a lamentar,
As falhas dos pais que não puderam mudar,
Outros escolhem a dor de crescer,
E vão além do que viram nascer.


A grande diferença habita no fim:
Uns vivem na sombra, trancados em si,
Reflexos eternos do que os gerou.
Os outros são sóis que a vida acendeu,
Brilhando na luz que o peito escolheu.


Estar à sombra do sol é entender,
Que a própria luz faz a sombra nascer.
Não é apagar o passado ou a história,
É caminhar sob a própria vitória.


Marcelo HB

"Ainda que um dos pais falhem em seus deveres
e obrigações, toda a gratidão à quem
cumpriu o amor sublime de te dar um corpo.
Dar a vida a alguém é um dom supremo e
IM PA GÁ VEL!"
Haredita Angel
28.10.21

"Os pais amam seus filhos verdadeiramente com atitudes,
não com palavras.
Palavras o vento leva e as ações permanecem nos corações que têm gratidão, apenas nesses corações."
Haredita Angel
30.01.24

"O fato de deixar a casa de seus pais e constituir uma nova família, não lhe extirpa das veias o ' sangue ' dos seus ancestrais, pelo contrário, 'perpetua-o'.
- Gerundiando-se de geração em geração..."
Haredita Angel
31.01.13