Agradecimento aos Pais Casamento

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"Num país que possui uma das mais altas taxas de juro do mundo, os banqueiros ganham muito, enquanto indústrias e comércio ganham bem pouco! É inaceitável que os banqueiros lucrem tanto e façam tão pouco pelo país: reduzindo o tamanho de agências, ampliando as filas, limitando o número de saques e pagando pouco, para investir o dinheiro dos próprios clientes! Chega de privilégios aos ricos e exploração do povo! É hora de mudar"

"Sou um ser pensante, não um rato de esgoto! Jamais permitirei que a elite do país me use como massa de manobra por meio de lavagem cerebral nas redes sociais. Tirar direitos dos pobres para beneficiar os ricos é uma falta de escrúpulo moral. Portanto, quem não acredita na história da Carochina nem na do Pinóquio não se deixa ser feito de trouxa. Fingir que não vê não é a solução, e só não vê as manipulações quem não quer!"

"Pena que nem todos os pais saibam que a principal função de um educador é ensinar a criança a pensar, preparando-a para enfrentar a realidade do mundo, para que ela seja capaz de exercer sua cidadania onde quer que esteja ou que viva."

"Alguns pais nunca vão compreender que todas e quaisquer ações agressivas dentro de casa contra os filhos refletirão negativamente no futuro deles, pelo resto de suas vidas. Bater não educa os filhos, só os torna agressivos!"

"Pais negligentes, que criam os filhos em ambientes instáveis, violentos, abusivos, cheios de bebida e de drogas, ajudam no desenvolvimento de filhos delinquentes."

Pais não precisam apenas de presentes no Natal, mas de cuidado e amor o ano inteiro.

Amor não se embrulha




Neste final de ano,
muitos pais abriram caixas,
laços bem feitos,
sorrisos ensaiados.


Ganharam o que brilha,
o que se compra,
o que se exibe,
o que termina no uso.


Mas o que muitos desejam
não vem com etiqueta...
querem ternura sem data,
abraço que não tenha pressa.


Querem cuidado cotidiano,
presença que não negocia,
escuta que não se ausenta,
amor que não pede ocasião.


Um dia, quem hoje presenteia
também sentirá o peso do tempo,
e aprenderá, tarde ou cedo...
Que carinho verdadeiro não se embrulha.

O País do Amanhã Que Nunca Chega




O brasileiro é uma criatura fascinante.


Possui sonhos grandiosos, planos extraordinários e uma habilidade impressionante de adiar ambos para a próxima segunda-feira.


Quer a casa própria.


Quer o carro novo.


Quer viajar.


Quer empreender.


Quer mudar de vida.


Quer aprender outro idioma.


Quer emagrecer.


Quer economizar.


Quer investir.


Quer tudo.


Só não quer, às vezes, o compromisso diário que transforma desejo em conquista.


Existe uma diferença enorme entre querer possuir algo e querer construí-lo.


Muitos desejam a colheita.


Poucos se apaixonam pelo plantio.


E assim seguimos vivendo no país do "depois eu vejo", do "semana que vem eu resolvo" e do famoso "deixa comigo", que normalmente significa exatamente o contrário.


A enrolação tornou-se quase um patrimônio cultural.


Há quem passe mais tempo explicando por que não fez do que realmente fazendo.


E o curioso é que essa mania não prejudica apenas a pessoa.


Ela atinge a família, o trabalho, o sistema e, de certa forma, a própria nação.


Afinal, um país não é feito apenas por governos.


É feito também pelos hábitos de quem o habita.


Mas talvez a parte mais engraçada seja o discurso moral.


O brasileiro adora falar de honestidade.


Principalmente quando o assunto é a honestidade dos outros.


Critica a corrupção em Brasília enquanto procura um jeito de não emitir nota fiscal.


Indigna-se com os desvios milionários enquanto assiste televisão por uma ligação clandestina.


Condena os políticos por esconderem patrimônio enquanto mantém um dinheiro reservado que nem a esposa conhece.


Fala sobre transparência, mas possui segredos suficientes para preencher um arquivo inteiro.


Alguns levam uma vida matrimonial.


Outros levam uma vida paralela.


E há aqueles que conseguem administrar duas ou três versões de si mesmos ao mesmo tempo.


Uma verdadeira empresa de personalidade limitada.


O mais curioso é que todos conhecem a solução para os problemas do país.


Pergunte em qualquer esquina.


O especialista surgirá imediatamente.


Resolverá economia, educação, segurança, saúde e relações internacionais em menos de quinze minutos.


Mas quando chega a hora de organizar o próprio guarda-roupa, a consultoria encerra suas atividades por tempo indeterminado.


Existe também uma paixão nacional por observar a vida alheia.


O gramado do vizinho é sempre assunto.


A pintura da casa ao lado.


O carro novo da rua.


A promoção do colega.


O casamento dos outros.


Tudo desperta interesse.


Enquanto isso, o próprio quintal continua esperando uma limpeza prometida desde o verão passado.


E reclamar...


Ah, reclamar talvez seja o esporte mais praticado do país.


Se faz calor, o sol exagerou.


Se chove, a chuva não dá trégua.


Se esfria, o inverno passou dos limites.


Se melhora, certamente há algo suspeito acontecendo.


Nada parece suficientemente bom.


Ao mesmo tempo, pouco é feito para melhorar aquilo que está ao alcance das próprias mãos.


E quando finalmente realiza algo positivo, por menor que seja, inicia-se outra tradição nacional.


A divulgação.


O anúncio.


A cerimônia.


A autopromoção.


O cidadão troca uma lâmpada e quase espera receber uma medalha por serviços prestados à humanidade.


— Viu o que eu fiz?


— Percebeu minha contribuição?


— Notou meu esforço?


E assim, aquilo que deveria ser um gesto simples transforma-se em um documentário de longa duração.


Os anos passam.


As promessas envelhecem.


Os planos acumulam poeira.


As desculpas ganham experiência.


A esposa se cansa de ouvir que tudo mudará no próximo mês.


Os filhos crescem escutando projetos que nunca saem do papel.


Às vezes o casamento termina.


Às vezes a paciência termina antes.


Mas certas manias permanecem firmes e fortes.


O discurso continua.


As justificativas continuam.


As reclamações continuam.


As promessas continuam.


E o amanhã segue lotado de intenções que jamais chegam ao presente.


Talvez por isso o brasileiro seja, ao mesmo tempo, motivo de preocupação e de admiração.


Preocupação pelas oportunidades desperdiçadas.


Admiração pela capacidade de continuar acreditando que tudo pode melhorar.


Mesmo quando insiste em repetir exatamente os mesmos hábitos.


No fundo, somos um povo que sonha grande, trabalha muito, reclama bastante, improvisa demais e muda menos do que promete.


Talvez a verdadeira transformação comece no dia em que passarmos menos tempo observando os erros do mundo e mais tempo corrigindo os nossos.


Porque nenhum país se torna melhor apenas apontando defeitos.


Mas pode começar a melhorar quando cada cidadão resolve limpar o próprio quintal antes de fiscalizar o jardim do vizinho.


Até lá, seguiremos fazendo planos para segunda-feira.


Mesmo sabendo que hoje já é quinta.


Autor: Sandro Sansão da Silva Costa

⁠Toda a polarização política é declaração expressa da falência do sistema político de um país. Um país rico em democracia requer uma terceira via e quantas forem necessárias.

⁠Nunca nenhum Governo
do seu país foi responsabilizado
pelos crimes que cometeu
e nem mesmo o teu.

Da pior maneira quem
representou e você que representa
a História no Livro da Vida
a memória assim escreveu
do tempo não se perdeu
e jamais irá se perder.

Enquanto você e os seus
estendem o dedo para tentar
apagar a verdade da memória,
emerge por todos os lados: a História.

A minha poesia tira a sua poeira cretina escondida debaixo
do tapete do teu país sem honra
e sem nenhuma glória.

O quê está ocorrendo
na Usina Nuclear de Zaporizhzhia
não passa de mais uma
brincadeira alucinante
para você e para os seus,
uma irresponsabilidade lancinante.

Os poemas meus são e serão
pesadelos inapagáveis
não apenas na tua escuridão,
inabaláveis eles sacodirão.

Só sei que a sua dificuldade
de cumprir com a palavra
não é mais segredo para
quem conhece a trajetória
da sua falsidade e toda a verdade.

Sacrificadas foram
as almas do Batalhão de Azov
que você e os teus tanto
apedrejaram moralmente,
Com honra e glória serão
lembradas eternamente.

Você e os teus
não garantiram as vidas
delas conforme o combinado,
Deixo aqui neste poema esta
História para que um dia
o destino dê conta do recado;

(os quê ainda estão vivos
preserve a vida
deles como foi acordado).

Entender a hora política de cada país é questão de clareza, até porque os processos históricos são diferentes.


Países como o nosso devem temer democratas de ocasião tanto quanto apologistas de ditaduras.

Não quero saber
onde você nasceu,
Se ama de verdade
o meu país ---
eu amo o seu.


Se vem até o meu
país em paz,
Com paz retribuirei:
Amar o meu país
é a minha Lei.


O meu país não
é seu, ele é nosso;
Trate bem dele
como não se
houvesse outro.


Porque se você
se sente brasileiro,
Para mim você
assim nasceu,
e é irmão meu.

O quê ocorre aqui no Brasil deveria ser estudado: o brasileiro que gosta do país é recriminado, aqui uma boa parte quer ser qualquer coisa menos brasileiro, todos os países podem ter as belezas e a cultura apreciada, e se o brasileiro manifesta apreço pelo próprio país é zoado!

Quando a fratura interna de um país alcança vários níveis, sempre abre a oportunidade para a guerra entrar. De forma estrutural, é preciso buscar um consenso coletivo, de que o limite de ser fazer oposição é não colocar a Nação sob perigo.

O brasileiro não pode ter orgulho da arte, da cultura, das belezas do país, não pode comemorar vitórias em nenhum campo para no futuro ficarem vulneráveis para passar o Brasil para o nome de qualquer um, ninguém precisa me falar nada, que eu já entendi tudo!

O nosso país é sério, apenas uma considerável parte dos detentores do poder fazem dele uma piada.

Se permitir que o seu país seja
chamado de qualquer coisa,
Não poderá se queixar quando
for tratado de qualquer jeito,
Serás lembrado como nada,
Porque o quê é tarde demais
sempre tem hora marcada.

Somente com fé em Deus
tudo na vida avança
Com lealdade ao rei
e ao País o futuro alavanca.


Deixar-se iluminar e guiar
pela supremacia da Constituição
constrói a esperança
Cultivar o Estado de Direito
se colhe a confiança.


Com cortesia e moralidade,
se conquista a fortaleza,
a harmonia e a temperança.


No sutil recado da Bunga Raya
a importância de viver
em estado de Rukun Negara.

Ser leal ao Rei e ao País
como a Bunga Raya
é leal para com a própria terra,
Prestar devoção ao Rei,
ao próximo e todos unidos
sempre colocarem os motivos
diante da Rukun Negara
para que nada os distraia
de cuidar da amada casa
para que seja uma Nação
sempre por Deus abençoada.

Nosso país parece uma casa sem marido.