Agradecimento aos Pais Casamento
Tentaram vender Bravura de leão a pretexto de salvar o país, agora que a chapa esquentou, tentam vendê-lo embrulhado na meiguice de ursinho de pelúcia para se salvarem.
O diabo é um gênio: arregimentou as almas “inocentes” para salvar o país, e nunca mais parou de tentar vendê-lo para se salvar.
E o mais curioso é que, enquanto muitos se oferecem como voluntários nessa medonha barganha espiritual, poucos percebem que toda e qualquer promessa de salvação germinada nas sombras termina cobrando pedágio na luz.
Há discursos tão cheios de “boas intenções” que parecem ouro, mas tilintam como ferro-velho quando batem na realidade.
E assim o país vai sendo posto em prateleiras invisíveis, negociado em nome de causas que nunca foram nossas, enquanto os que juram defendê-lo, esquecem que quem vende a própria consciência não costuma devolver o troco da história.
No fim, talvez o que mais deveria nos assustar não seja esse “diabo” — mas a quantidade de gente disposta a aprender com ele o ofício da negociação.
Deus nos livre dos bem-intencionados cheios de razão, que nem de longe estão de fato preocupados com a nação!
Com tantas Guerras descaradamente ignoradas no “nosso” país, não deveria nos sobrar tanto tempo nem disposição
para palpitarmos nas guerras dos outros.
Quem vê a assustadora parte de um povo escolhendo lado em outras guerras, pode até acreditar que não temos tantos conflitos internos para lutar.
Mas temos.
E não são poucos.
São guerras sem sirenes internacionais, sem transmissões ao vivo em alta definição, sem mapas coloridos nos telejornais.
São guerras silenciosas, travadas nas periferias esquecidas, nas filas dos hospitais, nas salas de aula sucateadas, nos lares onde a dignidade perdeu território para a sobrevivência.
Há uma guerra diária contra a desigualdade que normalizamos.
Uma guerra contra a corrupção que denunciamos em ano eleitoral e relativizamos no resto do tempo.
É guerra contra a ignorância cultivada, contra a desinformação compartilhada com convicção e preguiça de checar.
Contra o desalento que transforma cidadãos em espectadores.
Ainda assim, muitos preferem empunhar bandeiras internacionais com a mesma facilidade com que ignoram as trincheiras da própria rua.
Opinar sobre conflitos distantes exige apenas conexão à internet.
Enfrentar os conflitos internos exige caráter, constância e compromisso — três virtudes que não rendem tantos aplausos nas redes.
Não se trata de indiferença ao sofrimento alheio.
Solidariedade é uma grande virtude.
O problema é quando a comoção seletiva vira espetáculo e a indignação terceirizada serve apenas para aliviar a consciência enquanto as mazelas domésticas seguem intactas.
É curioso: somos rápidos para apontar injustiças além-mar, mas lentos para reconhecer que também somos parte — ativa ou omissa — das injustiças daqui.
Escolher um lado em guerras estrangeiras pode até dar a sensação de lucidez moral.
Mas escolher enfrentar as próprias contradições exige maturidade cívica.
Talvez o que nos falte não seja opinião, mas prioridade.
Não seja engajamento digital, mas responsabilidade real.
Porque enquanto gastamos energia demais disputando narrativas globais, há batalhas locais esperando por gente disposta a lutar menos com o teclado e mais com atitudes.
E, no fim, a pergunta que fica é bastante desconfortável: estamos escolhendo lados por consciência… ou por conveniência?
O diabo é um gênio: arregimentou as almas “inocentes” para salvar o país, e nunca mais parou de tentar vendê-lo para se salvar.
Há algo de profundamente sedutor na convicção de que se está lutando por uma causa maior.
Quando alguém se vê como parte de uma cruzada moral, as dúvidas passam a parecer fraqueza e a prudência vira quase uma traição.
É nesse instante que as consciências mais tranquilas se tornam também as mais perigosas — não porque desejem o mal, mas porque se convencem de que qualquer meio é aceitável quando o discurso promete redenção coletiva.
Assim, em nome do país, muitos aprendem a negociar exatamente aquilo que dizem defender.
Vendem princípios como quem troca moedas, adaptam verdades ao sabor da conveniência e passam a confundir patriotismo com autopreservação.
O discurso permanece heroico, mas o gesto cotidiano revela algo bem mais mundano: o esforço constante de salvar a própria reputação, a própria posição, o próprio poder.
Curiosamente, os que se apresentam como salvadores quase sempre encontram um inimigo útil para justificar cada contradição.
Afinal, enquanto houver um culpado conveniente, não será preciso explicar por que o país prometido nunca chega — apenas por que a guerra precisa continuar.
E é nesse teatro interminável de bravatas e virtudes proclamadas que a nação vai sendo lentamente negociada, pedaço por pedaço, enquanto as consciências seguem confortavelmente convencidas de sua própria pureza.
Deus nos livre dos bem-intencionados cheios de razão, que nem de longe estão de fato preocupados com o futuro da nação!
Viver no Brasil, às vezes,
é sorrir por fora
enquanto algo grita por dentro.
É um país hospedeiro,
bonito na vitrine,
mas desigual nos bastidores.
De um lado,
os que limpam o chão,
que acordam cedo,
que carregam o peso do dia nas costas.
Do outro,
os que decidem,
que discursam,
que pouco sentem o peso da própria decisão.
A diferença não é só de dinheiro —
é de tratamento,
de respeito,
de humanidade.
Quando a lei alcança uns,
vem pesada, fria, sem escolha.
Quando toca outros,
vem leve, quase gentil.
E assim,
entre celas lotadas e salas refrigeradas,
o povo aprende a sobreviver —
não a viver.
Mas ainda assim,
no meio dessa revolta toda,
existe algo que não conseguem tirar:
a voz.
E é ela que, um dia,
pode mudar tudo.
Helaine Machado
"Num país que possui uma das mais altas taxas de juro do mundo, os banqueiros ganham muito, enquanto indústrias e comércio ganham bem pouco! É inaceitável que os banqueiros lucrem tanto e façam tão pouco pelo país: reduzindo o tamanho de agências, ampliando as filas, limitando o número de saques e pagando pouco, para investir o dinheiro dos próprios clientes! Chega de privilégios aos ricos e exploração do povo! É hora de mudar"
"Sou um ser pensante, não um rato de esgoto! Jamais permitirei que a elite do país me use como massa de manobra por meio de lavagem cerebral nas redes sociais. Tirar direitos dos pobres para beneficiar os ricos é uma falta de escrúpulo moral. Portanto, quem não acredita na história da Carochina nem na do Pinóquio não se deixa ser feito de trouxa. Fingir que não vê não é a solução, e só não vê as manipulações quem não quer!"
"Pena que nem todos os pais saibam que a principal função de um educador é ensinar a criança a pensar, preparando-a para enfrentar a realidade do mundo, para que ela seja capaz de exercer sua cidadania onde quer que esteja ou que viva."
Maridos que não se
importam com as amizades
masculinas de suas esposas
geralmente se tornam pais
de crianças que não foram
geradas por eles.
______Sim__
🤗
"Ainda que um dos pais falhem em seus deveres
e obrigações, toda a gratidão à quem
cumpriu o amor sublime de te dar um corpo.
Dar a vida a alguém é um dom supremo e
IM PA GÁ VEL!"
Haredita Angel
28.10.21
"Os pais amam seus filhos verdadeiramente com atitudes,
não com palavras.
Palavras o vento leva e as ações permanecem nos corações que têm gratidão, apenas nesses corações."
Haredita Angel
30.01.24
"O fato de deixar a casa de seus pais e constituir uma nova família, não lhe extirpa das veias o ' sangue ' dos seus ancestrais, pelo contrário, 'perpetua-o'.
- Gerundiando-se de geração em geração..."
Haredita Angel
31.01.13
Provavelmente e digo eu que nada sei, a geração dos meus pais (agora nos 70's) será a geração com maior esperança de vida de toda a vida no planeta terra. E se assim for só tenho a agradecer por isso
Morar em outro país é se deparar com uma cultura diferente, língua diferente, culinária diferente, costumes diferentes, e por mais diferentes que aparentemente possamos ser, NOS SOMOS TODOS DE FATO, IGUAIS. O olhar amigável, o sorriso de uma criança, a moça do mercado te dar 'bom dia' em português, isso tudo é familiar e hoje me faz sentir em casa.
Uma rezava, a outra dormia,
mas na frente dos pais,
por motivos desconhecidos,
eram sempre inimigas.
Texto Quase do mesmo tamanho
Quando estás de terno:
Teus pais :) *.* ^_^
Tua namorada :3 ♥
Teus amigos :O :p :D
você :( :| : :/ :§ :s .l.
O seu legado, a determinação, seu amor pelo país e principalmente sua personalidade, me influenciaram grandemente. Comecei comprando artigos de vestuário da marca SENNA, para uma brincadeira na empresa onde todos naquele dia poderiam vir vestido como o próprio ídolo. Eu pensei,"Eu não tenho ídolos. Tenho admiração por trabalho, dedicação e competência." Fui funcionário da Varig e considero esta empresa como uma família. Senna foi um passageiros da Varig, logo, Senna faz parte de minha família. O grande vazio que esta empresa deixou na minha vida, no Brasil e no mundo, eu preenchí com o Senna. O orgulho que eu sentia de trabalhar nessa empresa é o mesmo que o Ayrton nos faz sentir quando se fala em seu nome pelo mundo.O Ayrton é Brasileiro como eu, fala como eu, nasceu em São Paulo, e morou muito perto de minha casa em Santa Cecília.
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