Agradecimento aos Mestres de Direito
Viver é ser o condutor de seus sonhos, o mestre de sua obra, o testemunha de seu tempo e a razão de sua existência.
Iza Lira
Só seremos verdadeiramente livres quando nossa mente deixar de ser nossa mestre e tornar-se nossa serva.
Um autêntico mestre respeita o livre arbítrio, quer dizer, nunca tenta impor o seu critério aos outros, mas sim, motiva através do exemplo e dá liberdade aos outros para aceitar ou recusar o que lhes oferece.
Uma criança será o teu maior mestre. Repara nas suas atitudes, na sua sinceridade e principalmente na sua inocência... imita-a, escuta-a com amor, sorri com ela, valoriza as pequenas coisas e os pequenos gestos. Sem regras, porque elas nunca te amarão!
A vida é o maior mestre que temos... fica atento para não teres que repetir o ano e, sim, passares com distinção!
Porque será que o Mestre escolheu para seus companheiros, homens rudes e simples?
Ele sabia porquê, e eu cada vez O compreendo melhor!
JESUS meu MESTRE!
Não coube nos céus, por isso veio nos SALVAR;
Não coube na religião, por isso o MATARAM;
Não coube na tumba, por isso RESSUSCITOU;
Não coube na morte, por isso VIVE;
Não coube na vida, por isso é ETERNO;
Mas coube em mim, por isso sou HABITAÇÃO SUA;
O Mestre demonstrou a Grandiosidade do Reino falando dos pequeninos,
Foi do agrado do Pai, revelar as grandes coisas, aos pequeninos,
O Reino de Deus pertence, a eles e quem fizer aos pequeninos, ao Mestre o faz. Oestereótipo da conversão, é ser como o pequenino, o perfeito louvor vem da boca dos pequeninos.
Melhor seria amarrar um mó de azenha emmeu pescoço, me lançar as profundezas do mar, ao fazer tropeçar um dos pequeninos, sendo assim;
Meu Pai, me faça um ser como o pequenino!
O Mestre nos ensinou:
"Vós sois o sal da terra (cristãos).
Mas se o sal perder o seu sabor (se não formos verdadeiros cristãos),
com o que se há de temperar (quem fará a diferença na Terra)?
Para nada mais presta (não prestaremos pra mais nada),
senão para se lançar fora e ser PISADOS PELOS HOMENS".
Mateus 5:13
A Lição do Mestre
Era noite no sítio, e o fogo ardia silencioso no centro da roda. Eu e mais dois irmãos estávamos na sessão, mas algo em nós se agitava demais falas soltas, risos fora de hora, gestos além da medida. A cada rompante, nos virávamos ao mestre e pedíamos desculpas, com semblantes que buscavam redenção.
“Desculpa, mestre”,
repetíamos, uma, duas, três vezes...
Até que ele nos olhou com firmeza e serenidade, e nos ofereceu uma lembrança que lhe havia sido dada por seu próprio mestre,
“Pare de ficar pedindo desculpa e continuar com o mesmo comportamento. A desculpa está sendo usada de maneira invertida está servindo para permanecer no erro. Não se trata de pedir perdão com os lábios enquanto o corpo repete o hábito. Se errou, corrija o erro primeiro. Só depois, com consciência, peça perdão. Assim, o erro não se repete.”
Essas palavras caíram em mim como chuva fina num terreno seco.
Compreendi, aqui agora a onde estou, vem essa lembrança com tanta nitidez e estou interpretando que a verdadeira humildade não está em repetir desculpas, mas em cultivar a vigilância, transformar o ato e silenciar o ego que se esconde atrás da culpa.
Naquele instante, aprendi que o perdão verdadeiro começa com o gesto de mudança.
Desculpem me os mestres vanguardistas do mundo inteiro mas é muito mais fácil para mim como profissional da arte , caracterizar como o bom e próspero jardim da arte contemporânea de hoje um dos caprichosos, limpos e criativos trabalhos de um dos tantos artesãos que em semelhantes plataformas vários artistas consagrados do passado já beberam em diversas épocas e bebem até hoje.Do que aceitar e reconstruir clássicos conceitos de materialidades por instalações, luzes, motores, sons mecânicos e imagens copiadas e retocadas por photoshop como obras de arte de valor artístico significativo, estético, conceitual e semelhante.
Nas artes plasticas e visuais no Brasil pintores amadores de fins de semana se julgam grandes mestres e os mestres de verdade se julgam mero artífices e eternos aprendizes.
Sou um fervoroso adepto e cristão, sigo os passos de amor do meu mestre Jesus e de alguns santos gurus. Sendo assim, espelho minha vida a exemplo da vida dos grandes mestres, nunca casei pois se fosse o mais acertado tanto Jesus e os Gurus, teriam feito.
Os verdadeiros mestres aparecem com centelhas de verdades ao longo dos caminhos. Eles são humildes, sorriem por bondade, conhecem a vida e não ficam parados em lugar algum.
o artista Moacir Andrade foi o meu maior mestre sobre as cores da Amazônia. Tudo de um jeito simples, como é típico de quem sabe, entre os igarapés, igapós e balneários da Grande Floresta. Suas palavras embebidas de magia do dia a dia, das que se encontra por esperança nas populações ribeirinhas ecoam no meu imaginário nas noites de lua cheia.
Moacyr Andrade, meu grande mestre sobre a arte e a cultura amazônica sempre foi forte e gordo, tinha muita fome em comer generosamente as cores, os sons e os mitos da Grande Floresta. Uma fome gratuita e bela, onde o coração de quem ama é bem maior que a barriga, o comer de conhecimentos para generosamente passar para quem aprendeu a amar também por respeito e liberdade. Hoje sei que quem sabe verdadeiramente distribui o que sabe. O mundo ainda não reconheceu o valor da extensa cultura amazônica deste grande pesquisador e artista. Moacyr Andrade e Manoel Santiago foram meus mestres por graça divina e devem ser considerados os maiores expoentes desta rica cultura regional brasileira.
Os mestres das culturas populares ribeirinhas, uma rica junção entre a arte e a cultura indígena, branca e a cabocla são as verdadeiras bases da arte, das festas dos mitos da cultura amazônica. Todo centenário legado imutável repassado de forma oral para seus descendentes, entre as brincadeiras das cheias e as vazantes do grande rio, fazem parte dos movimentos naturais de renovação da vida, livre e bela da Grande Floresta.
Trago comigo a filosofia dos caminhantes pela vida, meus maiores mestres são e serão os humildes que pelo cotidiano simples me revelam grandes lições e minha maior escola sempre será a natureza que por liberdade faculta a criativa possibilidade de romper com a continuidade, por solução.
Aprendi com o amigo e mestre Manoel Santiago o quanto é importante retornar a boas idéias e percepções do passado, e reconstruí las com o novo ponto de vista, do agora. Na criatividade, o passado e o presente sempre dialogam, ou se completam ou se esvaem em síntese. A simplicidade só é alcançada com a maturidade da visão e do pensamento.
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