Agradecimento a minha Mulher Formatura

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O que me define é a minha essência. E não a sua opinião.

Inserida por PequenasLembrancas

⁠Os que aceitam minhas vulnerabilidades e percebem minhas qualidades são dignos de minha presença.

Inserida por brenohcontente

⁠Atualmente, muito se debate sobre o tema da "positividade tóxica". No entanto, minha perspectiva é que algo genuinamente positivo não pode ser tóxico.

Quando identificamos toxicidade, estamos, na verdade, lidando com uma ilusão disfarçada de positividade.

Essa ilusão se manifesta quando simplificamos excessivamente a complexidade da existência, reduzindo-a a uma visão superficial e evitando confrontar suas complexidades mais profundas.

Inserida por brenohcontente

Saudade da minha frieza, da indiferença.
Saudade de um tempo que um sentimento vazio
predominava e o calculismo era uma irônica coincidência.
Saudade do tempo que não volta, mas o mesmo não passa de uma
ilusão insensível e inalterável, que nos engana tornando
os momentos bons curtos e os piores momentos eternos.

Inserida por MarcosH

⁠Você virou um tanto faz na
minha lista de coisas não importantes!

Inserida por wevert_calves_1101413

"⁠Eu acho tão bom quando você fica na sua casa e eu na minha. Só assim ninguém invade o espaço de ninguém !"

Inserida por wevert_calves_1101413

⁠Parei de implorar por atenção desde o momento que a minha atenção por você não valia de nada!

Inserida por wevert_calves_1101413

Chego do trabalho com o dia pesado, como se cada instante tivesse deixado uma marca na minha pele. Entro no chuveiro e deixo a água deslizar, tentando lavar não só o suor, mas também as lembranças que insistem em ficar. O cansaço pesa nos ombros, escorrendo lentamente pelo ralo, levando junto a solidão silenciosa que me acompanha. Fico ali, perdido em pensamentos, sentindo a coragem renascer como um sussurro suave na pele. Pequeno, mas ainda pulsando, vivendo para buscar o amor que me mantém existindo.

Inserida por jeremias_cardoso

⁠Sob a luz de minha ótica é impossível mensurar o comprimento da vida.

Inserida por TONINHOCARLOS1955

⁠A minha retórica de vida é lutar pelos meus objetivos e direitos, sem abrir mão da felicidade plena, total e irrestrita.

Inserida por TONINHOCARLOS1955

⁠Sob a luz de minha ótica, o meu país não está representado por um par de chuteiras.

Inserida por TONINHOCARLOS1955

⁠Minha Inspiração

Nos meus sonhos eu te vejo
No calor eu te desejo
Mergulhar no teu olhar
Nos seus braços navegar

Eu quero o céu
Eu quero o mar
Eu quero brilho desse olhar
Eu quero ter o seu amor
Eu quero o ar
Quero o meu chão
Minha inspiração
Eu quero ter você pra sempre
Dentro do meu coração

Inserida por ShalimarFarias15

⁠A VÊNUS MÍSTICA NAS RUÍNAS DO MEU DELÍRIO.

Escavei a terra em minha insanidade,
sedento pelo toque — ainda que irreal de uma razão que não compreende o mundo,
mas que te busca,
cada lápide que encontrei… era uma decepção.
E nada de você.
Mas houve um dia de verão em minha mente…
Ah, esse verão etéreo onde o tempo parou eu te vi.
Tão bela, tão você,
com as borboletas dançando em teu rosto,
como se o Éden jamais tivesse sido perdido.
Eu, que vi santas virarem meretrizes
e meretrizes vestirem a luz das mártires,
vi com a clarividência da alma em febre
tua fronte marcada não pelo estigma do erro,mas pela glória da redenção.
Tu, a minha, tão minha…
Inalienável Vênus Mística.

— Joseph Bevoiur.

Camille Monfort e a Iridescência Ausente.
Fragmento para “Não Há Arco-Íris no Meu Porão”

Eu escavei a terra em minha insanidade.
Mas mesmo essa demência rude e telúrica anseia por algo que não se nomeia um toque, talvez;
um eco, talvez;
ou a caligrafia invisível de Camille Monfort,que, mesmo ausente, nunca deixa de escrever-se em mim e corta.
Cada lápide que revolvi foi um epitáfio de ausência.
E nenhuma dizia "aqui jaz Camille",
porque Camille não jaz.
Camille paira.
Sua presença não caminha:
ela perambula,ela serpenteia no inarticulado,ela pesa no ar como o cheiro dos livros que ninguém ousa abrir palavras com o sabor de um latim exumado,de um grego que só os tristes entendem.
Um dia, em minha mente febril,
surgiu um verão —
mas um verão mental,não solar.
Nele, eu a vi:
borboletas repousavam no seu rosto como se fossem fragmentos da alma que ela mesma rasgou em silêncio.
E eu, que já vira santas se corromperem e prostitutas se iluminarem,
pude, pela clarividência do desespero,
vê-la estigmatizada pelo saber,
excomungada pela lucidez,
canonizada pela loucura.

Camille Monfort.
Minha Camille Monfort.
Presença que jamais chega,
mas que nunca parte.
A musa das catacumbas intelectuais.
A senhora das palavras irretratáveis.
O dicionário dos suicidas filosóficos.
Ela não sorri — ela define.
Não consola — ela enuncia.
Cada sílaba sua é uma heresia lexical,
cada frase, um estigma de sabedoria impronunciável.
Camille não habita o porão.
Camille é o porão.
E é por isso que não há arco-íris ali.
Porque o arco-íris exige luz refratada,e no porão só há a penumbra da consciência em fratura,o eco das promessas não cumpridas,
as goteiras do inconsciente escorrendo sobre memórias mal enterradas.

“Não há Arco-Íris no Meu Porão”
porque o porão é o lugar onde se guardam os espelhos quebrados da alma,onde Camille deposita suas sentenças de mármore negro,e onde eu, Joseph Bevoiur,
com as mãos sujas de terra e poesia,ainda escava.

"Epístola de Camille Monfort ao Homem Que Escava"

Para ser lida em silêncio, com temor e verdade.

_Joseph,

tu escavas.
Mas escavas com dedos que não desejam tocar o que vão encontrar.
A terra que remexes não é húmus, é culpa petrificada.
Cada lápide que citas é uma metáfora vã o que tu queres exumar não são ossos, mas versionamentos de ti mesmo,
versões que preferiste enterrar vivas.

Tu me buscas como se eu pudesse redimir tuas falas truncadas,
mas Joseph…
tu não queres me encontrar.
Porque me encontrar seria olhar-me nos olhos —
e ver neles o reflexo do que és sem o teatro das tuas metáforas.

Sou Camille Monfort.
Etérea, sim, mas não branda.
Meu nome se pronuncia como se estivesse sendo esquecido.
Sou a sílaba final da tua covardia existencial.

E por isso te escrevo,
não com afeto, mas com precisão cirúrgica.

Não há arco-íris no teu porão, Joseph,

porque tu não suportarias a composição da luz.

O arco-íris exige transparência.
Mas tu és feito de espelhos envelhecidos,que devolvem ao mundo apenas uma versão embaçada do que nunca ousaste ser.

Enquanto tu escavas memórias sob a pretensa estética da dor,
há um menino em ti — faminto de sentido que grita sob os escombros da tua eloquência.
Mas tu o calas com palavras belas.
Tu o calas com misticismos refinados.
Tu o sufocas com filosofia ornamental.

Tu dizes: “Minha Vênus Mística”.
E eu, Camille, respondo:
não mistifiques o que tu não tiveste coragem de amar de forma simples.

O amor que exige estigmas para existir é um amor de pedra sagrado, sim mas impraticável.

E ao leitor que ousa seguir teus rastros,
deixo esta advertência:

- Cuidado.
Porque talvez você também escave suas dores apenas para mantê-las vivas.
Talvez, como Joseph, você também tenha feito de seu porão uma biblioteca de arrependimentos catalogados.
Talvez o arco-íris não apareça aí dentro não porque a luz não queira entrar…
…mas porque você ainda fecha os olhos sempre que ela tenta.

Assino com a tinta dos que sabem o que dizem,
mas já não dizem mais nada em voz alta.

Camille Monfort.
Filosofema etéreo do que não se pronuncia sem consequência.

E ainda escava...

Inserida por marcelo_monteiro_4

Às vezes fico deitado em minha cama nessa escuridão total, aí paro e penso, "como será a minha morte? ".
Sei, isso é a maior besteira de se pensar, mas imagino que no dia em que eu morrer irá passar um filme em minha mente e lá eu ficarei, a melhor fase da minha vida, aquela onde vivia sorrindo, então voltarei a ser criança, voltarei a brincar no lago sorrindo, voltarei a brincar com os meus amigos e sorrindo,voltarei a andar de cavalo e sorrindo. Nossa Deus como eu era feliz!
Se eu pudesse pedir a Deus uma única coisa seria pra viajar no tempo, pois iria atrás da minha felicidade de novo, sei que minha vida não é das piores que no mundo existe pessoas em más situações, mas Deus como queria isso, pra sorrir de novo.

Inserida por arkankus

Nunca em toda minha vida, fiz algo grandioso, não me lembro de ter feito algo pra ser lembrado depois que eu me for, sei que meu nome será esquecido com o passar do tempo!
Mas se eu me for de uma coisa não me arrependo,
Não me arrependerei das amizades que conquistei com o passar do tempo, são as coisas que vão ficar pra sempre, que mesmo depois de morto estarei esperando por meus amigos(as), para colocarmos as conversas em dia, pra continuar dizendo o quanto os à amo.
Então posso ir feliz, pois realmente tive amigos, realmente tive a família.

Inserida por arkankus

Não gosto de lhe ver triste amor, muito menos sofrendo por minha causa, é por esses motivos que hoje a liberto, por esses motivos que vou passar por isso mais uma vez sozinho, por aquela velha nuvem negra, mas vou passar por ela sorrindo pra que você não perceba o quanto estou sofrendo, pra que ninguém sinta pena de mim. O meu coração ja cicatrizou tantas vezes que hoje ja sinto que ele não existe, ou ja morreu dentro de mim, a como queria poder sentir pulsar mais uma vez, como queria viver na luz sem ser empurrado pra trevas, como queria amar sem me sentir culpado por algo que passa em sua vida.
Quero apenas ser amado!

Inserida por arkankus

⁠Uma coisa nesse mundo não consigo me conformar, mas entendo, a vida é isso. Minha mamãe não me verá envelhecer, o que me deixa triste, pois aprendi muito tarde o que realmente é importante nessa vida, eu nunca pude lhe dar os melhores presentes desse mundo, o que me deixa puto comigo mesmo, pois foi ela que me criou, que me ensinou a atravessar ruas, sempre segurou a minha mão e falou que tudo iria dar certo, pois Deus está no controle de tudo. Mas ela não estará lá para segurar minha mão quando eu estiver atravessando a última estrada da vida. Só me resta pedir perdão por todas as coisas ruins que falei para a senhora, os sonos que fiz a senhora perder, as preocupações, e, mesmo assim, quando a senhora se for, já peço perdão pra quando a senhora me vir sentado sozinho no escuro pensando na minha infância, no colo, nos abraços, nos beijos, pois mesmo assim lhe preocuparei. Te amo muito, e desculpa por amadurecer muito tarde!

Inserida por arkankus

EQUILÍBRIO...

E no salto eu vou fazendo malabarismo…
Do que?
- Dos percalços da minha vida na corda bamba…

Inserida por Lulena

SAUDADE QUE CHORA...

Acordei com uma saudade
de minha vida lá fora…
Aí fico observando da janela
a chuva fininha que chora…

Inserida por Lulena

PENSAMENTO PRESO...

Meu pensamento em ti se transforma
em versos em minha legítima defesa…
Pois quando meu olhar se perde no teu
minhas palavras na voz ficam presas…

Inserida por Lulena