Agradecimento a minha Mulher Formatura

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Poderia ter te amado por toda a minha vida, se você não tivesse me deixado esperando no frio.

Taylor Swift

Nota: Trecho da música You're Not Sorry.

Não tem asas, mas é o meu anjo. Não tem coroa, mas é a minha princesa. Não tem super-poderes, mas é a minha heroína. Não tem prêmios internacionais ou reconhecimento do mundo todo, mas pra mim, é a melhor em tudo o que faz. Não enxerga a sua beleza, mas é a menina mais linda do mundo. Acha que ninguém se importa com ela, mas pra mim, ela é tudo.

Se me cativares, minha vida será como cheia de sol

A um passarinho

Para que vieste
Na minha janela
Meter o nariz?
Se foi por um verso
Não sou mais poeta
Ando tão feliz!
Se é para uma prosa
Não sou Anchieta
Nem venho de Assis
Deixe-te de histórias
Some-te daqui.

Se trouxeres teu orgulho de ser brasileiro, te entregarei a minha honra de ser gaúcho.

Minha energia positiva é o que prevalece e eu serei vitorioso dentro desse universo feliz.

Ah, minha alma, prepare-se para encontrar Aquele que sabe fazer perguntas.

Se eu fosse um carpinteiro, eu construiria para você uma janela para minha alma. Mas eu deixaria a janela fechada e trancada. Assim, toda vez que você tentasse olhar por ela, tudo que veria seria seu próprio reflexo. Você veria que minha alma é um reflexo de você.

Aceito minhas mágoas e aceito minha dor, mas não posso aceitar que nasça em mim o tal rancor.

Minha amizade é um campo de caridade, minha amizade cobre tudo, só não cobre a falsidade.

Você é minha crise existencial. Eu te mato ou não te mato?

A minha tristeza é algo contínuo, infinito.
Um vazio, um buraco, uma angústia sem fim.
Tenho vontade de dormir até tudo passar e voltar a ser feliz como era antes.

Prefiro que minha vida permaneça uma lágrima e um sorriso: uma lágrima que purifique meu coração e me faça compreender os mistérios e segredos da vida, e um sorriso que me aproxime dos meus semelhantes e simbolize minha glorificação aos deuses...
Prefiro morrer de muito desejar a viver na indeferença. Quero sentir nas minhas profundezas fome pelo amor e a beleza, pois observei e verifiquei que os satisfeitos são os mais infelizes dos homens e os que mais se assemelham à matéria inanimada; e escutei e descobri que os gemidos de saudade do apaixonado são mais embaladores que as melodias dos violinos.
Quando a noite cai, a flor fechas as pétalas e dorme abraçada aos seus desejos; e quando rompe a madrugada, descerra os lábios para receber o beijo do sol. A vida da flor é desejo seguido de união: uma lágrima e um sorriso.

Eu me conheço bem. Eu sei de todos os meus defeitos e de todas as minhas qualidades, de toda minha coragem e de todos os meus medos, de todos os meus acertos e de todos os meus erros. Mas mesmo assim, eu ainda me surpreendo comigo mesmo. Principalmente com a minha vocação pra amar a pessoa errada.

Meu amor...
Você apareceu na minha vida quando eu menos o esperava, de um jeito inesperado, e conseguiu a minha simpatia e o meu carinho de maneira inesperada.
Até hoje eu não encontrei explicação plausível para a necessidade de te proteger desde o primeiro momento em que você apareceu, não encontrei explicação para a maneira na qual nos aproximamos tanto e como me senti tão mal e impotente quando te vi caído precisando de apoio, mas mesmo assim não pude desistir de tentar reerguer-te.
Também não achei explicação para a necessidade que senti, de falar com você todos os dias, fazendo com que eu mudasse toda a minha rotina para que pudesse ficar por perto o máximo de tempo possível.
É por você que eu acordo todas as manhãs, é você que domina os meus pensamentos desde a hora em que eu acordo até a hora em que me deito, tomando conta também dos meus sonhos.
Eu preciso da sua voz, da sua atenção, do seu amor, do seu carinho, em todos os momentos e assim será para sempre.Eu prometo.
Quero acordar ao seu lado em todos os dias de minha vida, te guardar ao despertar, olhar nos seus olhos, ver o sorriso lindo reluzente em seu rosto, tendo a plena certeza de que comigo, você encontrou a sua verdadeira felicidade.
Eu prometo amar-te e proteger-te por todos os dias de nossas vidas. Que seja eterno enquanto dure, e que dure para sempre.

Abalando estruturas

Uma amiga minha vive dizendo que odeia amarelo, que prefere tomar cianureto a usar uma roupa amarela. Quem a conhece já a ouviu dizer isso mil vezes, inclusive seu namorado. Pois uns dias atrás ela me contou que esse seu namorado chegou em sua casa e, mesmo os dois estando a uma semana sem se ver, brigaram nos primeiros cinco minutos de conversa e ele foi embora. "Mas o que aconteceu?" perguntei. "Eu sei lá", me respondeu ela. "Estávamos morrendo de saudades um do outro, mas começamos a discutir por causa de uma bobagem". Eu: "Que bobagem?". Então ela me disse: "Você não vai acreditar, mas ele ficou desconcertado por eu estar usando uma camiseta amarela".

Ora, ora. Era a oportunidade para eu utilizar meus dons de psicóloga de fundo de quintal. Perguntei para minha amiga: "Quer saber o que eu acho?". A irresponsável respondeu: "Quero". Mal sabia ela que eu recém havia assistido a uma palestra sobre as armadilhas da tão prestigiada estabilidade. Arregacei as mangas e mandei ver.

Você está namorando o cara há pouco tempo. Sabemos como funcionam esses primeiros encontros. Cada um vai fornecendo informações para o outro: eu adoro rock, eu tenho alergia a frutos do mar, tenho um irmão com quem não me dou bem, prefiro campo em vez de praia, não gosto de teatro, jamais vou ter uma moto, não uso roupa amarela. A gente então vai guardando cada uma dessas frases num baú imaginário, como se fosse um pequeno tesouro. São os dados secretos de um novo alguém que acaba de entrar em nossa vida. Assim vamos construindo a relação com certa intimidade e segurança, até que um belo dia nosso amor propaga as maravilhas de uma peça de teatro que acabou de assistir, ou sugere 20 dias de férias numa praia deserta, ou usa uma roupa amarela. Pô, como é que dá pra confiar numa criatura dessas?
Pois dá. Aliás, é mais confiável uma criatura dessas do que aquela que se algemou em meia dúzia de "verdades" inabaláveis, que não muda jamais de opinião, que registrou em cartório sua lista de aversões. Vale para essas bobagens de roupa amarela e praia deserta, e vale também para coisas mais sérias, como posicionamentos sobre o amor e o trabalho. Mudanças não significam fragilidade de caráter. É preciso ter uma certa flexibilidade para evoluir e se divertir com a vida. Mas ainda: essa flexibilidade é fundamental para manter nossa integridade, por mais contraditório que pareça. Me vieram agora à mente os altos edifícios que são construídos em cidades propensas a terremotos, que mantêm em sua estrutura um componente que permite que eles se movam durante o abalo. Um edifício que balança! Com que propósito? Justamente para não vir abaixo. Se ele não se flexibilizar, a estrutura pode ruir.
O fato de transgredirmos nossas próprias regras só demonstra que estamos conscientes de que a cada dia aprendemos um pouco mais, ou desaprendemos um pouco mais, o que também é amadurecer. Não estamos congelados em vida. Podemos mudar de idéia, podemos nos reapresentar ao mundo, podemos nos olhar no espelho de manhã e dizer: bom dia, muito prazer. Ninguém precisa ficar desconcertado diante de alguém que se desconstrói às vezes.

Eu também não gosto de roupa amarela. Quem abrir meu armário vai encontrar basicamente peças brancas, pretas, cinzas e em algumas tonalidades de verde. No entanto, hoje de manhã saí com um casaco amarelo canário! Tenho há mais de 10 anos e quase nunca usei. Pois hoje saí com ele para dar uma volta e retornei para casa sendo a mesmíssima pessoa, apenas um pouco mais alegre por ter me sentido diferente de mim mesma, o que é vital uma vez ao dia.

"Quando uma lágrima cair de seus olhos, não se assuste pois será minha saudade te beijado em silêncio..."

Você sabe meu nome, não minha história. Você sabe a cor dos meu olhos, mas não o que eles já viram. Então não me julgue.

(...) faze com que eu perca o pudor de desejar que
na hora de minha morte haja uma mão humana amada
para apertar a minha (...)

Clarice Lispector
Uma aprendizagem ou o Livro dos prazeres. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Não é a morte que me importa, porque ela é um fato. O que me importa é o que eu faço da minha vida enquanto minha morte não acontece, para que essa vida não seja banal, superficial, fútil, pequena.