Agradecimento á Escola

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⁠A teologia é o diálogo entre a razão e a fé, iluminando os caminhos da vida espiritual e prática.

Inserida por Diocese

⁠Extasiado fico em olhar você, e quando você sorrir, afelicidade inunda meu ser. A boca mais linda desse mundo? É da minha amada, sincera e doce, como eu a amo.

Inserida por jefferson_monteiro

⁠A maior parte das minhas cicatrizes não foram feitas por inimigos, foram feitas por aqueles que diziam me amar. Semelhante ao profeta Isaias,o salvador virá é não Guardará silêncio .

Inserida por jefferson_monteiro

⁠A vida é simples; somos nós que insistimos em complicá-la.

Inserida por Kauuagabriel

⁠A vida não nos dá garantia de nada, nem certezas absolutas, com exceção da mudança. Algumas pessoas começam a caminhada ao nosso lado e por motivos que nós próprios desconhecemos, ficam pelo meio do caminho, fazendo-nos sentir como se tivéssemos andado sozinhos a viagem toda. Outras encontramos no meio do caminho e acabam chegando tão longe conosco que sentimos como se estivéssemos estado juntos com elas a vida toda e não conseguimos mais imaginar como seria o caminho sem elas.

Inserida por ednafrigato

⁠A camisa AZUL

Ao tocar meu corpo, senti borbulhas
teus olhos de jabuticaba, me fez navegar na imensidão da paixão
E no final,
o teu adeus meu deixou sem chão
deixando apenas a camisa AZUL de botão.

Inserida por ParIsabelle

⁠A.C. Grayling destaca que a moralidade ateísta, ao contrário das alegações frequentes de seus críticos religiosos, não é relativa ou frouxa. Pelo contrário, ela se baseia em um conjunto claro de princípios que são essenciais para o funcionamento harmonioso da sociedade e para o bem-estar de todos. Em sua visão, existem regras que devem ser mantidas, mas elas não derivam de submissão a uma autoridade divina ou do medo da punição eterna. Em vez disso, essas regras emergem da razão, da empatia e de uma compreensão profunda das necessidades humanas.

Inserida por JorgeGuerraPires

⁠A insatisfação com a própria aparência, ou a aversão à imagem que se vê, pode ser considerada uma questão estética que transcende o físico, afetando profundamente o bem-estar emocional. Viver sob a constante angústia da reprovação da própria aparência é uma experiência dolorosa e limitante. Cultivar o autoconhecimento, a autoaceitação e o amor-próprio são caminhos essenciais para transcender a angústia da reprovação da aparência e abraçar a beleza única que nos foi presenteada por Deus!
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!

Inserida por ROSINEI48

⁠A nossa natureza exige que as nossas energias sejam recarregadas pela paz do silêncio interior. Poucos de nós somos capazes de exercitar e alcançar esta paz, sabendo disso a nossa natureza deu-nos a paz e o silêncio do sono, mas oito horas de sono não bastam. Agora imagine a qualidade da energia e a saúde mental de quem não dorme bem!

Inserida por anapaulafanz

⁠A aflição do mundo moderno está em ninguém ouve ninguém, não escutar é uma doença, a doença do não escutar está levando o mundo para um buraco de aflição.

Inserida por anapaulafanz

⁠A segunda chance é humana, A terceira chance é cristã, dá a quarta éfalta de amor próprio. Perdoar não tem limite, conviver tem!

Inserida por anapaulafanz

Já são tantos pensamentos (10) sobre você...
Hoje foi o dia em que eu mais senti ⁠a sua indiferença...e foi o momento em que chorei e percebi que realmente me apaixonei por você e fico na dúvida se voltarei a te ver nos próximos dias quando você voltar
Deveria me afastar..ficar longe do que maltrata esse coração mas será que iria adiantar?? Tento não olhar as mensagens mas é inevitável!
Levo teu abraço e teu doce beijo na face comigo que por mim ficaria um longo tempo ali contigo...
São 2 da manhã e não consigo dormir...pensando em como será os próximos dias...eu aqui precisando tomar uma decisão e pensando que ficarei mais de duas semanas sem te ver...
Como alguém que nem pude tocar os lábios faz uma reviravolta dessas na minha mente e no meu coração...
Já não consigo mais voltar ao que eu era antes de você...
Não são as mulheres é você a mulher que sem querer conquistou o meu coração.. então eu pergunto aos céus: porquê agora porquê você?!

⁠A paixão é como o fogo
No começo faz queimar
Com o tempo enfraquece
Até mais não chamuscar
Já o amor é como o ar
Que podemos respirar
Sem medo de se acabar

Inserida por RomuloBourbon

⁠A pluralidade de denominações evangélicas, especialmente no Brasil, é outro exemplo claro de como a moralidade religiosa é mais maleável do que os próprios defensores da moral "absoluta" frequentemente admitem. Com mais de 1.000 denominações evangélicas no país, cada uma com suas particularidades e interpretações da Bíblia, fica evidente que, na prática, a moralidade não é uniforme nem estática. Embora todas essas denominações compartilhem uma base comum nos textos sagrados e em crenças centrais sobre Deus, suas regras, costumes e normas morais podem variar amplamente.

Inserida por JorgeGuerraPires

⁠A abordagem ateísta, como defendida por pensadores humanistas como A.C. Grayling, reconhece essa inconsistência e propõe uma alternativa. Em vez de basear a moralidade em um texto ou em uma suposta vontade divina que muda conforme os tempos, o ateísmo sugere que ela deve ser construída sobre princípios racionais e universais que busquem minimizar o sofrimento e promover o bem-estar humano. Sim, ambas mudam, mas uma aceita a mudança como base, a outra nega que muda, criando uma falsa ideia de absolutismo. Assim, evita-se o risco de justificar atrocidades sob a bandeira da religião, algo que a história nos mostrou repetidamente ser possível.

Inserida por JorgeGuerraPires

⁠A religião é um caminho para o qual
o homem se dirige, em busca
de um conformismo diante do
inesplicável e o inevitável,
para ele se aceitar como limitado.

Inserida por joseni_caminha

⁠"A dor pode parecer infinita, mas o bálsamo do amor daqueles que nos cercam tem o poder de trazer alívio, transformando lágrimas em força e sofrimento em esperança."

Inserida por celso_augusto_soares

⁠A passividade é vista, por muitos, como fraqueza — uma árvore que se curva ao vento, sem resistência, sem carácter. Dizem que quem tolera é porque teme, que quem se cala tem medo do confronto, que quem se afasta é um submisso, um "banana". Mas o silêncio não é fraqueza, nem a calma é covardia. Há uma força que se revela na quietude, uma sabedoria que prefere a distância, uma paz que não se oferece à tempestade.

Mas aqueles que julgam com olhos curtos não sabem que, por trás de cada gesto contido, há um limite invisível, um ponto de ruptura que não se anuncia, que ninguém vê até que se quebre o silêncio. Eles pedem para que mostremos as garras, para que nos revelemos como lutadores. E quando, por fim, o tom de voz se altera, o rosto se endurece e o coração se solta, os mesmos que pediam a batalha recuam, como quem teme o fogo depois de o ter provocado. Querem a calma, mas não entendem a violência do espelho que, por fim, reflete a sua própria face.

E eu? Eu sou passivo, mas não estúpido. Calmo, mas não resignado. Aceito o fardo da paciência, porque sei que não sou um boneco de marionete. E quando me chatear, quando o peso se tornar insuportável, os que me pediram para mostrar os dentes não gostarão do que verão. A passividade tem o seu valor — e eu sei, melhor do que qualquer um, até onde posso ir sem perder o que sou.

⁠A passividade, muitas vezes confundida com fraqueza, carrega em si uma outra forma de força, que escapa aos críticos. Aqueles que a julgam, acreditando que se trata de medo ou covardia, não percebem o poder de quem escolhe o silêncio. Quem exige que se mostre as garras, que se revele a fúria, não entende a quietude de quem não sente necessidade de expor as suas intenções. O que parece fragilidade pode, na verdade, ser uma forma de resistência que não se traduz em palavras ou gestos, mas numa serenidade que recusa o confronto sem razão.

E, contudo, existe sempre um ponto onde a quietude deixa de ser sustentável. Quem escolhe o silêncio sabe que, eventualmente, o tom mudará. E quando a paciência chega ao seu limite, quem tanto desejava a luta, ao tocá-la, recua, desconfortável com aquilo que antes queria ver. A passividade não é uma fraqueza, mas uma maneira de não se submeter ao ruído do mundo, de não se deixar arrastar pelas expectativas dos outros.

Sou passivo, mas não sem entendimento. Calmo, mas não submisso. Respeito o meu próprio ritmo, porque sei que a verdadeira força está em saber não ceder às pressões alheias, em manter a calma mesmo quando tudo à volta pede uma reação. Quem me conhece entende que o silêncio não é vazio, mas uma forma de escolher o momento certo para se mostrar.

⁠A tempestade passa. É fundamental ser paciente. Os novos dias sempre trazem novas perspectivas!

Inserida por NanaBernardes