Agradecimento á Escola

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⁠"A indignação abre portas para a ação"

Inserida por LuanCrystian

⁠"A vida é muito curta. Não se preocupe se tu fracassar, a eternidade é uma estrada sem fim"

Inserida por LuanCrystian

⁠"A pessoa que você ilumina hoje, pode ser a pessoa que te tira do buraco amanhã"

Inserida por LuanCrystian

⁠"A vida é muito curta diante da eternidade. Devemos viver com intensidade e constância ao mesmo tempo"

Inserida por LuanCrystian

⁠ O empobrecimento dos ricos, é o vangloriasse sobre os pobres.
A sua miséria; Reter suas riquezas e depósitos a morte.

Inserida por SilasSalatiel17

⁠A vida nos proporciona muitos desafios! Cada um deles uma lição.
Para alcançar nossos objetivos temos que apreender que a vida é cheia de mudanças. Só assim teremos a oportunidade de avançar e conquistar nossas metas e objetivos!
Temos que sentir o prazer e a doçura das vitórias.
Permita-se!

Inserida por jornalistabueno

⁠A pessoa acha que você oferece pouco e quer muito, mas como ofertar muito senão há reciprocidade.
A via é de mão dupla!
Existe um equilíbrio em tudo na vida, a balança precisa ser justa, podemos até deixar passar um pouquinho, mas nunca exceder para quem não fez por merecer.
Suas atitudes falam por você, não é necessário muito dizer.

Pensamento de Islene Souza

Inserida por ISLENESOUZA

⁠"A arte é obra do artista, mas isso não quer dizer que o artista é o tempo todo, obra da arte"

Inserida por LuanCrystian

⁠"A sociedade em que eu vivo é reflexo daquilo que eu sou, seja consciente ou inconsciente"

Inserida por LuanCrystian

⁠A mansão

Bem-vindo à mansão da escuridão
Onde os espíritos vagam em vão
Os mistérios que guardamos aqui
São impossíveis de desvendar, enfim

Verso 1:
Cheguei à mansão no fim da estrada
Sob um céu de estrelas apagadas
Ouvi sussurros nos corredores frios
Ecos de vidas perdidas em desalento

No hall de entrada, um arrepio no ar
A sensação de que algo está a espreitar
Portas se abrem sem ninguém por perto
Os mistérios dessa mansão me deixam incerto

(Refrão)
Bem-vindo à mansão da escuridão
Onde os espíritos vagam em vão
Os mistérios que guardamos aqui
São impossíveis de desvendar, enfim

Verso 2:
No salão principal, sombras dançam sozinhas
As paredes guardam segredos, histórias sombrias
Os espíritos aprisionados pela maldição
Não encontram paz, estão condenados à confusão

Escuto vozes sem dono, risos sem alegria
A mansão é um enigma, uma eterna agonia
Os que aqui habitavam, agora vagam sem rumo
Presos para sempre neste sombrio resumo

(Refrão)
Bem-vindo à mansão da escuridão
Onde os espíritos vagam em vão
Os mistérios que guardamos aqui
São impossíveis de desvendar, enfim

Ponte:
Corredores intermináveis como labirintos
Cada quarto esconde um segredo distinto
Os espíritos anseiam por libertação
Mas a maldição os mantém em constante aflição

Solo misterioso

(Refrão)
Bem-vindo à mansão da escuridão
Onde os espíritos vagam em vão
Os mistérios que guardamos aqui
São impossíveis de desvendar, enfim

Verso 3:
Ao amanhecer, tento deixar este lugar
Mas a mansão não vai me libertar
Preso em seu feitiço, me vejo condenado
A desvendar os enigmas deste círculo fadado

Na mansão da escuridão, o tempo não passa
Os espíritos ecoam em uma dança sem graça
Toda a beleza que um dia existiu desvanecida
Agora apenas sombras e mistérios são ouvidos

(Refrão)
Bem-vindo à mansão da escuridão
Onde os espíritos vagam em vão
Os mistérios que guardamos aqui
São impossíveis de desvendar, enfim

Outro Refrão:
Bem-vindo à mansão da escuridão
Onde os espíritos vagam em vão
Os mistérios que guardamos aqui
São impossíveis de desvendar, enfim

Ao estilo de "Hotel California", esta música retrata a atmosfera misteriosa e enigmática de uma mansão assombrada, onde os espíritos estão aprisionados pela maldição do local. A melodia é envolvente e a letra explora a sensação de desconcerto e aprisionamento, mantendo o ouvinte intrigado com os segredos ocultos da mansão.

⁠A estação abandonada

(Verso 1)
Na penumbra de uma estação, onde os trilhos esquecidos
Ecoam os murmúrios do tempo, segredos não divididos
O vento sussurra histórias, entre os vagões de solidão
Uma estação abandonada, palco da próxima canção

(Refrão)
E lá vem o trem fantasma, pelos trilhos da saudade
Leva passageiros estranhos, em uma dança de eternidade
Entre sombras e memórias, onde o passado se entrelaça
Este é o caminho que transcende,

(Verso 2)
As portas rangem abertas, convidando almas perdidas
Fantasmas do passado, embarcam em suas vidas
Cada banco carrega histórias, como folhas ao vento
Enquanto o trem serpenteia, seu destino é um segredo

(Pré-Refrão)
O chiar dos freios ressoa, como um lamento no ar
Entre estações abandonadas, o mistério a se revelar
A lua observa silenciosa, enquanto a viagem se inicia
O trem fantasma parte, numa jornada que não se acaba

(Refrão)
E lá vem o trem fantasma, pelos trilhos da saudade
Leva passageiros estranhos, em uma dança de eternidade
Entre sombras e memórias, onde o passado se entrelaça
Este é o caminho que transcende,

(Ponte)
Pelos campos de lembranças, o trem desliza como um sonho
Passageiros observam paisagens, onde o tempo é um enigma a ser desvendado
Uma sinfonia de suspiros, ecoando através dos vagões
Enquanto o trem atravessa horizontes, tocando corações

(Verso 3)
A melodia da viagem, é uma canção sem fim
Cada nota ressoa, em corações que buscam o além
Rostos pálidos refletidos nas janelas embaçadas
O trem fantasma avança, por trilhos onde a história é contada

(Pré-Refrão)
O tempo dança lentamente, entre os destroços do passado
Na estação abandonada, um eco de vida é ressuscitado
Os fantasmas do trem, em cada estação que passam
Deixam marcas na alma, como vestígios que jamais se desfaçam

(Refrão)
E lá vem o trem fantasma, pelos trilhos da saudade
Leva passageiros estranhos, em uma dança de eternidade
Entre sombras e memórias, onde o passado se entrelaça
Este é o caminho que transcende

(Final)
Na última estação, o trem desaparece na neblina
Deixando para trás o eco de uma jornada divina
A estação abandonada volta ao silêncio, à espera do amanhã
Enquanto os passageiros descem, tocados por essa viagem sem fim.

⁠A estação

(Verso 1)
Numa estação deserta, onde trilhos ecoam silêncio,
Entre sombras e destroços, há um mistério em evidência.
Passageiros estranhos, fantasmas do passado,
Em um trem fantasma, a jornada é entrelaçada.

(Refrão)
Bem-vindo à estação esquecida, onde o tempo se desfaz,
O trem fantasma parte, para um destino que nunca satisfaz.
Passageiros perdidos, na dança da eternidade,
Como no Hotel California, aqui a realidade é uma dualidade.

(Verso 2)
As portas rangem abrindo, um convite para o desconhecido,
A estação abandonada, palco de um espetáculo perdido.
Nas sombras dos vagões, rostos pálidos refletem saudade,
Cada banco conta histórias, como páginas de uma velha cidade.

(Pré-Refrão)
O vento sussurra segredos, enquanto o trem avança,
Pelos trilhos da nostalgia, onde a realidade dança.
O passado e presente se entrelaçam, num abraço etéreo,
No trem fantasma, onde o tempo é um jogo sério.

(Refrão)
Bem-vindo à estação esquecida, onde o tempo se desfaz,
O trem fantasma parte, para um destino que nunca satisfaz.
Passageiros perdidos, na dança da eternidade,
Como no Hotel California, aqui a realidade é uma dualidade.

(Ponte)
Pelos corredores vazios, a melodia do passado ressoa,
Cada nota é um eco, num túnel de sombras à toa.
Acredite na ilusão, onde tudo que reluz é ouro,
No trem fantasma, a jornada é um labirinto sonoro.

(Solo Instrumental)

(Verso 3)
A mulher que guia, entre as almas que vagueiam,
Acredita que o trem é um portal, onde destinos se entrelaçam.
Memórias se desdobram como pétalas ao vento,
No coração da estação, um segredo em cada momento.

(Pré-Refrão)
Os passageiros são espectros, dançando no crepúsculo,
Na trilha do desconhecido, onde cada passo é um sussurro.
O trem fantasma avança, como um vulto na escuridão,
Levando almas perdidas, numa eterna canção.

(Refrão)
Bem-vindo à estação esquecida, onde o tempo se desfaz,
O trem fantasma parte, para um destino que nunca satisfaz.
Passageiros perdidos, na dança da eternidade,
Como no Hotel California, aqui a realidade é uma dualidade.

(Final)
No horizonte distante, o trem se perde na neblina,
A estação silenciosa aguarda o retorno da sina.
Na penumbra, a música persiste, como um eco na eternidade,
Na estação de sombras, onde o trem fantasma encontra sua verdade.

⁠A mulher abençoada é aquela que serve com amor e dedicação. Que o Senhor recompense cada ato de bondade e que o teu serviço seja testemunho do amor divino. Feliz Dia da Mulher!

Inserida por pensador

⁠A vida é feita de palavras, elas explicam e fazem nascer e morrer.

Socorro Acioli
Oração para desaparecer. São Paulo: Companhia das letras, 2023.
Inserida por pensador

⁠A vida e a morte são forças presentes em nós e ao nosso redor. A cada manhã, despertamos como testemunhas de um renascimento milagroso. Presenciamos o nascimento de crianças, a superação de doenças que poderiam levar à morte. No entanto, também nos vemos impotentes diante da perda de entes queridos, seja de forma gradual ou súbita.
A proximidade entre a vida e a morte é uma realidade constante. Em meio a isso, escolho todos os dias celebrar a vida e zelar por ela. Opto por vivenciar este milagre que nos capacita a amar, sorrir, chorar e experimentar sensações incríveis. A vida é única, um instante fugaz ao qual devemos nos entregar por completo

Inserida por mardoniobarros

⁠A poesia não deve ser usado com raiva nunca ser usado sem amor a poesia não deve ser usado para ofender dar sua opiniões políticas e ideologias a poesia e para amar falar das coisas bonitas lindas que sentimos vermos, mais vem o mal quer tirar prazer das pessoas, pois seu coração e egoísta não fica o amor

Inserida por irenrodrigues

⁠a água limpa a péle e o choro limpa o coração, então não faz mal chorar as vezes

Inserida por Cesar2023

⁠A censura sábia é aquela que jamais humilha.

Inserida por MauricioCavalheiro

⁠A morte é o início de uma vida, para muitos isso seria uma paradoxo, para outros é o objetivo de nossa existência na terra.

Inserida por DanielKhorrea

⁠A vida é como um rio, repleto de correntezas e redemoinhos. Deixar de viver é permitir ser levado, sobreviver é lutar contra as correntezas, mas viver é um revezamento entre navegar sobre o rio e mergulhá-lo.

Inserida por oseias_gulart