Agradecimento á Escola
"A centelha da alma se acende quando encontramos o verdadeiro propósito da vida. É nesse momento que deixamos apenas de existir para, enfim, começar a viver."
"A mente de um pensador é como um pássaro que, depois de encontrar a porta aberta da gaiola, descobre que a liberdade não está apenas em voar, mas em nunca mais aceitar viver aprisionado."
"As maiores feridas nem sempre deixam cicatrizes na pele. Muitas permanecem escondidas no coração, esperando apenas que alguém as enxergue com compaixão."
— Fabinho Martins
"Há pessoas que olham para uma árvore cortada e enxergam apenas o que foi perdido. Deus, porém, sente o cheiro das águas antes mesmo que os primeiros brotos apareçam. Onde o ser humano vê o fim, Deus continua vendo a possibilidade de um novo começo."
— Fabinho Martins
"A compaixão é o cheiro das águas que Deus usa para despertar esperança em corações que acreditavam não poder florescer outra vez."
"A saudade nos ensina o valor do tempo. A compaixão nos ensina a não desperdiçá-lo."
— Fabinho Martins
"A fé não exige que todas as perguntas sejam respondidas. Ela nos convida a continuar caminhando, confiando que Deus permanece conosco em cada passo."
— Fabinho Martins
Fabinho, gosto especialmente deste trecho
Na minha avaliação, considerando a história e a diversidade de origens da população, o Brasil é provavelmente o país mais miscigenado do mundo."
Às vezes, olhar para dentro é como encarar um oceano em dia de ressaca,a água é profunda, escura e se move rápido demais para que eu consiga acompanhar. Eu sou o meu próprio maior mistério. Em um segundo, estou aqui, ancorado na rotina, com os pés pesados e os olhos fixos no chão. No segundo seguinte, sem qualquer aviso, um gatilho invisível é disparado. Minha mente ganha asas. O pensamento desenha um voo uma urgência cega de largar as malas de quem eu sou, esquecer o nome, esquecer tudo, e simplesmente sair por aí, sem rumo, sem bússola, sem destino. É exaustivo habitar uma mente que não pede licença para decolar, é exaustivo não conseguir entender seu próprio caos e esperar que alguém veja o que você não é capaz de enxergar .
Enzo Ruchell
With YOU...o amor ganha intensidade e sentido, transformando cada dia em um novo capítulo inesquecível da nossa pequena história. _Enzo Ruchell_
Escolher você não foi uma renúncia às outras opções, mas a descoberta de que nenhuma outra opção jamais faria sentido.
_Enzo Ruchell_
Continuando sobre as antigas comemorações do 13 de Maio, e o 20 de Novembro, que existem contradições históricas via viés políticos se Zumbi, existiu ou não. Só sei que avisei ao meu saudoso grande amigo e mestre Darcy Ribeiro, que a cabeça escultórica colocada na Praça Onze no RJ via PDT, não era dele, pois segundo alegações ele era Banto e é sim uma replica escultórica de um príncipe Argelino ou Nigeriano, exposta originalmente e ate hoje, no Museu Nacional de Londres. Enfim, com poucas pesquisas e estudos sérios e avançados sobre os elementos da cultura afrodescendente no Brasil e a inconsistente programação politica tudo vale e aceitam o que a cultura estrangeira colonial, diz.
A noite engole o dia
Cai uma chuva fininha.
O dia vira noitinha.
Tudo lá fora vagarosamente escurece.
O dia entre sombras desaparece.
O verde da relva seca umedece.
Torna-se cinza na cortina da noite que pouco a pouco desce.
Passa o tempo escuro.
No passado a noite fica.
Chega a luz – novo futuro.
Meu desencontro
Meu desencontro.
Bebo a/à indiferença do mundo.
Crio pontes... Em repentes...
Essa linearidade da vida que roda sobre esferas.
Faço-me fera.
Faço-me alguns eus...
Sofrem alguns...
Centro-me.
No centro me desconcentro... me desencontro.
Difícil encontrar-se num encontro.
Sigo os semiapagados rastros...
Concêntrico... Homocêntrico...
Estou exausta...
E com os sapatos gastos.
A culpa é sempre minha
A culpa é sempre minha. Sim, alguém tem de assumir, e sempre só sobra eu... então, a culpa é sempre minha...
Como é difícil pra muitas pessoas assumir a culpa. Não assumem e pronto. Arrumam mil desculpas, inventam, mentem, omitem... mas não admitem.
Caramba, meu. É tão mais fácil assumir. Não, eu não quero. Não, eu não tenho vontade. Não, eu não posso. Mas, pra cada não... é melhor arrumar uma desculpa - nem que seja esfarrapada - pra evitar confusão... é assim que muita gente pensa.
Beleza, você arruma uma desculpa qualquer, e outro ou a outra se convence... e você pensa que vence. E o outro ou a outra pensa que vence.
Afinal, quem realmente vence?
Você... que com a cara mais lavada deste mundo criou uma situação super inacreditável, fez mil malabarismos e caiu... de cama?
O outro... ou a outra.... que acreditou (ou fez que acreditou... porque estou desconfiad@ que o outro ou a outra não é tão bob@ assim). Se fez de bobo, se fez de boba e levou a vida adiante, até passar uma rasteira em você logo adiante? Até que um dos dois cai... ah! cai... porque isso de passar rasteira, meu filho, desequilibra e vira tudo, copo quebrado, perna quebrada, nariz quebrado, confiança quebrada.
E depois que a confiança quebrou... quebrou e fim. Não há superbond que dê jeito... vai ficar trincada, vai ser mentira pra todo lado... até cada um ir pro seu lado.
Pois, pois, amigo... assim é a vida. Assume, vai. É melhor, você vai dormir melhor, bem melhor. E depois que você aprender a assumir a culpa, você vai ver como é leve... a vida.
E também duas coisas você vai aprender:
a) A ver de longe quando alguém dá uma desculpa mentirosa.
b) A não mais ficar arrumando as melhores desculpas do mundo... porque você mesmo vai saber que nem mesmo as melhores desculpas do mundo colam.
Não colam, não... podem até dar uma grudadinha, mas no primeiro ventinho... descolam.
“A Morte do Amor”
Dizem que o casamento deve durar
até que a morte os separe.
Mas ninguém nos preparou
para a morte que acontece antes do funeral.
A morte do amor.
Há sepultamentos que nunca encontram um cemitério.
Porque existem corpos que morrem.
E existem sentimentos
condenados a permanecer vivos debaixo da própria lápide.
O amor raramente morre de uma vez.
Ele agoniza.
Morre em pequenas hemorragias invisíveis.
Sangra no silêncio das palavras
que deixaram de ser ditas.
Na ausência do abraço
que já não encontra morada.
Na indiferença que lentamente substitui o encantamento.
Descobri que o oposto do amor
não é o ódio.
O ódio ainda olha.
Ainda reage.
Ainda se importa.
O verdadeiro coveiro do amor
chama-se indiferença.
Mas há uma morte ainda mais cruel.
O dia em que o respeito. Abandona a casa.
Porque quando o respeito parte, o amor perde o endereço.
Onde o respeito morre,
o amor apenas sobrevive por aparelhos.
E aquilo que continua sendo chamado de casamento
muitas vezes já é apenas
a convivência de duas solidões
dividindo o mesmo teto.
Sem respeito, o carinho torna-se obrigação.
O toque transforma-se em protocolo.
O diálogo converte-se em disputa.
E os olhos, que antes eram janelas, passam a ser muros.
Poucos percebem que a violência começa muito antes do grito.
Ela nasce quando deixamos de enxergar a humanidade do outro.
Quando a compaixão é substituída pela razão.
Quando vencer uma discussão
se torna mais importante
do que preservar um coração.
É nesse instante que a alma começa a ser aprisionada.
Porque não existe prisão maior
do que permanecer onde o amor já partiu, mas a esperança insiste em vestir suas roupas.
A alma deixa de viver.
Passa apenas a sobreviver.
Respira.
Mas já não floresce.
Sorri.
Mas já não habita o próprio sorriso.
Existe.
Mas já não encontra sentido
na própria existência.
E então compreendi que a pior solidão não é dormir sozinho.
É deitar ao lado de alguém
que deixou de nos encontrar.
Há mãos que se tocam sem jamais se alcançarem.
Há beijos que nunca chegam à alma.
Há alianças que unem os dedos, mas jamais os destinos.
Talvez seja por isso que tantas pessoas permaneçam presas
não por amor, mas pelo medo.
Medo do julgamento.
Medo da culpa.
Medo da mudança.
Esquecem-se de que o amor nunca aprisionou ninguém.
Quem aprisiona é a ausência dele.
O amor verdadeiro sempre foi liberdade.
Nunca cárcere.
Nunca sentença.
Nunca sobrevivência.
No fim, descobri que a promessa não era permanecer
ao lado de alguém até que a morte os separasse.
Era impedir, todos os dias, que o amor morresse antes da vida.
Porque, quando o amor morre,
não são apenas duas pessoas
que deixam de se amar.
Morre a delicadeza.
Morre a empatia.
Morre a compaixão.
Morre o respeito.
E quando o respeito morre,
a alma continua respirando…
mas deixa, lentamente, de viver.
Carlos EDUARDO Balcarse
As cicatrizes são o preço de uma lucidez que ninguém desejaria comprar. Elas ensinam que viver não é permanecer intacto, mas sobreviver àquilo que tinha o poder de nos destruir.
- Relacionados
- Versos de agradecimento
- 41 frases de família e escola que reforçam a importância dessa relação
- 47 frases sobre Educação Infantil para educar com empatia
- Frases de agradecimento para momentos especiais
- Texto sobre Mulher
- Frases com Autoestima para Escola
- 47 frases de volta às aulas para motivar no retorno à escola
