Agradecer os Pais

Cerca de 10498 frases e pensamentos: Agradecer os Pais

Li nos jornais que há muita corrupção no país. Li no país que há muita corrupção nos jornais.

Inserida por rubensoficial

"O que atualmente me deixa frustrado, é o povo tranquilo com um país de distúrbios em que vivemos atualmente. O povo sem voz é um povo calado, e o povo calado esta batendo palmas ao acaso"....

Inserida por Boysdontcry

Vivemos em um país de Macunaímas.

Inserida por GGoldman

Os pais só batem em seus filhos porque eles não têm paciência com as crianças e não para educa-los pois se for falar sobre a verdadeira educação haveria a terceira guerra mundial justamente pelo fato da verdadeira educação ser totalmente diferente daquilo q os pais fazem com os seus filhos e dos padrões imposto pelo sistema,no máximo eles jogam a criança dentro de um colégio pra evitar o trabalho e pra facilitar sua vida,então assim segue eles,sem perceberem que estão fazendo tudo errado,fazendo muito mal para as crianças,entretanto eles fazem assim porque pensam estar fazendo o certo,mas eu não culpo eles,afinal, eles não sabem oque fazem.

Inserida por ConfideFriasolitaria

"No pais onde privilegio come direito...
vivem pelas beirada, não é verão mais querem praia. Mata, oxigênio, natureza, mais pelo medo do que pela própria beleza.
Paraíso artificial."

Inserida por CalWill

Não tenha vergonha de seus pais,pois foi eles que te colocaram no mundo.

Inserida por francisco_pereira

Somos um país de cegos. E com nossa cegueira vendemos nosso país a quem paga mais.

Inserida por pensador

No país da corrupção e impunidade, eleições é apenas o processo pelo qual escolhemos os ladrões que irão nos roubar.
22/09/2017

Inserida por boldaneamaral

Do jeito que este País tá...
Não adianta lamentá...
É se fudê é trabaiá...
Pra este bando sustentá...
E o nosso Brasil acabá...
E fazer se acovardá...
Aqueles que podem lutá...
Para nossa nação melhorá...
Mas pra eles é bom do jeito que tá...
Pois nesta teta todos querem mamá...
E o povo que vai se ferrá...
Até aprender a votá.
E esta corja do poder tirá...
Para que outros nossa Pátria possa Honrá...
Dando aos brasileiros o direito de andá...
Com segurança e pra casa poder voltá...
Do seu trabalho e sua família poder abraçá...
Esse é o Brasil que todos nós vivemos a sonhá.
Com um poder dígino para que a Paz aqui possa reiná.

Inserida por sergiocancioneiro

Todos os pais deveriam estimular seus filhos a desenvolverem as suas capacidades intelectuais e não a sua beleza, porque, no futuro, eles serão julgados, muito mais, por sua capacidade de raciocínio e, muito menos, pela sua beleza física!

Pedro Marcos

Inserida por PMarcos

Neste país em decomposição, nenhuma instituição funciona de forma minimamente normal."

Inserida por Liszt1999

Tem coisas que não acontecem; no país da jabuticaba.

Inserida por apabranches

Somos a combinação da nossa ancestralidade, de uma genética forte, dos nossos pais, do lugar que nascemos, da nossa cultura, das nossas crenças impostas, o meio que vivemos e as pessoas que escolhemos para fazer parte de nós tem uma grande influência na nossa vida... mas somos muito mais... somos o que queremos ser, as viagens que fizemos, os livros que lemos, as diferentes culturas que nos impactam, nossos sonhos, a vida em si, dia pós dia... não podemos ser vítima das situações e das pessoas... somos responsáveis por nós mesmos e pelo que queremos alcançar... nossos sonhos a cada novo objetivo.

Inserida por joice_gabriela

Preocupado com o futuro do país.
Na verdade, creio que a política do país precisa de uma formatação, como um computador que se torna lento e cheio de vírus.

Inserida por ValterLemes

nao tenho pais se parados ta

Inserida por maria_clara_avila

Larissa estava sozinha na casa. Era um sábado, em meados dos anos noventa, e seus pais saíam às compras: ela tinha quinze anos de idade e fazia a sua prática de piano. Pedira emprestado o despertador de seus pais e colocava-o em cima do piano para que o tempo passasse. Tantas lições de vinte minutos para fazer, parecia ter de ficar lá para sempre. Enquanto ela estava tocando, muitas vezes olhou para o relógio, querendo forçar o tempo passar. Às vezes ela apenas olhava fixamente para o relógio, deixando seus dedos vagarem ao acaso ao redor das notas.
Pensava que nada neste mundo pode tomar o lugar da persistência. Nada é igual a uma pessoa perseverante. Talento? Não. Não haveria de ser: nada é mais comum do que os homens sem sucesso esbanjando talento. Gênio? Gênios não são recompensados e isso é quase um provérbio. A educação: o mundo está cheio de educados negligentes. Persistência, tenacidade e determinação, sozinhas, são onipotentes.
Ela estava trabalhando com os exercícios em um livro de Arnold Schoenberg sobre harmonia, mas Larissa gastou toda a esperança que sentiu quando começou as aulas de piano naquele livro. Ela sabia que não era particularmente boa, e que o piano não era a resposta que ela esperava para o que não estava resolvido em si mesma.
Havia alguma coisa em que sua mente estava conectada com os sons que seus dedos estavam fazendo. Além disso, a sua professora de piano, que era gentil e sensata, gostava de Larissa em primeiro lugar porque estava disposta a tocar peças modernas e atonais: a maioria de seus alunos preferiu ficar com Bach. Amargamente, ela se dirigiu a si mesma, as linhas do cenho franzidas entre seus olhos, para uma das peças de criança de Bartók, quebrando-a como devia, praticando a mão esquerda primeiro, repetidamente.
Houve um alívio em bater os acordes repetidos, que não eram satisfeitos nem repousavam. Sua mão direita estava enrolada em seu colo, palma para cima, uma coisa inútil. Sentimentos despertados pelo toque da mão de alguém sob o piano, o som da música, o cheiro de uma flor, um belo pôr do sol, uma obra de arte, amor, riso, esperança e fé: todos trabalham tanto no inconsciente quanto nos aspectos conscientes do eu. A música possui consequências fisiológicas também.
Com quadra violência súbita, Larissa sentiu frio. Ainda estava fresco dentro de casa e ela desejava um casaco curto de lã que emanasse estilo, beleza, cores, formas, texturas, atitudes, caráter e sentimentos.
Pensava que quando as grandes concepções melódicas e harmônicas estavam vivas, as pessoas pensantes não exaltavam a humildade e o amor fraterno, a justiça e a humanidade, porque era realista manter tais princípios e estranhos e perigosos desviar deles, ou porque essas máximas estavam mais em harmonia com a seus ritmos folclóricos e sincopados. Sustentavam-se a tais ideias musicais porque viam nelas elementos de verdade, porque os ligavam à ideia da realidade, fosse na forma da existência de algum deus ou de uma mente transcendental, ou mesmo da natureza como um princípio primevo.
Este quarto na frente da casa era sempre escuro, por causa das castanheiras para fora da janela. Eles o chamavam de sala de jantar, embora o usassem para jantar apenas em ocasiões especiais, ou quando sua mãe tinha alguma ideia um jantar sedioso; um certo programa gastronômico. Principalmente, eles assistiram televisão aqui. De fato, naquela noite estava planejado um jantar, e a sala parecia estar preparada antecipadamente: as notas que Larissa tocou caíram em um silêncio alerta. A televisão estava em um canto, em frente a um sofá baixo coberto de algodão verde oliva. A mãe de Larissa tinha feito as cobertas do sofá e também as cortinas do chão em veludo amarelo-mostarda. Todo o piso térreo - a sala de jantar, a cozinha e o salão - estava assentado com azulejos pretos e brancos, presos a chapas de madeira pregadas sobre o velho assoalho de mogno.
Os pais de Larissa ensinavam em uma escola secundária moderna. Muitas pessoas naquela época não gostavam de viver nessas casas geminadas em ruínas, de modo que um professor e sua esposa podiam pagar uma, se tivessem imaginação e pudessem fazê-lo sozinhas. Eles haviam contratado um construtor para derrubar uma parede entre a sala de jantar e o salão, mas o resultado exasperou a mãe de Larissa. Ela tinha uma visão da casa que ela queria, elegante e minimalista. Uma lâmpada em um globo de papel branco japonês foi suspenso em um flex longo do teto alto. Larissa tinha acendido esta luz quando desceu para fazer a sua prática, e à luz do dia brilhou fracamente e nada hospitaleira.
Acima da lareira da sala de jantar havia um espelho de moldura dourada que sua mãe encontrara em uma sucata e reparava. Ela também tinha feito lâmpadas com velhos garrafões de vidro e garrafas de cerâmica, com seus próprios tons de seda. Seus efeitos parecem esparsos, hemostáticos e raquíticos, amadores, em comparação com a maré volumosa de gastos e decoração que veio mais tarde. Mas essa inocência é atraente, e não incongruente com os quartos georgianos de teto alto, sempre pintados de branco.

Inserida por Gazineu

memórias
aquele moleque travesso, avesso a cercas, à revelia dos pais, sem um vintém​ "varava" a estação de são miguel, e no balanço do trem, ganhava novos mundos, novos cheiros e aromas de mogi até o brás.
sabedor q 'manoel feio' fazia jus ao nome, e senhor absoluto das lagoas de 'ururai' até 'aracaré', aos treze já com responsabilidade de homem operário, em busca de salário, às cinco já estava de pé.
deixara para trás as peladas no campinho e o pega-pega, e na gaveta da memória o seu estilingue, suas bolinhas de god e o pião, distanciando-se temporariamente do cheiro cáustico e do apito da nitro, calçando​ um vulcabras apertado p pisar em outros chãos.
sonolento e sem poder dar no pé, aquele ainda menino, sem despertar do cochilo, sabia estar em ermelino ao sentir o cheiro de enxofre da matarazzo, dona de outra chaminé.
de 'eng. goulart', 'eng. trindade' e 'penha', a única memória afetiva e q pode fazer parte dessa resenha, é ter visto de longe e ao logo da linha o que seria o bucólico parque ecológico e o inalcançável​ clube esportivo da penha.
da 'carlos de campos', ja livre da busca pelo feijão e arroz, soube tempos depois que o governador de são paulo, patrono da estação, a fez quartel general na revolução de trinta e dois.
já na quarta e quinta paradas, área mais industrializada, aliás, até o brás, o cheiro o remetia à usinagem; a uma montanha de cavaco do ferro descascado, imagem que o menino não esquece jamais.
tudo mudava no tatuapé e no belém, quando o cheiro da fábrica de bolachas, e o aroma da café seleto, produtos às vezes arredios à mesa daqueles passageiros, tomava o trem por inteiro.
aos operários apenas cheiros que vão e que vêm, e aquele moleque, agora com mais idade, relembra Solano Trindade, e em noites insone ainda ouve no ranger das ferragens do trem: "tem gente com fome / tem gente com fome / tem gente com fome".
15/04/2017

Inserida por agata_rosario

As pessoas reclamam do que seus filhos fazem, e não percebem que fizeram igual com seus pais.

Inserida por acucena_polizel

Muitos pais delegam a responsabilidade da decisão aos seus filhos quando ainda pequenos e imaturos. Quando crescem, querem que os mesmos acatem ordens...

Inserida por DVescovi

A esperteza é uma praga que impede o desenvolvimento de qualquer país.

Inserida por NinoCarneiro

✨ Às vezes, tudo que precisamos é de uma frase certa, no momento certo.

Receba no seu WhatsApp mensagens diárias para nutrir sua mente e fortalecer sua jornada de transformação.

Entrar no canal do Whatsapp