Agradar
Mastigar sem nada na boca
Ver TV sem ela estar ligada
Bater palmas p agradar
Ter decisões ser ter objetivo
Sorrir sem querer sorrir
Viver sem querer viver
Esse era o ponto que precisava chegar
Quer me agradar? Não me dê jóias, roupas caras, luxo em geral... Pra me agradar basta ter gestos simples como: Ser meu amigo e não fingir ser. É devolver um sorriso quando te dou o meu sorriso, se for sincero é claro. É me ouvir e não me julgar, a não ser que eu te peça conselhos. É apenas me aceitar como eu sou, olhar nos meus olhos e buscar ver se realmente estou bem. Mas se mesmo assim quiseres me agradar, dá logo uma barra de chocolate que eu também sou filha de Deus e gosto de ganhar uns mimos!!!
Ostentar o que não se pode comprar para agradar os outros é caminhar rumo ao fracasso; ser você mesmo é trilhar o caminho da paz e da felicidade.
Benê Morais
Eu me perdi tentando agradar
Mas eu não mudo
Porque o que eu tenho de melhor
É o sentimento de amar!
Não confunda depressão com tristeza por não conseguir agradar aos pais, aos amigos e à sociedade.
Não confunda depressão com a vontade de não fazer nada.
Não confunda depressão com a falta de aceitação de si mesmo.
Não confunda depressão com a invenção de problemas.
Não confunda depressão com a criação de pensamentos negativos.
Não confunda depressão com o sentimento de culpa por algo que não tem razão para ser.
Não confunda depressão com preguiça.
Não confunda depressão com a insatisfação em trabalhar em algo que não se deseja.
Não confunda depressão com o medo do que os outros pensam ou acham.
Não confunda depressão com o abandono de si mesmo.
Não confunda depressão com angústias mal resolvidas.
Não confunda depressão com o sentimento de piedade.
Não confunda depressão com tristezas que vêm e vão naturalmente na vida.
Eu já passei da fase de querer agradar a todos.
Aliás, eu já estive lá.
E me prometi nunca mais voltar!
Há duas linhas resultantes do trauma emocional por rejeição: uma te faz querer agradar a todos com medo de perdê-los e a outra gera uma resistência que faz você se fechar em si, com um egoísmo sem igual. Mas há um ponto no cruzamento destas linhas que trás o equilíbrio emocional, é neste ponto que você se cura, é o ponto do equilíbrio.
Criar um filho é a eterna busca pelo equilíbrio; entre o desejo de agradar dizendo 'Sim' e o amor escondido na preocupação de cada 'Não'.
O Filho do Homem jamais teria vindo ao mundo para agradar alguém senão o Criador.
A Perfeição d'Ele não agradou a todos, mas Ele não deixou de ser Perfeito.
Há, nessa constatação, um incômodo silencioso que atravessa os séculos: a Verdade não negocia a sua essência para caber nas expectativas humanas.
E talvez seja justamente isso que mais nos desconcerta.
Estamos tão habituados a medir valor pela aprovação alheia que nos esquecemos de que o que é absoluto não se curva ao aplauso — nem se diminui diante da rejeição.
A perfeição, quando encarnada, expõe imperfeições.
E isso fere.
Não porque a luz seja agressiva, mas porque revela aquilo que preferíamos manter na penumbra.
Por isso, não é surpreendente que o que era íntegro tenha sido contestado, que o que era puro tenha sido acusado, que o que era verdadeiro tenha sido negado.
A rejeição, nesse caso, não foi falha da perfeição — foi reflexo da incapacidade humana de suportá-la sem resistência.
Há também uma lição desconfortável nisso: agradar a todos pode ser, muitas vezes, um indício de concessão excessiva.
Quem se compromete integralmente com a verdade inevitavelmente desagrada aqueles que se alimentam de ilusões.
E isso não é arrogância — é coerência.
Vivemos, ainda hoje, sob a tentação constante de adaptar princípios para evitar conflitos, de suavizar convicções para garantir aceitação.
Mas a história daquele que não negociou a sua essência nos confronta com uma pergunta inevitável: até que ponto estamos dispostos a abrir mão do que é verdadeiro apenas para sermos bem vistos?
Talvez a grande contradição humana seja desejar sentido, mas rejeitar aquilo que o sustenta quando ele exige transformação.
Queremos a paz, mas resistimos à verdade que a antecede.
Queremos a luz, mas evitamos tudo que ela ilumina.
A perfeição não deixou de ser perfeita porque foi rejeitada.
E, do mesmo modo, a verdade não deixa de ser verdade porque é desconfortável.
No fim, permanece um chamado silencioso: viver não para agradar aos olhos instáveis dos homens, mas para corresponder àquilo que é Eterno — ainda que isso custe incompreensão, ainda que isso exija coragem, ainda que isso nos afaste do aplauso fácil.
Porque, no fundo, agradar a todos pode até trazer aceitação…
mas somente a Verdade sustenta a essência.
