Agora foi o fim do nosso Amor
Mediterrâneo
Nas ondas do seu mediterrâneo sem fim,
Sou ilha, a sua saudade é salgada, me cerca, envolve a mim,
Dela não posso saciar-me sem morrer, meu fim,
A corrente marítima da saudade nos mantém assim,
Um sobe e desce de saudades, como ressaca de maré, um vai e vem, sem fim,
Mas um dia, pelo vento, juntos estaremos, unidos, um só, enfim.
O homem que pensa em matar a mulher e depois se matar por estar inconformado com o fim do relacionamento, deveria pensar em reduzir pela metade o número de mortes e poupar a mulher juntamente com o sofrimento de muita gente que nada tem a ver com sua atitude tresloucada.
Fim de semana
Gostas dançam no telhado
A chuva começa a cair
Procuro tantas palavras
No meu coração a florir
No aconchego meu sonho
De esperança a florescer
Onde encontro o teu amor
Neste novo amanhecer...
Dê valor as pessoas
Dê valor as pessoas
Porque no fim das contas
São elas com quem você conta
Construa
Viva
Grite
Lute
Nessa mesma ordem
Recue e se escute
Nunca se esqueça
Das palavras bonitas que você escreveu para mim
Pois eu nunca... as esqueci
Um livro segundo a bíblia foi escrito por dentro e por fora, por fim, trancado com sete selos, imagine a proporção de bençãos que podem ser adquiridas no dia do Criador no qual é o sétimo dia da semana, o sábado!
Mesmo que o fim pareça iminente, nossas quedas podem servir como trampolim para nos levar a lugares mais altos.
Nunca perca a Fé.
Clamor
Quando eu parar de criar verso salgado
Para elevar, por fim, o agrado na poesia
Nessa hora solene e de festiva alegria
Peço a ventura que fique firme ao lado
Não quero somente pelo desejado dia
Açoitando minha alma com o passado
Preciso de suspiro e olhar apaixonado
Nos versos, cheios de branda melodia
Depois que a poética tiver seu abrigo
No desfastio, tenha verso enamorado
Traga tom, gesto, num versejar amigo
Se o poema de um prazer foi separado
No clamor, então, quero sair do castigo
E, não mais ter o aprazimento negado.
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
21 setembro, 2023, 14’46” – Araguari, MG
As vezes me pergunto qual será meu fim,
Quanto tempo viverei? Não sei,
Como e do que eu morrerei,
Serei feliz? vou tentar ao máximo,
Serei rico? serei pobre? se for feliz já é lucro,
Na verdade sempre me pergunto de forma simplificada e ampla,
O que o futuro me reserva?.
Não se deve temer a morte, porque antes não existiamos e quando o fim chega, tornamo-nos invisíveis para o mundo.
Cosmicamente Encantados
No vasto cosmo, um mistério sem fim,
O universo se estende, radiante e sutil.
Galáxias dançam em um ballet cósmico,
Segredos profundos, um enigma arcano.
Estrelas brilham, como diamantes no céu,
Pintando de luz o manto negro do véu.
Nebulosas coloridas, como pinceladas divinas,
Criam obras de arte, cósmicas e genuínas.
Planetas giram, em órbitas perfeitas,
Cada um com sua história, sua vida eleita.
Entre luas e cometas, astros a brilhar,
A dança celeste, um espetáculo a encantar.
No universo, o tempo flui em sua trama,
Bilhões de anos, em uma jornada sem drama.
E em meio à vastidão, surge a vida a brotar,
Numa frágil esfera, num raro lugar.
Somos poeira estelar, feitos de luz e energia,
Conectados ao universo, em profunda sinergia.
Desvendar seus enigmas, um eterno desejo,
Pois o universo, em nós, traz seu reflexo.
Olhar para o céu, contemplar sua imensidão,
É mergulhar no infinito, numa profunda conexão.
O universo nos envolve, com seu encanto sem par,
E eternamente nos convida a sonhar.
Nas estrelas, nos planetas, nas galáxias a bailar,
O universo nos lembra que há muito a explorar.
Em cada ponto de luz, em cada mistério a desvendar,
Encontramos a grandiosidade que nos faz suspirar.
Assim, poetizo o universo, em versos de amor e louvor,
Uma ode à vastidão, à beleza que encanta e seduz.
Que possamos sempre nos maravilhar e inspirar,
Com a grandiosidade do universo, um presente de luz.
ANDRINA COSTA
Tentam me derrubar, mas só vão me ver subir. Eu não posso parar, vou seguir até o fim.
A busca pelo conhecimento é uma jornada sem fim, e cada novo aprendizado nos leva um passo mais perto de nossos objetivos.
Içar vela!
Entramos na mesma caravela de supetão!
Ouvimos o grito do capitão:
- Ao fim do mundo, então!
Setembro está a chegar ao fim.
As vindimas foram feitas, o cheiro a mosto ainda paira no ar... As primeiras chuvas caíram, o cheiro a terra molhada apareceu e desobstruiu o nosso nariz, pleno que estava de tanto cheiro a verão... O vento sopra leve, ainda que de vez em quando, aumente a agressividade no seu sopro, mas ele sabe que ainda é um pouco cedo para se levantar, e mostrar o seu ar selvagem com as folhas das árvores de cores vermelhas, alaranjadas e amarelas caindo lentamente da copa das árvores , e deixá-las despidas... Tive as minhas noites de verão, e agora quero ver a paleta de cores do Outono, o céu nublado, e uma ou outra nuvem que deixe cair tímidos pingos ainda leves e sentir a nostalgia que o frio que se começa a sentir traz com ele... Afinal está quase na hora de Outubro se apresentar...
O Outono chega sussurrando por onde passa, deixando seu aroma doce e inebriante!
A situação e trágica, não tem para onde correr .
Tanta dor que você
percebe que é o fim
Não adianta lutar mais, a dor já te superou até o sorriso dói por tentar disfarçar.
K.B
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