Agora foi o fim do nosso Amor
Eu aprendi o seguinte: se um relacionamento chega ao fim, não existe erro de um em detrimento do outro. Ambos estão errados. Um por criar expectativas sobre o que o outro poderia fazer, e o outro por querer compreensão sobre aquilo que não pode oferecer.
O pior momento de sua vida era nesse dia ao fim da tarde: caía em meditação inquieta, o vazio do seco domingo. Suspirava. Tinha saudade de quando era pequena – farofa seca – e pensava que fora feliz.
Calculo:
Espaço sem fim,
Escuro,
Convida ao olhar profundo.
Cor da noite,
Lisa, suave,
Faz desejar o toque.
Grossos são,
Portas,
Vias para o coração.
São seus olhos,
Sua pele,
Teus lábios.
Não nego é você,
Soma dos meus desejos...
Nêga!
No começo, acreditamos avançar para a luz; depois, fatigados por uma marcha sem fim, deixamo-nos afundar: a terra, cada vez menos firme, não nos suporta mais: abre-se. Em vão perseguiríamos um fim ensolarado, as trevas se dilatam ao redor e dentro de nós. Nenhuma luz para iluminar-nos em nossa submersão: o abismo nos chama e nós o escutamos. Acima ainda permanece tudo o que queríamos ser, tudo o que não teve o poder de elevar-nos mais alto. E, outrora apaixonados pelos cumes, depois decepcionados por eles, acabamos por venerar nossa queda, apressamo-nos a cumpri-la, instrumentos de uma execução estranha, fascinados pela ilusão de tocar os confins das trevas, as fronteiras de nosso destino. Uma vez o medo do vazio transformado em volúpia, que sorte evoluir no lado oposto do sol! Infinito às avessas, êxtase ante as rachaduras do ser e aspiração de uma auréola negra, o Vazio é um sonho invertido no qual nos dissipamos.
Quando a Energia Vai Embora
O fim de tudo começa quando a energia se vai.
Sem ela, não há vitalidade, não há impulso, não há motivação para nada.
Tudo perde o sentido.
Tudo perde a graça.
A comida não tem mais sabor, o que antes era prazer vira obrigação.
E, de repente, tudo se confunde com preguiça aos olhos de quem vê de fora.
Nada parece bom o suficiente para valer o esforço.
Tomar banho vira uma batalha silenciosa.
Escolher uma roupa, passar um hidratante, parecem tarefas gigantes.
Abrir a geladeira e sentir que nada combina com nada.
Olhar para as panelas e perceber que você já nem sabe o que fazer com elas.
A cama se torna refúgio e prisão.
Levantar é difícil.
E quando consegue, encara o espelho e não se reconhece.
Olha ao redor e tudo parece um reflexo distorcido da sua própria realidade.
O acúmulo grita: coisas empilhadas, objetos esquecidos, poeira que reflete o que está dentro de você.
E então percebe:
Você acumula mais do que coisas.
Acumula o que não te faz bem.
Acumula a bagunça que não é só física, mas emocional.
E o pior é não ter energia para remover nada disso, nem do ambiente, nem da alma.
É como assistir sua vida de fora, trancada dentro de um corpo que não acompanha o mundo.
Querendo mudar tudo, mas sem força sequer para começar.
Quase perdi.
Mais aprendi que não devemos por fim a uma "vida",
por conta de uma "dor" mal resolvida.
Nada pode ser maior do que nossa capacidade de continuar a amar.
Mais...cada vez mais amar.
O homem é um fim e não um meio. Utilizá-lo, transformá-lo em peça de um mecanismo, é ofender a sua dignidade.
Triste Fim
Olha só, eu realmente não imaginava que isso ia acontecer dessa forma.
Pensei que, como eu sou uma pessoa sincera, tudo acabaria também sinceramente.
E tudo aconteceu duma forma idiotinha.
Simplesmente ninguém ligou pra ninguém.
Aliás, você não me deu satisfação. E eu não dei sinal de vida porque cansei de bancar a otária ligando pra você.
Bom, acabar nossa "história" dessa forma foge dos meus princípios, mas tudo nesse tempo fugiu dos meus princípios.
Que triste! E eu que nunca imaginei que iria prestar um papel desses! Aceitando uma brincadeirinha idiota com um garoto que só queria se divertir! Mas divertir é algo tão bonito, todos procuram isso; mas eu falo aqui de se divertir sem se importar com os sentimentos dos outros.
Olha só garoto, você passou quase um ano perturbando a cabeça de alguém. E fez isso da pior forma possível. Mas eu estava apaixonada!
Pobre idiota que fui!
Tudo bem. Agora está tudo bem. Não estou escrevendo isso aqui pra bancar a vítima não. Apenas estou transmitindo o que estou sentindo no momento.
Saiba que eu levei você a sério. E isso é o que mais me dói!
Bom, como disse antes, não gostaria que terminasse desse jeito, mas se formos analisar direito isso nunca começou.
Eu só faço um último pedido a você:
Não faça isso com mais ninguém!
Se toque! Você é um simples mortal como todos os outros. Então não faça com os outros o que não gostaria que fizessem com você!
Adeus.
Tudo um dia tem um fim. As férias viram só recordação. Será que ainda é hora de te abraçar bem forte? O que eu quero? Eu lembro que estava só quando você chegou e me alegrou, lembrei daquela velha canção que fala de nós dois. Como é que pode? Você chegou mais sua presença não resolve. "Não se preocupe rapaz! Você se preocupa demais!". Será? Sabe aquela linha do horizonte? Que flutua evitando que o céu se desmonte. Eu a segui e agora sei que o mar na verdade é uma ponte. Te leva pra qualquer lugar. Mais estou fraco pra ir tão longe então penduro minhas idéias em um balão e o solto, sobe balão e leva minhas idéias para alguém que consiga entende-las, eu já não entendo mais. Agora já estou bem mais calmo. De onde vem essa calma? Eu não sei. Eu sonhei novamente, um sonho antigo, com um cavalo que tinha asas (como pode um cavalo ter asas? não sei, só sei que foi assim). Eu não queria ir embora daqui, eu sou igual a vocês. Por favor me deixem ficar. Não solta minha mão. Eu tenho medo. Olhe tudo o que eu escrevi. Ahhh! Quer saber de uma coisa? Deixe que digam, que pensem, que falem! Mais bem que eu queria voltar... E ter de volta tudo que eu perdi sem querer. Pelo menos uma vez queria esquecer-se de lembrar dos meus acertos idiotas. Queria ver o mais simples como o mais importante e dar-te o valor merecido. Eu sangro sozinho na solidão da noite, mais não estou triste, pelo contrario, meu sangue me lava a alma e liberta minha dor. Mais sei que por trás das sombras eu ainda sou feliz, meus dentes brilham de alegria então olho pro céu e procuro aquela estrela... Não a achei hoje. Onde você está?
Câmbio, desligo.
CONSCIÊNCIA E BOAS FESTAS
Por uma justa ironia,
pelo menos um dia
neste fim de ano,
dê razão de presente.
Reconheça uma falha.
Um simples dano.
Seja menos dono
da verdade.
Menos autossuficiente.
Sabe aquela sensação de dever cumprido, de sede saciada, de sonho realizado, do fim da história, do ponto final? Tive a oportunidade de sentir tudo isso num único dia, mas até chegar nesse tal dia, foi doloroso e difícil. Houve críticas, repúdios, votos de desistência e truques cruéis para que minha queda fosse definitiva. Absorvi a benevolência dos fatos e ignorei as facas travestidas de conselhos e um cuidar fingido. A face da verdade sempre esteve pronta para que socassem até eu aprender todas as coisas que eu jamais deveria fazer e ser. Detesto os troféus que vêm sem saber o que de fato fiz, porque, é necessário se sentir útil para a família, a comunidade e os amigos de infância, creio, talvez, que essa seja minha busca. Que caia gotas de chuva para lavar minha alma e assumo o meu cansaço de tentar e definitivamente, desejo partir nesse exato momento, nesta única satisfação real, pois, descobrir o que é ser feliz sem depender de ninguém, apenas de mim e das circunstâncias que mesmo criei.
O caminho da verdade exige um esquecimento: é preciso esquecer-se do aprendido, a fim de se poder lembrar daquilo
que o conhecimento enterrou.
Você sacrificou tanta coisa. Sua vida pode ser mais do que decisões impossíveis, e um fim trágico. Você pode escolher VIVER
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