Agora foi o fim do nosso Amor
Nem todo fim precisa de explicações, nem todo afastamento precisa de ressentimento. Algumas histórias simplesmente terminam. E quando terminam, o melhor que podemos fazer é agradecer pelo que aprendemos e continuar nossa caminhada.
No Fim do Poema
No fim do poema não há ponto final.
Há uma cadeira vazia na cozinha,
o café esfriando enquanto a tarde decide
se fica ou se vai.
No fim do poema, a rua continua.
O ônibus passa cheio de histórias que não cabem em verso,
o vendedor grita o preço do dia,
e alguém chora baixo no celular
como quem pede desculpa por existir.
No fim do poema, a gente aprende
que nem tudo vira metáfora.
Algumas dores ficam literais demais,
algumas alegrias pequenas demais,
e a vida segue escrevendo em prosa
o que a poesia não deu conta.
No fim do poema, sobra o corpo.
Cansado, insistente, vivo.
Sobra a respiração que falha, mas volta.
Sobra a memória tropeçando em si mesma,
lembrando do que foi
e inventando o que ainda pode ser.
No fim do poema, ninguém aplaude.
A luz não se apaga de repente.
O mundo não entende que aquele verso era despedida.
E tudo bem.
O mundo nunca soube ler direito.
No fim do poema, começa outra coisa.
Talvez não seja bonita,
talvez não rime,
talvez não salve ninguém.
Mas anda.
E enquanto anda,
vai escrevendo.
Ao ver uma luz, busque sabedoria; enquanto algumas apontam o fim do túnel, outras cegam para que você não veja o buraco.
Por tempos questionei
Por tempos não entendi
Por tempos gritei
por tempos chorei
Acho que por fim morri.
*Ciclo*
Quando o fim é um começo
Fim da manhã, fim da tarde
Fim da noite, fim da madrugada
E tudo recomeça
Começo do dia, começo da tarde
Começo da noite, começo da madrugada
Tudo se renova a cada fim
Assim sou eu
Perto de ti
Termino em calma
Recomeço em ti
Sou fim que espera
Sou começo que vai
Todo tempo é pouco
Quando o fim me leva
Pro teu começo
Você transforma hora em poesia. É relógio e é eternidade.
(Saul Beleza)
Mesa vazia...
Somos objeto início meio e fim,
Objeto se declarou no final foi feliz...
Dias das mães uma mesa arrumada a família reunida. Presentes e agradecimentos e tenha um dia feliz.
Nove meses de muito sacrifícios e uma vida de sacrifícios e trabalho ardo...
E tudo certo feliz dias das mães o comércio agradece...
Alguns fazem churrasco, outros vem futilidade na televisão ou mesmo todos nós celulares.
No final do dia beijos ate outra vez.
No final do dia a mesa vazia existiu.
Paradoxo de existência contemporânea tem sentido.
Paradoxo temporal é a verdade mesa sempre esteve ali ao mesmo tempo nunca existiu.
Como a RedotPay está a ajudar os Angolanos 🇦🇴👇
💳 O FIM DOS BLOQUEIOS COM O CARTÃO VISA!
Cansado de tentar fazer compras online e o teu cartão do banco local ser rejeitado? Sem divisas para pagar a Netflix, o Facebook Ads ou o AliExpress?
A RedotPay apareceu para resolver esse problema! Trata-se de uma carteira digital que te dá um Cartão VISA Internacional funcional, alimentado por criptomoedas (como o USDT, que vale o mesmo que o Dólar).
Aqui estão as 5 principais razões pelas quais deves começar a usar já hoje:Acesso sem burocracia:
Consegues um cartão VISA virtual por apenas $10 USD usando apenas o teu BI ou Passaporte.
Esquece as filas do banco!Compras sem limites: Paga anúncios no Facebook/Instagram, compra no AliExpress e Shein, ou assina a Netflix e o iCloud sem bloqueios em Kwanzas.
Diga adeus à inflação: Guarda o teu dinheiro em USDT (Dólar Digital) dentro da app e protege as tuas poupanças da desvalorização do Kwanza.
Carregamento fácil em Angola: Podes carregar a tua conta facilmente por transferência bancária (BAI, BFA, Express) através do mercado P2P.
Funciona no mundo real: Podes associar à Apple Pay/Google Pay ou pedir o cartão físico para viajar e levantar dinheiro em qualquer ATM fora de Angola.
Crie agora: https://url.hk/i/pt/yazra
Veja o Passo a passo nos comentários.
O sabor das almas aniquiladas pelas vertentes do horizonte sem fim.
A partida da equação do linear.
Vozes se repetem num marco...
Fenômenos expostos pela ganância; o ser químico torna-se o estado inerte da matéria.
Sendo prólogo da continuidade, começa a exploração do universo.
O monolito carrega dizeres em várias línguas — mais uma vertente para viajar pelos mansos braços cansados da origem do cosmos.
Sonsas falanges fantasmas, feitas de nuvens gasosas, mostram a centelha original por um instante. Avançamos no contínuo efeito das ondas massivas e vemos emoções dentro de grãos de areia.
Ventos de outrora, fora a metamorfose do antigo sol morto pela imensidão da ignorância humana.
O ser humano, recriado numa bolha, tem sua existência desenhada no cosmos em cada luz que se apaga.
Por Celso Roberto Nadilo
Diário de Bordo: O Boteco do Fim do Universo
Entramos em um entreposto de trocas que parecia uma taverna de piratas da Terra do século XVIII. Para nossa surpresa, o lugar já estava infestado: outros humanos terrestres bebiam, riam alto e controlavam o ambiente. No centro do salão, um churrasco inacreditável: eles assavam um Predador e vários outros monstros espaciais no espeto, alternando os cortes com goles de chimarrão e tragos de uma velha e violenta cachaça.
Um dragão alienígena, querendo cantar de galo e impressionar os recém-chegados, arrancou o copo da mão de um dos humanos e virou o líquido de uma vez. Mal sabia ele que a nossa cachaça era feita à base de metanol purificado, direto do combustível da nave — o mesmo álcool corrosivo de postos de gasolina terrestres. O dragão engoliu, arregalou os olhos, soltou um último bafo de surpresa e caiu morto no chão; sua boca derreteu instantaneamente de dentro para fora. Os humanos só riram. Mais um adorno e um par de chifres garantidos para o painel da nossa nave.
O barman, um ser cheio de tentáculos, começou a tremer de pavor atrás do balcão. Com medo de ser o próximo espeto da noite, gaguejou apavorado:
— Por favor... não quebrem o lugar. Posso arrumar um quarto para vocês, algumas garotas de graça, o que quiserem!
Mas para os gafanhotos humanos, o suborno padrão nunca é o bastante. Olhando fixamente para os tentáculos trêmulos do barman, o piloto tragou seu cigarro e exigiu o verdadeiro tesouro daquela espelunca:
— Esquece as garotas. Eu preciso é de ervas do espaço para o meu cachimbo. Anda logo.
"A morte não é o fim da história, mas o momento em que ela deixa de ser escrita por nós para ser lida por todos os que nos amaram."
Quase todo mundo lendo — quase ninguém interpretando. Seria um começo admirável, se o fim não negasse os meios.
No fim, os Bandidos Assumidos acabam sendo muito mais honestos do que os bandidos que se escondem
sob a égide da política.
Os Assumidos não demonizam, ridicularizam ou tentam pintar suas podridões nos outros.
Há algo de perversamente transparente nos que escolhem não esconder a própria natureza.
O criminoso que assume seus atos, ainda que moralmente condenável, ao menos não se fantasia de salvador.
Não sobe em palanques para discursar sobre virtude enquanto negocia a dignidade alheia nos bastidores.
Nem aponta o dedo em rede nacional tentando convencer o povo de que o problema sempre mora no vizinho, no adversário ou no diferente.
Os mais perigosos quase nunca são só os que carregam a violência estampada no rosto.
Estes despertam cautela imediata.
O verdadeiro risco mora nos que aprenderam a vestir o verniz da moralidade, da eloquência e do patriotismo para transformar ambição em espetáculo e manipulação em discurso de esperança.
Existe uma diferença muito brutal entre o homem que diz “eu sou assim” e aquele que constrói uma narrativa inteiramente rebuscada para parecer aquilo que jamais foi ou almejou ser.
O primeiro pode até provocar medo, mas o segundo provoca confusão.
E sociedades confusas e divididas se tornam fáceis de conduzir.
A política, quando perde sua essência de serviço, vira palco.
E no palco, muitos não querem governar — querem apenas convencer.
Convencer de que são incorruptíveis, indispensáveis e escolhíveis.
Enquanto isso, seus erros são sempre relativizados, suas incoerências recebem novas nomenclaturas, e seus interesses pessoais passam a ser vendidos como se fossem interesses coletivos.
Talvez seja por isso que tanta gente anda tão cansada.
Não apenas da corrupção, mas da hipocrisia.
Porque a corrupção rouba dinheiro; a hipocrisia rouba também a confiança, a lucidez e a capacidade de acreditar em qualquer coisa sem desconfiança.
No fim, o problema não é apenas a existência dos maus.
É também o talento que alguns desenvolveram para parecer bons enquanto fazem exatamente aquilo que condenam nos outros.
E talvez essa seja a forma mais sofisticada de desonestidade: não cometer erros às escondidas, mas transformar a própria máscara em instrumento de poder.
Como areia fina entre os dedos,
o tempo escorre, leve e sem fim.
O que foi sonho, agora é lembrança, o que foi dia, já é saudade em mim.
As estações mudam, o céu se refaz, cada instante deixa a sua marca:
um sorriso guardado, um sol que se pôs, e a vida inteira bela e em eterna partida.
E lá se vai metade do ano…
Não como perda, mas como colheita:
de tudo que fomos, aprendemos, amamos,
e na outra metade a promessa de mais.
"No fim da jornada, não é a ausência de erros que tranquiliza a consciência, mas a certeza de que, apesar deles, jamais deixamos de caminhar na direção do bem."
"O que hoje parece o fim pode ser apenas a parte dolorosa de um novo começo. Respire, confie e prossiga, porque o tempo pode até não apagar todas as cicatrizes, mas nos ensina a carregá-las sem deixar que elas determinem o nosso caminho."
A gente sempre boba costurando sonhos nos retalhos de outras pessoas ..decepção pura ...no fim das contas os sonhos são só nossos ... e a pessoa sempre de outras pessoas ...
- Relacionados
- Mensagens de fim de relacionamento que te ajudam a seguir em frente
- Dedicatórias para finalistas universitários: frases para fitas que marcam o fim de um ciclo
- Dedicatórias para Fim de Curso de Amigos
- Acabou o Amor
- Amizade Acabou
- Mensagens de fim de ano para chefe
- Textos para fim de relacionamento para terminar com amor e respeito
