Agora foi o fim do nosso Amor

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Fim de tarde
chegada de navios
Ventos, árvores e barulhos de avião
o que resta para o sapo cantar?

Eu sou árvore
que fala ao fim da tarde
E se não ouvires a minha voz
mudo para o tom do vento.

Ao fim de tarde,
uma árvore, um sol sobre as casas
uma esperança do amanhã

Contemplar a beleza
do fim de tarde
o sol no horizonte
é ser tocado pela eternidade
de Cristo que há em nós.

Vi o fim
na imagem da árvore
o cair das folhas sem significados
a grandeza das manhãs
a arte no chão da vida
pisada e confundida
com sujeitana calçada
esse é o fim.

Fim dos tempos


São dias difíceis demais,
Os valores estão todos invertidos,
Pessoas não dizem a verdade jamais,
As coisas perderam seus sentidos.


São opostas ao que deveriam ser,
Uma verdade se torna mentira,
Uma mentira se faz com prazer.


O fim dos tempos é fato!
Um conceito do final da humanidade,
Está associado ao julgamento divino, Tribulações e guerras de verdade!


Após o julgamento e a destruição do mal, Deus estabelecerá novos céus e terra,
Um tempo de justiça e reconciliação real
É quando cessarão as doenças e guerras.


Dor não haverá jamais! Já pensou?
A eternidade no paraíso de harmonia.
E juntos daquele que nos criou
Transformados e com grande alegria.


Raimundo Nonato Ferreira
Abril/2026

"Pelo fim da corrupção: lealdade ao povo, respeito à lei e dignidade para todos!"

"O mundo está cheio de boas ideias; o que falta são pessoas dispostas a ir até o fim para executá-las."

Vai chegando o fim da tarde e com ela, corações dilacerados que enfrentarão mais uma noite escura de dores e lágrimas internas. Os corações parecem morrer a cada anoitecer.

Até as roupas se moldam ao corpo, dirá o tempo… porque tudo, no fim, aprende a caber.

O fim da melancolia?
Doce morte sombria,
Nevoeiro da primazia,
Suprassumo da apatia.

Ríspido rasgar psicossomático,
O mundo tem sido monocromático,
Amargo é o pensamento dramático,
O resplendor do ser errático.

O falso sorriso neurotraumático,
As sequelas do passado fático,
O algoz do presente lunático,
Sem um futuro fanático.

Aqui jaz o ser do meu eu,
Tal qual dizer o que doeu,
Aquele homem em mim morreu!
A silenciosa dor apareceu.

A estrondosa morte bateu,
O dia de fim aconteceu,
O eu lírico morreu,
Esvai-se o eu.

Trêmulas mãos suadas,
Rápido! O fim breve vem,
Já vejo o túnel do além,
A morada das pessoas finadas.

O batimento caindo,
A morte sorrindo,
Ausente de medo,
Ciente do enredo.

Céu almejado,
Pós morte sonhado,
Eis o diário de um finado,
Aqui morre o citado!

Pressentimento ruim,
Breve virá o fim,
Dor de dilacerar um rim,
O mental é o estopim.

Nada mais resta fazer,
Dor e lágrima a cozer,
O caminho a escurecer,
Olhos a esmaecer.

Criminosa solidão,
Domina o coração,
Caiu o próprio sermão,
Veio o apagão!

No fim, as pessoas que dividem são as que mais têm a somar.

Teus olhos castanhos carregam o fim das tardes mortas,
como igrejas vazias depois da última vela apagar.
Há neles um veneno quieto, antigo, quase bonito,
dessas coisas que a gente sabe que ferem
e mesmo assim encosta o peito sem defesa.
Quando me olhas, o mundo perde o barulho,
fica só esse silêncio pesado entre a fumaça e a culpa.
Teus olhos não brilham — eles afundam,
puxam devagar, como rio escuro em noite sem lua.
E eu iria de novo.
Porque há amores que chegam como salvação,
e outros chegam com olhos castanhos
e cheiro de desastre.

No fim, muita gente não deixa de viver por falta de capacidade…
deixa de viver por excesso de medo.
Medo de julgamentos, de críticas, de não caber nas expectativas dos outros.
E, sem perceber, vai se afastando da própria essência para ser aceita por quem talvez nunca ficará satisfeito.
A liberdade começa quando a opinião alheia perde o poder de decidir quem você deve ser.
Porque a vida fica leve quando a consciência vale mais do que a aprovação.

A felicidade é apenas o breve intervalo entre o fim de uma dor o início de outra

Recomeçar é o maior ato de coragem humana: é admitir o fim e, mesmo assim, plantar o início de algo maior.







Marcilene Dumont

"Se me perguntarem quem sou, direi: sou a prova de que sempre há vida depois do fim."








Marcilene Dumont

⁠Porque, no fim, migrar é aprender a voar… mesmo quando o coração ainda caminha.