Admirar outra Pessoa
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Quatro jovens amigos de uma determinação incrível e de uma vontade admirável caminhavam por um vale, um vale chamado “o vale da esperança”, onde se encontrava o mago Vandoo, mais conhecido como “o mensageiro”. Mas para chegar ao mago os jovens amigos precisavam atravessar “o vale da esperança”, um vale repleto de armadilhas, trilhas sem saída, um vale onde o próprio caminhar pode ser o maior inimigo. Os quatro amigos tinham personalidades muito diferentes, onde o primeiro era o mais velho e também o mais orgulhoso e só pensava em ser “grande”. O segundo frio, e no fundo um coração desleal e falso. O terceiro era o estressado, que tinha como comando de sua personalidade a Ira, e um olhar invejo para tudo. E por ultimo o quarto irmão, ele era diferente de todos, era humilde, olhar puro e coração bom. Todos estavam nesse vale para procurar mago Vandoo e pedir poderes. Todos com corações ambiciosos, menos o quarto, que só pensava em estar ali só para ajudar os seus amigos a chegarem no alto nível de tudo que há de bom. Existiam rumores que quem andasse no “vale da esperança” com coração cheio de rancor e de pecados poderia encontrar os seus maiores pesadelos, e esse tal “vale da esperança” poderia se transformar em “vale da morte”, onde tudo dependeria do jeito que você via o mundo, se você vivesse sem reclamar, o vale seria o “vale da esperança”, mas se a falta de bondade em seu coração poderia ser somente o “vale da morte” onde a própria morte iria te encontrar no final. Muitos diziam que não existia nenhum mago, era somente o ser chamado “Justiça” que via o que você merece pelo seu coração, então poderia ser tanto como a morte ou a vida,assim ser o que você merece, mais eram só rumores. Todos apesar de terem defeitos tinham a qualidade de não desistir, tinha a vontade em seus olhares, e por causa dessa coragem carregavam em si mesmo sua filosofia.
Primeiro dizia: Eu sou o melhor e não precisarei da ajuda de ninguém para conseguir o que eu quero.
Segundo dizia: Farei o possível para conseguir o que eu quero, nem que para isso eu precisarei eliminas quem mais amo.
Terceiro dizia: Vou subir na vida e derrubarei quem me derrubou.
Quarto dizia: Quero ser grande um dia, mas não me dou o direito de tirar algo de alguém que batalhou por isso, quero ser grande e por isso vou me espelhar em quem batalha para com meu suor eu conseguir ser grande.
Todos seguem na direção certa, mas com desejos diferentes, ninguém com o coração impuro iria conseguir se quer conversar com a “ justiça”, pois o que os amigos não sabiam é que a vida e a morte está dentro de nós mesmo, só tem uma coisa que para uns pode ser um muro, e para outros uma catapulta, se você fazer por merecer ficara longe da morte, mas se não ser bom o bastante, tudo vira uma catapulta para te arremessar no buraco escuro que é a morte. Andavam e andavam e nada de encontrar com o que lês pensavam ser Vandoo, até que sentiram um calar frio tão grande que parecia que estavam entrando em uma geladeira gigante, mas não era o encontro com a morte, parecida com um monstro, mas como a própria morte dizia:
-Por mais que minha aparência não seja nada bela, sou verdadeira, diferente de vocês humanos que tem corpos lindos e perfeitos mas o coração é feio e sujo do que tudo que já vi e já presenciei, olha que não sou nenhum bebê.
Morte disse:
-O que vocês desejam aqui no vale?
O primeiro respondeu:
-Estamos aqui para encontrar com mago Vandoo e conseguirmos ser grande.
Morte riu por saber que não existia mago Vandoo e disse:
-Nem vou dizer quem é Vandoo.
-Quem é o humilde, o que daria tudo pelo grupo?
Todos resmungaram e não disseram nada, pois sabiam que ninguém tinha essa capacidade de darem tudo pelo grupo.
Morte sabia que existia uma exceção ali no meio de corações maldosos e arrogantes existia um pingo de luz, uma luz grande que salvava o grupo.
Morte sempre dizia que entre os vivos existia mais maldade do que todos pensavam, e essa maldade levavam todos para perto dela, pois ao invés de usar os sentimentos bons para viver a vida, esse desejo enorme de ser grande fazia com que eles encontrassem com ela cada vez mais.
Chegando perto dos amigos ela perguntou:
-O que vocês desejam?
O primeiro disse:
Quero ser grande e comandar a todos.
Morte levantou a cajado e disse: Feito. E entregou a “coroa de todos os reinos”, para que ele pudesse comandar a todos
O primeiro saiu sorrindo.
Segundo disse:
-Quero ter a maior quantidade de ouro e pedras preciosas desse mundo.
Morte disse: Feito. E lhe deu o “Baú da riqueza, para que enquanto vivesse ele estivesse a maior quantidade de ouro que existisse no mundo.
Terceiro disse:
-Quero todo o poder existente nesse mundo, comandar quem se julga maior que eu e fazer com que sofram por isso.
Morte disse: Feito. E entregou o “trono do poder”, pois onde o trono fosse colocado, poderia comandar que ele quisesse.
Quarto disse:
Quero ser invisível, ser pequeno.
Morte disse: Feito. E entregou para o quarto o “anel do abstrato”, pois quem estivesse esse anel em seu poder poderia ser invisível enquanto o possuía.
Curioso como só o quarto agradeceu e perguntou:
Posso fazer uma pergunta?
A Morte respondeu: Você já fez jovem, continue.
Então, posso estar sendo estúpido, mas queria saber uma coisa,por que você nos daria esses presentes?
Morte respondeu:
Viva sua vida e no fim você verá.
Todos saíram felizes com os presentes dados que nem se questionavam mais por que a morte tinha dado esses presentes.
Viveram a vida com todos os prazeres que lhe foram dados.
O primeiro viveu o Maximo que ele pode, desfrutou de todas os dons de comando que a morte lhe tinha dado e depois de décadas foi morto pelo seu servo mais fiel que mais o ajudava. Foi assim que a morte levou o primeiro.
O segundo viveu e usou e abusou de todas as riquezas dadas pela morte, comprou tudo o que tinha direito e foi morto pelo amor da sua vida, a mulher mais fiel, que depois de um surto psicológico o matou e ficou com toda sua riqueza. Foi assim que a morte levou o segundo.
O terceiro foi um dos mais fortes de sua época e comandou tudo e todos que eles quis, e viveu feliz com aquilo que a morte tinha lhe dado, mas sempre queria mais, mas acabou sendo morto pelo próprio ódio de vingança, onde se jogou para matar o seu inimigo e sua faca socou nele próprio. Foi assim que a morte levou o terceiro.
O quarto viveu o máximo, sempre sorrindo, tirou o anel para viver com quem ele mais amava, viveu a bondade, fez o máximos por todos e no final de sua vida colocou o anel, e não pode ser encontrado pela morte por séculos, até que viu que tinha vivido de mais de passou todos seus ensinamentos para um jovem, e com isso passou o anel também e se entregou para morte. Foi assim que a morte levou o quarto. Ganhou uma função nobre e virou “esperança” que apesar de rumores, ainda não existia nos corações humanos. Enquanto os outros se foram e viveram longe de tudo que queriam em vida. Justiça era o que a morte fazia, pelo que nós mesmos procuramos em vida. E o mensageiro é foi sim um ceifador, a morte, mas descobrimos de verdade que quem é ruim somos nós.
A vida é bonita, a vida é grande, então viva sorrindo e seja humilde, pois a humildade te deixara grande, só você aprender a esperar.
Como um admirador das coisas simples da vida,irei transformar um jardim de espinhos em um bosque de flores raras..
É muito simples. Eu realmente não consigo admirar pessoas cujas almas têm preço. Tratam os outros como feira...escambo...ou sei lá.
Se você tem isso ou aquilo que possa me acrescentar em algo, pode continuar do meu lado, "afinal você soma"
...Como assim??? Então....não importa quem eu sou, correto?
Sério, eu cansei de ficar me preocupando com o que posso somar na vida de outrem para "comprar" uma amizade.
Agora sou eu mesma, quem quiser bem, quem não quiser amém.
É muito mais prazeroso buscar o impossível, pois admirar-me das coisas fáceis da vida, nunca foi meu forte!
A vida é feita escolhas. Escolher é assumir perdas. Eu admiro e respeito muito mais quem está do outro lado do muro do quem está em cima dele. Quem está em cima dele não quer perder nada. Desce do lado que convém, de acordo com as oportunidades.
Venha aqui meu amor, deixa eu admirar esse seu sorriso, te entregar meus carinhos, me abrigar em seu abraço e sentir o gosto dos seus beijos!
Ninguém é em sí mesmo, mas somos frações das pessoas que amamos, confiamos, admiramos e reverenciamos. As importamos para nossa alma e elas se tornam maiores que nós em nós.
Deixo de ter admirações nas indiferenças.
Deixo dos vícios que meu corpo amam.
Deixo da insensatez que acercam a mente.
Deixo nascer na clareza coragem e libido.
Envelheço no processo contínuo da vida.
No processo contínuo da vida, recomeço.
Um relacionamento sadio tem base na admiração dos envolvidos, acabou admiração... restam-se cobranças e obrigações!
Apesar de tentar disfarçar
A todo instante estou a te admirar
Seu sorriso, seu olhar
seu modo de me encantar
Queria muito poder te tocar,
Olhar em seus olhos e poder te beijar
Mas sei que vai me ignorar
Afinal, não posso te obrigar a me amar
Eu não sei cantar,
Não gosto de Rezar,
Não sou bom em pensar,
Não sei exatamente como me expressar,
A única coisa que sei realmente é te amar,
Mas se você ler esse poema
Já seria o suficiente para que eu pudesse me contentar!
GAROTO MÍOPE
É só um garoto míope.
Sem óculos, não pode admirar a beleza dos pássaros voando no horizonte,
mas, quando se aproxima de alguém, inexplicavelmente, pode enxergar a alma dessa pessoa.
Enxerga belíssimas borboletas voando onde todo mundo só vê lagartas rastejando,
enxerga ternura em olhos irados,
enxerga doçura nas moças acostumadas a proferir palavras ríspidas...
Com um só olhar pode acalmar uma tempestade,
ou, às vezes, sem intenção, despertar um vulcão adormecido em algum coração.
Na verdade, não sabe em qual tempo situa-se a sua visão.
Se é algo que, no presente, está acorrentado e não pode se manifestar ou se é uma gloriosa revelação do futuro.
Gosta simplesmente de pensar que as borboletas serão sempre borboletas, mesmo que ainda não tenham asas e não possam voar.
SOBRE OS INFELIZES !
"Existem pessoas admiráveis andando em passos firmes sobre a face da Terra. Grandes homens, grandes mulheres, sujeitos exemplares que superam toda desesperança. Tenho a sorte de conhecer vários deles, de ter muitos como amigos e costumo observar suas ações com dedicada atenção. Tento compreender como conseguem levar a vida de maneira tão superior à maioria, busco onde está o mistério, tento ler seus gestos e aprendo muito com eles.
De tanto observar, consegui descobrir alguns pontos em comum entre todos e o que mais me impressiona é que são felizes. A felicidade, essa meta por vezes impossível, é parte deles, está intrínseco. Vivem um dia após o outro desfrutando de uma alegria genuína, leve, discreta, plantada na alma como uma árvore de raízes que força nenhuma consegue arrancar.
Dos felizes que conheço, nenhum leva uma vida perfeita. Não são famosos. Nenhum é milionário, alguns vivem com muito pouco, inclusive. Nenhum tem saúde impecável, ou uma família sem problemas. Todos enfrentam e enfrentaram dissabores de várias ordens. Mas continuam discretamente felizes.
O primeiro hábito que eles tem em comum é a generosidade. Mais que isso: eles tem prazer em ajudar, dividir, doar. Ajudam com um sorriso imenso no rosto, com desejo verdadeiro e sentem-se bem o suficiente para nunca relembrar ou cobrar o que foi feito e jamais pedir algo em troca.
Os felizes costumam oferecer ajuda antes que se peça. Ficam inquietos com a dor do outro, querem colaborar de alguma maneira. São sensíveis e identificam as necessidades alheias mesmo antes de receber qualquer pedido. Os felizes, sobretudo, doam o próprio tempo, suas horas de vida, às vezes dividem o que tem, mesmo quando é muito pouco.
Eu também observo os infelizes e já fiz a contraprova: eles costumam ser egoístas. Negam qualquer pequeno favor. Reagem com irritação ao mínimo pedido. Quando fazem, não perdem a oportunidade de relembrar, quase cobram medalhas e passam o recibo. Não gostam de ter a rotina perturbada por solicitações dos outros. Se fazem uma bondade qualquer, calculam o benefício próprio e seguem assim, infelizes. Cada vez mais.
O segundo hábito notável dos felizes é a capacidade de explodir de alegria com o êxito dos outros. Os felizes vibram tanto com o sorriso alheio que parece um contágio. Eles costumam dizer: estou tão contente como se fosse comigo. Talvez seja um segredo de felicidade, até porque os infelizes fazem o contrário. Tratam rapidamente de encontrar um defeito no júbilo do outro, ou de ignorar a boa nova que acabaram de ouvir. E seguem infelizes.
O terceiro hábito dos felizes é saber aceitar. Principalmente aceitar o outro, com todas as suas imperfeições. Sabem ouvir sem julgar. Sabem opinar sem diminuir e sabem a hora de calar. Sobretudo, sabem rir do jeito de ser de seus amigos. Sorrir é uma forma sublime de dizer: amo você e todas as suas pequenas loucuras.
Escrevo essa crônica, grata e emocionada, relembrando o rosto dos homens e mulheres sublimes que passaram e que estão na minha vida, entoando seus nomes com a devoção de quem reza. Ainda não sou um dos felizes, mas sigo tentando. Sigo buscando aprender com eles a acender a luz genuína e perene de alegria na alma. Sigamos os felizes, pois eles sabem o caminho."
Para mim, brincar com rimas,fazer rima em cada verso é uma brincadeira interessante e admirável.Não tenho talento para isso mas para mim escrever versos sem rima não é uma questão de falta de talento.É uma questão séria e do fundo da alma.Não me limito a rima.Me limito até onde for as forças da minha inspiração.Gosto de sentir o fluxo natural de um pensamento e ver até onde vai.Assim como a correnteza de uma cachoeira.
Algumas pessoas são julgadas diferentes, e odiadas por isso. Simplesmente não admiram o brilho que uma estrela diferente pode ter, por serem todas iguais.
Pouco me importaria, caso as pessoas que admiro, triturem bebês(por exemplo). Continuaria lhes rendendo a devida reverência pelo que me fez admirá-las inicialmente. Me recuso a bitolar meus sentidos por políticas e ideologias. Devemos amar/admirar as pessoas pelo que nos inspiram(seja no aspecto que for), e não pelas concessões que fazem para serem populares. A irrelevância das afeições humanas confirma o axioma de que é melhor ser temido do que amado, pois a afeição dura(bem menos) do que o medo. (Sérgio Pacca)
São Francisco dos Empobrecidos
Admira-me, pai Francisco, ver-te, assim, amoroso
tem o Bom Deus em seus braços, ferido de amor.
São as feridas dos pobres, pai.
Os mesmos flagelos que se perpetuam pelos séculos.
Nas páginas escritas com o sangue de negros e sangue de índios
misturam-se o sangue sagrado dos empobrecidos.
Por força de ordem crucificam o Cristo com cravos de cifrão em uma cruz capitalizada.
Mas, não se deve pronunciar à respeito. O silêncio é deveras obrigação.
E, não bastasse tantos corpos tombados, amigados com a liberdade;
outros tantos, seguem, vitimados pelo progresso.
Para estes, as migalhas que caem da mesa são acompanhadas de uma taça de suor.
Vê, pai seráfico! Em teus braços magros abarcas o que digo:
o amor e a pobreza descansam da sina desta noite sem fim.
Como não notar,
Essa sua beleza que não dá para se explicar.
Muitos param só para admirar,
Se calam ao ver ela passar.
Transforma qualquer chão em passarela,
Como não se apaixonar por ela?
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