Adeus minha Limda Mulher
Minha dor
Não cure as minhas dores
Elas são minhas
Não cure a minha magoa
Eu não te permito
São minhas companheiras
Das minhas madrugas
Não sei viver sem elas
Fazem-me Campânia
Nas minhas noites frias
E não me questionam nada
Não cure as minhas dores
Eu não te permito
Não cure a minha dor
Pois é só minha
Pois em cada dor que sinto
Trago lembranças
Umas tão doces
Que eu sinto falta
Outras nem tanto
Mas que indicam sempre
Onde errei e
Não errar mais
SONHOS
...então acordei.
O sabor do teu corpo em meus lábios.
Teu perfume impregnado em minha pele.
Acordei sentindo tua presença.
Olhei o cálice de vinho sobre a mesa
e através dele busquei tua boca, teus lábios.
Chorei...me toquei, acariciei meu corpo
acreditando sentir tuas mãos,
sentir teus dedos que percorreram minha pele
e desvendou mistérios
até então, nunca explorados.
Em meu leito flores que deixastes sobre meu corpo.
Juntei pétalas por pétalas,
revivendo o momento do nosso amor.
Te esperei!
Numa noite tépida,disfarço a minha saudade
colhendo pedaços das tuas palavras, juntando letras
e formando poemas de amor.
Vem amor
Desfrutemos o prazer enquanto a aurora não nos acordar.
Vem, beba o meu pecado e faça dele o nosso pecado.
Multipliquemos nossos momentos.
Deixe-me sonhar com você.
Acordei pensando em ti!
A música tocou meu coração
e você presenteou-me com teus carinhos.
Fátima Merigue de Mendonça
o amor que estava procura,foi o mais dificil de achar mais vai ser tolice minha se eu perde-lo algum dia da minha vida
25-10-08
Hoje foi um grande passo pra minha amizade com a natali terminar, ela está totalmente mudada, realmente não é a mesma. Hoje nem quero falar muito no assunto mais só sei que perdi uma grande amiga!
Se, um dia, se lembrarem de mim e sentirem a minha falta, lembrem-se que eu senti a vossa falta todos os dias.
LOUCURA DE UMA MÃE AO PERDER SEU FILHINHO
Minha querida mãe, um dia me contou;
Já eu rapazinho e com todo temor;
Atento ouvi, uma história medonha;
De fundo macabro, mas cheio de amor...
Conheci uma jovem, - disse mamãe,
Que no auge de sua dor, perdera o lindo bebê
O primeiro, o infante; sucumbindo em loucuras;
Deixando exposta, a grandeza de seu amor!
Diante da perda, a dor, dor terrível;
Dor dilacerante! Meu Deus! Meu filho único!
-Meu filhinho querido! Acorda filhinho!
Respira, volta, chora pelo menos um pouquinho...
Loucura terrível, raiva, ódio da morte!
Morte maldita, - Não te aceito, te rejeito!
Angústia de mãe, dor de mãe, ardendo n’alma
Agitando o infante ao seu corpo, que terrível...
Todos lamentavam; ela não aceitou;
Consolos inúteis, vãs palavras,
Quiseram a ela impor, porém a jovem
Não se prostrou! Não se prostrou!
Hoje, dizia ela, desafiarei a senhora morte!
E naquela noite; contrariando o padre,
Os parentes, os amigos, os avós, o doutor,
A mãezinha em sã loucura; toma o cadáver frio do infante;
Agasalha-o em seus braços; com lenços finos e brancos;
Embala o pequeno ente; e no leito de sua cama,
A mãe dorme tranquilamente o sono final
Dormindo em paz com seu filho, o sono dos inocentes...
“Eu vou”
" Eu vou vivendo minha vida sem tracejo e até assim quanto durar,
vivo apenas um dia inteiro,se é que o fim hei de chegar,
não planejo com tropeços,para não me machucar,
tento ser muito matreiro,mas a vida sempre hei de ensinar.
não consiguo um grão direito,pois não sei o que plantar,
na falácia de minha vida posso ate representar,
consigo em torno de mim mesmo,vejo o dia iluminar,
aguardando um bom sorteio para a prosa desmanchar.“
'não não.. queria tanto... isso retrata a minha ferida aberta q nem as chagas do Senhor...'
Não sei... é algo que não se apaga... se arrasta que nem cobra peçonhenta e sempre consegue envenenar o meu eu que tranquilo sonhava com a paz. É um vazio que nem o breu da noite, que nem o vacuo do espaço... não se sabe se é real e nem se existe razão ou motivo para torna-lo tão forte... sinto somente o calejar da vida...
...e é tão lento o seu soar tão como o triste da vida, que já na primeira pancada tem o som de repetida...
...não sinta pena de mim nesse momento... pois produtivo se torna quando todas as cores parecem azuis, os sentimentos gris e os perfumes tão amadeirados. Queria poder rolar pela vida como as pedras de um rio que de tão forte a correnteza, param em qualquer lugar que não se sabe direito onde é... pode ser o mar, mas, pode ser somente um afluente pequeno e sem força, a força que existe em mim e que todos tanto comentam e exaltam, na verdade o é puro fingimento, onde procuro esconder as angustias e sufocar a frieza das horas inquietas.
A cabeça parece uma bomba-relógio, querendo ser eu qualquer suicida desvairado que da ponte sente o frescor da brisa e o corpo à queda livre sente o vento percorrer a pele fazendo-me senti-la viva...
tão viva a pele quase morta que cobre os musculos atrofiados pela inercia e recordo-me de quando o ventre habitava e tudo era sereno e tranquilo... ao menos para mim... pois o mundo desde já rejeitava-me sendo feto e depois homem
tudo se repete nessa vida amarga e a dor que conheço bem, parece sempre nova, pois, descubro nela a minha ignorância intelectual em não conseguir dominar ela que tanto me assombra nas noites febris
tudo é vão
Se DEUS viesse até minha pessoa hoje, e me dissesse.
-Denís, estou vendo teu sofrimento, esta sua dor.
Por isso estou aqui e te entrego um novo amor para a tua eternidade..
Eu responderia.
-Obrigado meu Pai, mas meu desejo é a mulher que tu me fizeste conhecer.
Agradeço de coração, mas prefiro ficar com ela ainda que seja por tão pouco tempo.
Porque meu coração a ela pertence, minha vida é dela meu SENHOR.
E se assim vós me permitir, eu imploro a ti devolva-me a vida que me foi roubada.
Pois sem ela eu me sinto,um nada..
Qual foi o dia + feliz da minha vida?
Qual o dia que você acordou e disse:
"É hoje o dia + feliz da minha vida!"
Claro que poderia ter sido melhor
Mas também não foi tão ruim assim ...
Jesus Cristo é meu guia, minha luz, minha vida...meu pastor..ele me conduz aos melhores caminhos que a vida tem a nos dar, só depende de mim querer seguir por esta estrada abençoada.
"Para maior inspiração,refugiei-me na minha casa da bela praia do Coqueiro,local meu predileto, onde contemplo e medito sobre o Belo - e o Belo é Deus. Esse Deus que lhe deu o dom da vida e que, agora,passo a louvá-lo e bendizê-lo" (Extraído do livro: Almira e sua história - Traços bibliográficos)
A dor de uma saudade.
O desatento e inconformismo consomem minha alegria – a melancolia me domina...
No vídeo da TV tudo vejo e nada entendo; o entusiasmo das coisas que me atraiam, não tem o significado de antes: me desestimulam e aborrecem...
Que fazer?
Não sei!
O desassossego orgânico me assusta e incomoda...
Alguém observa meu comportamento e pergunta: que lhe preocupa?
Como um ator improvisado, assimilo um falso sorriso e respondo: tudo bem, tudo bem!
Embora tentasse me mostrar tranqüilo e alegre, meu sofrimento transparecia...
Sento em minha poltrona e tento repousar ou dar umas cochiladas tranqüilizantes a fim de esquecer as agruras.
De repente, o “terrim-terrim” do telefone me tira de supetão da poltrona. Apanho o fone, atendo, e uma voz melodiosa vinda do outro lado da linha, atingia meus tímpanos e se alojava no coração – era minha querida filha Regina. Lá do longínquo Mato Grosso do Sul contatava-se comigo.
Por uns minutos, dialogamos alegremente.
O desespero e a respiração amainavam e tudo voltava ao normal – verdadeiro lenitivo.
O relógio controlador da TELESC contava os minutos.
Neste ínterim, a oportunidade me proporcionou num gesto maravilhoso, um gostoso e benéfico bate-papo com meus queridos e adorados netos Alexandre e Rodrigo, meu amigos de coração. Gostaria de lhes contar muita coisa – talvez até uma historinha do Chiquinho e Benedito inventada na hora e ouvi-los a sorrir.
O tempo pôs fim à conversa.
Meus olhos ofuscaram-se com as lágrimas brotadas.
Passei o fone a minha esposa Ondina para que ela usufruísse do mesmo prazer.
Já reconfortado, retorno à minha poltrona e faço um “check-up” dos meus sentimentos e observo meu estado de graças. O mal-estar que se apoderara do meu corpo como carrapato, havia desaparecido e me senti forte e rejuvenescido.
Em análise clínica, concluí que meu mal era psicológico: nada mais era do que a DOR DE UMA SAUDADE.
Jair Pires
Florianópolis. 14.08.1985
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