Acreditar no Amor
Quando a Carência Parece amor
Tem dias difíceis que fazem a gente acreditar que precisa de alguém ao lado pra continuar.
Não companhia.
Não parceria.
Mas necessidade.
E é aí que começa a confusão.
A gente mistura apoio com dependência.
Mistura carinho com muleta.
Mistura amor com medo de ficar sozinho.
Nos dias bons, você é forte.
Confiante.
Independente.
Mas nos dias ruins… você procura alguém pra te salvar.
Só que ninguém veio pra te salvar.
Vieram pra caminhar junto.
Existe uma diferença enorme.
Quando você acredita que só vence se alguém estiver do seu lado, você entrega o controle da sua vida nas mãos de outra pessoa.
E isso é perigoso.
Porque pessoas vão embora.
Mudam.
Se afastam.
Escolhem outros caminhos.
E se sua força depender delas, você desmorona junto.
Dependência emocional nasce do vazio que a gente não quer encarar sozinho.
É mais fácil ter alguém ali do que aprender a sustentar o próprio silêncio.
Mas maturidade é entender que companhia é escolha, não necessidade.
Você pode amar.
Pode se entregar.
Pode dividir planos.
Só não pode esquecer que antes de qualquer pessoa, você precisa ser suficiente pra você.
Relacionamento não é cura.
É complemento.
E complemento não substitui base.
Se você não aprende a se sustentar nos dias difíceis, qualquer ausência vira queda.
Aprende a ficar bem sozinho.
Aprende a atravessar o caos com a própria força.
Porque quando você deixa de precisar e passa a escolher, tudo muda.
Você não ama por medo.
Ama por vontade.
E isso transforma qualquer relação.
(A crença do poeta)
O poeta acredita tanto no amor,
Que chega a transformar
Palavras em um cobertor,
Somente para poder agasalhar
Um coração desamparado!...
🤗💓😍
Corações bons não são ingênuos, apenas acreditam que o amor nos outros é tão verdadeiro quanto o deles.
Deixe o amor te enlevar,
teu riso desabrochar.
Em noite de luar
acreditar que sonhos
podem se realizar no
amanhecer que virá.
Deixe o amor te enlevar,
tuas mãos segurar,
tuas tristezas hão de dissipar.
Deixe - se amar,
teu coração junto á outro
transbordar, feito pássaros no ninho
se aconchegar.
Deixe o amor por caminhos te guiar,
amar é um bem que faz somar.
Permita ser par.
Permita outro coração te amar.
Não tenhas medo de se entregar,
deixe o amor te enlevar.
"Dediquei cada batida do meu coração a nós, porque acredito no que temos. Mas o amor só é pleno quando é escolha, e não insistência. Dou-te o tempo que pede, esperando que ele te mostre o que o meu silêncio dirá por mim: que eu estive aqui por inteiro, até quando você precisou que eu fosse ausência."
Ainda Acredito
Eu ainda acredito no amor.
Acredito em relações sinceras, onde há parceria, verdade e lealdade.
Mesmo quando o mundo parece desacreditar, mesmo quando as pessoas ao redor zombam da esperança, eu sigo acreditando.
Me entristece quando alguém próximo, alguém que eu confiava, olha pra mim e diz:
“Tu é muito boboca, um iludido.”
Mas eu não sou isso.
Eu apenas carrego dentro de mim uma fé genuína nas conexões humanas.
Não é ilusão é essência.
O mais trágico?
Foi ela quem disse.
Ela, que em suas falhas internas, projetou em mim aquilo que talvez estivesse sufocado dentro do próprio peito.
Medos.
Traumas.
Feridas que nunca cicatrizaram.
E de certa forma pessoas assim bloqueiam e são bloqueadas delas masmas .
Às vezes, quem mais nos fere é quem mais precisa de cura.
E eu, mesmo machucado, sigo tentando entender.
Porque amar não é ser fraco.
É ter coragem de sentir, mesmo quando o outro não sabe lidar com o que sente.
Fatos reais pensamentos expostos.
A fábula da recomposição
Havia alguém que acreditava no amor como recomposição, mas não como acréscimo.
Dizia: “que você seja o que eu não consegui ser”,
porque existir sabendo que tinha aquele amor
era algo mágico —
e o sorriso dele era o único lugar onde queria estar.
Nunca lhe fez mal.
Nunca quis ferir.
Mas, de repente, ele sumiu.
Foi como um porto que se fecha sem aviso:
nada mais seguro,
o cais distante,
e nenhum sinal de volta.
Disseram: “quando você é jovem, você não sabe de nada.”
Mas aquela pessoa sabia o que sentia.
Porque uma das melhores sensações da vida
é amar.
E entendeu também que a maior felicidade
é fazer sentido na vida de alguém
e ser amado de volta.
Aprendeu que amar é doação,
é se dar ao outro.
Mas percebeu que o amor, às vezes,
fala uma língua parecida com a paixão —
e por isso confunde,
e por isso precisa ser pensado
sem se perder na emoção.
Um dia, descendo as estradas do Sul,
veio uma ligação…
e, enfim, a confirmação:
ele se foi.
E então ficou a dúvida:
de que adianta conseguir o que se quer,
se não é o que se precisa?
Porque há um tipo de dor silenciosa:
amar alguém
e ainda assim ser desperdiçado.
E há também aquela insistência do sentimento,
quando se está apaixonado demais para esquecer.
Mas, no fim, ficou um aprendizado:
se nunca tentar seguir,
nunca saberá o próprio valor.
Moral da história:
Amar não é apenas tentar recompor o que existiu, mas reconhecer quando é preciso ir além, para não se perder de si mesmo.
"Na ingenuidade do meu ego, na inocência do meu coração, acreditei no amor, mas no fundo fui só iludido."
Engano
Um dia eu já fui tão triste, e fui mesmo infeliz, por acreditar no amor verdadeiro, hoje sei que foi um grande erro, total engano. Em minhas ilusões ainda romantizo o amor, ainda acredito em algumas fantasias, mas já me dói a realidade triste de saber, que amor, amor mesmo, só de mãe... e nem todas são dedicadas.
Não acredito muito nesse negócio de "amor em segredo". Como as pessoas conseguem esconder um sentimento desse porte?
“O adulto não se percebe buscando um pai, ele acredita estar em busca de amor, reconhecimento, segurança, sentido ou direção. Por trás dessas buscas legítimas, porém, opera a tentativa silenciosa de preencher uma função estrutural não integrada na infância. Relações e experiências passam a ser avaliadas a partir dessa referência ausente.”
- Trecho do livro Quando o pai falta: a ferida da ausência paterna e o caminho de maturidade da alma
És uma mulher inesquecível,
acredito que mereces
a minha atenção e o meu amor,
sinto-me facilmente atraído,
daria, certamente,valor
se eu estivesse contigo.
Eu sempre acreditei que o amor era uma espécie de salvação, que, ao encontrá-lo, tudo faria sentido e as peças do quebra-cabeça da vida se encaixariam. Acreditei nisso com a pureza de quem ainda não havia sentido as dores que o amor também pode trazer. Minha avó, com sua sabedoria de anos, me dizia que ninguém é feliz depois de ter amado uma vez. Eu discordava, achava que o amor era algo eterno e puro, que jamais poderia ser fonte de infelicidade.
Mas hoje, com o coração mais marcado pelas experiências, começo a entender o que ela queria dizer. O amor, por mais bonito que seja, também é transformador — e nem sempre para o lado que esperamos. Ele nos faz crescer, sim, mas às vezes esse crescimento vem com dor, com perdas, com despedidas. E, depois de amar, nunca mais somos os mesmos. Não é que a felicidade se torne impossível, mas ela muda de forma. Ela deixa de ser aquela felicidade leve e despreocupada para se tornar algo mais maduro, talvez mais pesado, mas também mais profundo.
O amor me ensinou que sentir intensamente é também se expor à vulnerabilidade, às fraturas que podem nos fazer duvidar de quem somos e do que acreditamos. E, mesmo assim, eu continuo acreditando no amor. Não de forma ingênua como antes, mas com uma aceitação de que ele faz parte de quem somos, tanto nas alegrias quanto nas dores.
Minha avó tinha razão em parte — talvez depois de amar, nunca mais voltemos a ser os mesmos. Mas o que ela não disse, e que eu só descobri vivendo, é que essa transformação não precisa ser o fim da felicidade. Ela pode ser o começo de uma nova compreensão sobre o que é viver, sobre o que é sentir, e sobre o que significa amar com todas as suas cores — as claras e as sombrias.
Autora: Nayra Sousa
Não acredito em amor à primeira vista,
mas este momento está sendo incrível
com nossa recíproca de olhares,
teu carisma, és uma mulher irresistível,
apaguemos as luzes da racionalidade
e aproveitemos o que estamos sentindo,
depois nos preocupamos com outros detalhes,
não há razão pra continuarmos resistindo.
"A vaidade te faz acreditar que você é o sol, mas sem o amor ao próximo, você é apenas uma estrela fria no vácuo."
E eu sigo…Inteira, sensível, um pouco sonhadora, mas sempre acreditando que o amor, mesmo quando dói, é o que faz tudo valer a pena.
Ser romântico não é fechar os olhos para a realidade; é acreditar no amor genuíno, ainda que pareça impossível.
O peso e a beleza de amar
Acredito tanto no amor que acho que ele virou convicção, mas nunca obsessão.
Ou será que isso mostra que vivo uma espécie de escravidão?
Há horas em que o amor nos faz recuar, porque sentimos medo de amar novamente.
O amor é algo que, por mais que tentemos explicar, nada consegue definir por completo.
Até porque, no amor, a gente pensa, sente falta e sente medo de perder.
