Acorde Arrependido mas Nao Durma com Vontade

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"Hoje acordei com uma vontade de MIM... Vontade de fazer só o que EU quero, vontade de ser só o que EU quero, vontade de jogar tudo pro ar e dizer "DANE-SE", essa vida é MINHA, devo ter feito algo pra merecê-la... Enfim...Que vontade de ser FELIZ!"

-Aline Lopes

Se tens vontade de sorrir, sorria.
Só os tolos e reprimidos te criticarão.
Deixe que gozem nas conclusões equivocadas,pois,
esta é a única hora que os imbecis, conseguem sorrir.

⁠A soma de ganho em oração que temos é a quantia da vontade de Deus realizada.
do Livro Frases cristãs 9

Conhecer a vontade de Deus é consequência do estilo de vida.
frases cristãs 7⁠

Onde termina a sua vontade e começa a minha punição? Se o mundo me odeia, que o faça sob o céu que eu mesmo descrevi. Mas não use os anjos para me vigiar, enquanto você mesma segura a chave da minha cela...

O que faz você pensar tanto em uma pessoa? Será que é a vontade de estar o tempo todo próximo a ela? Ou será a maneira de como ela faz você se sentir? Pode ser também um mixer de sensações oriundas sabe lá de onde que faz você esquecer de tudo e de todos simplesmente pelo fato de vocês conversarem sabe Deus sobre o que, mas só de estar perto dela o que menos lhe interessa é o assunto ou o lugar, também pode ser a vontade de reviver os momentos ao lado dela ou quem sabe desejar outros momentos futuros. Mas enquanto eu não consigo definir o porque, fico por aqui pensando, relembrando,meditando...sobre o porque ela não sai do meu pensamento... Mas pensando bem, o fato mesmo foi eu acordar domingo de manhã para escrever sobre isso, pois a primeira coisa que veio no meu pensamento foi justamente ela...

O verdadeiro amor prefere a paz do outro à própria vontade.

"A vontade educada converte obstáculos em degraus e fracassos em instrução moral."

"O caráter revela-se quando a vontade permanece firme mesmo na ausência de aplausos."

"A força de vontade é silenciosa, porém invencível quando sustentada por convicções profundas."

CLADISSA.
CAPÍTULO IV
O SILÊNCIO DAS PEDRAS E A VONTADE DO SÉCULO.
A Úmbria do século XI não era apenas um território, mas um organismo espiritual submetido às tensões do poder imperial e às reformas eclesiásticas que se irradiavam desde Roma. As colinas que circundavam os mosteiros pareciam guardar, em suas entranhas calcárias, o eco das disputas entre o trono e o altar. A cristandade latina vivia o período que os historiadores designam como Reforma Gregoriana, cujo impulso maior se consolidaria sob o pontificado de Gregório VII, iniciado em 1073.
Cladissa, ainda jovem, percebia pouco das articulações políticas, mas sentia profundamente o peso do tempo. A investidura dos bispos tornara-se questão ardente entre o Império e a Sé Apostólica, conflito que culminaria no célebre episódio de Canossa em 1077, quando o imperador Henrique IV buscou reconciliação com o pontífice após excomunhão. Embora distante geograficamente, a reverberação desses acontecimentos alcançava os mosteiros úmbrios, onde a disciplina tornava se mais rígida e o estudo mais exigente.
No claustro onde Cladissa residia como oblata letrada, o scriptorium era o coração pulsante. Ali, sob a luz oblíqua das manhãs, monges copiavam manuscritos da Vulgata, consolidada séculos antes por Jerônimo no final do século IV. O latim ali empregado não era apenas língua, mas instrumento de coesão civilizatória. Copiar era preservar o mundo.
Cladissa, embora mulher, encontrara uma brecha rara naquele universo predominantemente masculino. Filha de pequena linhagem rural empobrecida por tributos e instabilidades feudais, fora entregue ao mosteiro não como penitente, mas como promessa de elevação intelectual. Sua instrução não era comum, mas também não era impossível. Algumas casas monásticas, especialmente influenciadas pela tradição beneditina, permitiam a presença feminina em alas separadas, sob rígida supervisão.
A Regra de São Bento, redigida no século VI, orientava não apenas o silêncio e a obediência, mas a ordem interior. Ora et labora. Rezar e trabalhar. O trabalho intelectual era considerado forma elevada de serviço a Deus. Cladissa compreendia que sua permanência ali dependia de discrição, disciplina e excelência. Não lhe bastava ser piedosa. Precisava ser irrepreensível.
Entretanto, sob a superfície da rotina litúrgica, agitavam se conflitos mais sutis. A espiritualidade medieval não era homogênea. Correntes de ascetismo rigoroso confrontavam práticas mais flexíveis. A preocupação com a simonia e com o celibato clerical intensificava se. A reforma exigia pureza. E pureza, naquele contexto, significava vigilância constante sobre desejos e ambições.
Cladissa sentia dentro de si uma tensão que não era carnal, mas intelectual. O desejo de compreender superava o de simplesmente obedecer. Ao copiar passagens do Evangelho de João, detinha se sobre a expressão Verbum caro factum est. O Verbo fez se carne. Perguntava se, silenciosamente, sobre o mistério da encarnação enquanto evento histórico e ontológico. Como o eterno pode submeter se ao tempo. Como o infinito pode caber na fragilidade.
Essas indagações não eram heresia, mas eram perigosas se mal formuladas. A linha entre contemplação e suspeita era tênue. A Europa do século XI ainda não conhecia a sistematização escolástica que floresceria nos séculos seguintes. O pensamento era teológico, porém ainda profundamente simbólico. Questionar exigia prudência.
Certa tarde, ao atravessar o pátio interno, Cladissa ouviu dois monges discutirem sobre as decisões romanas acerca das investiduras episcopais. A tensão política infiltrava se no vocabulário cotidiano. O mundo exterior não estava distante. O mosteiro era ilha, mas não era imune.
Ela compreendeu então que sua própria existência era atravessada pelo mesmo conflito estrutural que movia a cristandade. De um lado, a autoridade consolidada pelas tradições. De outro, a exigência de reforma moral e espiritual. Dentro dela, também havia tradição e reforma. Havia obediência e pensamento.
Naquela noite, recolheu se ao cubículo simples que lhe fora designado. A lamparina projetava sombras nas paredes de pedra. Tocou o pergaminho ainda inacabado e percebeu que cada letra traçada era um gesto de permanência. Em um mundo instável, escrever era resistir.
O século XI não lhe oferecia garantias. Oferecia provações. Contudo, no silêncio das pedras úmbrias, Cladissa começava a compreender que sua vocação não era apenas copiar palavras antigas, mas tornar se guardiã de uma chama interior que o próprio século, com todas as suas convulsões, não conseguiria extinguir.
E assim, entre o rigor da Regra e o tumulto do mundo, formava se lentamente uma consciência que aprenderia a sustentar se não pela força das armas, mas pela firmeza do espírito e pela lucidez da razão.

❝ ...Acordei assim me sentindo Leve
feliz e disposta para um novo dia.
Acordei com vontade de cantar e
realizar meus sonhos, sair sentir
o Sol sobre minha pele e deixar o
vento levar um beijo meu...❞


-------------------------------------27/02/15-Eliana Angel Wolf

Permita-se estar no centro da vontade de Deus, só assim prosperarás.

​"Sucesso é quando o que tu fazes na terra ecoa a vontade do que vem do Céu."

​"O problema nunca é o tempo que falta, mas a vontade que expirou; ninguém usa a desculpa de 'estar sem tempo' para algo que ainda faz o coração acelerar."

"Respeite o seu tempo de cura tanto quanto você respeita a sua vontade de vencer."

"Transforme-se em um lugar onde você sinta vontade de ficar, mesmo quando o mundo lá fora for barulho e pressa."

​"A gravidade tenta te segurar, mas a sua vontade é quem define a altitude."

⁠Um Cristão Verdadeiro Aceita A Vontade de Deus

⁠Minha Vontade é Fazer Somente a Vontade de Deus.