Aceito sua Amizade
“O feminismo é socialmente aceito, enquanto o machismo é considerado um defeito. Todos se lembram do `dia da mulher`, com elogios, presentes, flores e spa com maquiagem. O `dia do homem` (15 de julho), segue a rotina brava, só o Google o grava; sem presente, nenhuma vantagem, no máximo, um emoji e ferramenta de jardinagem.”
ACEITO!
Eu só tenho a agradecer
ao Senhor pela bondade
sempre tem o que comer
sem luxo nem vaidade
coisa fina não vai ter
mas o que Deus oferecer
sei que é de boa vontade.
"É o meu ponto de vista, não aceito turistas... meu mundo tá fechado pra visitação..."
"Se eu tivesse um canudinho, eu chupava você, pra dentro do meu mundinho, pra comigo viver, pra comigo viver..." - Hehehe
O pedido foi aceito na primeira vez que pousamos o nosso olhar numa sensação única e assumida. Você foi o meu fogão de lenha, onde tive que colocar todas as minhas madeiras pra fazer acontecer. Nada com a gente é automático, sempre aconteceu porque de imediato farejamos o que nosso instinto já sabia:
Que você seria meu e eu seria o seu amor bento.
~*Rebeca*~
-
Aceito com o coração aberto que fiz algo errado e que magoei alguém.
Mas não aceito o fato de que alguém me culpe por ter se magoado.
Aceito ter voce longe de mim mas dentro do meu coração,
não aceito voce perto de mim e fora do meu coração.
INTERESSEIRA
(Luiz Islo Nantes Teixeira)
Larguei um alguem agora
E nao aceito conselhos
Nem mesmo dos amigos mais chegados
Nada melhor do que sair fora
Esticar os meus joelhos
E deixa-los chateados
Nada melhor do que um coracao descansado
A cabeca mais tranquila
Para que escolhas melhor
Sempre se come cru o que esta mais apressado
E cai na ilusao que perfila
Pensando que encontrou o amor
Quero viver
Sem colocar a carroca na frente dos bois
Pois seu eu errar desta vez
Quem vai sofrer muito mais sera eu depois
Quero melhorar
Sem dizer o que conseguir de bens
Pois quero alguem que me ame de verdade
Porque o amor nao e amar o que tu tens
Larguei alguem agora
Que amava mais a casa que construi
E ate na hora de ir embora
A interesseira chorou pela casa
E nao conseguiu chorar por mim
© 2008 Islo Nantes Music/Globrazil(ASCAP)
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USA (1) 914-699-0186 - Luiz
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Para você ser aceito por todos, tem que ter falta de princípios. Pois se você tem princípios, amigo, coitado de você.
Se amo, sofro.
Se sofro, cresço.
Se cresço, evoluo.
Se Evoluo, aceito.
Se aceito, me refaço.
Quando me refaço, amo de novo.
O perdão provém do coração. Se há coração, há o perdão. Não aceito essa história de que uma pessoa não seja capaz de perdoar!
Não aceito devoluções , se não quer cuidar dele , lamento alguém cuidará , mais não existe devolução ao que foi prometido, não o parta , não o fira , apenas deixe-o só , essa será a pior forma de sofrimento ao meu coração .
Shakespeare & eu
“Aceito”. Foi essa a palavra que deu início à primeira estrofe de minha vida ao lado de Ana Judite. E, talvez (pensando bem) tenha sido esta mesma palavra que tenha selado meu acordo com a infelicidade.
Era tão jovem, ela! Seus olhos não eram azuis. Muito pelo contrário: eram pretos e arredondados. Olhos de boneca, certamente. No entanto, não foi isso que achei logo que a vi. Da primeira vez, não senti todas aquelas coisas que são ditas como “sintomas de amor”: não senti as pernas tremerem (nem mesmo as mãos); não senti o suor escorrendo desenfreado pelo rosto; meus lábios não ficaram secos e, o mais importante, meu coração não acelerou. Achei-a muito sem graça.
Num outro dia, a vi sentada, em um banquinho da praça chorando lastimavelmente. Aproximei-me.
-Tudo bem?
-Por acaso se chora feito uma louca quando se está tudo bem?
-Realmente, foi uma pergunta sem sentido. É claro que não está bem...
-Que idiotice...
-O que?
-Você! Não sabe nem o que falar.
-Garotinha com personalidade você, hein? Gostei.
Ela então soltou o sorriso mais lindo que já havia visto em toda minha vida e falou:
-“Fortes razões, fazem fortes ações!” Shakespeare!
-Hum... Conheço. Legal, ele.
-Ele morreu há mais de 200 anos.
-Sério? Triste isso, não é?
Conversamos como se o dia tivesse mais de 24 horas.
Daquele dia em diante tivemos vários encontros, a fim de jogarmos conversa fora. Logo fui percebendo que Ana Judite não era “sem sal”- ela tinha o tempero na dosagem certa para minha fórmula do amor perfeito.
Nosso relacionamento teve muitos altos e baixos, mas, ao fim de quatro anos de namoro, finalmente iríamos nos casar. Eu já havia me tornado um verdadeiro perito em Shakespeare e, nas horas que não a via, era ele quem me acompanhava com suas mais que perfeitas tragicomédias.
“Aceito”. Sim, ela aceitou estar comigo na doença e na tristeza, na riqueza e na pobreza... Até que a morte nos separasse. No entanto, uma frase não constava no “contrato”: a de estar comigo na sanidade e na loucura.
Foi como um “click”. Acordei mais cedo do que de costume, pois tive uma daquelas crises de insônia devido ao elevado nível de estresse no trabalho- às vezes até esquecia-me qual a data.
Judite não estava em casa. Então logo cogitei a possibilidade de ter ido à padaria. Espreguicei-me, escovei os dentes e fui até a cozinha. O café-da-manhã estava posto. E na geladeira havia um bilhete que dizia:
“Fui até a casa de minha irmã. Irei ajudá-la a fazer compras. Não demoro.
Beijos, Judi. ♥”
A irmã dela estava grávida; e preocupado fui até sua casa. Caso precisassem do carro, eu estaria lá.
Quem me recebeu foi a própria Laura, com a barriga quase que insustentável.
-Vocês ainda não foram?
-... Para onde?
-Fazer compras.
-Ah! O Mário foi com a Judi. Não estou me sentindo muito bem, sabe?
-Sei. Então, posso entrar?
-Claro. Entre.
Laura jogou-se no sofá e perguntou se eu aceitaria um café. Respondi que sim e me dispus a ir pegá-lo.
Eu havia esquecido onde ficavam as xícaras e fui abrindo todas as portas dos armários. Mas... A dispensa estava lotada!
-Laura, eles irão demorar?- Gritei.
-Acho que sim. Falta muita coisa, sabe? Os armários estão praticamente vazios. O Mário disse que falta até açúcar.
Não faltava. O açúcar estava lá! Não faltava nada.
Não podia ser. Há semanas que a Judite me vinha com reclamações a respeito do cunhado: o chamava de atrevido, insuportável e coisas do gênero. E, de repente, foram juntos fazer compras que não eram necessárias. Senti-me um completo idiota. Só poderiam estar tendo um caso.
Pedi desculpas e disse à Laura que voltaria logo. Despedi-me.
Quando estava na metade do caminho para o supermercado, parei ao sinal. Até que uma mulher veio em direção a meu carro. Era uma das amigas dela.
-Oi Júnior!- disse sorridente- vai rolar o que hoje?
-Como assim?
-Ué! Eu acabei de ver a Judi com um amigo, comprando uma montanha de cervejas!
Fiquei meio sem jeito. E disse irônico:
-Vai rolar o maior espetáculo.
Estava de cabeça quente e resolvi não ir ao trabalho. Fui para casa. Chegando lá, a porta estava aberta. Na cozinha estavam os dois. Rindo, bebendo cerveja. Ela então se virou e fez uma cara de quem parecia ter visto um fantasma.
-Ju... Júnior! Você não trabalharia até tarde, hoje?
-Surpresa?
-Muito- disse, desconfiada.
-Mário, você quer sair daqui, por favor?
-O quê?- disse Mário.
-Eu te disse para sair agora!
-Mas, Júnior, o que está havendo?
-Droga Mário, você deve estar achando que sou burro. Saia agora! Quero falar a sós com ela.
Mário atendeu ao meu pedido.
-Isso é jeito de tratar o meu cunhado; e que eu saiba, seu amigo?
-AMIGO? Amigos por acaso o apunhalam pelas costas?
-Que conversa é essa? O que ele fez?
-Não se faça de desentendida, meu amor!
-É... Eu não acredito amor. Já entendi: você ficou com ciúmes não é? Você realmente acha que eu o escolheria ao invés de você?
-“É comum perder-se o bom por querer-se o melhor”.
-O que aconteceu Júnior? “Algum desgosto prova muito amor, mas muito desgosto revela demasiada falta de espírito!” Lembra? No fundo você sabe que não é nada disso, amor.
Senti-me sem chão. Pode parecer piegas, mas foi exatamente assim que me senti. Como alguém a quem tanto amava pôde me trair de tal forma?
E, num piscar de olhos, minhas mãos estavam manchadas por uma das tintas que dispunha em minha aquarela. Tinta esta, de cor “quente”. Um vermelho sem igual. Mas, não pude compreender porque Judite; minha querida Judi se encontrava caída ao chão, rasgada como que por garras de um grande felino. E muito menos o porquê de estar pintada, abstratamente, com a mesma tinta que lambuzava meus dedos.
Afastei-me de seu corpo a fim de achar pistas. Ao abrir a geladeira pude ver uma caixa e nela havia um bolo acompanhado de um bilhete que dizia:
“O destino é o que embaralha as cartas, mas somos nós que a jogamos...”
Feliz aniversário. Com amor,
Laura, Mário e Judite (sua Judi) ♥”
“Ser ou não ser- eis a questão. Será mais nobre sofrer na alma pedradas e flechadas do destino feroz, ou pegar em armas contra o mar de angústias e combatendo-o dar-lhe fim? Morrer; dormir; só isso. E com o sono- dizem- extinguir dores do coração e as mil mazelas naturais a que a carne é sujeita; eis uma consumação ardentemente desejável.”
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