Aceitar as Pessoas
Pv 9.8 - Nunca repreenda uma pessoa vaidosa; ela o odiará por isso. Mas, se você corrigir uma pessoa sábia, ela o respeitará.
Quando fui olhar no dicionário, entendi melhor: "vaidosa" - Vazia, que vive de aparências ilusórias.
Infelizmente, essa é a realidade até mesmo dos que se acham sábios cristãos.
As pessoas são engraçadas
Vivem clamando pela verdade mas não gostam da verdade
O ser humano é um tanto estranho
Pede para que as pessoas não mintam mas julgam quem fala a verdade
Eu sou julgada o tempo todo
Não consigo esconder o que sinto e muito menos o que penso das pessoas e não me calo perante as perversidades que aprontam comigo
Não, não tenho a verdade absoluta, ninguém tem. Mas gosto de ser como sou. Falo e as vezes escancaro coisas.
Aí ouço coisas do tipo: "Você não devia se expor tanto".
E me deparo com pessoas que não se expõe e de repente o escândalo vem a tona.
Mas também recebo mensagens: "Gostaria de ter sua coragem, de falar o que pensa" e entre as opiniões sigo com a minha própria.
Guardo segredos de amigos, não os meus. Já julguei certo, já julguei errado, sim eu também julgo.
Já fui feliz, já fui muito infeliz, já chutei pessoas da minha vida, já me chutaram da vida delas, já condenei e perdoei.
Já abusaram psicologicamente de mim, já me revoltei, me redimi, me condenei, me perdoei.
Sou uma pessoa comum, uma pessoa normal. Talvez a única diferença que vc encontre em mim é que não tenho medo de falar o que penso.
Não me preocupo em esconder meus erros e nem de denunciar o erro dos outros.
Como também não tenho o menor problema em reconhecer que errei ou que julguei mal, de voltar a trás.
E o tempo fala, no fim ele aponta quem está certo. Pode ser você ou pode ser eu, se você estiver certo eu te pedirei perdão, mas se eu estiver certa apenas a confirmação dele (o tempo) já me deixa satisfeita.
O tempo dirá à todos, quem vale, quem não vale, o que presta o que não presta, quem vence, quem perde...
Não tenho motivos para me esconder e muito menos para me calar!
As pessoas são exatamente o que elas precisam ser para em algum momento deixar de ser o que não são, portanto, elas nunca são o problema, mas a nossa arrogância em pensar que sabemos exatamente quem somos. Sem a admissão da ignorância sobre si próprio, falar sobre tolerância não passa de mero fetiche do ego.
As pessoas mais jovens repetem para treinar quem eles serão, os mais idosos repetem para não esquecerem quem foram.
Estamos sempre nos contradizendo. Queremos que as pessoas nos diferenciem dos demais, mas não cremos que sejam capazes de fazer isso. Queremos que as pessoas nos conheçam, mas também queremos que mantenham uma certa distância de nós. Sempre desejamos que alguém nos aceite como nós somos, mas nunca acreditamos que haverá alguém que aceite nossos caminhos distorcidos. É por isso que ficamos bem trancados, em nosso pequeno mundo privado, e jogamos a chave fora, para que ninguém possa nele entrar.
A partir do momento que a gente entende que toda pessoa que entra em nossa vida tem um propósito, fica mais fácil aceitar que umas chegam com a missão de nos amar e outras de ensinar a nos amar.
As pessoas mudam
A cada pensamento, a cada sorriso, a cada gesto... a cada minuto, a evolução é constante, as prioridades se tornam outras... E não cabe a gente julgar quem a gente é ou quem a gente já foi, basta se aceitar, afinal, as pessoas mudam
Geralmente, as pessoas não compreendem o que é o bom senso. Esse termo tem suas raízes na filosofia, onde o 'senso de realidade' representa a harmonia e aceitação entre a realidade criada e a imaginação. Vai além da mera distinção e abrange a capacidade de avaliar e discernir entre fatos e ilusões. Quanto mais desenvolvido for o senso de realidade, melhor será a tomada de decisão e a interação com o mundo.
Jamais se molde para alguém gostar de você. Porque a pessoa não vai gostar de você, mas da versão que você criou. Quem gosta de você, gosta exatamente do jeito que você é . Não se reprima por ninguém.
A dependência emocional é uma condição em que uma pessoa se apoia excessivamente nas emoções, opiniões e comportamentos de outra para se sentir valorizada e segura. Essa dependência geralmente está ligada a uma necessidade constante de aprovação, gratidão e aceitação por parte dos outros, o que pode enfraquecer a autoconfiança e a capacidade de tomar decisões de maneira independente. A pessoa dependente emocionalmente vive em função do reconhecimento externo, o que pode trazer uma série de consequências prejudiciais tanto para seu bem-estar quanto para seus relacionamentos.
Uma das principais características da dependência emocional é a busca incessante por aprovação. Pessoas emocionalmente dependentes tendem a moldar seu comportamento, suas opiniões e até suas escolhas de vida de acordo com as expectativas dos outros. O medo de desagradar ou de ser rejeitado é tão forte que elas abrem mão de sua própria autenticidade e autonomia para garantir a aceitação alheia. Isso pode levar a uma constante sensação de insegurança e à crença de que seu valor está sempre condicionado à aprovação de terceiros, e não a uma compreensão interna de sua própria dignidade e mérito.
A necessidade de gratidão e reconhecimento também é um componente central da dependência emocional. Muitas vezes, essas pessoas se esforçam excessivamente para agradar os outros, esperando, em troca, gratidão e validação. Quando essa gratidão não vem, ou não é expressa da maneira que esperam, elas podem se sentir profundamente frustradas ou desvalorizadas. Esse ciclo de "dar para receber" gera relações desequilibradas, onde a pessoa dependente coloca sua felicidade nas mãos do outro, esperando que ele preencha um vazio emocional que deveria ser preenchido internamente.
A aceitação social também desempenha um papel importante nesse quadro. Para quem sofre de dependência emocional, a ideia de ser rejeitado ou de não ser aceito em um grupo é aterrorizante. Essas pessoas muitas vezes fazem sacrifícios pessoais, engolindo suas próprias opiniões e sentimentos, na tentativa de se encaixar e serem vistas de forma positiva pelos outros. Esse esforço contínuo para ser aceito pode levar à perda de identidade e à sensação de que a pessoa está sempre desempenhando um papel, em vez de viver sua verdadeira essência.
Entretanto, viver buscando a aprovação, gratidão e aceitação dos outros pode se tornar uma prisão. A pessoa dependente se sente vulnerável e desamparada sem o apoio externo, o que dificulta o desenvolvimento do amor-próprio e da independência emocional. Essa busca incessante por validação impede o florescimento de uma autoconfiança genuína, onde a pessoa se sente segura de seu valor, independentemente da opinião alheia.
Superar a dependência emocional envolve um processo de autorreconhecimento e aceitação. É preciso desenvolver a capacidade de se valorizar pelo que se é, e não pelo que os outros pensam ou sentem. Isso significa aprender a validar a si mesmo, celebrar suas conquistas sem esperar reconhecimento externo e compreender que o amor-próprio é o alicerce para relações saudáveis e equilibradas. Quando a pessoa se liberta da necessidade constante de aprovação, gratidão e aceitação dos outros, ela se torna emocionalmente mais forte, mais autônoma e capaz de construir conexões baseadas no respeito mútuo, e não na dependência.
O caminho para a independência emocional não é fácil, mas é transformador. Ao fortalecer a autoestima e desenvolver uma relação saudável consigo mesmo, a pessoa deixa de buscar a felicidade exclusivamente fora e começa a encontrá-la dentro de si. E é nesse momento que a verdadeira liberdade emocional floresce, permitindo relacionamentos mais plenos e autênticos.
"É suficiente que cada um cumpra seu papel"
Ficou claro para mim como devemos aceitar nossas funções e responsabilidades na vida. Em um ambiente com a capacidade de lhe fazer sentir o mais livre possível, por incrível que pareça, isso me pareceu ainda mais concreto.
Temos habilidades e capacidades únicas, sejam elas individuais ou coletivas. Não devemos nos preocupar excessivamente em tentar agradar ou reproduzir o que não está em nossa essência.
Nem tudo está sob nosso controle e que existem limitações em nossas vidas que não podemos mudar.
A inutilidade de nos compararmos aos outros, ou tentar ser algo que não é, se tornou ainda mais óbvia.
Devemos cumprir nosso papel na sociedade de maneira justa e virtuosa.
Cada pessoa conhece seu mundo da
maneira que o enxerga. O conflito de
realidades é a causa da turbulência. É uma das poucas coisas frente a qual não nos restam saídas que não desistir. Aceitar e encerrar é uma benção.
Regras morais, pra quem busca o poder, não são aplicáveis ou aceitáveis. Basta olhar para aspirantes aos Governos e logo verá que se eles não são imorais, logo serão, afinal o poder não se curva facilmente às pessoas morais ou gentis.
Quando o homem assume a aceitação como norte de suas ações e desejos, ela deixa de exitir como um ser pessoal para agir como um sujeito social, com o seu individual irrelevante.
“A vida se torna maravilhosa quando amadurecemos e percebemos que as pessoas não são objetos que nos pertencem, mas seres livres que escolhem estar ao nosso lado. Relações saudáveis não envolvem cobranças ou exigências, mas sim respeito mútuo e aceitação das diferenças. Mesmo que as opiniões nem sempre coincidam, o importante é caminhar juntos como companheiros, amigos e parceiros, valorizando o apoio recíproco e o crescimento conjunto acima de tudo.”
Hoje em dia as pessoas nem amam os animais,quem dirá o próximo? Quem é incapaz de amar um animal sequer,não ama ninguém.
Na vida temos que conviver com pessoas incontornáveis. Há vínculos que não podem ser rompidos, então só nos resta aprendermos a lidar com eles.
