Aceitar as Diferenças
Aceitar as diferenças do outro, traz-nos um novo sentir, um novo saber...Esta é a sábia maneira de viver para que um dia possamos dizer: A nossa vida foi a nossa obra de arte!
Um mundo que sonha em ser totalmente civilizado precisa aceitar incondicionalmente as diferenças individuais.
Amar alguém nao significa molda-los conforme idealizamos, e sim, aprender com as diferenças e aceita-las.
Vivemos num mundo, onde devemos aceitar, e viver com as diferenças... Agora, quanto as suas indiferenças, aí é querer demais.
"Todos os casos de crueldade originam-se na falta de respeito e aceitação de diferenças em crenças, opiniões, estilos de vida ou identidade."
O que vem depois da paixão?
A aceitação do outro como é, real,
a paciência das diferenças, o querer ajudar, é o cuidar, zelar.
O que vem depois da paixão?
É o compreender que somos pessoas individuais, com propósitos juntos.
O que vem depois da paixão ?
É o respeito mútuo, a cumplicidade, a diversidade de ideias. O aconchego, as palavras que curam.
O que vem depois da paixão?
O amor genuíno.
- Cintia Verissimo
Um casamento feliz e saudável contém ingredientes do amor, da aceitação das diferenças, de bases espirituais iguais, dos mesmos objetivos, dos acertos sob o perdão e da mútua fidelidade.
As diferenças aceitas, são responsáveis pela durabilidade do amor, não importa se é, animal, paterno, materno, irmandade, amizade, ou raça.
Aprender a aceitar as diferenças é uma coisa essencial nas nossas vidas porque junto com esses entendimentos vamos ter muito a ganhar com a vida. Ninguém é forçado á ser igual á ninguém, e por isso que temos que respeitar os jeitos, opções e pensamentos dos outros.
Quero estar de olhos fechados para não ver as diferenças; mas com o coração aberto para aceitá-las como elas são.
A prudência e o respeito aceitam as diferenças e podem caminhar lado a lado. O fato de ficarem atentos não significa falta de respeito.
Duvido que o que mais precisamos para continuar evoluindo seja a aceitação das diferenças e defeitos alheios. Aposto que o que mais precisamos é mais difícil: adaptação, troca de submissão, e responsabilidade. Porque não nos falta liberdade, e nem libertinagem.
