Acabou o Casamento
MOMENTO DO CASAMENTO
Hoje o tempo parou para nos ver sorrir, enquanto nossos corações se encontravam diante do mesmo destino. Em teu olhar encontrei a paz que procurei por toda a vida, e em tuas mãos descobri o lugar onde minha alma sempre quis permanecer.
O altar testemunha mais do que uma promessa; ele guarda o nascimento de uma história escrita pelo amor. Cada palavra pronunciada ecoa como uma melodia eterna, unindo dois corações que decidiram caminhar lado a lado em todos os dias que ainda virão.
Que os sorrisos sejam maiores que as lágrimas, que os abraços sejam abrigo nas tempestades e que a esperança floresça em cada amanhecer. Nosso amor será a força que transformará desafios em vitórias e sonhos em realidade.
Hoje não celebramos apenas um casamento, mas a união de duas vidas, dois destinos e dois corações que escolheram amar sem medidas. Que cada aniversário desta data renove o brilho dos nossos olhos e fortaleça a promessa feita neste momento tão especial.
E quando o tempo pintar nossos cabelos de prata, olharemos para trás com gratidão, lembrando que tudo começou neste instante inesquecível. Porque o verdadeiro amor não conhece fim; ele cresce a cada dia, eternizando o mais belo capítulo de nossas vidas:
o momento do casamento.
DEPOIS DO CASAMENTO
Depois do casamento, descobri que o amor não mora apenas nas grandes promessas, mas também nos pequenos gestos. Vive no bom-dia sonolento, nas mãos que se encontram sem perceber e no abraço que transforma qualquer dia comum em um lugar de paz.
Depois do casamento, aprendi que amar é escolher a mesma pessoa todos os dias. Mesmo quando o tempo muda, quando chegam os desafios e quando o silêncio fala mais alto, o coração continua dizendo: "É você."
Depois do casamento, percebi que os sonhos deixaram de ser meus para se tornarem nossos. Cada conquista tem dois sorrisos, cada lágrima encontra um ombro amigo, e cada passo é dado lado a lado, com fé e esperança.
Depois do casamento, o tempo passou a ter outro significado. As lembranças se acumulam como estrelas no céu, iluminando a história de dois corações que decidiram caminhar juntos, sem medo do amanhã.
Depois do casamento, entendi que o verdadeiro amor não termina no altar; é ali que ele realmente começa. E enquanto houver vida, quero continuar escrevendo nossa história com carinho, respeito e um amor que cresce a cada novo amanhecer.
Nenhum casamento pode sobreviver sem perdão. O casamento é um compromisso de longo prazo entre dois pecadores.
O casamento feliz, o ideal, o almejado por muitos, segundo Nietzsche, seria como uma prisão perpétua, mesmo assim poderia dar certo; desde que prisioneiro e carcereiro se amem a ponto de tornar a convivência possível e harmoniosa.
As dificuldades, os desentendimentos e as diferenças conjugais podem surgir no casamento; mas, são superadas com paciência, oração e sabedoria na prática do bem.
Amor pela Excelência dá sentido à jornada.
Casamento com a Excelência representa o compromisso com ela.
Mentalidade da Excelência desenvolve a capacidade de transformar a si mesmo.
Casamento irresistível é aquele em que os cônjuges, unidos com Deus, superam as crises e adversidades com fé, otimismo e atitude santa.
Um casamento feliz e saudável contém ingredientes do amor, da aceitação das diferenças, de bases espirituais iguais, dos mesmos objetivos, dos acertos sob o perdão e da mútua fidelidade.
Como um girassol em busca da fonte solar assim é o casamento que firma sua existência, olhando para Deus.
A sucessão de desafios dentro do casamento é uma partida para duas pessoas conhecerem as estratégias de cada um, porém buscando juntos a mesma vitória.
Se o sol lhe pedisse em casamento, você aceitaria ou diria que não sabe, assim como a lua disse?
Mas a lua tem fases e, assim como as pessoas que não gostam das mudanças climáticas, o sol precisa voltar a brilhar...
O sol daria voltas por ti, o brilho poderia ser teu...
Não posso brilhar por você
Não posso me esconder no escuro com você.
O casamento é um compromisso em que o casal se une para crescer junto, construindo uma história de conquistas, com respeito e companheirismo.
30/06/26
O CASAMENTO PERFEITO.
Pessoas “imperfeitas” podem viver um casamento perfeito sim,
e serem perfeitas no amor a dois, conjugal,
e como isso pode acontecer?.
A fórmula mágica não esta nos livros blindados,
na politica e muito menos nas religiões....
nem acontecem na pérgola do Copacabana Palace,
em cerimônias de total “ ostentação”,
nem são celebrados por religiosos famosos, com seus ternos caríssimos,
a fórmula de um casamento perfeito esta simplesmente no no jeito sincero de amor...
amor incondicional, que transforma você na pessoa mais linda do mundo,, aos olhos do seu amado ou amada
amor que não dá muita importância para o tamanho da festa ou para aos que acontecem,
nos mais caros salões...
amor que supera o tempo , tempo que traz as rugas, a barriga nem um pouco de tanquinho,
amor que nem dá bola pára a “ força da gravidade,
a “ calvicie que chega, mas que não diminui o amor pelos poucos cabelos brancos...
Isso sim é amor !
Esse amor que faz um “ casamento ser perfeito”,
supera o tempo, a rotina, e a beleza daquelas fotos que não voltam mais.
O amor é perfeito, e só acaba quando fracassamos em nossas promessas e votos, de cuidar da pessoa amada ,até que a morte os separe.
Pessoas imperfeitas amam de verdade !
Pessoas não tão perfeitas, amam em qualquer idade!
Pessoas se amam de verdade em qualquer cidade!
E assim seguem vivendo...
cada um amando e querendo fazer o outro ou a outra feliz.
Amor é isso : faz a gente se sentir gente de verdade,
amor verdadeiro que traz a felicidade,
e faz da vida a dois um “casamento perfeito”, uma família feliz!
Portanto a única e eficaz fórmula de um “ casamento perfeito” entre duas pessoas,
é o “ amor” em doses homeopáticas ou superdosagem, do único remédio que cura
qualquer doença!
Um casamento feliz e um casamento perfeito, somente com muito amor...não tem jeito !
Se o seu casamento acontecer num castelo, num jardim, na praia ou num casabre ,você será muito feliz existindo amor !
O casamento perfeito by Celebrante Gilberto Braga. 2016
CASAMENTO, CELIBATO E POLIGAMIA À LUZ DO ESPIRITISMO: A EVOLUÇÃO DO AMOR SEGUNDO A LEI NATURAL.
Entre as diversas leis morais apresentadas pela Doutrina Espírita, a Lei de Reprodução ocupa lugar de grande importância por tratar de um dos aspectos mais profundos da existência humana: a continuidade da vida e o aperfeiçoamento moral do Espírito. Longe de restringir-se ao fenômeno biológico da geração, essa lei alcança as dimensões da responsabilidade, da afetividade, da família e do progresso espiritual.
Em O Livro dos Espíritos, Allan Kardec demonstra que as leis da Natureza possuem uma finalidade superior. Nada foi criado ao acaso. A reprodução dos seres vivos integra a harmonia universal e assegura a continuidade da vida em todos os seus aspectos. Entretanto, ao conceder ao homem a inteligência e o livre-arbítrio, Deus também lhe confiou a responsabilidade de agir como colaborador da própria Natureza, jamais como seu destruidor.
Por essa razão, os Espíritos ensinam que o ser humano pode regular a reprodução quando houver necessidade legítima e em benefício do equilíbrio natural. O que se condena não é o uso consciente da inteligência, mas a tentativa de frustrar deliberadamente a finalidade da reprodução apenas para atender aos excessos da sensualidade e do egoísmo. Quando o prazer torna-se um fim em si mesmo, separado da responsabilidade moral, evidencia-se o predomínio da matéria sobre o Espírito.
Nesse contexto, o casamento representa um dos maiores marcos da evolução da Humanidade. Kardec pergunta se a união permanente entre dois seres seria contrária à lei natural, e a resposta dos Espíritos é clara: trata-se de um progresso na marcha humana. O casamento transforma a simples atração física em compromisso, fidelidade, cooperação e responsabilidade recíproca. A família deixa de ser apenas um agrupamento biológico para tornar-se uma verdadeira escola de aperfeiçoamento moral.
O comentário de Kardec é particularmente significativo ao afirmar que a abolição do casamento significaria um retorno ao estado primitivo da Humanidade. A união estável dos cônjuges favorece o desenvolvimento dos sentimentos, fortalece os vínculos familiares e cria condições para que Espíritos reencarnados encontrem no lar um ambiente de educação, reparação e crescimento espiritual.
Ao mesmo tempo, a Doutrina Espírita distingue claramente as leis divinas das leis humanas. A indissolubilidade absoluta do casamento não pertence à Lei Natural, mas às legislações criadas pelos homens. Isso significa que a união matrimonial deve ser preservada enquanto cumprir sua finalidade de auxílio mútuo, respeito e crescimento moral. Quando se transforma em instrumento permanente de sofrimento, violência ou degradação dos envolvidos, o rompimento do vínculo jurídico não constitui afronta à lei divina, mas consequência das imperfeições humanas ainda presentes na sociedade.
Outro tema frequentemente mal compreendido é o celibato. O Espiritismo não considera o simples fato de permanecer solteiro um estado de superioridade espiritual. Se motivado pelo egoísmo, pelo orgulho ou pelo desprezo à vida familiar, o celibato não possui qualquer mérito diante de Deus. Contudo, quando representa um sacrifício voluntário realizado para dedicar integralmente a existência ao serviço da Humanidade, adquire elevado valor moral. O mérito nunca está na condição exterior da pessoa, mas na intenção pura que inspira seus atos.
Também a poligamia é analisada sob o prisma da evolução moral. Os Espíritos afirmam que ela não constitui uma lei natural, mas uma instituição humana vinculada a determinados períodos históricos e costumes sociais. O casamento ideal, segundo as leis divinas, fundamenta-se na afeição recíproca. Onde predomina apenas a sensualidade, desaparecem os elementos espirituais do amor verdadeiro. À medida que a Humanidade progride, substitui as relações baseadas na posse, no poder e nos interesses materiais por vínculos construídos sobre o respeito, a igualdade e a fidelidade.
Essa compreensão revela um aspecto essencial da Doutrina Espírita: a verdadeira evolução consiste na educação dos sentimentos. O homem deixa gradualmente de ser governado pelos impulsos instintivos para orientar sua vida pela consciência, pela razão e pelo amor. O casamento, a família e a própria sexualidade deixam de ser simples expressões da natureza biológica para converterem-se em instrumentos de crescimento espiritual.
Em última análise, a Lei de Reprodução não trata apenas da multiplicação dos corpos, mas da educação das almas. Cada lar constitui uma oficina de aperfeiçoamento onde Espíritos aprendem a renunciar ao egoísmo, desenvolver a paciência, exercitar o perdão e construir laços de amor que ultrapassam a própria morte. A família, assim compreendida, torna-se um dos mais importantes mecanismos da Providência Divina para conduzir a Humanidade ao seu destino de perfeição.
Fontes:
Allan Kardec. O Livro dos Espíritos. Parte Terceira – Leis Morais. Capítulo IV – Lei de Reprodução, questões 693 a 701.
Allan Kardec. O Evangelho segundo o Espiritismo, capítulos XIV (Honrai a vosso pai e a vossa mãe) e XXII (Não separeis o que Deus juntou).
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