Abraço
Eu sinto uma grande vontade de te ver
Eu quero te da um abraço apertado e viver por toda minha vida ao teu lado. Eu quero você aqui.
Teu cheiro me envolve
como num abraço
e mesmo sem tocar-te
te sinto completamente em mim.
_ Sueli Matochi
No doce abraço da aurora, onde o sol sorri em esplendor,
Reside o amor materno, um tesouro de valor sem fim.
Como as estrelas no céu, sua luz guia e encanta,
Mãe, sua presença é poesia na dança do tempo,
Sua ternura, um verso eterno, que ecoa na alma,
Feliz Dia das Mães, celebração do amor que nunca acaba.
Querido...
Eu fiz teu abraço de lar. Os teus beijos a minha perdição. Encontrei-me quando olhei em teus olhos. Perdi-me nas ondas dos seus cabelos. Enlouqueço aos teus lábios macios. Ferve meu corpo quando seguro tua mão.
Procuro-o a cada pessoa, és escolhido dentre todos eles. Seja você o meu maldito poeta. Dos romances mais belos, o meu Romeu. Fale-me sobre o amor da sua perspectiva. Meu bem, você poeta, eu poetiza. Se pararem as palavras de rimar, se importaria? Ou se não mais te escrever em estrofes e linhas?
Se faço morada em você, te incomoda? Quando estou imbróglia, ainda assim te quero. Encontrei em ti, amor, a calma que eu tanto buscava. Querido, agora eu tenho um milhão de borboletas, sobrevoando serenas, que agitam-se a sua presença apaixonadamente extraviadas. Há quanto tempo eu não via-me perdida. Perdidamente apaixonada.
Declarar-se é coisa antiga, atos decrépitos, cartas de amor são ridículas. Então pergunto-me, por que as faço? Uma a uma como o mesmo objetivo: dizer amá-lo. Sou uma mulher com paixões pérfidas, escritora e também aspirante a poeta. Fervorosa, intensa como a primeira vez.
A primeira vez em que estivemos juntos, você lembra? A primeira vez que senti teu palpitar. Quando cogitei falar contigo sobre amor, mas era cedo demais. Atormentou você meus dedos passeando teu corpo, lembra-se? Ou porque eu não parava de te olhar. Quando nossos sonhos se entrelaçaram a primeira vez, senti meu coração descompassado acelerar. Quando pedi-te um beijo roubado. Quando fui tua sem que ao menos me tocasse.
Eu fiz do teu abraço o meu retorno. Teus beijos a minha perdição. Nas ondas dos teus cabelos eu perco-me. Reencontro-me ao olhar seus olhos. Deixe-me não medir esforços para falar que é você. Sempre foi. Querido, tudo acontece como a primeira vez. Exceto o amor, que não nega batizá-lo meu doce, doce, doce...
Maldito poeta
Em cada amor um único caminho
Em cada abraço sempre teu calor
Nos versos que traço
A canção mais bonita
faz brotar a primeira vez
Sentindo teu carinho
o corpo dormente pede consente
Num vai e vem de mais
em a luz da manhã rastrejar se diz presente
em Restos de cortina
Quero rock, café festejar
Amar teu jeito de menina
Eu trocaria alguns anos para reviver esse mesmo abraço
Que na memória parece ter sido minutos atrás
Dói dizer "adeus", mas o que importa fica para além dos estados da matéria
- The Flow Of Matter
"Não aguarde abraço de ninguém (talvez dos pais, TALVEZ), não espere intervenções divinas. Não espere que alguém fique com dó de você e lhe ofereça o ombro pra chorar. A vida me ensinou, que o travesseiro é o seu melhor amigo, que intervenção divina não ocorrerá, se não houver um primeiro passo e o ombro pra chorar é o que sustenta sua cabeça."
Um singelo sorriso, um abraço apertado, e tudo se foi, transformado em lembranças.
- "Oi vô! , oi vó"!, só me resta saudades, um dia aqui, no outro um adeus.
Eu sei que não adianta chorar pelo que se foi,
é a vida, o que resta são lembranças de um velho cachimbo e o caldo de peixe da tarde.
- "Vem, meu filho, senta aqui, vamos comer".
São apenas lembranças.
Tudo o que nos resta são lembranças, abrace quem realmente importa, porque daqui um tempo será um adeus e as velhas lembranças
Nas mãos entrelaçadas, há mais do que peles, ossos e Histórias. Há um laço invisível, um abraço silencioso. A Enfermeira, com seu toque suave e compassivo, é o respeito e o cuidado a Segurança que traz vida, que embala a jornada da missão, E assim o medo se Afasta, Tocadas afaga-se o coração.
Saudade é o abraço da memória, onde guardamos com carinho cada instante ao lado de alguém extraordinário, mesmo sabendo que encontrar novamente pode ser uma jornada quase impossível. Mas a saudade também nos ensina a valorizar cada segundo que tivemos juntos.
_Mitose do Amor_
Dois núcleos, unidos pelo destino,
Se fundem em um só, em um abraço divino.
A mitose do amor, um processo sublime,
Que cria uma nova célula, uma nova vida.
Os cromossomos da paixão, se entrelaçam,
Formando um novo código, um novo idioma.
A linguagem do amor, que só os corações sabem,
É decifrada pela alma, que é a chave do universo.
A meiose da separação, é superada pela fusão,
Dois seres se tornam um, em uma união perfeita.
A seleção natural, escolhe o melhor,
E o amor é a força, que move o universo.
A biologia do amor, é um mistério divino,
Que só os corações sabem, e a alma pode ver.
É um processo complexo, que envolve a química,
E a física do universo, em uma dança cósmica.
Um abraço compartilhado em momento natalino é um encontro de almas,onde palavras se tornam desnecessárias. É um gesto simples, mas profundo que une corações e dissolve barreiras. Nele, a vulnerabilidade encontra conforto, e emoções se alinham em um instante único.
Mais do que um toque físico, é um elo de força, consolo ou celebração, que permanece na memória como um calor que aquece, mesmo após o fim. É a prova de que, na vastidão do universo, nunca estamos realmente sozinhos.
Que neste Natal, sejamos o laço,
Aquele que cura, que sela o espaço.
Pois num abraço sincero, tudo faz sentido,
É Natal no mundo Universal.
É mais que palavras, mais que emoção,
É chama que arde e espalha união.
No abraço afetuoso de um lar iluminado,
Reencontramos o amor, tão abençoado.
É laço de afeto, paz e perdão,
Um toque que invade o mais duro coração.
É como um presente que não se embala,
Mas leva conforto onde a alma se cala.
Nos braços que envolvem,
há cheiro de pinho,
De esperança que aponta um novo caminho.
E ao abraçar, sentimos tão forte e real,
Que o espírito do Natal é puro, é vital.
Saudade: O Abraço do Tempo
Saudade é como o vento: você não vê, mas sente profundamente. É o coração buscando o que ficou no passado. Ela chega de mansinho, como uma música antiga, trazendo de volta o que foi lindo, mas já passou.
É a presença de algo ausente, um pedaço do passado que insiste em viver no presente. É sentir o abraço que ficou, o sorriso que se foi, e a certeza de que aquilo era amor. Saudade é o jeito que o coração encontrou para guardar o que foi inesquecível.
Ela dói, mas também aquece, porque nos lembra que vivemos momentos que valem ser lembrados. É fechar os olhos e, de repente, estar lá de novo, naquele instante que marcou a alma.
Ela não avisa quando vem. Basta um cheiro, uma música, e o coração já está preso no passado. Saudade é um silêncio que grita por dentro, clamando pelo que já não está.
Sentir saudade é carregar no peito o reflexo de algo tão bonito que nunca se apaga.
No mundo da leitura, um abraço acolhedor, Livros leves e fáceis, um prazer sem temor. Histórias que fluem, como um rio a correr, Em cada página, um sorriso a nascer.
Sem enredos complexos, nem palavras difíceis, A mente relaxa, a alma se embevece. Em cada linha, um escape da rotina, Uma viagem sem fim, sem pressa, sem sina.
Então abra um livro, deixe a mente voar, Em histórias simples, que te farão amar. Um presente para a alma, um refúgio a encontrar, Livros fáceis de ler, para sempre recordar.
