Abandona

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O coração humano raramente abandona Deus de uma vez.


Normalmente isso acontece por pequenas concessões.


Pequenos compromissos.
Pequenas acomodações.
Pequenos silêncios.


A queda pública quase sempre começa com uma negociação secreta.

“Ser mãe atípica me ensinou que o amor verdadeiro não desiste, não abandona e luta todos os dias com coragem e fé. 💙”

“O diagnóstico responsável não apressa rótulos, mas também não abandona quem sofre sem nome para sua dor.”
Do livro TDAH: Déficit de Atenção, Distúrbio ou Apenas Distração?, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“O silêncio divino não abandona a alma; ele apenas retira o excesso para que ela possa escutar a verdade.”
Do livro O Espelho da Alma Livre — Amor, Consciência e Dissolução do Ego no Silêncio Divino, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“A sombra só cresce quando o sujeito insiste em parecer inteiro enquanto abandona partes essenciais de si.”
Do livro Entre o Silêncio da Inferioridade e o Ruído da Superioridade — Entre a Sombra e o Espelho: A Psicodinâmica dos Complexos de Inferioridade e Superioridade, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“A droga pode funcionar como objeto que não julga, não abandona e não exige, mas cobra do sujeito o preço de sua própria ausência.”
Do livro Psicanálise das Toxicomanias — O Sujeito entre o Gozo, o Sintoma e a Droga, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

Ninguém abandona uma relação saudável, porque quando existe amor verdadeiro, carinho e reciprocidade, o coração sempre encontra motivos para ficar.


Ian N.T

O pecador evita a oração porque teme a luz; o homem de oração abandona o pecado porque já viu a luz.

POESIA:
AMOR QUE UNE O INFINITO E O PEQUENO

Deus nunca abandona você, e o caminho mais seguro é se aproximar dEle a cada dia, ficar bem juntinho para estar protegido e compreender a perfeita, e agradável vontade de Deus.

O fabricante do relógio não vive no objeto que criou, quem faz o calçado não pode habitar o sapato que produziu.
Todos os que fazem coisas pequenas têm suas obras limitadas, cabe na palma da mão, sem espaço para a presença do autor.

Mas o Deus vivo e verdadeiro é diferente:
Ele segura a Terra e todos os astros na palma da Sua mão e, ao mesmo tempo, consegue fazer morada no seu coração, quando você abre a porta para recebê-Lo.

Seu amor por você não tem medida, não tem restrições nem fim.
Ele te escolhe, te cuida e te chama de filho — e essa verdade é suficiente para transformar qualquer momento,
mesmo os dias mais difíceis e sombrios.


Esse amor é inteiro, pleno e abundante, como um céu que se abre para iluminar a sua vida, um sentimento que não se conta nem se calcula, apenas se sente e se vive com toda a alma.

O mesmo Deus que equilibra os planetas no universo. Também cuida do seu coração com ternura e sabedoria.
Você é joia rara, amado por inteiro, exatamente como é, sem precisar mudar nada para ser digno desse amor.

Harley Kernner
Arquitetura de Poesias e Crônicas
Escritor Particular

Quando o Cego volta a enxergar, a primeira coisa que ele abandona é a bengala que o ajudou.

A agência emerge no instante em que a existência abandona
o papel de efeito
e ensaia autoria no mundo.

Existem dois caminhos! O certo e o errado, a opção é tua! Porém Deus não te abandona em nenhuma hipótese.

Quem abandona seus valores para ser aceito já se perdeu antes da batalha.

Deus é bom em todo tempo. Mesmo quando o caminho parece escuro, Sua luz nos guia. Ele não abandona, não desiste, não afasta o cuidado. Em cada detalhe da vida, há um toque do Seu amor infinito, sustentando, renovando e fortalecendo o nosso coração.

O pior abandono é quando você abandona a bússola do seu propósito no meio da travessia.

Três coisas na vida que não se abandona: Amizade, confiança e um coração transbordante de amor e carinho;
Pois o mundo dá voltas e o que fazes hoje, amanhã você pode colher em dobro, no entanto plante o bem para colher o mesmo;

A minha sombra não é tão minha amiga
Sempre me abandona quando chega o fim do dia;

"Santo não é aquele que confessa que tem pecados, santo, é aquele que abandona os pecados que tem confessado."

Ninguém se perde de si; abandona-se, pouco a pouco, em concessões que parecem inofensivas. Troca-se a própria trilha — austera e silenciosa — por caminhos já validados, onde o conforto encobre a deserção. Vive-se muito, mas habita-se pouco. Até que, em algum ponto, a consciência — tardia, porém irredutível — rompe o ruído e cobra o retorno àquilo que nunca deixou de chamar.

Despeço-me da roupa
como quem abandona o dia
e encontro-te na sombra macia do quarto.




Os teus olhos percorrem-me devagar,
com a saliva tranquila de quem sabe esperar. Sinto o teu toque subir pela minha pele como um fogo lento que acorda cada nervo.




A tua boca aproxima-se do meu pescoço, quente, demorada —e o ar entre nós torna-se
mais pesado, carregado de desejo.




A minha boca perde-se
nos teus famintos seios
descobre os caminhos que o corpo guarda para noites em que a razão adormece.




E quando finalmente me puxas para ti, pele contra pele, respiração contra respiração, o mundo encolhe até caber entre os nossos corpos.




Ali ficamos, presos um ao outro,
num ritmo antigo e secreto,
onde cada suspiro diz
aquilo que as palavras
nunca ousariam dizer.