A Vida é como se Fosse um Palco
Uma certa noite, conheci em cima de um palco o dono de uma voz especial.
Eu que naquela noite só desejava um locutor que falasse corretamente meu nome...
Acabei me apaixonando.
Por um acaso você estava lá.
Conheço uma escritora que toda noite antes de dormir imagina finais prazerosos e intensos, mas infelizmente essa história terminou assim.
Procura-se um bom escritor capaz de reescrever essa história e um bom locutor, capaz de dar vida a ela.
O palco da sociedade contemporânea é um mosaico de poder e fragilidade, onde representantes, outrora espelhos do povo, muitas vezes se transformam em artífices da alienação. A massa, sedenta por ídolos e distrações, torna-se presa fácil de ideologias que a manipulam, transformando-a em mera peça de um jogo de ambição e banalização.
A violência, antes restrita aos cantos sombrios da marginalização, irrompe em plena luz do dia, alimentada por conflitos que se perpetuam em nome de verdades distorcidas. A idolatria, outrora reservada aos deuses, agora se estende a figuras efêmeras, que ascendem e caem em um piscar de olhos, enquanto a esperança, como uma chama tênue, luta para não se apagar.
Pensadores e guerreiros, outrora aliados na busca por um mundo mais justo, agora se digladiam em um campo de batalha onde a espada e a letra se confundem com a bala. A luz da razão se esvai diante da escuridão da ignorância, e a verdade se torna refém das mentiras, em um embate onde as cores se misturam em um turbilhão de caos.
O povo, outrora detentor do poder, agora se vê subjugado por forças que o alienam e o marginalizam. A resistência, como um grito sufocado, busca romper as amarras da opressão, enquanto a paz, um sonho distante, se esvai diante dos conflitos que se alastram.
Em meio a esse cenário sombrio, a esperança teima em resistir, como uma semente que brota em solo árido. A luta por um mundo mais justo, onde a verdade e a luz prevaleçam sobre a mentira e a escuridão, continua a pulsar no coração de guerreiros e pensadores, que se unem em busca de um futuro onde o povo, enfim, retome o poder que lhe foi usurpado.
A VINGANÇA DOS DEUSES
Demétrio Sena, Magé - RJ.
De repente o artista cai no palco. Ou cai do do palco. Silêncio completo; público apreensivo; sem iniciativa. Então o artista se reergue, sereno e resignado, e sem nenhuma explicação reassume o palco. Dá continuidade ao show.
Fosse qualquer outro profissional, não de palco, esse não seria o desfecho. O trabalhador não se reergueria; seria reerguido. Não voltaria imediatamente aos afazeres. Alguém lhe daria um pouco d´água, examinaria suas condições de retorno ao ofício, e talvez o dispensasse naquele dia, para ir ao médico. E o médico, por sua vez, atestaria mais um, dois ou três dias, para ele se recompor do acidente que, no fim das contas, não foi mais do que um susto.
Há momentos em que os deuses trocam de lado com os mortais. Enquanto estes têm que amargar sozinhos as próprias quedas no inferno de suas solidões, os mortais se acercam de anjos e benfeitores no céu de uma solidariedade ora espontânea, ora por força de lei. É claro que as presentes linhas tratam de grandes artistas, e de outro lado, funcionários de boas empresas.
A vingança de um deus está em ele saber ser humano, mais do que um ser humano sabe ser deus, nessas horas. O grande artista, quando sofre o tombo e se reergue para continuar, transforma esse momento na parte mais aplaudida em seu show.
O chamado ao grande "palco" de realizações nesta nova era, é o grande objetivo dos mentores amigos que nos impulsionam à grande marcha. O espaço é infinito, o propósito é sublime, e a vida que nos cerca, é abundante... Como é doce e suave a brisa da manhã, como é belo e majestoso o cantarolar dos pássaros, anunciando um novo dia... Em tudo existe luz... Emanem o sorriso, façam vibrar o sentimento, como jamais o fizeram, busquem o "eu" edificante que já transita dentro de vós, e transcedam-no verdadeiramente em espírito e verdade... O Divino carpinteiro nos apresenta o seu espetáculo todos os dias, aos olhos e ouvidos da Terra, e na imensidão de todas as galáxias... A Harmonia, meus irmãos, está presente na sutil atmosfera daquilo que sentimos, e isto é, diretamente proporcional ao bem que juntos plantamos... Estamos entre vós e permaneceremos... Que Deus, em sua soberania, abençoe este trabalho, e inunde de graça o nosso planeta...
No ápice existencial das almas felizes, "espetáculos" acontecem no palco das consciências, irradiando luz nos corações, e transmitindo o magnetismo dos corpos, assim, manifestando a Divina arte... As sombras se dissipam em silêncio, e hoje, áureos já são os tempos, onde a luz carece transceder, e o seu reflexo, deve espargir no majestoso semblante do universo. Sejamos fiéis à arte do Cristo sem medir esforços, meus amados. O que seriam das notas musicais, se não fosse a íntima relação do artista com a bela musicalidade? O que seria do sorriso, ou mesmo da lágrima, se eles não nos causassem qualquer emoção? Como imaginar a sincronia dos corpos do universo, sem considerarmos as leis de atração e gravidade? Tudo funciona conforme as diretrizes de uma Lei soberana, através dos "moldes" que utilizamos, a partir daquilo em que realmente acreditamos, e sob os pilares da obra que humildemente representamos. O trabalho na arte, sob os critérios do mundo invisível, inicia-se na predisposição do "sentimento", desenvolve-se no pulsar da "vibração", eleva-se na construção do "Pensamento", e plenifica-se no aperfeiçoamento da "ação"... Somos "estrelas" dentro de uma infinita constelação, e a Divina Arte, abençoados, é o resultado da soma das nossas luzes individuais...
Deslumbremos o ser que aflora para as grandezas infinitas. Peregrinamos sob um palco de muitas "mazelas", onde muitas são as lágrimas, e difíceis são os dias que a humanidade enfrenta... Mas, para a nossa imensa alegria, as emanações do Cristo aceleram no íntimo da criatura, lapidando-a, assim como a pedra bruta, que em seu interior esconde o precioso diamante... Como nos despojarmos desta camada grosseira que nos castra o brilho e a luminosidade que nos são elementares? Amados, a razão da existência nada mais é que o resultado do propósito Divino em nossas vidas... Façamos o que nos é lícito e aquilo que nos é devido, pois o tempo urge com velocidade, e os nossos "cristais" carecem emergir das sombras... Somos "Pedras Preciosas" na edificação do bem e da verdade... Luzes cruzam as galáxias e a todo instante, iluminam a obscuridade dos nossos desvalidos...
Nossos pequeninos são as nossas mais preciosas ferramentas de "arte", refletidas no palco das realizações humanas... A evangelização da criança e a formação do jovem, devem atender as expectativas do espírito encarnado, sob às bases consolidadas de uma sublime manifestação artística, que não apenas satisfaz a matéria em movimento, mas principalmente, age sob uma regência intensiva dos planos superiores...
Peregrinamos sob um palco de muitas "mazelas", onde muitas são as lágrimas, e difíceis são os dias que a humanidade enfrenta...
O Retorno do Filho Pródigo: Uma Parábola de Amor e Redenção
No grande palco da existência, somos viajantes de uma jornada sagrada, guiados pelo mistério da vida e pelo chamado do infinito. Desde os primórdios, quando o Criador declarou: “Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança”, fomos dotados tanto da impetuosa rebeldia dos instintos quanto da sublime promessa da transcendência. Há em cada ser humano uma centelha divina, um lampejo de luz aguardando o instante em que poderá brilhar plenamente.
Para nos tornarmos, de fato, reflexos da grandiosidade celestial, precisamos nos revestir das mais nobres virtudes: gentileza, honestidade, amor, paz e benevolência. Esse processo não acontece em um único momento, mas se desenrola como uma dança harmoniosa, onde cada ato de compaixão e cada gesto de generosidade nos conduz mais perto do divino. Quando, enfim, florescemos, nossas ações deixam de ser guiadas pelas tormentas das emoções passageiras e passam a ser iluminadas por valores eternos e princípios sublimes.
Assim, tornamo-nos espelhos vivos da presença de Deus na Terra—faróis de luz a irradiar o amor que habita em nós. Cada sorriso ofertado, cada palavra carregada de afeto, cada ato de bondade transforma-se em um canal da graça celestial, revelando a beleza que sempre esteve dentro de nós. E nesse profundo processo de transformação, encontramos a paz verdadeira e a mais sublime realização: o retorno do filho pródigo.
Este filho, após vagar pelos áridos desertos do sofrimento, desperta para a memória de sua origem divina. Ele compreende que pertence a uma família cósmica, unida pelo elo sagrado da fraternidade e do amor, onde a carência não tem morada. E assim, finalmente, retorna ao lar—não um lar feito de paredes, mas um refúgio eterno, onde pulsa a essência do Criador, aguardando de braços abertos para acolhê-lo no abraço da eternidade.
Num palco do agora, erguemos o olhar,
Deixamos o passado, é tempo de recomeçar.
Histórias entrelaçadas, tecendo o amanhã,
Onde a esperança floresce e a vida se embala.
Vamos, deixemos para trás sombras que se desfazem,
Em cada aurora, um novo caminho se refaz.
Construímos juntos uma narrativa diferente,
Onde a justiça germina, e a igualdade é semente.
A esperança, como estrela a cintilar no firmamento,
Guia nossos passos com brilho envolvente.
Na escuridão, seu fulgor se revela,
É força que persiste, eterna na tela.
No agora, a justiça é semente lançada,
Em cada gesto, em cada jornada.
Que o presente seja o solo fértil e eficaz,
Onde a justiça brote, vigorosa e tenaz.
Deixemos o passado, mas aprendamos com ele,
Na esperança que nos guia, como luz na pele.
Nessa nova história, juntos vamos tecer,
O presente, onde o amor é o que há de florescer.
Te invoco e te deixo hipnotizado
Em cima do palco, esqueço os pecados
Todos os santos têm seu passado
Eu te abençoo se te tenho ao meu lado
Popularidade
Quando saio numa capa de revista, você me ama!
Quando subo no palco e faço meia hora de show, você suspira!
Quando estou rodeado de amigos, você se orgulha!
Mas no final você quer estar junto a mim pelo poder!
Pelo que posso te dar!
Pelas portas que posso abrir!
Pelo conforto!
Pela influencia!
Será assim até as cortinas se abrirem!
Quando escancará-la, sairá como se nunca houvesse me conhecido!
Sua admiração não é por mim é pelo que almeja!
Sou popular, como um cigarro que se consome!
Sou falso como qualquer amizade interesseira!
Efêmero e rápido como qualquer poder!
Que acaba e precisa de mais para se sustentar!
Quando saio numa capa de revista, você me ama! Quando subo no palco e faço meia hora de show, você suspira! Quando estou rodeado de amigos, você se orgulha! Mas no final você quer estar junto a mim pelo poder
Neste teatro nem tudo são flores, nem tudo são amores, nem tragédia, nem drama, mas no meu palco só tem sentimento, festa e samba!
Subir ao palco é muito contraintuitivo. O corpo todo grita quando você aparece diante a plateia. Não há onde se esconder.
As redes sociais são, por vezes, palco para uma farsa de farsantes convencidos de que precisam provar o que não são.
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