A Vida e as suas Facetas
Maltratam o povo brasileiro que está dando o sangue no garimpo para sustentar as suas Famílias, mas dão a exploração das nossas riquezas naturais de graça para investidores estrangeiros. Essa vergonha pertence a esquerda e a direita aqui do nosso país! Isso tem que acabar!
É madrugada de luar
e o Universo resumido
no seu palimpsesto
dando suas ordens
sem nos fazer reféns:
Nos regendo rumo
à algo bem similar
à Superlua de Neve,
sutil e cortejante
da folhagem ondulante
do bosque verdejante.
Doce solfejante
da galáctica sinfonia
que só o futuro há
de nos confirmar
e o amor espalhar.
Nesta busca intensa
por você mesmo
sem ter a certeza
desta sua sidérea
existência que sinto
que vou encontrar.
I
Dear Moon Poetry,
tudo muda
nas cidades
a Lua tem
suas fases,
São Pedro Velho
agora São Pedrinho,
e a discrição
que tanto diz por
si só que te quero.
II
Dear Moon Poetry
tudo muda,
e a memória
às vezes se derrete,
mas na Abissínia,
que nunca teve
para relembrar
a sua história
de Festa Junina?
III
Dear Moon Poetry,
tudo muda,
na vida
é assim o tempo
inteiro,
encontrei você
lá no Rio Belo,
tipo agulha no palheiro.
Esta insônia tem
alguma relação
com a nossa vigília,
Só sei que ando
por notícias suas
e pela aparição
das quadrântidas
esperando aqui
no céu cidade,...
Confesso à você
que estou flertando
com a misantropia,
Vício se cura,
o quê é próprio
do hábito muda
e a prova está
nas fases na Lua,...
Apesar de tudo
e do maniqueísmo
do mundo não desisti
de ter fé nesta vida;
Falo sobre tudo,
não falo jamais
da vida alheia,
e sempre falo
pouco sobre mim,
A tua sensualidade
mantém irradiadas
a Ursa Maior, a do Boieiro
e o quê desejo que
é beijar-te inteiro,
e de olhos fechados
e assim em silêncio:
As tuas mãos pondo-me
hipnotizada de joelhos
como fossem reflexos
da Galáxia do Escultor,
e ainda sem ter o teu amor:
venho planejando universos.
Se você desvaloriza as suas origens, onde nasceu, onde você mora e quem elevou ou eleva a cultura do teu país no futuro tudo aquilo que você fizer não terá valor nem mesmo a sua existência.
Coração sul-americano
em todas as glórias
e dores sem engano
do meu povo e suas tropas.
Junto com cada vida
perdida no oceano,
levando palavras
todas engasgadas
na garganta como cravos.
Multiplicam-se os mortos
somados aos bloqueios,
e não faz vista grossa
à existência de torturados.
Firme em plena eclipse
solar parcial,
sem saber do General
preso injustamente,
ainda espera
pela justiça imparcial.
Carregando naufrágios
para si e vivendo de pé
em nome do que é
terno, imutável e místico.
Buscando abrir fronteiras
para o perdão e a reconciliação:
porque crê como criança
no que dizem ser impossível.
Novembro
Novembro traga a calma
suficiente para você
caminhar com paz,
abraçar as suas conquistas
e se cobrir de poesias.
Rodeio e suas rosas
Em pleno Médio Vale do Itajaí
brotam as rosas de Rodeio,
Ainda você aqui não veio
e ao redor do tempo tenho
feito da espera poesia e templo.
Eu sou nacionalista romântica
que ama as suas
tropas mesmo quando
está feliz ou triste,
porque do Brasil jamais desiste.
Eu sou nacionalista romântica
de um Brasil de heróis
que são povos originários
resistindo a prolongada ocupação.
Eu sou nacionalista romântica
que nunca vai brigar
com os seus artistas
e todos os dias saúda
este país com muitas poesias.
Eu sou nacionalista romântica
que ama esta terra
que nasceu repleta de esplendor,
meu amado Brasil Brasileiro
te entrego o peito e todo o meu amor.
Sendo a palomita mansa
solta nas suas mãos,
Neste Chamamé nos
revezando entre os casais,
A cada dia no compasso
da vida você me quer sempre mais,
Vamos nessa Palomita dançando
até a gente ver o Sol se erguer em paz,
Neste ritmo vamos nos sentindo
que nós dois somos iguais,
E nos apaixonando sempre mais.
Crenças ou descrenças
são poemas que cada alma
os lê conforme a sua lente
e suas experiências
terrenas ou com o Divino,
Todos têm a sua hora
e o seu próprio caminho.
O Sanguanel da lenda
só existe nela e no poema,
Cuide das suas crianças
porque o mel quem
nos dá são as abelhas,
O mundo não oferece
para a vida doces esquemas.
Debaixo de uma poética
Canela-Branca sob o testemunho
e bênção das suas lindas
floresum encontro marcaremos,
E ali despreocupados com
o mundo nós dois namoraremos.
Sob os toques dos ventos
do Hemisfério Sul
ondeiam os Jacarandás
que com suas flores
presenteiam os cabelos
e minhas mãos,
Podem falar que é
alucinação sentir
que ir ao teu encontro
não será preciso,
O teu coração sabe muito
bem que o teu lugar
é comigo e me encontrar é o destino.
As Caviúnas com graça
o caminho enfeitam,
As suas sombras fazem
artes de muitas luas,
Te amar com poesia
silenciosa faz parte,
Você não quer outra
coisa comigo que
a não ser compromisso.
A Murucututu-de-barriga-amarela
chegou rodopiando no meu jardim,
As suas asas abertas sobre a terra
erguem a poesia expandida em mim
Não é segredo que somos iguais,
iniciamos de um romance sem fim;
Você é a minha inspiração magnífica,
é por ti que meu peito suspira,
meu coração e corpo inteiro
pelo teu delira só respirando
a tua adorável fragrância masculina.
Entre as suas pestanas
tenho o Recife franja
mais lindo e encantador,
Sou estrela-do-mar
no oceano do teu amor
profundo criando dia
e noite o nosso mundo
com doçura e carícia,
Só de saber que você
existe me provoca delícia.
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