A Verdade de cada um Pirandello
Na Índia acredita-se que Deus pronuncia apenas a palavra "sim". Na verdade, Ele não diz sim para o que as pessoas pedem, mas para aquilo em que elas acreditam.
Mas não sou dona da verdade absoluta, posso e devo estar errada. Só queria que você olhasse como eu vejo as coisas, não que você tenha que concordar comigo.
"verdade é que eu tinha muitas teorias de liberdade e independência, mas é verdade também que eu, antes de tudo isso, nunca tinha entendido o que era mesmo o amor nessa vida."
Para mim, a verdade, essa integridade de que falo, acha-se em todas as coisas. Portanto, a idéia de que necessitais progredir em direção à realidade é uma idéia falsa. Não se pode progredir na direção de uma coisa que sempre está presente. Não se trata de avançar para o exterior ou de voltar-se para o interior, mas sim de se libertar dessa consciência que se percebe a si mesma como separada.
Nunca minta, porque a verdade vai ser revelada, e a pessoa para quem você mentiu vai ficar devastada.
A verdade torna-te imponente, crente que a falsidade e a maldade jamais prevaleceram perante a justiça.
Justiça é um conjunto de leis muito mal geridas, procuram na mesma frase demonstrar mil e uma forma de verdades distintas.
Corrompidas por mentes obscuras, defendidas por dinheiro, ou mal defendidas por falta dele.
Um saber perspicaz que muda a forma de estar. Estes ficam sem paciência para ouvir dificuldades, afinal para muitos, não passam de banalidades.
Uma transformação de pessoa, de carisma, de personalidade, uma transformação de verdade.
Uma inteligência repleta de estratagemas, de um poder mal utilizado, um crescer conturbado que deturpa o ser humano.
Justiça nunca será o “respeito à igualdade de todos os cidadãos.”, pelo menos enquanto nós seres humanos imperfeitos, tão cheios de defeitos, decidirmos ter um poder que não nos pertence.
A verdadeira justiça vive na consciência de cada um, que guarda para si o que verdadeiramente acontece, mas tenta mostrar aos outros uma verdade que não existe, e que apenas gostava que existisse…
A lei permite ao bom senso decidir se a quer usar para a verdade, ou se a quer deturpar na mentira…
Isto sim, é injúria.
Mas todos lhe chamam vulgarmente de justiça.
"Encontrar a verdade é difícil, e o caminho é acidentado. Como buscadores da verdade, o melhor é não julgar e não confiar cegamente nos escritos dos antigos. É preciso questionar e examinar criticamente o que foi escrito, por todos os lados. É preciso aceitar apenas o argumento e a experiência, em vez do que qualquer pessoa diz, pois todo ser humano é vulnerável a todos os tipos de imperfeição. Como buscadores da verdade, devemos suspeitar e questionar nossas próprias ideias ao investigarmos fatos, para evitar preconceitos ou pensamentos descuidados. Sigam este caminho e a verdade vos será revelada."
O Encontro
Quando meus olhos se encontraram com os dele, eu pude ver toda a verdade, aquela verdade que estava escondida por tanto tempo num canto escuro do meu subconsciente.
Ela já havia me alertado da sua existência,mas a minha melhor amiga, a teimosia, me fazia ignora - lá, e me dizia : essa tal de verdade só está aqui para te enganar, não acredite nela!
Quando seus lábios se moveram e a verdade escondida dali saiu em forma de palavras, o medo chegou, como uma luz no fim do túnel, ele chegou e disse : eu também estive aqui o tempo todo, me fiz presente várias vezes, até encontrei o amor, e com a verdade me casei.
Meus olhos agora transbordavam a teimosia, e ela escorria pelo meu rosto e morria ao se encontrar com o medo que estava parado nos meus lábios.
Ele me olhava sem saber, as incertezas que estavam rodeando o momento começaram a se unir, a cada minuto mais, e quando notei, tomaram conta da mente daquele que se encontrava a minha frente.Seus braços como muralhas vinham pra me proteger da angustia e desespero que já anunciavam sua vinda, mas eu o recusei.A força, minha grande aliada, uma hora ou outra viria me salvar.Ele apenas lamentou e me deixou, sozinha, e ao mesmo tempo na presença da verdade, que agora se juntava ao seu marido medo, e se mudavam definitivamente para dentro do meu coração, a angustia e desespero já procuravam um lugar para se alojar, a teimosia havia morrido e a força que deveria ser minha aliada...não veio.
Sempre te amei, na verdade acho que me acomodei em te amar, sabe quando a gente faz de tudo, põe defeitos nas novas pessoas que estão aparecendo só para o amor que sentimos não sumir? Pois é, eu colocava defeito em todas, não queria deixar de te amar, mas ai apareceu uma pessoa que me tocou profundamente, e eu senti medo – o que sentia por ti já estava se modificando, sumindo – e percebi que só deixamos de amar uma pessoa quando somos tocados profundamente por outra.
A verdade dói, mas a mentira destrói. Destrói vidas, sonhos e perspectivas. Mas a principal destruição é a do caráter que imaginamos que aquela pessoa possuía!
O que adianta, escrever algo
Quando na verdade, a minha maior vontade
era de estar ao seu lado?
O que adianta, escrever algo
Quando na verdade, o meu maior tormento
É você e estar sem você?
O que adinata, escrever algo
Que esclareça a minha essência no assunto
Quando na verdade, me machucou
Mais de forma que não se aprofundou,
Foi somente momentâneo.
O que adianta, eu tentar
Reverter seus pensamentos, ou
Mudar o que foi o seu passado?
Você sempre será o seu passado,
Mais ainda há espaço para que você...
Seja o seu presente e faça o seu futuro.
Talvez, eu não mudaria seu passado
Não se ofenda mas,
Eu mudaria o seu olhar sobre algumas coisas.
A minha maior vontade, era de estar ao seu aldo.
O meu maior tormento é a sua essência
E a sua ausência.
Seu passado te fez
E eu te amo assim!
TALVEZ EU NÃO SEJA DO TIPO NAMORÁVEL
Cansei de jogar a culpa nos outros, a verdade é que eu não sou uma pessoa fácil. Demoro para ser cativado, tenho dificuldades para perdoar mentiras e minha sinceridade quase sempre afasta as pessoas de mim. Quando as pessoas falam “eu te amo” na primeira semana eu fico com o pé atrás pensando: “de duas uma, ou ta falando isso só para ver se eu vou dizer se também amo, ou de fato não deve dar o mesmo valor que dou para um eu te amo”, enfim... Ando meio cético no terreno dos sentimentos e tenho desenvolvido o péssimo hábito defensivo de querer descobrir primeiro o defeito das pessoas, na tentativa frustrada de depois não ser surpreendido. E sabe o que eu descobri com tudo isso? O óbvio: que ninguém é perfeito, que todo mundo tem defeitos e que se procurarmos motivos para não ficar com alguém, sempre vamos encontrar vários. E em meio a qualidades e defeitos de pessoas que eu mal conheço, eu me pergunto: “Será que eu conseguiria conviver com isso a longo prazo?”, “Será que com o tempo essa pessoa vai continuar a sorrir quando eu contar as minhas piadas sem graça?” “Será que se eu não ligar, ela vai me ligar?”, “E se eu ligar? Como eu vou saber se ela teria me ligado?”,”Como poderei saber se sou ou não indiferente pra ela?”. No fundo, eu sei que todo esse questionário se resume a uma palavra: medo. É o velho medo de sofrer... Existe uma frase do Paulo Coelho (eu nunca pensei que um dia fosse citar Paulo Coelho, mas esta frase é realmente muito sábia), que diz: “O medo de sofrer é pior que o próprio sofrimento”. E mesmo sabendo disso, a gente continua a temer. Afinal, é natural ter medo de andar em labirintos, depois que se descobre que existem armadilhas nele. Antes disso a gente anda no labirinto e mesmo não sabendo para onde estamos indo, não nos sentimos perdidos. Engraçado essas coisa, né?! E levando em consideração as minhas feridas abertas, meu traumas, medos e fantasmas eu cheguei a conclusão que talvez eu não seja do tipo namorável, mesmo que uma outra parte de mim discorde, a parte racional é a quem escreve agora. E eu queria poder dar voz a minha outra parte, aquela que só quer um pretexto para por meu lado romântico em prática, mas isso me torna tão vulnerável... Sabe, a gente se abre, a gente acredita, a gente sonha e depois quando as coisas não dão certo, damos um jeito de nos culpar por isso. Mas é besteira esse lance de se culpar por acreditar, porque agora vejo que bem pior do que se culpar por ter acreditado em algo que não deu certo é não conseguir acreditar mais em nada. É... Talvez eu não seja do tipo namorável, talvez eu deva dar um tempo das pessoas, ou admitir que eu sou um solteiro convicto. Mas a verdade é que eu não sou, e por mais que eu queira convencer meu lado racional disso eu não consigo. Porque quando meu Eu racional diz “talvez eu não seja do tipo namorável” o meu Eu emocional responde em um lonnnnnnnnngo e pesado silêncio, e mesmo sem proferir uma única palavra, neste silêncio impossível de ignorar, é como se ele dissesse: “hey, eu ainda estou aqui viu?!”. Talvez eu não seja do tipo namorável, mas talvez eu seja mais do que aquilo que o meu racional diz. Talvez eu seja até um sonhador, um bipolar, um lunático, um romântico, talvez eu seja a minha ultima esperança.
"Porque, ainda que você não saiba, eu te amo em verdade. E, você não precisa me amar,
eu amo por nós dois!"
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