A Verdade de cada um Pirandello
A sensação que eu tenho na escalada da humildade é que a cada passo em falso que se dá, retrocedemos infinitamente à linha de partida
Seja sol na vida dos que lhe rodeiam. Que em 2024 você voe cada vez mais alto em sua jornada espiritual. Desejo que todos os seus sonhos saiam do papel, inclusive, aqueles que Deus tem preparado pra você!
A cada amanhecer, a cicatriz nos ensina,
No profundo da alma conflitante, aprende, ensina.
E assim avança o ser, na dor, na luz, estima.
No incansável viver que molda e resigna.
Confiar é subjetivo se olharmos para multidões onde cada ser apesar das semelhanças não é idêntico, seja no seu jeito ou em seu pensamento, é íntimo.
Não se define o confiar seguindo normas pois estas podem servir para um grupo muito grande de pessoas e não preencher seus requisitos.
E com o tempo a gente percebe que as pessoas em quem mais confiamos são aqueles que mais se aproximam do nosso modo de pensar ou reagir à determinadas ocasiões. Que o que é seguro e não vai nos ferir, são aqueles que se ferem com o que nos fere, que tem uma filosofia de vida e índole semelhante ao que você é , aquelas pessoas que a gente diz "o nosso santo bateu" e que a gente quer por perto, pessoas que as semelhanças superam as diferenças, e que apesar de quem sejam em nossas vidas a gente chama de amigo, que vão comemorar com você e te ajudar naquelas situações que você considera necessário interferir, se quem fosse ajudar fosse você.
Confiar é ser amigo.
No caminho
Segue pelo caminho da vida.
De todo o vivido esquecida.
Depois de cada esquina...
não sabe o que virá... mas não desiste a menina.
Alma doce e palpitante...
Espírito silencioso e melancólico.
São tantos os perigos da vida...
Não há indícios do que virá em seguida.
Pedras retiradas.
Montanhas escaladas.
Sentar à beira do caminho...
não aceita... não desiste... não quer jamais seu coração sozinho.
Deixe portas abertas, afinal nunca saberá se precisará passar novamente por elas, cada porta que você fecha mostra mais quem é você do que os outros.
Em cada suspiro, em cada pensamento,
Anseio pela alma do meu amado, meu alento.
Quero mergulhar em seus segredos mais profundos,
E desvendar os mistérios que seus olhos escondem.
Desejo tocar sua essência, sua verdadeira luz,
E fundir nossas almas em um abraço de paz e virtude.
Quero conhecer cada sonho, cada medo, cada anseio,
E ser a confidente que acalenta seu coração em devaneio.
Quero desvendar os segredos que sua alma guarda,
E ser a musa que inspira suas poesias mais tardes.
Desejo ser as mãos que acaricia sua pele cansada,
E a força que o impulsiona em cada jornada.
Quero ser a razão do seu sorriso mais sincero,
E o refúgio seguro em cada momento de desespero.
Desejo ser a cúmplice dos seus crimes mais imperdoáveis,
E a companheira leal em todas as suas fases.
Quero conhecer a essência que o torna único,
E desvendar os segredos que o fazem magnífico.
Desejo ser a testemunha de sua evolução,
E a guardiã fiel do seu coração em expansão.
Quero amar sua alma em sua totalidade,
Sem restrições, sem limites, com sinceridade.
Desejo ser a morada onde seu amor encontra abrigo,
E juntos, construir um amor eterno e antigo.
Que nossas almas se entrelacem em perfeita harmonia,
E que o desejo de tê-lo seja minha maior poesia.
Pois querer a alma do amado é um presente divino,
Uma conexão profunda que transcende o destino.
Tenho planos
Vou seguindo nesta trilha.
Conto metodicamente cada passo, cada milha.
Claro que tenho planos.
Minhas ideias são transparentes.
Não aceito enganos. Fujo dos ardis...
Tateio entre as brumas...
Caço caminhos de marcante matiz.
Falei de amor... sem temor.
Nem sei se devia.
Queimei etapas. Pulei lances desconcertantes.
Fiz de conta que perigos não via.
Hoje solitário sigo na direção
do sol nascente.
E não, não deixo transparecer o quanto vivo carente.
O "nosso de cada dia" afirma evidentemente para uma relação diária, onde a porção do que se tem recebido do Criador, seja observada e experimentada na perspectiva das mãos estendidas
No vasto tabuleiro da vida, cada peça parece se mover sob o impulso de ambições pessoais, sonhos e desejos. No entanto, há momentos em que os movimentos não são guiados pela vontade própria, mas por um propósito maior, invisível aos olhos mundanos. Nessas horas, compreendemos que somos parte de uma sinfonia divina, onde cada passo, cada vitória e até mesmo cada perda contribui para um destino grandioso, escrito por mãos que tecem os fios da existência com sabedoria infinita. Saber reconhecer esses momentos é sinal de verdadeira sabedoria, pois não há peça mais poderosa do que aquela que compreende seu papel no plano divino.
Logística é tudo, e tudo é logística, pois cada movimento, cada decisão e cada engrenagem do mundo dependem da arte de planejar, coordenar e otimizar fluxos, transformando caos em eficiência e distância em oportunidade.
Liderar não é impor autoridade, mas inspirar pelo exemplo, guiando cada membro da equipe a alcançar sua melhor versão.
Comunicar é transitar entre universos distintos, onde cada palavra pode ser ponte para o saber, arma para o poder, espelho do conflito ou semente do entendimento.
Não somos separados da realidade — somos a realidade em si, interferindo nela com cada pensamento, com cada intenção.
Degraus da Vaidade
A vida é feita em degraus,
e cada degrau, uma entrega.
Subimos com esperança,
mas a escada é feita de brumas.
O primeiro degrau brilha com sabedoria,
mas logo aprendemos que saber não salva.
O tolo e o sábio partilham o mesmo pó,
e o tempo apaga ambos os nomes.
No segundo degrau, plantamos com suor,
mas a colheita, por vezes, vai às mãos de estranhos.
O herdeiro não labutou,
mas ceifa o que não semeou.
O terceiro é o do propósito —
mas há planos que não nos pertencem.
O Altíssimo ri dos acúmulos dos ímpios,
que servem, sem saber, aos justos.
O quarto degrau é o sucesso,
espelho dos olhos alheios.
Corremos por glórias vazias,
esquecendo que pó não segura troféus.
O quinto degrau é o da solidão dourada:
o homem que junta, mas não se alegra,
sem mãos que lhe toquem o ombro,
sem olhos que o chamem de irmão.
O sexto é a coroa da fama,
que brilha até o trono se esvaziar.
O povo esquece o nome do rei,
e suas obras morrem com seu eco.
O sétimo é o ouro que nunca basta.
Quem ama a moeda,
nunca ama o bastante.
A alma faminta não se farta com cifrões.
O oitavo é a cobiça —
o desejo de sempre mais.
Mas o que se contenta com pouco
já possui o que o mundo inteiro busca.
O nono é o riso sem alma,
o som dos espinhos queimando em vão.
O tolo se diverte com fumaça,
e não percebe a cinza que resta.
O décimo é o louvor aos perversos:
morrem os maus,
e recebem flores da mesma cidade
que sofreram por seus feitos.
E assim subimos os degraus,
cada um ensinando o peso da vaidade.
Mas mesmo em meio ao vazio,
há sabedoria para quem escuta.
Pois o homem sábio
não nega os degraus,
mas sobe por eles
com olhos no alto —
onde não há vaidade,
só eternidade.
Cada planta contém uma biblioteca viva de sabedoria evolutiva; cabe ao botânico traduzi-la para o bem-estar da humanidade.
A botânica conecta o visível e o invisível, mostrando que a vida do cosmos pulsa em cada folha, flor e raiz que brota da Terra.
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