A Verdade de cada um Pirandello
É prudente manter distância de certas pessoas, porque, quando Você descobrir a verdade do que elas disseram e fizeram pelas suas costas; Você vai ter duas reações: você vai ter certeza ou razão.
Em relação a mim a pior coisa que você poderia ter feito foi ter me escondido a Verdade e se aliado aos meus inimigos.
Quem está sempre preocupado com as aparências é porquê tem muito o que esconder. Quem é de verdade é como um livro aberto que não tem do que se envergonhar.
O perverso faz o mal parecer bem. A mentira parecer verdade e vive se regozijando de suas astucias e maquinações, sempre se julga inteligente e esperto. Até que vem o Anjo Exterminador de Deus e com sua espada expõe toda a VERDADE PUBLICAMENTE !
Sei poucas coisas na Vida, mas de uma tenho máxima certeza; eu SOU de Verdade! Não sou política e nem sou pusilânime!
Se a pessoa parou para ouvir falar mal de você, a verdade é que essa pessoa nunca foi sua amiga! Os amigos nos defendem quando não estamos presentes.
É verdade sim, eu passei por muitos sofrimentos, sofri diversos abusos e Violências. As quais estão descritas no meu livro Não morri porque Jesus Cristo me salvou e a minha Família
Deus me salvou de gente má, perversa, sádica e cruel; que usa desculpas e máscaras para não assumir sua psicopatia e seu narcisismo. Isso certamente não faz de mim uma pessoa infeliz ou inferior, tudo isso me serviu para alertar, ajudar outras mulheres e a me manter distante de gente preconceituosa e má como Vocês!
Existem pessoas que amam a verdade mas vivem inventando mentiras sobre os outros.
Esses são os "sincericidas" adoram dizer '"verdades'" mas não gostam de ouvi-las. CUIDADO, pois, alguém pode começar a revelar as suas.
As mentiras são sempre agradáveis, doces, meigas e sedutoras, já a verdade é exatamente o contrário disso, além disso, ela dói!
Bilhete do Dia!
Guie a sua vida na direção da felicidade e para tudo que lhe faça bem de verdade.
Para tudo que lhe traga sorrisos sinceros, coração quentinho e abraços calorosos.
Bom dia!
Sábado:
Rico em tudo que faça bem de verdade.
Vem cheio de alegrias e prosperidade.
Seja repleto de paz, afetos e abraços.
Preencha o dia com bênçãos.
Deus traga para esse dia toda sua luz, sua proteção e amor.
Bilhete do Dia!
Seja sempre essência e transparência.
Seja coração e verdade.
Seja paz e tranquilidade.
Seja feliz e positivo.
A verdade é que ninguém tá bem genuinamente, só se ocupa de mais afim de não perceber a dimensão da própria ignorância.
Mas sim, eu sigo buscando a quietude da mente frente ao saber, até porquê, o simples fato de viver não vem com manual de instruções.
Fé Ralada
Fé de verdade
não é mantra.
É ralador de milho
na madrugada,
mão girando
contra a lâmina cega,
enquanto o dia,
cru,
se desfaz em fios
fios
fios
no fundo da tigela.
É o que sobra
quando o milho acaba:
o punho dormente,
o metal gelado,
e a esperança,
branca e úmida,
pronta para o fogo.
A verdade oculta: desmascarando a seletividade moral brasileira...
A cerimônia do Oscar, tradicionalmente reconhecida como uma celebração da excelência artística, tem se transformado, em tempos recentes, em um palco de debates que extrapolam a esfera cultural e adentram o terreno das polarizações políticas, éticas e sociais. No Brasil, a participação de uma atriz cuja obra cinematográfica evoca o combate a regimes autoritários e a celebração da anistia revelou, de forma contundente, as contradições que permeiam o discurso público contemporâneo. Paradoxalmente, aclamam-se performances artísticas que denunciam opressões enquanto se nutre simpatia por ideologias que as perpetuam. Tal dissonância é um reflexo da complexidade e da incoerência que marcam o panorama ideológico e cultural do país.
A análise histórica revela que muitos dos grupos que hoje clamam por “ausência de anistia” foram, no passado, protagonistas de atos violentos que incluíram terrorismo, assassinatos e roubos. Esses mesmos grupos, ao se apresentarem como defensores da ética e da memória, expõem uma seletividade moral que deslegitima o discurso que propagam. Essa incoerência é sustentada por uma narrativa que manipula as percepções coletivas, utilizando-se da comoção e do apelo emocional para mascarar contradições. A arte, enquanto manifestação sublime da condição humana, deveria transcender as divisões e promover reflexões genuínas. No entanto, quando instrumentalizada para fins de manipulação ideológica, perde sua essência, tornando-se apenas mais uma ferramenta de poder nas mãos daqueles que buscam perpetuar privilégios e distorções sociais.
Essa questão não se restringe ao campo artístico, mas reflete uma dinâmica mais ampla que atravessa as estruturas de trabalho e privilégios no Brasil. A Constituição Federal de 1988, em seu artigo 5º, estabelece que “todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza”. Entretanto, a prática cotidiana desmente essa igualdade formal, evidenciando a criação de uma casta de trabalhadores que se coloca acima dos demais cidadãos. É notório, por exemplo, o favorecimento de certos setores – como o funcionalismo público, em especial em suas esferas mais privilegiadas, e algumas categorias da cultura e da mídia – que se beneficiam de regalias legais e orçamentárias sem qualquer correspondência com a realidade vivida pela maioria dos brasileiros.
Os trabalhadores da iniciativa privada, pequenos empreendedores, agricultores e autônomos, aqueles que verdadeiramente sustentam o país com o pagamento de impostos frequentemente abusivos, são relegados a uma condição de invisibilidade. Sua contribuição, embora essencial para o funcionamento da sociedade e da máquina pública, é tratada como inferior diante das narrativas que exaltam certas classes como sendo “mais importantes” ou “indispensáveis”. Essa hierarquização de profissões, que supostamente coloca algumas acima de outras, não encontra respaldo na lógica da equidade ou da justiça social. Pelo contrário, perpetua uma estrutura desigual que desrespeita o princípio constitucional da igualdade e alimenta o sentimento de alienação e frustração entre os trabalhadores que carregam, em última instância, o peso do Estado.
A questão aqui não é desmerecer a importância da arte, do funcionalismo público ou de qualquer outra atividade, mas sim denunciar a hipocrisia que legitima privilégios injustificados e ignora a contribuição daqueles que verdadeiramente sustentam a nação. É inaceitável que se perpetue a ideia de que certas categorias de trabalhadores são superiores, enquanto outras, igualmente indispensáveis, são tratadas como meros instrumentos de arrecadação. A Constituição, ao proclamar a igualdade, não faz distinção entre o artista, o servidor público e o trabalhador comum. Todos são igualmente dignos e fundamentais para o progresso do país.
A realidade brasileira, no entanto, é marcada pela inversão de valores. Aqueles que deveriam ser reconhecidos por sua contribuição direta ao funcionamento do Estado e à economia são frequentemente manipulados por discursos que exaltam setores específicos como intocáveis. A ideia de que algumas profissões, por sua natureza, merecem privilégios, enquanto outras são relegadas à condição de subalternidade, serve apenas para perpetuar uma estrutura de exploração e desigualdade. A reflexão sobre essa realidade é urgente e necessária.
A construção de uma sociedade mais justa e equitativa exige uma ruptura com as narrativas que justificam privilégios e manipulam a percepção pública. É preciso resgatar o verdadeiro sentido de igualdade, reconhecendo o valor intrínseco de todas as atividades que contribuem para o bem-estar coletivo. A arte, quando utilizada de forma ética e responsável, pode ser uma poderosa aliada na promoção da justiça social e da defesa dos direitos humanos. No entanto, ela também tem o potencial de se tornar uma arma de manipulação, quando desprovida de compromisso com a verdade e com a equidade.
O desafio que se apresenta ao Brasil contemporâneo vai além das disputas ideológicas e culturais. Ele reside na necessidade de construir uma sociedade onde o trabalhador comum – aquele que sustenta a máquina pública com seus impostos e esforços diários – seja reconhecido como o verdadeiro pilar da nação. A hipocrisia que permeia as estruturas de poder e as narrativas sociais deve ser combatida, e a igualdade proclamada pela Constituição deve ser transformada em prática cotidiana. Somente assim será possível vislumbrar um futuro onde a dignidade de cada cidadão seja respeitada e onde a justiça social prevaleça sobre os privilégios e as manipulações.
Fé, verdade e novo começo…
Você não perdeu a fé. O que se esgotou foi sua paciência com o engano. A crença verdadeira permanece, sólida, intacta, como um alicerce que resiste às tempestades. O que se desfez foi o véu que encobria a mentira, o filtro que permitia à falsidade se perpetuar sob a aparência de verdade. Não há desistência, mas sim despertar. Não há fraqueza, mas força. Ao rejeitar a dissimulação, você escolhe a clareza, a lucidez, a coragem de enxergar o que antes se acomodava nas sombras. Esse é o início de uma jornada onde a honestidade assume o protagonismo, onde a autenticidade se afirma como única rota possível. O que parecia cansaço é, na verdade, poder. Um impulso renovador que rompe com tudo o que é falso e abre caminho para a verdade plena.
Bem tolo é quem acredita na frase feita "Deus acima de tudo"... é que, para ser verdade, a palavra Deus tem que ser substituída pela palavra carteira.
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