A Verdade de cada um Pirandello

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Livros que contam
poeticamente
a história de uma
prisão injusta
que um General
continua sofrendo

Como a espada que corta

Este verso maldizente quer:

Que o mal que você fez

Contra um animal de rua

Volte em triplo simplesmente,

Para que o quê você fez seja

- lembrado eternamente -

Como o escudo que protege

Este verso de maldição

Vai colocar juízo na sua cabeça

E também no seu coração!



O poeta é o protetor da Humanidade,

Que tem na poesia a sua artilharia

E nas letras a mais nobre infantaria.



O poeta é o som do violão,

Que toca na tua mão

E no teu pobre coração.



O poeta é o agricultor da espiritualidade,

Que vive de plantar o amor

Na estrada da Humanidade...



Como a porta que se abre para a luz,

Permita-se a claridade!

Lembrem-se muito bem lembradinho:

Que maltrato à animais de rua

Ou qualquer um animal

Vai muito além do crime...,

É expressão escandalosa de crueldade!!!

A Paraíba também é um local para amar

Seja no sertão ou no mar,

Contigo quero passear

De mãos dadas no Pavilhão do Chá.



Do alvorecer ao crepúsculo no Rio Sanhauá

Quero você agarrado na minha cintura,

Indo muito além do forrozar

Vamos juntos namorar...



Eis-me aqui, e você aí

Dá até para escrever uma letra de forró,

Quando você não está aqui

Porque foi na Paraíba que eu te conheci.



Não existe o 'cedo', e nunca é tarde

Para amar sempre existe tempo,

Aos poucos vamos nos aproximando

Por causa desse amor que está florescendo...

Como o Sol existe para o dia,

Você existe dentro de mim,

Você me seduz do alto,

Como um navio que navega

Sobre a poesia,


Nada passa a vontade

[nada sublima].



A mudez e a nudez,

Falam mais do que mil

[imagens].

Tanto uma quanto a outra

Insinuam mil miragens...

Como o vento persuade

as ondas do mar,

você existe para mim.



A tua [voz,

A tua [face,

A tua [mão,

A tua [presença,

Todas juntas são sugestivas

Inda de mãos dadas com as lembranças.



Guardo-te como a terra prometida,

Até na memória a tua carícia

Tem o poder de deixar-me entorpecida,

Há um jardim aqui que guarda

A tua rosa mística [rósea],

E uma intenção infinita,

Eis uma malícia definida

Repleta de uma vontade bendita...

Para meditar: em nome de um plano político destruíram a instituição família e agora estão terminando de destruir a imagem dos professores porque não têm tato pedagógico
para conduzir as políticas públicas educacionais.

Só quero ver quem as crianças e a juventude vão buscar se referenciar? Porque não é difícil de imaginar que está tudo prontinho para preparar mão-de-obra barata para os presídios privatizados.

⁠Conveniência, senso de observação e etiqueta fazem um tríduo espetacular. A palavra limite os resume de forma inefável.

⁠Toda a polarização política é declaração expressa da falência do sistema político de um país. Um país rico em democracia requer uma terceira via e quantas forem necessárias.

"Que o Criador sinta agora a vibração da minha vontade: não peço pouco porque sirvo a um Deus infinito. Se o Seu desígnio para mim for o patamar quatrilionário, que a minha fé e a minha coragem estejam à altura da Tua generosidade."

"Se Deus olhar para dentro de mim e ver a sinceridade da minha vontade, Ele saberá que um quatrilhão nas minhas mãos não será egoísmo, mas o instrumento perfeito para manifestar o Seu milagre e a Sua generosidade na Terra."

Não importa como você passa a rotina diária,
o importante é ao anoitecer encontrar um travesseiro para colocar a cabeça e dormir um sono tranquilo sem incomodação da consciência, dessa forma o corpo agradece!

"Se você tem um momento, a oportunidade e não passa por cima de ninguém, se jogue! Afinal, quem fica parado não se deixa florescer."

O Elefante Branco e o Direito de Dizer Não


Participei de um debate sobre O Conto da Aia. Assistimos ao terceiro episódio da primeira temporada e, depois, conversamos sobre as relações entre a obra e a nossa realidade, especialmente os desafios que atravessam a vida das mulheres, a maternidade e as expectativas que a sociedade insiste em depositar sobre nós.


Havia mulheres de diferentes idades. As cadeiras foram organizadas em círculo. Por uma dessas coincidências que às vezes parecem destino, acabei ficando bem no meio da roda, de frente para a convidada que conduzia o encontro.


Enquanto as pessoas falavam, percebi que a conversa estava concentrada nas flores. E pensei que precisava mudar aquilo. Não queria participar de mais uma conversa em que todos contornassem os assuntos difíceis para preservar a delicadeza do ambiente. Dessa vez, queria falar sem florear, sem procurar palavras mais confortáveis e, principalmente, sem me calar.


Enquanto aguardava minha vez, organizei mentalmente tudo o que gostaria de dizer.


E o meu momento chegou:


Para mim, aquele episódio, assim como o que vi da primeira temporada, apresentava uma espécie de junção das experiências femininas, embora em uma perspectiva exagerada, com elementos de ficção. Afinal, muitas mulheres nascem e crescem condicionadas, quase sempre sem perceber, a viver para servir. Seja ao marido, aos filhos, à família ou às expectativas de uma sociedade que parece nunca estar satisfeita.


É a mulher que precisa ser mãe, mas também manter o corpo perfeito. Que precisa amamentar, trabalhar fora, cuidar da casa, dos filhos, do marido e de tudo o que parece estar sob sua responsabilidade. E, quando não consegue corresponder a tantas exigências, ainda precisa administrar a culpa de não ter conseguido.


Falei também que o silêncio não significa ausência de sofrimento. Não é porque não falamos que essas coisas não acontecem. E talvez parte desse sofrimento encontre expressão no adoecimento, nas síndromes e em tantas outras manifestações que merecem nossa atenção.


Quando chegou o momento de falar sobre um sinal de liberdade que já havia conquistado, mudei de ideia e falei do que eu gostaria de conquistar. Escolhi algo aparentemente simples, quase óbvio, mas que, para mim, ainda representa uma luta: o direito de dizer NÃO.


Não quero.
Não vou me submeter.
Não gosto disso.
Não quero mais.


Não. Simplesmente, não.


Não é não.


Mas, quando comecei a falar sobre isso, outras histórias vieram à minha cabeça. Lembrei de adolescentes pressionadas a ficar com os namorados porque o primeiro "não" não foi suficiente. Lembrei de mulheres que tiveram filhos em momentos nos quais não desejavam engravidar. Vieram relatos, vivências, lembranças e tantas outras situações que pareciam passar simultaneamente diante dos meus olhos.


Um filme se formava dentro de mim.


E então vieram as lágrimas.


Não era exatamente vergonha de falar em público. Era aquela emoção que me acompanha quando alguma coisa me atravessa. Às vezes, as dores nem são minhas, mas chegam de tal maneira que não consigo simplesmente observá-las de longe.


Tentei me controlar, fiquei incomodada comigo mesma, senti vergonha e até raiva por não conseguir terminar o que havia planejado. Mas, enquanto tentavas recuperar a compostura, percebi que outras mulheres também limpavam os olhos. Até a convidada que conduzia o encontro, com a voz um pouco embargada, tentava me acolher, concordando e sorrindo.


As pessoas continuaram falando. Algumas também se emocionaram. E comecei a observar uma coisa: muitas procuravam cuidadosamente as palavras, como se tentassem preservar não apenas a própria integridade, mas também a si mesmas.


Era como se dissessem: vamos deixar a minha casa de lado e falar da rua, da casa do vizinho. Vamos discutir a ficção, a realidade dos outros, qualquer coisa, menos aquilo que está bem diante de nós.


O elefante branco no meio da sala.


E talvez seja mais fácil falar sobre a opressão quando ela está representada em uma série, em um livro ou na história de outra mulher. Difícil é reconhecer suas manifestações dentro da nossa própria realidade.


A conversa terminou, mas algo continuou comigo.


A mulher que conduzia o debate encerrou retomando justamente as minhas palavras. Disse que se identificava com tudo aquilo e reforçou a importância desse limite para o mundo e, principalmente, para as mulheres. Repetiu a ideia que eu havia tentado transmitir: não é não.


Já tinha saído quando me lembrei de outra coisa.


Sempre fui assim.


Às vezes, não é a vergonha de falar em público que me faz chorar. É a emoção que toma conta de mim. Lembrei de uma ocasião na faculdade em que compartilhei essa dificuldade com meu grupo. Um colega respondeu que era justamente aquilo de que todos gostavam, que queriam sempre que eu falasse, porque conseguiam sentir a minha emoção.


Na época, talvez eu não tenha compreendido completamente o que ele quis dizer. Porém, aquela lembrança voltou com outro significado.


Passei tanto tempo tentando controlar essa característica, como se precisasse corrigir alguma coisa em mim, que me esqueci de considerar a possibilidade de ela também ser uma qualidade.


Talvez eu não precise aprender a falar sem me emocionar. Talvez precise apenas parar de acreditar que as lágrimas diminuem a força das minhas palavras.


Afinal, não é porque a voz embarga que a mensagem perde o sentido. E não é porque os olhos se enchem de lágrimas que alguém deixou de ser capaz de sustentar aquilo em que acredita.


Saí daquele encontro pensando nas mulheres, nas meninas, nas tantas histórias que não chegam às rodas de conversa e nos muitos "nãos" que ainda precisam ser respeitados.


Mas também saí pensando em mim.


Se quero conquistar o direito de dizer não ao que me desagrada, preciso aprender a dizer sim àquilo que sou. À minha intensidade, à minha sensibilidade, à minha maneira de sentir o mundo e, até mesmo, às lágrimas que aparecem quando as palavras encontram lugares que ainda doem.


Porque a liberdade também começa quando deixamos de nos violentar para caber nas expectativas dos outros.


E, quem sabe, um dia, não precisemos mais fazer tanto esforço para dizer não, nem sentir vergonha por chorar enquanto tentamos explicar por quê.


Não é não. E sentir também não é fraqueza.

Pode um vaso de desonra se tornar um vaso de honra? A Bíblia responde:


"Ora, numa grande casa não somente há vasos de ouro e de prata, mas também de pau e de barro; uns para honra, outros, porém, para desonra. De sorte que, se alguém se purificar destas coisas, será vaso para honra, santificado e idôneo para uso do Senhor, e preparado para toda a boa obra." 2 Timóteo 2:20-21

Jesus poderia ter chegado na vida de Pedro em um dia de boa pescaria. Mas Jesus chega no dia em que Pedro não pesca nenhum peixe. Jesus nunca precisou da nossa melhor fase para entrar em nossas vidas. Ele chega quando tudo parece não ter solução, para mostrar que Ele é suficiente para mudar todo cenário.

Acredito que minha pregação, e não sou um grande pregador, pelos padrões de pregação. Se você pegasse um grupo de estudantes de teologia e eles estudassem a minha pregação, eles não me escolheriam como um grande pregador. Mas acredito que Deus me deu poder na pregação. Sermão, O Espírito Santo é mais do que você pensa.

Salomão pediu sabedoria e Deus lhe acrescentou riquezas. Abraão pediu um filho e Deus lhe deu gerações. Continue orando, porque no tempo certo, Deus fará além do que você tem pedido a Ele.

Se um pregador não possui o Espírito de Deus, seu gabinete de estudos não passa de um laboratório onde ele disseca doutrina e cultiva dogmas sem vida.

O Cristianismo de hoje é tão abaixo do normal que, se qualquer Cristão começasse a agir como um Cristão normal do Novo Testamento, ele seria considerado anormal.

Dizer que ler a Bíblia gera ateísmo revela mais o preconceito e a disposição do leitor do que uma deficiência do texto, pois a interpretação das Escrituras depende da inclinação pessoal e da abertura ao Espírito Santo.

Nenhum homem pode realizar uma obra grandiosa e duradoura para Deus se não for um homem de oração, e nenhum homem pode ser um homem de oração se não dedicar muito tempo à oração.