A sua Beleza a Incomparavel
Entre Medicamentos e Imagens: A Arte do Olhar de Um Irmão Protetor
Volta Redonda é sua cidade,
Lá você vive e cria suas artes,
Com amor e dedicação,
Você transforma o mundo em abstração
Farmacêutico e fotógrafo,
Um artista que capta a essência,
Em cada clique, uma poesia,
Que transcende a realidade em sua presença.
Antônio, meu irmão,
Sua arte é um bálsamo para a alma,
E mesmo quando as sombras nos rondam,
Sua luz nos guia rumo à calma.
Seu coração é um oásis,
Que acolhe a todos com gentileza,
E mesmo quando o mundo parece cruel, Você nos lembra da beleza.
Antônio, você é um presente divino,
Que a vida me concedeu,
E mesmo que as palavras sejam poucas, Saiba que te amo, meu irmão, e agradeço tudo que você fez e faz por mim.
Seu Mês, Sua Flor
Nasceu em Janeiro, abraço frio e suave,
O cravo é teu encanto, amor que nunca acalma.
Nobreza e graça, traços que definem,
Lealdade à família, laços que nos unem.
Fevereiro trouxe modéstia a irradiar,
Violetas se erguem, sonhos a embalar.
Sábio e reservado, teu coração se abre,
Lealdade profunda, onde a amizade vibre.
Março em cores vivas, Narciso a desabrochar,
Paz e felicidade, em ti a dançar.
Criativo e amável, és a flor gentil,
Sorriso constante, amor que é sutil.
Abril, mês de margaridas, pureza a exalar,
Revela-se sem medo, seu interior a mostrar.
Leveza e despreocupação, traços encantadores,
Alegria em gestos, como cantores.
Maio traz o lírio-do-vale, humildade a florescer,
Prático e doce, vida a enriquecer.
Enfrentas desafios, como flor tóxica em sino,
Teu coração é puro, como um hino.
Rosa é flor de junho, amor a desabrochar,
Romântico e adaptável, sonhos a alcançar.
Amizades e laços, como pétalas a abrir,
Compromisso e lealdade, a sorrir.
Julho traz o delfino, transparência a encantar,
Engraçado e acolhedor, risos a se espalhar.
Charme em cada gesto, positividade a emanar,
Família é alicerce, amor a iluminar.
Gladíolo de agosto, força e vitória a guiar,
Intelectual e líder, luz do conhecimento a brilhar.
Força inabalável, como flor erguida alta,
Integridade e sucesso, estrela que exalta.
Setembro surge com áster, sabedoria a trazer,
Perfeccionista e emotivo, coração a aquecer.
Comunicação excepcional, como estrelas a luzir,
Empatia e paciência, em cada olhar a surgir.
Calêndula em outubro, harmonia a emanar,
Amizade e descontração, vida a iluminar.
Busca pela paz, equilíbrio a lutar,
Generosidade no coração, sorriso a encantar.
Crisântemo em novembro, compaixão a brotar,
Honestidade e amizade, em ti a vibrar.
Alma altruísta, como pétalas que se expandem,
Sorrindo para o mundo, luz que nunca se rende.
Dezembro traz azevinho, proteção a enlaçar,
Bem-estar e aconchego, coração a brilhar.
Organizando a vida, bagas a proteger,
Defendendo teu espaço, a viver, a crescer.
Cada mês, cada flor, um pedaço de emoção,
Teu ser é jardim, mundo de paixão.
Traços de alma e coração, em cada pétala a dançar,
Guiando teus passos, a te inspirar, a encantar.
Viva da sua própria maneira. Se isso exige estar sozinho, em silêncio e em constante meditação, não há problemas nisso, pois uma obra prima requer concentração.
Quando o bem é comum mas cada um resolve trilhar sua própria direção fica difícil entrar em acordo.....
Se eu não tenho o direito de falar então não tenho também obrigação de ouvir.
Se é negado o direito de se defender então não vale mais a pena viver.
Você tem tudo, mas de fato, não tem nada
Sua vida é vazia Baby
Estou olhando pra você agora
Você costumava sonhar acordada se lembra?
O que você fez com sua vida?
Para onde está indo agora?
Eu estou ti olhando agora
A ponte está quebrando
Volta, volta a viver
Você tem tudo, mas vive como alguém que não tem nada
Você costumava acreditar em sonhos
Mais do que isso, costumar viver seus sonhos
Você era tão feliz e não aproveitava direito certo?
Você era tão livre e cheia de vida se lembra?
O que aconteceu com você agora?
Ninguém mais quer ti ouvir!
Você se cansou e mesmo assim continua
A ponte está quebrando
Você está partindo, volta a viver
*A ponte está quebrando*
Seja a melhor versão de si mesmo, e o sucesso será uma consequência natural em sua trajetória.
Independentemente da atividade que esteja desempenhando ou do local onde se encontre, dedique-se plenamente. E por quê? Porque o presente é a única realidade que podemos vivenciar com intensidade. O passado é imutável, mas o futuro, este sim, pode ser planejado e construído com propósito.
Enfrenta dificuldades? Isso é um indício de que está trilhando o caminho do crescimento. Encontra tudo com demasiada facilidade? Reflita e questione. As conquistas verdadeiramente valiosas demandam esforço e dedicação, e isso é positivo, pois fortalece a resiliência e confere significado às vitórias. Essa postura transformará sua essência, e os resultados, inevitavelmente, serão extraordinários.
H.A.A
O Atalaia do Senhor jamais se desviará de sua sagrada missão, perseverando na busca da luz, ainda que o caminho esteja envolto em trevas. Não esmorecerá em seu propósito de praticar o bem, dedicando-se incansavelmente ao serviço da sociedade, conforme os desígnios divinos.
H.A.A
Ainda que se conceda ao porco a oportunidade de manter-se limpo, sua natureza o leva inevitavelmente de volta à lama. De igual modo, no seio social, incorre em falta não apenas aquele que pratica o ato ilícito, mas também aquele que, por vínculos ou compaixão, o defende ou minimiza. O perdão é divino, mas a responsabilização é um imperativo da ordem e da justiça.
Lembre-se: quem poupa o lobo, sacrifica a ovelha — e a expõe ao perigo.H.A.A
Feliz é aquele que, com o olhar voltado ao horizonte, busca a evolução que não é só sua, mas de todos, pois sabe que a verdadeira grandeza reside na partilha do caminho e dos frutos.
Ai daquele, porém, que se deixa dominar pelo egocentrismo: mesmo que conquiste vastos reinos, sua alma carregará a penúria dos que vivem apenas de si, tornando-se alguém abarrotado de posses, mas órfão de sentido, cercado de tudo, mas sozinho no essencial
H.A.A
Cada um faz sua escolha a maneira que deseja ser feliz e ninguém tem o direito de julgar, muito menos o dever em ajudar quando tudo der errado. Isto é, quer ser dono do nariz e não seguir sugestões de como ser bem sucedido na vida, beleza! Mas saiba arcar com as consequências quando estiver rumo ao abismo, pois como diz o velho e conhecido ditado: “Se conselho fosse bom, não dava, vendia.”
O CONHECIMENTO E A SUA SAGA.
A história do conhecimento humano é, antes de tudo, uma história de inquietação interior. Pensar sempre foi um gesto de ruptura com a acomodação psíquica e com a passividade intelectual. Desde a Antiguidade até a modernidade, cada filósofo não apenas formulou uma teoria do conhecimento, mas também ofereceu uma leitura profunda da estrutura psicológica do ser humano diante da verdade.
Sócrates inaugurou essa saga ao afirmar que o primeiro passo do saber é o reconhecimento da ignorância. Quando declara “sei que nada sei”, ele não se rende ao vazio, mas funda uma ética intelectual. Psicologicamente, Sócrates compreende que a mente humana é dominada por ilusões de certeza e por defesas do ego. O método dialógico que emprega não visa humilhar, mas desestruturar falsas convicções, permitindo que o sujeito entre em contato com sua própria insuficiência cognitiva. O conhecimento, aqui, nasce como um processo terapêutico da consciência.
Platão, discípulo direto de Sócrates, eleva essa inquietação ao plano metafísico. Para ele, o mundo sensível não passa de aparência. O conhecimento verdadeiro reside no domínio das ideias. A célebre alegoria da caverna revela uma psicologia da alienação. O ser humano tende a confundir sombras com realidade porque sua mente busca segurança no familiar. Libertar-se exige dor, esforço e conversão interior. Conhecer, em Platão, é recordar, mas também é transformar-se. Trata-se de um movimento ascensional da alma, que abandona o imediato para alcançar o inteligível.
Aristóteles, por sua vez, desloca o eixo do conhecimento para a experiência concreta. Para ele, a mente humana possui potência racional, mas essa potência só se atualiza por meio dos sentidos. Psicologicamente, Aristóteles reconhece a importância da observação sistemática e da categorização. O intelecto não flutua no vazio das ideias, mas organiza aquilo que a experiência oferece. O conhecimento torna-se um processo de síntese entre percepção e razão, em que o sujeito aprende a discernir causas, finalidades e substâncias.
Com René Descartes, a modernidade inaugura uma nova angústia cognitiva. O filósofo parte da dúvida radical como método. Ao afirmar “penso, logo existo”, Descartes revela uma psicologia do recolhimento interior. Diante da incerteza do mundo externo, a mente busca um ponto indubitável em si mesma. O pensamento torna-se o fundamento da existência consciente. O conhecimento passa a ser construído a partir da razão clara e distinta, como resposta à instabilidade das crenças herdadas.
Immanuel Kant realiza uma síntese decisiva ao afirmar que o conhecimento nasce da interação entre sensibilidade e entendimento. Nem a razão pura nem a experiência isolada são suficientes. Psicologicamente, Kant reconhece os limites estruturais da mente humana. Há formas e categorias que organizam a experiência, mas existe um limite intransponível. A chamada coisa em si permanece inacessível. Essa concepção introduz uma ética da humildade intelectual, na qual saber também é reconhecer fronteiras.
John Locke enfatiza a mente como uma tábula rasa. O conhecimento resulta da experiência sensorial e da reflexão sobre essa experiência. Psicologicamente, Locke concebe o sujeito como um ser moldável, profundamente influenciado pelo ambiente. Não há ideias inatas plenamente formadas. O aprendizado é um processo gradual de associação e elaboração, no qual a consciência se constrói a partir do contato com o mundo.
Por fim, David Hume introduz uma postura cética que abala qualquer pretensão de certeza absoluta. Para ele, o que chamamos conhecimento é fruto do hábito e da repetição. Psicologicamente, Hume revela a fragilidade das inferências humanas. A mente cria expectativas de causalidade e permanência, mas essas expectativas não possuem fundamento racional necessário. O sujeito vive apoiado em crenças úteis, não em verdades definitivas.
Essa longa trajetória revela que o conhecimento não é apenas um acúmulo de informações, mas uma aventura interior que envolve razão, sensibilidade, limites e coragem. Conhecer é enfrentar as próprias ilusões, dialogar com a experiência e aceitar que toda certeza é sempre provisória. E é precisamente nessa tensão entre o que sabemos e o que jamais dominaremos por completo que o espírito humano encontra sua mais elevada dignidade intelectual.
A VERDADEIRA MORADA - ELES VIVEM!
Catarina Labouré / Irmã Zoé .
Queridos irmãos.
que a suave paz e a doce luz de nosso Senhor Jesus,nos envolva e nos sustente como tem sido realizado sobre todos desde tempos imensuráveis sobre suas ovelhas imortais...
Meus filhos,foi estipulado pelos homens,uma data para se lembrar daqueles que adentraram pelas portas da morte do corpo físico,as moradas da casa paterna celestial! O derradeiro momento que se nos parece uma dura separação a qual dizemos respeitosamente,muitos afirmam "saudades eternas" não está de acordo com a vida que pulsa indeterminadamente na mensagem do túmulo vazio de Messias.
Ao cerrarem-se os olhos surrados da carne,quando o corpo inerte e frio,nada responde,causando-nos um amargor e sensação de que tudo acabou,os olhos em espírito translúcidos independentemente da evolução,se abrem em terras que antecedem a estes nas moradas infinitas na casa do Pai!
O fenômeno o qual se deu o nome de morte,não tem existência nem mesmo na própria matéria,pois correspondem à leis de transformações que dão continuidade unicelular a tantas outras vidas,que as lentes microscópicas podem comprovar.Na natureza nada se cria,nada se perde,tudo se transforma.Lavoisier está inquestionavelmente certo,o vaso cadavérico ainda é aproveitado pela natureza mesmo que reduzido a pó,no amparo da sustentabilidade ambiental.Que os incrédulos provem o contrário,sendo que tudo nos fala de vida.
Se a morte tivesse existência própria,equivaleria dizermos que existem duas forças no universo e sabemos sem sombra de dúvidas,que Deus é único,criador de todas as coisas.Ele não deu existência à morte,mas sim um tempo num corpo corruptível que hora se nos apresenta viçoso e logo mais cedo ou mais tarde será devolvido à sua origem no limo.
As palavras encontradas no Antigo Testamento: Tu és pó e ao pó retornará! Só tem efeito se forem analisadas com as palavras sublimais da frase esclarecedora do querido Padre Antônio Vieira quando ainda na terra:Queres saber o que é a vida?Olhai o corpo morto!
Na meditação em tal sensato pensamento,este queria dizer e consolando,que além daquele objeto que nos serviu de de vestimenta por um período,agora está vazio na concepção da palavra vida,porque ela agora,volita na vida verdadeira.
Quando o filósofo Sócrates que antes de Jesus vir assumir o seu insubstituível posto autocrático,perguntaram ao sábio pensador que fora obrigado a beber cicuta,dose suficiente para derrubar mais de dez elefantes,ele alegremente sorve o veneno e declara aos seus seguidores preocupados onde ele gostaria que fosse enterrado o seu corpo?
- O corpo? Este joguem fora...sócrates não habita mais nele!
A morte como sendo irmã da vida,mesmo que pareça um disparate tais palavras,dá a sua contribuição à vida,porque retira o homem do lamaçal fétido aprisionado na terra e o redireciona mais vivo ainda,porque ninguém morre!
Não perdemos os que amamos ou mesmo aqueles que são motivos de escândalos,mas que outros corações amantes choram também desfrutam da mesma essência imortal.
Não nos detenhamos em condenar a alguém,é preferível as desafeições dentro da matéria que fora dela,por causa da nuvem de testemunhas invisíveis que nos cercam,segundo o apóstolo dos gentios.
Não ignora-se a profunda dor que nos assalta quando este momento se concretiza,é uma dor que se pode dizer análoga ao desaparecimento,mas não nos percamos em tais sentidos,pois provas incontestáveis existem que o ser amado vive.Enderecemos a este nosso amor inseparável,mas nunca as palavras de adeus.Um dia vamos nos reencontrar,um dia,porque a cada um segundo as suas obras,na casa do Pai há muitas moradas.A evolução de cada um é o abismo que separava o rico que via o mendigo no seio de Abraão.
Precisamos fazer sem demora,um "exercício" para morte,como?
Nos preparando sempre,na renúncia,na dedicação,na auto iluminação para nos enxergarmos uns aos outros depois do aceno último no campo santo,onde todas as diferenças acabam.
Mas,não duvides todos sobrevivem,vivemos antes do corpo e toda a Bíblia dá nos provas da continuação perpétua do espírito...
Neste dia,em que dizemos comemorarmos o dia dos mortos,que estão sempre vivos e que vem falar aos "vivos" que estão sempre mortos,possamos banhá-los se for o caso com as lágrimas pela falta física,mas é bem sentida a presença constante em nós da sua marca a nos dizer: Estamos aqui,vivos,unamos os nossos sentidos puros e verdadeiros de amor como antes!
Alegremo-nos,isto não faz mal,enfeitemos a casa física de sorrisos e perfumadas flores ou mesmo dentro da expressão de cada fé,manifestemos a nossa gratidão a eles e a Deus pelo momento mesmo que fugaz pelo convívio no corpo.
lembremos a nossa fé as imutáveis e inesquecíveis palavras de Jesus:
- Coragem,eu venci o mundo,tu também o vencerá!
- Ser fiel até o fim e eu te darei a coroa da vida.
É nisto que se consiste a preparação para morte!
Assim agindo,quando este democrático momento vier,doerá,mas doerá menos,porque estaremos preparados.
Muita paz! E apenas um até breve!
( Mensagem recebida na noite de: ( 01/11/2015.)
Médium: Marcelo Caetano Monteiro.
TÍTULO
A JUSTIÇA DIVINA E A LIBERDADE DO ESPÍRITO
ARTIGO
O Espiritismo, em sua expressão mais depurada, não se apresenta como sistema de temor, mas como pedagogia moral da consciência. A Doutrina não constrói um Deus punitivo, arbitrário ou vingativo. Revela um princípio soberanamente justo e bom, cuja ação se manifesta pelo respeito absoluto à liberdade espiritual e pela finalidade educativa das experiências humanas.
Deus não condena suas criaturas a castigos perpétuos por erros transitórios. Tal concepção violaria a própria ideia de justiça, pois nenhuma falta limitada no tempo poderia justificar uma pena infinita. O erro, no entendimento espírita, é sempre circunstancial e próprio de um Espírito ainda imperfeito, jamais definitivo ou essencial à sua natureza. Por isso, a Lei Divina oferece, a qualquer tempo, meios de progresso, reparação e reequilíbrio moral.
O arrependimento não surge como mero sentimento de culpa, mas como lucidez ética. Reparar não é sofrer por sofrer, mas agir em favor do bem, restabelecendo a harmonia rompida. A justiça divina não se impõe de fora para dentro. Ela opera no íntimo da consciência, onde cada Espírito experimenta as consequências naturais de suas escolhas. Persistir voluntariamente no caminho do mal converte-se, por si mesmo, em sofrimento, pois ninguém viola a ordem moral sem ferir a própria estrutura psíquica e espiritual.
A chamada pena eterna, à luz do Espiritismo, não é um decreto imutável, mas uma permanência voluntária no erro. Se o Espírito ali permanecesse indefinidamente, a dor também se prolongaria. Contudo, a mínima disposição ao arrependimento basta para que a misericórdia divina se manifeste, oferecendo novas oportunidades de aprendizado e reabilitação. Eis a relatividade das penas e da própria noção de eternidade, compreendida não como duração infinita do sofrimento, mas como continuidade da vida orientada ao aperfeiçoamento.
A liberdade concedida aos Espíritos é condição indispensável para o mérito moral. Se não houvesse possibilidade de escolha, não haveria responsabilidade, nem virtude autêntica. Deus permite que o Espírito experimente o bem e o mal para que aprenda, pela razão e pela vivência, a distinguir o que eleva daquilo que degrada. A sabedoria divina não se impõe pela coerção, mas pela educação gradual da consciência.
O primeiro ensinamento é o amor. O segundo é a instrução. Amar sem compreender conduz ao fanatismo. Instruir sem amar conduz à aridez moral. O Espiritismo une ambos, chamando o ser humano a uma ética da responsabilidade, da lucidez e da esperança ativa.
Assim, a mensagem espírita não promete atalhos, nem absolvições automáticas. Ela convoca o Espírito à dignidade de construir-se, passo a passo, na liberdade, assumindo o peso de seus atos e a grandeza de sua capacidade de transformação, pois toda consciência que se esclarece encontra no bem não uma imposição, mas um destino escolhido com maturidade e verdade.
O rio que desce olha através de sua órbita o sol que brilha! Numa magia contagiante o sol, com os seus braços envolventes, abraça o rio tornando-o calmaria!
TU é CArinho!
Não vejo Deus e nem toco em sua face, mas o amo, respeito e quero sempre que ele esteja em meus pensamentos e no meu coração.
Saudades de você
Entro em sua página no facebook...Orkut...Quepasa.....
Entro no MSN... e nada!!!
No lar....estive lá..
Vazia...fria...gélido!
O celular você não atende....
Acho que o chip não mais te pertence
Somente o silêncio está presente!!
Há dias tento me comunicar com você
Não consigo...
Essa saudade dói e só vai aumentando...
Tentei mandar msg pra você...
Mas não consegui!!!
Gostaria de arrumar um jeito para enviá-la ...
Mas não consigo!
Agora só me resta caminhar pelas esquinas da Net...
Encontro muitas pessoas ... centenas delas...
Mas você...você não encontro mais!!
....meu coração sente...meu cérebro... dita ...
Bem sei.... ditame da vida
Injusto....
Insano desejo!
...Saudades de você!
TU é CArinho!
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