A sua Beleza a Incomparavel
Se for um presente é irrecusável,
Para todos um dia será irremediável,
Em sua nobre presença indispensável,
O amor é amável.
A Lenda do Guerreiro Urbano
Sua cama o pavimento,
Seu cobertor a lua minguante,
As paredes de cimento
Com grafite cintilante,
O tapete do seu quarto
É o córrego borbulhante.
O pontilhão é o limite
Cortando as artérias.
Rompendo o fatigante,
Nos becos crescem bromélias.
Um fato relevante,
Um relato fascinante !
“Na metrópole profana,
Um mendigo indigente,
Se torna a lenda urbana,
De um guerreiro valente.”
Em sua carruagem
Revestida de papelão,
Recomeça a viagem
Costurando o ribeirão.
As vielas são inseguras,
Mas já foram o seu lar,
Identifica as figuras
Rascunhadas num pilar.
Seguindo o segmento
Sua pupila se dilata,
Quando vê e fica atento
A um latão em movimento,
Descendo violento
Na enxurrada que arrebata.
Se aproxima desconfiado,
Em um instante repentino,
Ao latão agarrado
Ele nota um menino.
Se atira no rio sem pensar,
Então pensa em não se afogar
E nadar, nadar e salvar.
Descendo a corredeira
Depois da trovoada,
Atitude guerreira,
Um arco-íris na alvorada.
Não pretendia ser famoso,
Não almejava ter dinheiro,
E um desafio fabuloso
O transformou em um guerreiro.
Ele nadou, venceu e salvou
E o menino viveu e voltou,
Para contar a lenda...
“Na metrópole profana,
Um mendigo indigente,
Se torna a lenda urbana,
De um guerreiro valente.
A Lenda do Guerreiro Urbano.”
Seguindo o segmento
Sua pupila se dilata,
Quando vê e fica atento
A um latão em movimento,
Descendo violento
Na enxurrada que arrebata.
Por toda a floresta refletia seu luar,
A sua imponência conquistava quem olhasse,
E o homem se mutava a ponto de uivar,
Deixou que a insanidade obscura o dominasse.
Apenas um humano que a ausência transformou,
Deixou sua família porque algo o atraía,
Em uma matilha semelhança encontrou,
Sabia que um porém, vivamente o conduzia.
Tudo pela sua... Idolatrada lua,
Que não o abandonara na dura solidão,
Ela o visitava sempre que podia,
E ele aguardava com muita excitação.
Na euforia de sua alforria,
Ganhou a atenção que então merecia.
O vil e perverso aliciador,
Malvado medíocre seria enjaulado,
Foi algemado pelo defensor,
Que tirou a Pequena de seu triste passado.
Brilha Graciosa
Em sua roda de amizades,
Era querida e engraçada,
Realizava varias bondades,
Sua presença era prezada,
Compreensiva, encantadora,
Esperta, investigadora,
Queria ser médica,
Ginasta e cantora.
Bem mais madura que as outras meninas,
A vida foi dura e a fez menos manhas, Se propunha a ousar e auxiliava,
Estendia a mão onde estava,
Prestativa, precavida, delicada,
Nunca mais seria forçada a nada.
Ajudava a mamãe no bordado,
Segurava o rolo de linha,
Ficava atenta a cada traçado,
Da rede ao rendado até a barrinha.
Pintava o bordado, ornava a borda,
Combinava sua roupa com a da bonequinha,
A pequena brincava, cantava, pulava,
Imaginava e sabia, nada mais a detinha.
Nada mais a deteria.
Brilha Graciosa !
Brilha o quanto quiseres brilhar.
Pequena Preciosa !
Motivo maior prum pai se orgulhar.
Em sua roda de amizades,
Era querida e engraçada,
Realizava varias bondades,
Sua presença era prezada,
Pintava o bordado, ornava a borda,
Combinava sua roupa com a da bonequinha,
A pequena brincava, cantava, pulava,
Imaginava e sabia, nada mais a detinha.
Nada mais a deteria.
Seu apelido era uma piada, sua cor era parda,
Mas Branca de Neve já estava acostumada,
Pois desde jovenzinha tinha sido discriminada.
Educar é o ato mais difícil da Vida, porque ele começa em casa, entre a pessoa e sua família, depois envolve a escola e os professores, enquanto simultaneamente se torna um compromisso de toda a sociedade, inclusive e principalmente do próprio ser que está se educando.
Mas não é aí que se encontra a dificuldade, o verdadeiro problema é alcançar o objetivo da Educação, que consiste em transformar o sujeito, a família, a escola, os professores, a sociedade, para que estes compreendam que só as revoluções podem alcançar a equidade, a liberdade, a felicidade e a justiça social.
É a maior dentre todas as batalhas a serem travadas.
Seu relaxo era charme, a negligência consigo mesma, forjava sua singularidade. Empurrou o portão, saiu. Na rua, na realidade mundana, era o centro, o centro de convergência, centralizava a atração.
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