A Semente da Vitoria
Ser justo é mais do que uma qualidade, é uma escolha que define o caráter e transforma o mundo ao nosso redor.
Decidir empreender é a decisão mais importante na vida de um empreendedor. O sucesso é o futuro que lhe espera e todo o resto é experiência.
Muitos criticam, despreza a crença, a fé e a religião alheias, sem ter noção que elas surgiram no momento certo, quando muitos estavam perdidos, em situações desesperadoras, sem nada, nem mais razões para continuar vivendo.
A noção de ter vivido na certeza não pode ser o bastante para generalizar a verdade. Acreditamos veementemente estarmos vivendo a verdade, porém nos enganamos, experimentando uma gama de sentimentos e emoções fortes e nítidas de certeza, todavia, podemos estarmos vivendo em desacordo com a verdade verdadeira.
Eu gosto de ti,
Na realidade aqui dentro de mim, explode de amores por você.
E luto com todas minhas forças para não demostrar essa paixão.
Quero cuidar, mas me controlo, para que não perceba, pois não quero que pense errado de mim.
Cicero da Silva C.S
A gratidão é a ponte que nos conecta à felicidade. Quando agradecemos, abrimos os olhos para o que realmente importa, enxergando o valor das pequenas e grandes bênçãos em nossa vida. Não importa o que enfrentamos, sempre há algo para agradecer: um sorriso, um aprendizado, o calor do sol ou o apoio de quem nos ama.
Seja grato pelo caminho que percorreu, pelos desafios que o fortaleceram e pelas conquistas que chegaram como fruto do seu esforço. A gratidão transforma o que temos em suficiente, e o que somos em pessoas plenas.
Hoje, escolha agradecer. Agradeça à vida, às pessoas ao seu redor e, principalmente, a si mesmo por continuar caminhando com coragem e fé. A gratidão é a luz que ilumina nossa jornada e nos impulsiona a conquistar ainda mais. Seja grato, porque o melhor ainda está por vir.
Meu paraíso é uma garota.
O seu sorriso.
É a luz que me ilumina.
A pureza do seu olhar
Exorciza meus demônios.
As ondas dos teus cabelos
São como as do mar que quero me afogar
O meu céu
É o da sua boca.
Enfim.
Você não é minha vida.
Porque ela acaba.
Você é meu paraíso, pois ele é eterno.
Não é bom que o homem viva sozinho. Vou fazer para ele alguém que o ajude como se fosse a sua outra metade.
Neste Natal, desejo-vos o simples,
O pão e o vinho sobre a mesa,
As mãos dadas sem pressa,
E a alegria serena de uma noite estrelada.
Que o pinheiro seja o símbolo vivo
Do calor que une as famílias,
Como o pão partilhado,
Como o vinho que aquece a alma.
Aos vossos e a vós,
A paz do que basta
E a luz do que é.
Feliz Natal!
O Natal é o que nos fica das coisas simples:
o cheiro do pão quente na mesa,
o abraço que se dá sem motivo,
a luz serena de uma vela acesa,
que aquece mais do que qualquer ouro.
Não é preciso muito para encher o coração.
O brilho verdadeiro não está nas vitrines,
mas no olhar de quem partilha,
no sorriso que chega sem pressa,
na alegria de estar juntos,
mesmo quando o mundo lá fora parece agitado.
Este é o tempo de voltar ao essencial:
a palavra dita com carinho,
o gesto que ampara,
a gratidão por tudo o que já temos.
Porque o Natal não se mede em excessos,
mas na abundância do que é sincero.
Que os nossos dias sejam como esta época:
simples, luminosos, plenos.
E que a fartura maior esteja onde sempre esteve:
no calor humano que nos faz verdadeiramente ricos.
O silêncio pode ser uma forma de presença tão plena quanto as palavras. Não ter algo a dizer não implica vazio ou ausência; pelo contrário, pode ser um sinal de serenidade, de quem encontra na quietude o espaço para estar.
Vivemos numa era onde o ruído constante é quase obrigatório — opiniões, comentários, respostas imediatas. Mas o silêncio, por vezes, é a maior das respostas. Ele não é sinónimo de tristeza ou desconforto; pode ser a companhia de quem se sente confortável consigo mesmo, que não precisa preencher cada momento com palavras para existir.
Há também uma força no silêncio. Ele carrega o que as palavras não conseguem alcançar: a profundidade dos pensamentos, o peso das emoções, a verdade das pausas. Estar em silêncio é estar inteiro, permitir que o mundo se desenrole sem a necessidade de intervenção constante, e aceitar que nem tudo precisa ser dito, porque nem tudo pode ser traduzido.
Assim, o silêncio não é ausência, mas presença num outro tom.
