A primeira vez que te Vi Amizade
"Aprende-se até mesmo com os erros e com as derrotas. Primeira lição: não os cometa novamente; segunda lição: não se concentre nelas."
Cadeira vazia
Na primeira fila tem uma cadeira vazia.
Sempre que alguém sai fica uma lacuna.
Não foi uma simples saída sem valia.
É uma ausência sentida e não oportuna.
Viver eu sei, não é show eterno.
Por vezes a peça termina antes da hora.
Sem palmas tudo fica ermo.
Apago a luz e no escuro vou-me embora.
O Trabalho é uma verdadeira terapia para o homem, mas o temor a Deus é a primeira e mais verdadeira terapia.
Viagem...
Depois da primeira viagem, buscamos outra e outra e assim, lá vamos nós mundo afora em buca de aventuras ao lado da natureza que vai mostrando beleza e riqueza de detalhes, em cada passo que acrescentamos em nossa caminhada.
O tempo em contato com a mata, acaba se transformando em uma riqueza incomum, extraordinária, onde as emoções, são conquistadas no silêncio, em um olhar mais observador e na cumplicidade com os elementos que ali convivem em perfeita sintonia.
Há muitos momentos inesquecíveis, vivenciados em cada detalhe dessa viagem onde a paisagem nunca se repete e o cansaço, não se inclui nessa harmonia silenciosa que abraça o corpo e a alma.
Não há mais como desistir, somos seduzidos pela curiosidade do novo, da água que vai tranquila, do verde que energiza e a sonoridade dos pássaros que formam várias orquestras durante o dia e permancem em total silêncio quando a noite se aproxima, nos faz acreditar que ainda não aprendemos o verdadeiro significado de conviver em paz.
by/erotildes vittoria
A primeira árvore...
Sempre que minhas mãos tocam a terra, volto no tempo e sinto o cheiro dela como quando plantei a primeira das muitas árvores frutíferas que cultivei durante um bom tempo.
Minha experiência, foi maravilhosa e já visualizava, um pomar cheio de árvores frutíferas de muitas cores, flores perfumadas e com muitas abelhas, que fabricariam o mel que eu tanto apreciava.
Diariamente, regava e depois, ficava horas conversando com ela, afinal, era natural que estivesse sempre muito ansiosa aguardando pacientemente, os três anos que levaria para florescer e frutificar.
Finalmente, apareceram suas primeiras flores e depois, os frutos que não foram muitos, mas lá estavam eles, avermelhados, bonitos e quase maduros.
Resolvi que seriam colhidos no final de maio ou nos primeiros dias de junho, quando eu completaria nove anos.
Estava decidido, colheria no mês seis e seria, o meu melhor presente de aniversário.
Esperei, até a primeira terça-feira de junho. Era uma manhã meio fria, mas muito agradável e o sol, já aguardava minha chegada. Parecia mais ansioso que eu.
Levei um cesto e uma escada para subir até onde pudesse alcançá-los. Ao tocar o primeiro fruto, descobri que um pássaro já havia provado o sabor daqueles caquis tão especiais e foi embora, sem que eu soubesse seu nome.
by/erotildes vittoria
Donde eu vim?
CAPÍTULO V
Minha Primeira Boneca de Verdade
Depois daquele fatídico Natal, em que não ganhei meu presente desejado, minha tristeza, felizmente, durou pouco.
Janeiro era o mês do padroeiro da cidadezinha onde frequentávamos a escola, o catecismo e as missas dominicais. São Paulo, lembro-me bem, era o santo padroeiro da capela e nome do sítio de meu pai, onde morávamos.
Todo ano os moradores se reuniam e preparavam uma bela quermesse, com direito à visita do bispo, padres de outras paróquias, fazendeiros, sitiantes e colonos de toda a redondeza para uma linda missa cantada.
Para a quermesse eram doados bezerros, sacos de café, leitoas, carneiros, frangos e artesanatos feitos pelas mulheres e moças prendadas da comunidade.
Uma rifa foi organizada, cujo dinheiro iria para a reforma da igrejinha. Um bezerro era o prêmio e de brinde, vejam só, uma linda boneca confeccionada por dona Mariquinha, mulher muito conhecida por suas habilidades na agulha.
Quando eu vi aquela boneca, fiquei deslumbrada!
Eu queria uma boneca de verdade! Esta era a minha chance!
Procurei por minha mãe, que estava na cozinha de uma das barracas, liderando outras mulheres no preparo da comida a ser servida durante a festa. Implorei que comprasse um número, porque eu queria uma boneca de verdade!
Meu pai não era dado a gastar dinheiro com estas extravagâncias, mas naquele dia ele sucumbiu ao meu apelo e cedeu. Comprou um único número. E eu dei muitos pulos de alegria...
Ao anoitecer, quase no final da festa chegou a esperada hora do sorteio.
Bingo! Meu pai ganhou o bezerro e eu ganhei a minha boneca de verdade!
Ela era deslumbrante aos meus olhos de menina. Tinha uma aparência diferente. Fora feita à mão, uma boneca de pano com jeito de moça. Vestia um vestido de renda, cujo decote mostrava o início de fartos seios. Perfeito! Minha boneca de verdade, com corpo de moça feita, seria a mãe de todas as bonequinhas de minhas coleguinhas da vizinhança.
No dia seguinte, de tardinha, minhas amigas e eu fomos brincar de boneca, numa ansiedade sem tamanho. Fizemos uma casinha dentro de um velho bambuzal, e lá ficamos por horas, nos deliciando em nossas fantasias infantis de mamãe, comadre e tias. Sim, porque toda boneca era batizada, ganhava um nome e uma madrinha.
Antes do anoitecer, minha mãe me chamou para ajudá-la nos afazeres do jantar. A brincadeira se desfez e aos poucos anoiteceu.
Acordei aos pulos na manhã seguinte. Eu havia esquecido minha boneca de verdade no bambuzal. Corri para buscá-la. Qual não foi meu espanto quando a vi: estava toda encharcada, estufada, desbotada, manchada, descolorida...quase decomposta!
Havia chovido a noite toda!!!
mel - ((*_*))
A vida é um espetáculo. Não basta sentar na primeira fila. Tem que se entreter, participar, para que ela valha o ingresso que se pagou ao nascer! Simples assim.
Jandira Ferreira/Jandamel
Life is a show. Don't just sit in the front row. You have to entertain, engage, so that it's worth the ticket I paid for itself at birth! Simple as that.
Comunidade: Séculos de luz, amor e vida.
-Não faça comigo o que os outros fizeram com você.
Primeira coisa que a gente quer pedir quando tá começando a gostar de alguém.
Correndo minha primeira meia maratona (21.097,5 metros) no Rio de Janeiro em julho de 2010
Como cheguei aqui poderá ser um dia contado. O fato é que, enquanto escrevo, os 21,1K (K = Km) já se foram e deixaram uma sensação de felicidade, satisfação e de capacidade de superação (sempre me achei um vencedor,um sobrevivente e a corrida resgatou em mim este sentimento de uma forma muito profunda)
Chegando ao Rio o tempo estava fechado, frio e chuvoso, prenuncio de uma corrida debaixo de muita água. A princípio estava tudo bem, pois gosto de correr na chuva que lava minha alma. Depois dos percalços ocorridos desde janeiro, ali estava eu a menos de um dia da minha tardia primeira meia maratona. A ansiedade apareceu já no desembarque e ao chegar ao saguão de entrega dos kits ela aumentou e se misturou com uma sensação incrível de pertencimento àquele lugar. Com tudo resolvido, encontrei amigos antigos, recentes e alguns novos. Como é bom ter amigos! Infelizmente alguns não puderam ir e não encontrei todos que deseja. Retornei ao hotel e o sábado foi de passeios, descontração e “relaxamento”, mas a ansiedade teimava em não me deixar e a cada minuto que se aproximava o momento da largada ela aumentava. Fui dormir cedo, pois a jornada começaria de madrugada no dia seguinte.
O despertador toca às quatro da manhã e começa o necessário ritual de preparação para a corrida naquela madrugada fria e chuvosa. O ônibus da prova me leva até o ponto de partida na Barra. Lá, o frio foi me acompanhar com uma chuva fina e muito vento. Ao meu lado se aquecia a ansiedade que dizia que correr iria.
O tempo de espera passou e deu-se a largada, momento em que comecei a caminhar, pois até chegar ao pórtico não era possível correr devido a tanta gente que lá estava assim como eu. Ao passar debaixo do portal da largada não sei o que se deu, mas a ansiedade parece ter ido tomar banho de mar e desapareceu.
Largada na praia do Pepê e logo uma subida pela ponte que me leva a uma vista linda (No RJ saindo da Barra e indo para o Flamengo só se pode olhar para a direita) e a cada Km percorrido aproveito a vista, observo os corredores e tenho insights sobre minha vida. O primeiro momento de euforia se dá no final da subida da Niemeyer que subitamente chegou e eu nem percebi. Simplesmente passei direto e pronto. Seguindo para onde meus pés me levavam fui passando por todas as praias, e em Ipanema logo pensei que mais da metade já havia ido e que faltava agora menos do que o que eu já havia percorrido.
Passo por Copacabana e Botafogo sem prestar muita atenção, pois estava concentrado demais para me distrair e surge então a placa do Km 18. Alegria vem forte e me lembro da volta da Pampulha, olho o cronômetro e meu tempo esta abaixo daquela prova, mas ai também aparece o fantasma da câimbra assim como lá. Diminuo o ritmo, mas também como lá me recuso a parar e sigo em frente.
A chegada, ao contrário, parece ficar mais distante. Mantenho o ritmo, insisto, cada pé puxa o outro e começam a aparecer as tendas e as pessoas no meu campo de visão. Não tenho mais como parar. Vou me aproximando da chegada e uma sensação inexplicável de felicidade, bem estar e superação vai tomando conta de mim. Os últimos metros corro sorrindo quase rindo e ao cruzar a linha de chegada sou uma pessoa diferente, mudada onde se fez necessário, mantendo os valores fortes e que vislumbra uma vida cheia e plena de felicidade e desafios. Não sei explicar o sentimento que isto representa, mas posso garantir que vale a pena percorrer o caminho para encontrá-lo.
"Genial não é o que você é, genial é o que você faz. Ao passo que a primeira não passa de megalomania, a segunda é o atestado da sua grandeza. Logo, ninguém pode dizer-se gênio, tal como ninguém pode dizer-se dono da verdade. Porém, trabalhe acreditando pia e incansavelmente e chegará a isso. Pra mim, só há um tipo de gênio possível: o do esforço"
Bom Dia
Retratos da Vida
A magia foi a primeira coisa usada pelo ser humano para tentar controlar a natureza, até nos dias de hoje pessoas tentam abafar sufocar a palavra de Deus, com orações complicadas, forças sobrenaturais e rituais secretos. Deus é força infinita de nossa existência e de nossa liberdade de escolha Deus inspira as pessoas para que ajam livremente, as pessoas que o escutam se empenham pelo bem comum de toda a humanidade, ele não age em nosso lugar, somente nas pessoas. E diz somente ao seu coração que faça em ti segundo a sua palavra.
Quando inventarem algo que detecte hipócritas eu vou ser a primeira a comprar, que nojo de gente assim.
A inteligência e a esperteza são absolutamente incompatíveis , pois a primeira sabe que tem muito por saber , enquanto a segunda esta sempre certa que tudo sabe .
“É em você que eu busco inspirações para os meus textos, pois quando eu estou escrevendo, a primeira imaginação que vem em minha cabeça seguida do coração é a sua imagem com toda delicadeza e simplicidade.”
Interessante este mundo. Dizemos que uma pessoa é única, mas na primeira discussão abrimos uma caixa de possibilidades.
No Carnaval de São Paulo, a cada batida do surdo de primeira, no momento do desfile, corresponde uma bofetada, na hora da apuração.
Meu nascimento foi no mínimo diferente. Minha primeira lembrança foi de acordar numa floresta. Como um recém-nascido, não sabia quem eu era e o que acontecia. Meus olhos não entendiam o que viam. Eram formas, sons e sensações desconhecidas. Toda espécie nasce com instintos que com o tempo se harmonizam com a natureza. Todas, menos a minha.
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