A primeira vez que te Vi Amizade
E finalmente fui expulsa do céu, caí em meio a todo desespero que havia dentro de mim,
Quantas vezes hei de morrer em busca da vida, em busca de algo a mais.
Quantas vezes vou me enganar em busca de uma verdade, felicidade.
Eu te odeio por tanto te amar, tu eras tudo que eu procurava,
Escuro, meu Tsar.
Quando a vida mudar, onde estarás...
E quando minha vida finalmente chegar, será o fim
Se você não consegue carregar o andor, renuncie a sua vez e deixe a procissão seguir. Não atrasando já é demonstração de fé ao Santo, e a renuncia é amor digno do Criador.
Toda vez que vejo o céu repleto de estrelas cintilantes, fico pensando: qual delas será minha próxima morada? A pergunta já é convicção que terei a resposta e, desde já, fico feliz!
Principalmente nos dias de hoje, Razão, Fatos e Emoção, a equação com resultado cada vez mais desafiador do nosso cotidiano.
Ela veio me visitar hoje! A solidão veio me visitar mais uma vez, ela me abraçou, seu abraço era tão forte e envolvente, acho que agora ela realmente conseguiu me dominar!
SE O AMANHÃ NÃO VIER...
Se eu soubesse que essa seria a última vez que eu veria você dormir eu aconchegaria você mais apertado e rogaria ao Senhor que protegesse você.
Se eu soubesse que essa seria a última vez que veria você sair pela porta, eu abraçaria, beijaria você e chamaria de volta, pra abraçar e beijar uma vez mais.
Se eu soubesse que essa seria a última vez que ouviria sua voz, eu filmaria cada gesto, cada palavra sua, para que pudesse ver e ouvir de novo, dia após dia.
Se eu soubesse que essa seria a última vez, eu gastaria um minuto extra ou dois, para parar e dizer "Eu te amo", ao invés de assumir que você já sabe disso.
Se eu soubesse que essa seria a última vez que eu estaria ao seu lado, partilhando do seu dia, eu não pensaria: "Bem, tenho certeza que outras oportunidades virão, então eu posso deixar passar esse dia".
A gente sempre acredita que haverá um amanhã para se fazer uma revisão, correção de rumos ou dizer um para o outro: "Eu te amo".
O dia de amanhã não está prometido para ninguém, jovem ou velho...
Hoje pode ser sua última chance de segurar bem apertado a mão da pessoa que você ama.
Se você está esperando pelo amanhã, porque não fazer hoje?
Porque se o amanhã não vier, você com certeza se arrependerá pelo resto de sua vida de não ter gasto aquele tempo extra num sorriso, num abraço, num beijo, porque você estava "muito ocupado" para dar para aquela pessoa, aquilo que acabou sendo o último desejo dela.
Então, abrace seu amado, a sua amada hoje. Bem apertado. Sussurre nos seus ouvidos, dizendo o quanto o ama e o quanto o quer junto de você.
Gaste um tempo para dizer: me desculpe, por favor, me perdoe, obrigado, ou ainda, não foi nada, está tudo bem.
Porque se o amanhã jamais chegar, você não terá que se arrepender pelo dia de hoje, pois o passado não volta e o futuro talvez não chegue.SE O AMANHÃ NÃO VIER...
Se eu soubesse que essa seria a última vez que eu veria você dormir eu aconchegaria você mais apertado e rogaria ao Senhor que protegesse você.
Se eu soubesse que essa seria a última vez que veria você sair pela porta, eu abraçaria, beijaria você e chamaria de volta, pra abraçar e beijar uma vez mais.
Se eu soubesse que essa seria a última vez que ouviria sua voz, eu filmaria cada gesto, cada palavra sua, para que pudesse ver e ouvir de novo, dia após dia.
Se eu soubesse que essa seria a última vez, eu gastaria um minuto extra ou dois, para parar e dizer "Eu te amo", ao invés de assumir que você já sabe disso.
Se eu soubesse que essa seria a última vez que eu estaria ao seu lado, partilhando do seu dia, eu não pensaria: "Bem, tenho certeza que outras oportunidades virão, então eu posso deixar passar esse dia".
A gente sempre acredita que haverá um amanhã para se fazer uma revisão, correção de rumos ou dizer um para o outro: "Eu te amo".
O dia de amanhã não está prometido para ninguém, jovem ou velho...
Hoje pode ser sua última chance de segurar bem apertado a mão da pessoa que você ama.
Se você está esperando pelo amanhã, porque não fazer hoje?
Porque se o amanhã não vier, você com certeza se arrependerá pelo resto de sua vida de não ter gasto aquele tempo extra num sorriso, num abraço, num beijo, porque você estava "muito ocupado" para dar para aquela pessoa, aquilo que acabou sendo o último desejo dela.
Então, abrace seu amado, a sua amada hoje. Bem apertado. Sussurre nos seus ouvidos, dizendo o quanto o ama e o quanto o quer junto de você.
Gaste um tempo para dizer: me desculpe, por favor, me perdoe, obrigado, ou ainda, não foi nada, está tudo bem.
Porque se o amanhã jamais chegar, você não terá que se arrepender pelo dia de hoje, pois o passado não volta e o futuro talvez não chegue.
Era uma vez uma vez, que seria a dos pobres. Dos ditos excluídos e desamparados. Porque era uma vez uma voz, a da "bola da vez", que nasceu no seio da falta de vez e voz e rompeu a muralha dos donos do silêncio popular. Era uma era, a de quem não via a hora de ver a pátria mudar. Não para outra pátria, mas de postura e realidade. Uma era de quem por ora sonhava aplacar a ira da fome de justiça, igualdade e pão. Cidadania.
Mas era mais uma dessas horas que a ilusão não faz. A voz da veia de quem renegou a vez e se rendeu a vós sabeis bem o quê. Voz com que os nossos avós e ainda os mais antigos sonhavam. E assim fizeram, de todos nós, herdeiros tontos da crença no ser humano que alcança o poder. E era uma vez o sonho desse "venha a nós" de vez em quando. Continuamos no "seja feita a vossa vontade" sem nenhum retorno em nossas esperanças.
A voz, que no fim das contas não foi da nossa vez, calou-se no turbilhão das vantagens pessoais. Das chantagens partidárias. Dos deslumbramentos e da preguiça... Preguiça essa, de sacrificar-se tantas vezes quanto necessário, em razão de tantas vozes que mais uma vez se calam...
Como só se educa se fazendo imitar, saibamos de uma vez por todas, que o ato simples de ser tem muito mais eficácia do que a canseira do ensinar com palavras.
DESGASTE AFETIVO
Demétrio Sena, Magé- RJ.
Só discuta uma relação de amor pela terceira vez, quem tiver discernimento para saber que a terceira deve ser também a última vez. Se não for assim, nada mais vai valer a pena.
PONTO FRANCO
Demétrio Sena, Magé – RJ.
Contenha, de vez em quando, seu brio materno ou paterno, e tente ouvir as palavras que o seu filho não diz entre aquelas que soam, mas você despreza. Faz isso, porque a regra infeliz do poder maior que o afeto é sua reza tirana de quem manda e manda.
Pelo menos uma vez na vida, escute o choro espremido e amedrontado sob o pranto exposto em traços bem expressivos, mas cuja expressão nunca teve a leitura de sua preguiça. Quiçá o seu temor de se descobrir no mesmo patamar de quem seus olhos nunca viram de frente, pois o coração sempre fugiu do ponto franco em que pode morar o ponto fraco.
Deixe um pouco de lado essa praticidade gelada e cruel que revela um limbo de certezas ditadas. Um tribunal desumano de verdades forjadas pela distância estabelecida entre você e quem deveria ser bem mais próximo, exatamente porque veio de você.
Esse jogo de achar forçosamente que filho não tem voz audível, pode se reverter contra sua carência futura de gritar. Infelizmente, seu filho há de aprender, com seu exemplo, que pai ou mãe também não tem voz. Nem tem vez. Tudo será contra seu dom de matar o brilho do rosto, as expectativas e admirações de quem nunca foi quem deveria ter sido.
Preste bem atenção na faixa etária do mundo. Já estamos no século em que pai e mãe não são deuses... são seres humanos... tão humanos quanto seus filhos, que já sabem disso, mas podem não querer saber, se um dia resolverem virar o jogo.
CADA VEZ QUE TE VEJO
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Fico assim só de olhar nos teus olhos nos meus;
dou adeus e te levo, e permaneço assim,
por um curto sem fim que só depois me chama
e derrama o vazio de já não te ver...
Quando bebo em teu rosto esse dizer profundo
que me cala e consente ficar tonto e bobo,
eu me roubo pra ti; nem preciso de mim;
vou ao fim do meu mundo e colho céus ocultos...
É assim que me flagro desde que te achei,
desde quando não sei, porque lá me perdi
sob tuas presenças e muitos adeuses...
Ao saíres da linha do meu horizonte,
cada vez que te afastas ou cumpro essa pena,
fico assim, viro ponte suspensa no caos...
VITÓRIA DO AMOR
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Desta vez nos deixamos conhecer mais fundo,
viajamos um noutro e tivemos destino,
fomos tino e loucura em perfeito consenso
e deixamos o mundo se fechar em nós...
Hoje não nos roubamos de nossa vontade,
nossos medos venceram seus bichos-papões,
porque foi a verdade que cedeu ao sonho;
reagiu aos senões e nos deu livre arbítrio...
Finalmente a coragem de chegar no sim,
sem o fim como sombra; contorno; rascunho;
punho pronto pro soco na boca do ser...
Conheceste meus becos, bueiros, vielas,
conheci teus asfaltos, teus pontos de luxo,
fui o bruxo que a fada se deixou amar...
PRA VIVER
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Sempre tente outra vez.
Mantenha o sonho em ação.
Não vale a pena viver
quando se perde o poder
da tentação.
MITO AMOR
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Sem amor nem sentido, assim se fez,
uma vez um romance; um folhetim;
foi um sim descuidado e tão carente,
que não viu a cilada sob os olhos...
Tempo envolto num longo passatempo,
força exposta no vão desse brincar
de não ser brincadeira e tornar sério;
desaguar um mistério em nossas vidas...
Não te amei, mas amei ser bem amado;
crer no amor que sentia que sentia;
ser deixado à deriva nesse mar...
Ou amei sem sem amar, só pra saber
como a vida consegue tornar mito
seu pequeno infinito em nosso espaço...
COLCHA DE RETALHOS
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Nascerei outra vez, e dessa feita,
quando passo do meio da jornada,
minha idade serena já se vê
sobre o nada; num lento voo livre...
Tenho medo, mas tudo mostra o fim
que me assalta, me pega pelo meio,
porque veio disposto a me acordar;
quer meu sim; não aceita meu talvez...
Redesenho a jornada, volto ao chão,
me replanto e não sei como será;
quem serei; que será do que já sou...
Foram tantas as mortes, tantas vidas,
tantas idas, atalhos recomeços,
que o que sou é uma colcha de retalhos...
BELOS DIAS MORTAIS
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Hoje o dia nasceu belo. Mais uma vez, irremediavelmente belo. Um céu profundo, maravilhosa e distantemente azul. Belo de morrer... ou de fazer morrer.
O sertanejo, de olhar também distante, mas não azul, para e olha pro nada. Quem sabe tenta não ver, ali bem perto, as carcaças mortas e ainda vivas do gado que um dia ele tangeu para lugar nenhum. Esse mesmo lugar nenhum em que agora descansa não por cansaço, mas por desânimo. Por não haver mais do que se canse.
Por mais belo e azul, pouco importa. O céu não seduz o sertanejo. Desmancha em seu coração a esperança do dia feio... turvo... do céu cinzento e triste com que ele sonha. Só a tristeza de vários dias sombrios e molhados será capaz de alegrar o chão agreste... alegrar e florir. Fazer parir o pomar e o pasto... gerar o milagre da ressurreição.
Os dias belos e alegres, e o céu azul do sertão geram medo e revolta. Levam trevas, angústia e desespero ao coração sertanejo.
IMPRESSÕES VITAIS
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Desvãos do mundo;
visões do acaso.
O poço às vezes
parece fundo,
mas no fundo
o poço é raso.
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