A Pior Covardia
O pior tipo de ignorância é quando alguém defende o errado apenas porque não gosta de quem está do lado certo.
O pior vício é o da vaidade, pois ele sequestra o seu cérebro para te persuadir a fazer tudo o que for necessário em busca de recompensas para um ego que nunca se satisfaz.
Vivemos uma eterna luta contra o pior vilão que diariamente tenta nos destruir, nossa própria mente.
Existem muitos tipos de inveja, do dinheiro, da aparência, da família, da felicidade, mas a pior é a inveja da inteligência, pois como não pode ser tomada, usam desprezo e arrogância para tentar diminuir o valor de quem a possui.
Pior do que reviver momentos do passado, é a tortura psicológica que o invejoso sofre ao ver as conquistas de quem observa, enquanto percebe que não tem nada de interessante para mostrar sobre si mesmo.
A pior ilusão é a falsa aprovação daqueles que formam nossa bolha e cegam nosso entendimento sobre a real situação.
Pior do que ter que escrever um 'xaveco' para um invejoso é perceber que ele nem tem capacidade para entender o que foi dito.
Já viajei para tantos lugares, mas foi no sonho... e o pior é que o cartão de crédito também sonhou junto!
Só
Normal para mim
Só
Sempre só
Só
Que nada, existe coisas pior
Só
Mais que só
Livre e liberto de um nó
Sem objetivos e sem noção de espaço e tempo
E isso é SÓ
A vida é uma aposta
Apostamos em negócios
Apostamos em jogos
Mas a pior de todas apostas
É apostar no amor
Tem efeitos colaterais terríveis
Sua vida está em jogo.
"Vai, vai lá, não tenha medo do pior
Eu sei que tudo vai mudar
Você vai transformar o mundo ao seu redor
Mas não vacila, muleque de vila, muleque de vila, muleque de vila
Não vacila, muleque de vila, muleque de vila, muleque de vila"
De todas as mazelas que acometem o ser humano, com certeza a ignorância é a pior de todas. O inteligente mal-intencionado pelo menos sabe que, se não agir com prudência, mais cedo ou mais tarde poderá ser apanhado. Já o ignorante tanto se presta a ser colocado na linha de tiro quanto depende de alguém que lhe molde as “verdades” que deverá defender, mostrando-se livre dos limites do primeiro. Daí que é capaz de praticar toda sorte de ignomínias contra seu semelhante sem qualquer traço de culpa, onde julga, sentencia e “faz justiça” em nome das distorções dogmáticas ou doutrinárias que vai acumulando em seu contínuo processo de obscurantismo mental.
